Por uma genealogia do conceito de empoderamento

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Antonio, Lilian Ribeiro [UNIFESP]
Orientador(a): Cyfer, Ingrid [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300001mt79
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=9081229
https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/59264
Resumo: Esta pesquisa parte da observação do crescente uso do termo “empoderamento”, que aparece com pretensões de sentido e origens discursivas diversas. A palavra aparece não só em frentes e setores variados dos movimentos sociais, mas também tem estado presente em discursos que partem de empresas, bancos e outras instituições. Um exemplo interessante para ilustrar a questão, com fins de justificativa, é a aparição do termo em propagandas de empresas de cosméticos. No site da empresa Avon, há uma seção com um pequeno dicionário de termos importantes ao feminismo. Entre eles, está a seguinte definição de empoderamento: “ EM.PO.DE.RA.MEN.TO —É a capacidade do indivíduo realizar, por si mesmo, as mudanças necessárias para evoluir e se fortalecer. Para levar a vida da forma que escolher” (AVON, 2018).