Treinamento muscular do assoalho pélvico no tratamento fisioterapêutico da incontinência urinária por deficiência esfincteriana

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Yamamoto, Deborah Mari [UNIFESP]
Orientador(a): Bella, Zsuzsanna Ilona Katalin De Jarmy Di [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300001sf9v
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=7952927
https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/60056
Resumo: Proposição: Avaliar os efeitos do treinamento dos músculos do assoalho pélvico (TMAP) para o tratamento da incontinência urinária (IU)em pacientes com deficiência esfincteriana intrínseca (DEI).Método: Foram incluídas 15 mulheres com IUcom DEIdiagnosticado por meio do estudo urodinâmico, onde foi considerada a Valsalva leak point pressure (VLPP) igual ou inferior a 60 cmH2O. Não foram incluídas mulheres com tratamento prévio de TMAP, cirurgia prévia para correção da IU, presença de distúrbios neurológicos, doenças crônica degenerativa que possa afetar os tecidos muscular e nervoso, presença de prolapso genital estadios III e IV ou ausência de contração dos músculos do assoalho pélvico(MAP) devido a sua denervação completa.As pacientes receberam orientações para conscientização perineal, foram instruídas a realizar a correta contração da musculatura perineal e seguiram o programa de TMAP de três séries de oito contrações sustentadas de seis a dez segundos, repouso proporcional (1:1) aos segundos de contração, seguidas de três a cinco contrações de fibras rápidas. Esse protocolo foi lecionado no ambulatório de fisioterapia e realizado de forma domiciliar, indicado a ser realizado três vezes ao dia, por três meses. Além disso, foi ensinada a contração perineal concomitantes a situações de aumento da pressão intra-abdominal(The Knack). As pacientes foram avaliadas por meio da avaliação funcional dos MAP (escala de Oxford e endurance), diário miccional, teste do absorvente (PAD TEST) e questionários Incontinence Quality of Life Questionnaire (I-QoL) e InternationalConsultationon Incontinence Questionnaire – Short Form (ICIQ-SF) que foram aplicados no início e ao final do estudo por um único avaliador. Para o cálculo da análise inicial e final foi utilizado o Teste de Wilcoxon e o software Minitab versão 16.1.Resultados:A amostra final foi de 10 mulheres. O VLPP apresentou média de 44,20 cmH2O (±11,18 cmH2O). Não se observou melhora na função muscular dos MAP (Oxford com p = 0,059 e endurance com p = 0,138) e nos critérios do diário miccional após os exercícios, frequência (p = 0,919), noctúria (p = 0,554), perda urinária (p = 0,097) e quantidade de protetor (p = 0,866). O resultado do PAD TEST mostrou diminuição significativa (p = 0,035). E na avaliação da qualidade de vida o ICIQ-SF apresentou resultado significante (p = 0,09), assim como o domínio de impacto social pelo I-QoL (p = 0,035).Conclusão:Observou-se que o TMAP apresenta melhora significativa na quantidade de perda urinária avaliada pelo PAD TEST e melhora da qualidade de vida pelo ICIQ-SF e domínio de impacto social do I-QoL, em mulheres com IU com DEI.
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spelling MestradoYamamoto, Deborah Mari [UNIFESP]Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Bella, Zsuzsanna Ilona Katalin De Jarmy Di [UNIFESP]2021-01-19T16:38:00Z2021-01-19T16:38:00Z2019-01-31Proposição: Avaliar os efeitos do treinamento dos músculos do assoalho pélvico (TMAP) para o tratamento da incontinência urinária (IU)em pacientes com deficiência esfincteriana intrínseca (DEI).Método: Foram incluídas 15 mulheres com IUcom DEIdiagnosticado por meio do estudo urodinâmico, onde foi considerada a Valsalva leak point pressure (VLPP) igual ou inferior a 60 cmH2O. Não foram incluídas mulheres com tratamento prévio de TMAP, cirurgia prévia para correção da IU, presença de distúrbios neurológicos, doenças crônica degenerativa que possa afetar os tecidos muscular e nervoso, presença de prolapso genital estadios III e IV ou ausência de contração dos músculos do assoalho pélvico(MAP) devido a sua denervação completa.As pacientes receberam orientações para conscientização perineal, foram instruídas a realizar a correta contração da musculatura perineal e seguiram o programa de TMAP de três séries de oito contrações sustentadas de seis a dez segundos, repouso proporcional (1:1) aos segundos de contração, seguidas de três a cinco contrações de fibras rápidas. Esse protocolo foi lecionado no ambulatório de fisioterapia e realizado de forma domiciliar, indicado a ser realizado três vezes ao dia, por três meses. Além disso, foi ensinada a contração perineal concomitantes a situações de aumento da pressão intra-abdominal(The Knack). As pacientes foram avaliadas por meio da avaliação funcional dos MAP (escala de Oxford e endurance), diário miccional, teste do absorvente (PAD TEST) e questionários Incontinence Quality of Life Questionnaire (I-QoL) e InternationalConsultationon Incontinence Questionnaire – Short Form (ICIQ-SF) que foram aplicados no início e ao final do estudo por um único avaliador. Para o cálculo da análise inicial e final