Ações manipulativas de crianças com baixa visão dos 4 aos 6 anos durante o ato de brincar com diferentes cubos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: PELIZARO, Paula Berteli lattes
Orientador(a): PEREIRA, Karina lattes
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal do Triângulo Mineiro
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia
Departamento: Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://bdtd.uftm.edu.br/handle/123456789/1172
Resumo: Introdução: as ações manipulativas são definidas como um conjunto de movimentos que contribuem para o desenvolvimento infantil. Dessa forma, o ato de brincar e a escolha adequada dos brinquedos se tornam fundamentais ao estimular o desenvolvimento motor, cognitivo e biopsicossocial da criança. Objetivos: identificar e descrever as ações manipulativas, verificar a frequência das ações manipulativas e o tempo de permanência com cada cubo. Apresentar as possibilidades de brincadeiras sugeridas pelas crianças com baixa visão e visão normal, dos quatro aos seis anos de idade, durante a manipulação de diferentes cubos. Materiais e Métodos: participaram oito crianças com baixa visão (BV) e oito com visão normal (VN) com 5,2 anos (± 0,88). Na avaliação das ações manipulativas e das brincadeiras foram utilizados seis cubos (transparente, preto, alto contraste (preto e branco), luminoso (cores variadas), auditivo e tátil). Foi permitido que a criança explorasse cada cubo por 40 segundos, com intervalo de dez segundos entre eles. Resultados: identificou-se 18 tipos de ações manipulativas, sendo quatro marcantes para a faixa etária do estudo: apoiar o cubo no vértice, jogar o cubo contra o solo, lançar o cubo e rolar o cubo no solo. As crianças com BV realizaram maior variedade de ações manipulativas no cubo preto, alto contraste e transparente. A maior frequência das ações para o grupo BV foram girar (p=0,028) o cubo luminoso; aproximar o cubo aos olhos (p=0,032) no cubo alto contraste; e alcance bimanual no cubo preto (p=0,008). Não houve diferença significativa no tempo de permanência com cada cubo. As brincadeiras pega-pega e jogar bola foram sugestões comuns entre as crianças em cada cubo, e na apresentação de todos os cubos foi a construção de uma torre. Conclusão: foram identificados 18 tipos de ações manipulativas para as crianças dos quatro aos seis anos. O grupo BV apresentou maior variedade e frequência de ações manipulativas, principalmente no cubo preto. Além disso, as crianças conseguiram ser criativas nas sugestões de brincadeiras ao manusear os diferentes cubos.
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spelling PEREIRA, Karinahttp://lattes.cnpq.br/9046236610636727http://lattes.cnpq.br/3991144392106248PELIZARO, Paula Berteli2022-05-27T18:03:55Z2021-09-242022-05-27T18:03:55Z2021-09-24http://bdtd.uftm.edu.br/handle/123456789/1172Introdução: as ações manipulativas são definidas como um conjunto de movimentos que contribuem para o desenvolvimento infantil. Dessa forma, o ato de brincar e a escolha adequada dos brinquedos se tornam fundamentais ao estimular o desenvolvimento motor, cognitivo e biopsicossocial da criança. Objetivos: identificar e descrever as ações manipulativas, verificar a frequência das ações manipulativas e o tempo de permanência com cada cubo. Apresentar as possibilidades de brincadeiras sugeridas pelas crianças com baixa visão e visão normal, dos quatro aos seis anos de idade, durante a manipulação de diferentes cubos. Materiais e Métodos: participaram oito crianças com baixa visão (BV) e oito com visão normal (VN) com 5,2 anos (± 0,88). Na avaliação das ações manipulativas e das brincadeiras foram utilizados seis cubos (transparente, preto, alto contraste (preto e branco), luminoso (cores variadas), auditivo e tátil). Foi permitido que a criança explorasse cada cubo por 40 segundos, com intervalo de dez segundos entre eles. Resultados: identificou-se 18 tipos de ações manipulativas, sendo quatro marcantes para a faixa etária do estudo: apoiar o cubo no vértice, jogar o cubo contra o solo, lançar o cubo e rolar o cubo no solo. As crianças com BV realizaram maior variedade de ações manipulativas no cubo preto, alto contraste e transparente. A maior frequência das ações para o grupo BV foram girar (p=0,028) o cubo luminoso; aproximar o cubo aos olhos (p=0,032) no cubo alto contraste; e alcance bimanual no cubo preto (p=0,008). Não houve diferença significativa no tempo de permanência com cada cubo. As