Algoritmo para o diagnóstico de pneumonite de hipersensibilidade crônica e comparação com diretrizes ATS/JRS/ALAT e CHEST
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Tese |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de São Paulo
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://hdl.handle.net/11600/75273 |
Resumo: | Nos últimos anos, estudos propuseram algoritmos diagnósticos para a pneumonite de hipersensibilidade (PH), incluindo renomadas sociedades de pneumologia. Essas propostas, entretanto, são de elevada complexidade e de difícil aplicação na prática clínica. Além disso, alguns estudos que aplicaram essas diretrizes em coortes de PH, mostraram discordâncias relevantes de classificação. Objetivo: Avaliar o desempenho de um algoritmo simplificado para diagnóstico de PH, em uma coorte brasileira, em casos definidos por discussão multidisciplinar, e comparar os resultados observados pelos critérios da ATS/JRS/ALAT e do CHEST. Métodos: Os pacientes foram selecionados de um banco de dados de um hospital terciário. As tomografias de tórax de alta resolução (TCAR) foram revistas por um radiologista, e as biópsias reavaliadas por dois patologistas. Pacientes com outras doenças pulmonares intersticiais foram excluídos. O algoritmo diagnóstico seguiu os critérios sugeridos por Johannson e Perez, com algumas modificações. Foram incluídos casos de PH não fibrótica (PHnf) e PH fibrótica (PHf). As TCAR dos casos fibróticos foram classificadas em três padrões: A – Fibrose de distribuição predominante em terços superiores, médios ou ambos com sinais associados de comprometimento de pequenas vias aéreas (PVA); B – Achados de comprometimento de PVA associados a sinais tomográficos de fibrose, excetuando-se a distribuição predominante em terços médio e/ou superior; e C – Outros padrões de fibrose sem sinais de envolvimento de PVA. As TCAR também foram classificadas de acordo com cada diretriz e os resultados comparados. Os graus finais de confiança diagnóstica foram classificados para ambas as diretrizes: definitivo (≥90% de probabilidade diagnóstica); moderada/alta confiança (70%-89%); baixa confiança (51%-69%) e improvável (≤50%). Resultados: Foram incluídos 139 casos: exposição a mofo foi relatada em 83 (60%) e a pássaros/penas em 60 (43,2%) dos casos. Em apenas um caso, a exposição permaneceu inaparente. Melhora após o afastamento do antígeno foi relatada em 40,3% e grasnidos à ausculta em 19,4%. Lavado broncoalveolar (LBA) foi obtido em 65 casos, mostrando linfócitos ≥25% em 19 (29,2%). A PH foi classificada pela TCAR como PHnf em 15 (10,8%) e PHf em 124 (89,2%) dos casos. Biópsias foram realizadas em 100 casos, sendo 31 consideradas típicas, 49 compatíveis e 20 inconclusivas. Pela diretriz CHEST, 50 (36,0%) tinham achados considerados típicos na TCAR e 29 (20,8%) pela diretriz ATS/JRS/ALAT (p<0,01). Considerando-se o grau de confiança para o diagnóstico >70%, 111 (80,0%) foram assim classificados pelo CHEST e 61 (43,9%) pela ATS/JRS/ALAT (p<0,001). Pelo CHEST foram realizadas 30 biópsias em 50 casos (60%) com TCAR típica, 39/54 (72,2%) das compatíveis e, em 31/35 (88,6%) das TCAR indeterminadas, p=0,014. Após revisão do banco, estimou-se que a biópsia seria necessária em 38 dos 100 casos realizados. Conclusões: Uma classificação mais simples pode ser utilizada para abordagem diagnóstica na PH. Exposição em nosso meio é obtida na maioria dos casos. A classificação proposta pelo CHEST eleva a probabilidade diagnóstica quando comparada à diretriz ATS/JRS/ALAT. Biópsias pulmonares podem ser desnecessárias em muitos casos. Entretanto, em 25%-30% dos casos, a TCAR e outros achados não são conclusivos, e a biópsia torna-se necessária. |