foi utilizado o Teste de Wilcoxon e o software Minitab versão 16.1.Resultados:A amostra final foi de 10 mulheres. O VLPP apresentou média de 44,20 cmH2O (±11,18 cmH2O). Não se observou melhora na função muscular dos MAP (Oxford com p = 0,059 e endurance com p = 0,138) e nos critérios do diário miccional após os exercícios, frequência (p = 0,919), noctúria (p = 0,554), perda urinária (p = 0,097) e quantidade de protetor (p = 0,866). O resultado do PAD TEST mostrou diminuição significativa (p = 0,035). E na avaliação da qualidade de vida o ICIQ-SF apresentou resultado significante (p = 0,09), assim como o domínio de impacto social pelo I-QoL (p = 0,035).Conclusão:Observou-se que o TMAP apresenta melhora significativa na quantidade de perda urinária avaliada pelo PAD TEST e melhora da qualidade de vida pelo ICIQ-SF e domínio de impacto social do I-QoL, em mulheres com IU com DEI.Aim: To evaluate the effets of the pelvic floor muscle training (PFMT) in the treatment of urinary incontinence (UI) in patients with intrinsic sphincter deficiency (ISD). Methods:It was included in this study 15 women diagnosed with UI with ISD through the urodynamic study, which was considered the Valsalva leak point pressure (VLPP) less than or equal to 60 cmH2O. Women previously treated with PFMT, surgery for UI repair, presence of neurological disorders, chronic degenerative diseases that can affect the nervous and muscular tissues, presence of genital prolapse stage III and IV or absence of pelvic floor muscle (PFM) contraction due to complete denervation were not included in this trial. The patients were advised about the perineal awareness and were instructed to take the correct contraction of the perineal muscles before starting the program of the PFMT, which consisted of three sets of exercises daily of eight maximum voluntary contractions held for 6 s to 10 s, with 1:1 s rest between each contraction, followed by three to five fast contractions in a row. Firstly, all women have received instructions and have performed the protocol at the ambulatory of physiotherapy and then were instructed to perform at home for twelve weeks. Furthermore, it was taught the perineal contraction previously situations of increased intra-abdominal pressure (The Knack). The outcome measures were the functional assessment of PFM (Oxford scale and endurance), voiding diary, pad test, Incontinence Quality of Life Questionnaire (I-QoL) and The International Consultation on Incontinence Questionnaire – Short Form (ICIQ-SF). All procedures were performed at the beginning and end of the treatment.The Wilcoxon Test and the software Minitab version 16.1 were used for the calculation of the initial and final analysis.Results:It was exdluded 5 women. The mean of VLPP was 44,20 cmH2O (±11,18 cmH2O). There was no improvement in the functional assessment of the PFM (Oxford with p = 0,059 and endurance with p = 0,138)and criteria of the voiding diary after the exercises, frequency (p = 0,919), nocturia (p = 0,554), urinary loss (p = 0,097) and amount of protector (p = 0,866). There was a significant decrease on pad test (p = 0,035). The quality of life ICIQ-SF showed improvement (p =0,09), as well as I-QoL in the psychosocial impact domain (p = 0,035). Conclusion: The PFMT showed significant improvement in pad test, ICIQ-SF questionnaire and in the psychosocial impact domain of I-QoL for women with UI with ISD.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2019)63 p.https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=7952927DEBORAH MARI YAMAMOTO.pdfhttps://repositorio.unifesp.br/handle/11600/60056ark:/48912/001300001sf9vporUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessIncontinência UrináriaTreinamento Dos Músculos Do Assoalho PélvicoTreinamento muscular do assoalho pélvico no tratamento fisioterapêutico da incontinência urinária por deficiência esfincterianainfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPSão Paulo, Escola Paulista de MedicinaMedicina (Ginecologia)Ginecologia/MastologiaImpacto De Medidas Comportamentais, Questionários,Atividade Física, Suporte Psicológico, Terapêuticas Clínicas, Cirúrgicas E Fisioterápicas Na Qualidade De Vida E Na ReabilitaçãoORIGINALDEBORAH MARI YAMAMOTO.pdfapplication/pdf788730https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/738f7b30-2fb6-4a53-8aa5-835ea4f6381a/downloadc3357f98fda9fabfe173510d8cb081cdMD51TEXTDEBORAH MARI YAMAMOTO.pdf.txtDEBORAH MARI YAMAMOTO.pdf.txtExtracted texttext/plain78040https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/3f22a4b7-344b-4050-99cf-6b815c1c2985/downloadd21e3f3869ca1b6e71ef18354a98c81cMD52THUMBNAILDEBORAH MARI YAMAMOTO.pdf.jpgDEBORAH MARI YAMAMOTO.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2759https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/f725bbec-8bf6-4e08-91c3-b7b109712a0d/downloadd346849b69e83d168f12be74cd8e1ac1MD5311600/600562024-08-09 01:24:46.601oai:repositorio.unifesp.br:11600/60056https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-08-09T01:24:46Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false
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