brincadeiras pega-pega e jogar bola foram sugestões comuns entre as crianças em cada cubo, e na apresentação de todos os cubos foi a construção de uma torre. Conclusão: foram identificados 18 tipos de ações manipulativas para as crianças dos quatro aos seis anos. O grupo BV apresentou maior variedade e frequência de ações manipulativas, principalmente no cubo preto. Além disso, as crianças conseguiram ser criativas nas sugestões de brincadeiras ao manusear os diferentes cubos.Introduction: manipulative actions are defined as a set of movements that contribute to child development. Thus, the act of playing and the appropriate choice of toys become fundamental in stimulating the motor, cognitive, and biopsychosocial development of the child. Objectives: identify and describe the manipulative actions, verify the frequency of manipulative actions and the time spent with each cube. To present the possibilities of play suggested by children with low vision and normal vision, from four to six years old, during the manipulation of different cubes. Materials and Methods: eight children with low vision (BV) and eight with normal vision (VN) with 5.2 years (± 0.88) participated. Six cubes (transparent, black, high contrast (black and white), luminous (varied colors), auditory, and tactile) were used in the evaluation of manipulative actions and play. The child was allowed to explore each cube for 40 seconds, with a ten second interval in between. Results: We identified 18 types of manipulative actions, with four of them striking for the age group of the study: supporting the cube on the vertex, throwing the cube against the ground, throwing the cube, and rolling the cube on the ground. Children with BV performed a greater variety of manipulative actions on the black, highcontrast, and transparent cube. The highest frequency of actions for the BV group were rotating (p=0.028) the light cube; bringing the cube closer to the eyes (p=0.032) on the high contrast cube; and bimanual reaching on the black cube (p=0.008). There was no significant difference in dwell time with each cube. Playing catch and playing ball were common suggestions among children in each cube, and in the presentation of all cubes was the construction of a tower. Conclusion: 18 types of manipulative actions were identified for children aged four to six years old. The BV group showed greater variety and frequency of manipulative actions, especially with the black cube. In addition, the children were able to be creative in their play suggestions when handling the different cubes.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESporUniversidade Federal do Triângulo MineiroPrograma de Pós-Graduação em FisioterapiaUFTMBrasilPró-Reitoria de Pesquisa e Pós-GraduaçãoCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALTranstornos da visão.Crianças com deficiência.Destreza motora.Jogos e brinquedos.Vision disorders.Disabled children.Motor skills.Play and Playthings.Ações manipulativas de crianças com baixa visão dos 4 aos 6 anos durante o ato de brincar com diferentes cubosinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFTMinstname:Universidade Federal do Triangulo Mineiro (UFTM)instacron:UFTMORIGINALDISSERT PAULA B PELIZARO.pdfDISSERT PAULA B PELIZARO.pdfDISSERT PAULA B PELIZAROapplication/pdf1611353http://bdtd.uftm.edu.br/bitstream/123456789/1172/1/DISSERT%20PAULA%20B%20PELIZARO.pdf56dca0b286aa45380c202ded1b2ba968MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748http://bdtd.uftm.edu.br/bitstream/123456789/1172/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52TEXTDISSERT PAULA B PELIZARO.pdf.txtDISSERT PAULA B PELIZARO.pdf.txtExtracted texttext/plain114678http://bdtd.uftm.edu.br/bitstream/123456789/1172/3/DISSERT%20PAULA%20B%20PELIZARO.pdf.txt830dd38d6d4d3a11b5bf703ed467aabdMD53THUMBNAILDISSERT PAULA B PELIZARO.pdf.jpgDISSERT PAULA B PELIZARO.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1156http://bdtd.uftm.edu.br/bitstream/123456789/1172/4/DISSERT%20PAULA%20B%20PELIZARO.pdf.jpg1c785901300c21251d7496b904f11f0cMD54123456789/11722022-05-27 23:02:34.134oai:bdtd.uftm.edu.br:123456789/1172Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://bdtd.uftm.edu.br/PUBhttp://bdtd.uftm.edu.br/oai/requestbdtd@uftm.edu.br||bdtd@uftm.edu.bropendoar:2022-05-28T02:02:34Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFTM - Universidade Federal do Triangulo Mineiro (UFTM)false
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