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Algoritmo para o diagnóstico de pneumonite de hipersensibilidade crônica e comparação com diretrizes ATS/JRS/ALAT e CHESTPneumonite de hipersensibilidadeDoenças pulmonares intersticiaisDiretrizesTomografia de tórax de alta resoluçãoFibrose pulmonar4. Educação de qualidadeNos últimos anos, estudos propuseram algoritmos diagnósticos para a pneumonite de hipersensibilidade (PH), incluindo renomadas sociedades de pneumologia. Essas propostas, entretanto, são de elevada complexidade e de difícil aplicação na prática clínica. Além disso, alguns estudos que aplicaram essas diretrizes em coortes de PH, mostraram discordâncias relevantes de classificação. Objetivo: Avaliar o desempenho de um algoritmo simplificado para diagnóstico de PH, em uma coorte brasileira, em casos definidos por discussão multidisciplinar, e comparar os resultados observados pelos critérios da ATS/JRS/ALAT e do CHEST. Métodos: Os pacientes foram selecionados de um banco de dados de um hospital terciário. As tomografias de tórax de alta resolução (TCAR) foram revistas por um radiologista, e as biópsias reavaliadas por dois patologistas. Pacientes com outras doenças pulmonares intersticiais foram excluídos. O algoritmo diagnóstico seguiu os critérios sugeridos por Johannson e Perez, com algumas modificações. Foram incluídos casos de PH não fibrótica (PHnf) e PH fibrótica (PHf). As TCAR dos casos fibróticos foram classificadas em três padrões: A – Fibrose de distribuição predominante em terços superiores, médios ou ambos com sinais associados de comprometimento de pequenas vias aéreas (PVA); B – Achados de comprometimento de PVA associados a sinais tomográficos de fibrose, excetuando-se a distribuição predominante em terços médio e/ou superior; e C – Outros padrões de fibrose sem sinais de envolvimento de PVA. As TCAR também foram classificadas de acordo com cada diretriz e os resultados comparados. Os graus finais de confiança diagnóstica foram classificados para ambas as diretrizes: definitivo (≥90% de probabilidade diagnóstica); moderada/alta confiança (70%-89%); baixa confiança (51%-69%) e improvável (≤50%). Resultados: Foram incluídos 139 casos: exposição a mofo foi relatada em 83 (60%) e a pássaros/penas em 60 (43,2%) dos casos. Em apenas um caso, a exposição permaneceu inaparente. Melhora após o afastamento do antígeno foi relatada em 40,3% e grasnidos à ausculta em 19,4%. Lavado broncoalveolar (LBA) foi obtido em 65 casos, mostrando linfócitos ≥25% em 19 (29,2%). A PH foi classificada pela TCAR como PHnf em 15 (10,8%) e PHf em 124 (89,2%) dos casos. Biópsias foram realizadas em 100 casos, sendo 31 consideradas típicas, 49 compatíveis e 20 inconclusivas. Pela diretriz CHEST, 50 (36,0%) tinham achados considerados típicos na TCAR e 29 (20,8%) pela diretriz ATS/JRS/ALAT (p<0,01). Considerando-se o grau de confiança para o diagnóstico >70%, 111 (80,0%) foram assim classificados pelo CHEST e 61 (43,9%) pela ATS/JRS/ALAT (p<0,001). Pelo CHEST foram realizadas 30 biópsias em 50 casos (60%) com TCAR típica, 39/54 (72,2%) das compatíveis e, em 31/35 (88,6%) das TCAR indeterminadas, p=0,014. Após revisão do banco, estimou-se que a biópsia seria necessária em 38 dos 100 casos realizados. Conclusões: Uma classificação mais simples pode ser utilizada para abordagem diagnóstica na PH. Exposição em nosso meio é obtida na maioria dos casos. A classificação proposta pelo CHEST eleva a probabilidade diagnóstica quando comparada à diretriz ATS/JRS/ALAT. Biópsias pulmonares podem ser desnecessárias em muitos casos. Entretanto, em 25%-30% dos casos, a TCAR e outros achados não são conclusivos, e a biópsia torna-se necessária. In recent years, several studies have proposed diagnostic algorithms for hypersensitivity pneumonitis (HP), including those from major pulmonology societies. These proposals, however, are highly complex and difficult to apply in clinical practice. Furthermore, some studies that applied these guidelines to HP samples showed significant classification discrepancies. Objective: To evaluate the performance of a simplified algorithm for diagnosing HP in a Brazilian cohort, in