Por uma genealogia do conceito de empoderamento
| Ano de defesa: | 2019 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| dARK ID: | ark:/48912/001300001mt79 |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=9081229 https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/59264 |
Resumo: | Esta pesquisa parte da observação do crescente uso do termo “empoderamento”, que aparece com pretensões de sentido e origens discursivas diversas. A palavra aparece não só em frentes e setores variados dos movimentos sociais, mas também tem estado presente em discursos que partem de empresas, bancos e outras instituições. Um exemplo interessante para ilustrar a questão, com fins de justificativa, é a aparição do termo em propagandas de empresas de cosméticos. No site da empresa Avon, há uma seção com um pequeno dicionário de termos importantes ao feminismo. Entre eles, está a seguinte definição de empoderamento: “ EM.PO.DE.RA.MEN.TO —É a capacidade do indivíduo realizar, por si mesmo, as mudanças necessárias para evoluir e se fortalecer. Para levar a vida da forma que escolher” (AVON, 2018). |