Hemoglobina glicada e dinapenia em pessoas idosas da comunidade com e sem diabetes: estudo seccional
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Alfenas
Sede Mestrado em Nutrição e Longevidade |
| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Nutrição e Longevidade
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| Departamento: |
Faculdade de Nutrição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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Resumo: | A dinapenia é o enfraquecimento muscular associado ao envelhecimento que resulta na redução da funcionalidade do sistema muscular esquelético e correlaciona-se com a diminuição do desempenho físico. Alterações nos valores de referências da hemoglobina glicada, principalmente níveis elevados, estão associados à fraqueza muscular e diversos estudos evidenciaram que ela, por si só, aumenta o risco de síndrome metabólica, diabetes e mortalidade. O objetivo desse estudo foi verificar se os níveis de Hb1ac se associam com a dinapenia em pessoas idosas com e sem diabetes. O método empregado é através de um estudo transversal realizado com amostra probabilística de 404 pessoas idosas residentes em um município localizado no sul de Minas Gerais. A coleta de dados foi desenvolvida em duas etapas: entrevista pessoal e coleta de sangue. A amostra sanguínea foi utilizada para a quantificação dos níveis de HbA1c. A dinapenia foi identificada por meio da média de três medidas de força de preensão palmar obtidas por dinamômetro. As diferenças entre os grupos foram estimadas utilizando-se os testes χ² de Pearson e Exato de Fisher. Para a análise de associação, foi utilizada regressão logística múltipla. Em todas as análises foi utilizado índice de significância de 5%. Dos participantes, 72,0% eram do sexo feminino e 44,3% estavam na faixa etária dos 60 aos 69 anos. A prevalência de diabetes foi de 36,4% e a de dinapenia foi de 23,5%. Os níveis de HbA1c foram associados à dinapenia apenas entre as pessoas idosas com diabetes (OR=1,43; IC95%: 1,11-1,86), independentemente do sexo, idade, índice de massa corporal e realização regular de atividade física. Tais resultados reforçam a importância do controle glicêmico entre as pessoas idosas com diabetes, com vistas a prevenção de dinapenia. Além disso, chamam a atenção para a necessidade de avaliação da força muscular das pessoas idosas, a fim de possibilitar a implementação precoce de intervenções e prevenir desfechos adversos. |
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Silva, André Luiz daSilva Júnior, Sinézio Inácio daSilva, Juscelio Pereira daBrito, Tábatta Renata Pereira de2025-10-22T13:10:35Z2025-10-22T13:10:35Z2025-02-28https://repositorio.unifal-mg.edu.br/handle/123456789/2986http://lattes.cnpq.br/8964300888425854http://lattes.cnpq.br/42916083201930992023.1.228.002A dinapenia é o enfraquecimento muscular associado ao envelhecimento que resulta na redução da funcionalidade do sistema muscular esquelético e correlaciona-se com a diminuição do desempenho físico. Alterações nos valores de referências da hemoglobina glicada, principalmente níveis elevados, estão associados à fraqueza muscular e diversos estudos evidenciaram que ela, por si só, aumenta o risco de síndrome metabólica, diabetes e mortalidade. O objetivo desse estudo foi verificar se os níveis de Hb1ac se associam com a dinapenia em pessoas idosas com e sem diabetes. O método empregado é através de um estudo transversal realizado com amostra probabilística de 404 pessoas idosas residentes em um município localizado no sul de Minas Gerais. A coleta de dados foi desenvolvida em duas etapas: entrevista pessoal e coleta de sangue. A amostra sanguínea foi utilizada para a quantificação dos níveis de HbA1c. A dinapenia foi identificada por meio da média de três medidas de força de preensão palmar obtidas por dinamômetro. As diferenças entre os grupos foram estimadas utilizando-se os testes χ² de Pearson e Exato de Fisher. Para a análise de associação, foi utilizada regressão logística múltipla. Em todas as análises foi utilizado índice de significância de 5%. Dos participantes, 72,0% eram do sexo feminino e 44,3% estavam na faixa etária dos 60 aos 69 anos. A prevalência de diabetes foi de 36,4% e a de dinapenia foi de 23,5%. Os níveis de HbA1c foram associados à dinapenia apenas entre as pessoas idosas com diabetes (OR=1,43; IC95%: 1,11-1,86), independentemente do sexo, idade, índice de massa corporal e realização regular de atividade física. Tais resultados reforçam a importância do controle glicêmico entre as pessoas idosas com diabetes, com vistas a prevenção de dinapenia. Além disso, chamam a atenção para a necessidade de avaliação da força muscular das pessoas idosas, a fim de possibilitar a implementação precoce de intervenções e prevenir desfechos adversos.Não recebeu