cases defined by multidisciplinary discussion, and to compare the results observed using the ATS/JRS/ALAT and CHEST criteria. Methods: Patients were selected from a database at a tertiary hospital. High-resolution chest tomography (HRCT) were reviewed by an radiologist, and biopsies were re-evaluated by two pathologists. Patients with other interstitial lung diseases were excluded. The diagnostic algorithm followed the criteria suggested by Johannson and Perez (Murray & Nadel Textbook of Respiratory Medicine, 7th ed., 2022), with some modifications. Cases of non-fibrotic HP (nfHP) and fibrotic HP (fHP) were included. The HRCT of fibrotic cases were classified into three patterns: A – Fibrosis predominantly distributed in the upper lobes, middle thirds, or both, with associated signs of small airway involvement; B – Findings of small airway involvement associated with HRCT signs of fibrosis, except for the predominant distribution in upper lobes, middle thirds, or both; C – Other patterns of fibrosis without signs of small airway involvement. The HRCT were classified by the radiologist according to each guideline and the results were compared. The final diagnostic confidence levels were classified for both guidelines: definitive (≥90% diagnostic probability); moderate/high confidence (70-89%); low confidence (51-69%), and unlikely (≤50%). Results: 139 cases of HP were included. Exposure to mold was reported in 83 (60.0%) and to birds/feathers in 60 (43.2%) cases. Exposure remained inapparent in only one case. Improvement after antigen removal was reported in 40.3%, and Squawking sounds on auscultation were reported in 19.4%. Bronchoalveolar lavage fluid was obtained in 65 cases, showing lymphocytes ≥25% in 19 (29.2%). HP was classified by HRCT as nfHP in 15 (10.8%) and fHP in 124 (89.2%) cases. Biopsies were performed in 100 cases, of which 31 were considered typical, 49 were compatible, and inconclusive in 20. According to the CHEST classification, 50 (36.0%) had HRCT findings considered typical, compared with 29 (20.8%) according to the ATS/JRS/ALAT guidelines (p<0.01). Considering a confidence level of >70% for the diagnosis, 111 (80.0%) were classified as such by CHEST and 61 (43.9%) by ATS/JRS/ALAT (p<0.001). According to CHEST, 30 biopsies were performed in 50 cases (60%) with typical HRCT, 39/54 (72.2%) of those compatible, and in 31/35 (88.6%) of those indeterminate HRCT, p=0.014. After reviewing the database, it was estimated that biopsy would be necessary in 38 of the 100 cases performed. Conclusion: A simpler classification can be used for the diagnosis in HP. In our setting, exposure was obtained in most cases. The CHEST classification increases the diagnostic probability compared to the ATS/JRS/ALAT classification. A careful review of the cases suggests that lung biopsies may be unnecessary in many cases. However, in 25-30% of cases, HRCT and other findings are inconclusive, and biopsy becomes necessary.Universidade Federal de São PauloPereira, Carlos Alberto de Castro [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/3795869530781443http://lattes.cnpq.br/9232295231546605Cavalhero, Larissa Marion Grande [UNIFESP]2025-10-31T15:19:26Z2025-09-12info:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion111 f.application/pdfCAVALHERO, Larissa Marion Grande. Algoritmo para o diagnóstico de pneumonite de hipersensibilidade crônica e comparação com diretrizes ATS/JRS/ALAT e CHEST. 2025. 111 f. Tese (Doutorado em Pneumologia) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). São Paulo, 2025.https://hdl.handle.net/11600/75273ark:/48912/001300002xkc5porSão Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESP2025-11-01T07:00:39Zoai:repositorio.unifesp.br:11600/75273Repositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652025-11-01T07:00:39Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false |
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