apoio/financiamentoDynapenia is the muscle weakening associated with aging that results in reduced functionality of the skeletal muscle system and is correlated with decreased physical performance. Changes in reference values for glycated hemoglobin, particularly elevated levels, are associated with muscle weakness, and several studies have shown that it, by itself, increases the risk of metabolic syndrome, diabetes, and mortality. The objective of this study was to verify whether HbA1c levels are associated with dynapenia in older people with and without diabetes. The method employed was a cross-sectional study conducted with a probabilistic sample of 404 older people residing in a municipality in southern Minas Gerais. Data collection was carried out in two stages: a personal interview and blood collection. The blood sample was used to quantify HbA1c levels. Dynapenia was identified through the average of three handgrip strength measurements obtained using a dynamometer. Differences between groups were estimated using Pearson's χ² test and Fisher's exact test. Multiple logistic regression was used for the association analysis. A significance level of 5% was applied in all analyses. Among the participants, 72.0% were female, and 44.3% were between 60 and 69 years old. The prevalence of diabetes was 36.4%, and that of dynapenia was 23.5%. HbA1c levels were associated with dynapenia only among older people with diabetes (OR=1.43; 95% CI: 1.11-1.86), regardless of sex, age, body mass index, and regular physical activity. These results reinforce the importance of glycemic control among older people with diabetes to prevent dynapenia. Additionally, they highlight the need to assess muscle strength in older people to enable the early implementation of interventions and prevent adverse outcomes.84Universidade Federal de AlfenasSedeMestrado em Nutrição e LongevidadePrograma de Pós-Graduação em Nutrição e LongevidadeUNIFAL-MGFaculdade de Nutriçãoinfo:eu-repo/semantics/openAccesshttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 BrazilCiências da SaúdeCiências da Saúde::NutriçãoForça da mãoHiperglicemiaHemoglobinas glicadasIdosoHand strengthHyperglycemiaGlycated hemoglobinsAgedHemoglobina glicada e dinapenia em pessoas idosas da comunidade com e sem diabetes: estudo seccionalinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionporreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UNIFALinstname:Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL)instacron:UNIFALCC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-8905https://repositorio.unifal-mg.edu.br/bitstreams/79f6206a-5bb9-48cc-9185-de75043e43a9/download57e258e544f104f04afb1d5e5b4e53c0MD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; 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A dinapenia é o enfraquecimento muscular associado ao envelhecimento que resulta na redução da funcionalidade do sistema muscular esquelético e correlaciona-se com a diminuição do desempenho físico. Alterações nos valores de referências da hemoglobina glicada, principalmente níveis elevados, estão associados à fraqueza muscular e diversos estudos evidenciaram que ela, por si só, aumenta o risco de síndrome metabólica, diabetes e mortalidade. O objetivo desse estudo foi verificar se os níveis de Hb1ac se associam com a dinapenia em pessoas idosas com e sem diabetes. O método empregado é através de um estudo transversal realizado com amostra probabilística de 404 pessoas idosas residentes em um município localizado no sul de Minas Gerais. A coleta de dados foi desenvolvida em duas etapas: entrevista pessoal e coleta de sangue. A amostra sanguínea foi utilizada para a quantificação dos níveis de HbA1c. A dinapenia foi identificada por meio da média de três medidas de força de preensão palmar obtidas por dinamômetro. As diferenças entre os grupos foram estimadas utilizando-se os testes χ² de Pearson e Exato de Fisher. Para a análise de associação, foi utilizada regressão logística múltipla. Em todas as análises foi utilizado índice de significância de 5%. Dos participantes, 72,0% eram do sexo feminino e 44,3% estavam na faixa etária dos 60 aos 69 anos. A prevalência de diabetes foi de 36,4% e a de dinapenia foi de 23,5%. Os níveis de HbA1c foram associados à dinapenia apenas entre as pessoas idosas com diabetes (OR=1,43; IC95%: 1,11-1,86), independentemente do sexo, idade, índice de massa corporal e realização regular de atividade física. Tais resultados reforçam a importância do controle glicêmico entre as pessoas idosas com diabetes, com vistas a prevenção de dinapenia. Além disso, chamam a atenção para a necessidade de avaliação da força muscular das pessoas idosas, a fim de possibilitar a implementação precoce de intervenções e prevenir desfechos adversos. |
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