x Butyagrus naturais (Arecaceae) da Região Sul do Brasil: diferenciação de híbridos
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Pampa
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| Programa de Pós-Graduação: |
Mestrado Acadêmico em Ciências Biológicas
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| Departamento: |
Campus São Gabriel
|
| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.unipampa.edu.br/jspui/handle/riu/9657 |
Resumo: | As frutíferas de Arecaceae vem se tornando cada vez mais populares e caindo no gosto dos consumidores pelas suas qualidades sensoriais e se tornando opção de fonte de renda aliada na conservação da biodiversidade. O gênero Butia ocorre naturalmente na América do Sul, principalmente na região Sul do Brasil, e amplamente distribuídas no Rio Grande do Sul onde ocorre a maioria das espécies existentes do gênero. Em locais emque os gêneros Butia e Syagrus coabitam, pode haver polinização cruzada, isto ocorre pela baixa sincronização das fenofases masculinas e femininas, deste cruzamento resulta híbridos naturais. A hibridização pode ser uma possibilidade de conhecer o potencial das espécies, e sua adaptabilidade às condições ambientais. Até agora se tem o registro de três híbridos: o x Butyagrus nabonnandii, o primeiro híbrido citado na literatura, surgiu do cruzamento entre Butia odorata e Syagrus romanzoffiana, foi descrito inicialmente como híbrido artificial, mas ocorre de forma natural. O x Butyagrus alegretensis híbrido natural entre os parentais Butia lallemantii e S. romanzoffiana, híbrido natural que ocorre exclusivamente no estado do Rio Grande do Sul. Um terceiro híbrido foi descrito recentemente, o x Butyagrus paranaënsis oriundo da hibridização do Butia eriospatha e S. romanzoffiana. Esses híbridos apresentam grande semelhança morfológica entre si, dificultando sua clara identificação. Então percebeu-se a necessidade da elaboração de chaves dicotômicas que possibilitasse uma fácil diferenciação de um híbrido para outro, também foi realizado o mapeamento da distribuição geográfica das populações conhecidas até o momento. Foi efetuada uma vasta revisão da literatura onde os três híbridos foram citados, a partir de observações detalhadas nas descrições morfológicas dos híbridos definiu-se qual o melhor atributo para a elaboração das chaves de identificação. Como critério de diferenciação definido, foram elaboradas as chaves dicotômicase o georreferenciamento das populações dos híbridos. Ao longo da pesquisa foi possível perceber a carência de estudos mais aprofundados sobre os híbridos naturais que contemple um conjunto de informações ecológicas, principalmente sobre a fenologia reprodutiva e formas de conservação dessas populações |
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O gênero Butia ocorre naturalmente na América do Sul, principalmente na região Sul do Brasil, e amplamente distribuídas no Rio Grande do Sul onde ocorre a maioria das espécies existentes do gênero. Em locais emque os gêneros Butia e Syagrus coabitam, pode haver polinização cruzada, isto ocorre pela baixa sincronização das fenofases masculinas e femininas, deste cruzamento resulta híbridos naturais. A hibridização pode ser uma possibilidade de conhecer o potencial das espécies, e sua adaptabilidade às condições ambientais. Até agora se tem o registro de três híbridos: o x Butyagrus nabonnandii, o primeiro híbrido citado na literatura, surgiu do cruzamento entre Butia odorata e Syagrus romanzoffiana, foi descrito inicialmente como híbrido artificial, mas ocorre de forma natural. O x Butyagrus alegretensis híbrido natural entre os parentais Butia lallemantii e S. romanzoffiana, híbrido natural que ocorre exclusivamente no estado do Rio Grande do Sul. Um terceiro híbrido foi descrito recentemente, o x Butyagrus paranaënsis oriundo da hibridização do Butia eriospatha e S. romanzoffiana. Esses híbridos apresentam grande semelhança morfológica entre si, dificultando sua clara identificação. Então percebeu-se a necessidade da elaboração de chaves dicotômicas que possibilitasse uma fácil diferenciação de um híbrido para outro, também foi realizado o mapeamento da distribuição geográfica das populações conhecidas até o momento. Foi efetuada uma vasta revisão da literatura onde os três híbridos foram citados, a partir de observações detalhadas nas descrições morfológicas dos híbridos definiu-se qual o melhor atributo para a elaboração das chaves de identificação. Como critério de diferenciação definido, foram elaboradas as chaves dicotômicase o georreferenciamento das populações dos híbridos. Ao longo da pesquisa foi possível perceber a carência de estudos mais aprofundados sobre os híbridos naturais que contemple um conjunto de informações ecológicas, principalmente sobre a fenologia reprodutiva e formas de conservação dessas populaçõesArecaceae fruit trees are becoming increasingly popular and becoming popular with consumers due to their sensory qualities and becoming an option for a source of income combined with biodiversity conservation. The genus Butia occurs naturally in South America, mainly in the southern region of Brazil, and is widely distributed in Rio Grande do Sul where most of the existing species of the genus occur. In places where the genera Butia and Syagrus cohabit, there may be cross-pollination, this occurs due to the low synchronization of male and female phenophases, this crossing results in natural hybrids. Hybridization can be a possibility to discover the potential of species and their adaptability to environmental conditions. So far, three hybrids have been recorded: x Butyagrus nabonnandii, the first hybrid mentioned in the literature, emerged from the cross between Butia odorata and Syagrus romanzoffiana, it was initially described as an artificial hybrid, but it occurs naturally. x Butyagrus alegretensis is a natural hybrid between the parents Butia lallemantii and S. romanzoffiana, a natural hybrid that occurs exclusively in the state of Rio Grande do Sul. A third hybrid was recently described, x Butyagrus paranaënsis arising from the hybridization of Butia eriospatha and S. romanzoffiana. These hybrids present great morphological similarity to each other, making their clear identification difficult. It was then realized the need to create dichotomous keys that would allow easy differentiation of one hybrid from another. Mapping of the geographic distribution of the populations known to date was also carried out. An extensive review of the literature was carried out where the three hybrids were mentioned, based on detailed observations in the morphological descriptions of the hybrids, the best attribute was defined for the elaboration of identification keys. With the differentiation criteria defined, dichotomous keys and georeferencing of hybrid populations were created. Throughout the research, it was possible to notice the lack of more in-depth studies on natural hybrids that include a set of ecological information, mainly on the reproductive phenology and forms of conservation of these populationsporUniversidade Federal do PampaMestrado Acadêmico em Ciências BiológicasUNIPAMPABrasilCampus São GabrielCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICASButia eriospathaButia odorataButia lallemantiiSyagrus romanzofianaHíbridoHybridx Butyagrus naturais (Arecaceae) da Região Sul do Brasil: diferenciação de híbridosinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNIPAMPAinstname:Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)instacron:UNIPAMPAORIGINALx Butyagrus naturais (Arecaceae) da Região Sul do Brasil diferenciação de híbridos..pdfx Butyagrus naturais (Arecaceae) da Região Sul do Brasil diferenciação de híbridos..pdfapplication/pdf1422027https://repositorio.unipampa.edu.br/bitstreams/61e8099e-8c28-4480-b218-5b49542a6c15/downloadfdda1125227f7010de7e866a5860bd11MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81854https://repositorio.unipampa.edu.br/bitstreams/41bdc9cd-3ff8-45ba-a519-cc4bcd1a9f12/downloadc9ad5aff503ef7873c4004c5b07c0b27MD52falseAnonymousREADriu/96572024-09-18 16:23:21.823open.accessoai:repositorio.unipampa.edu.br:riu/9657https://repositorio.unipampa.edu.brRepositório InstitucionalPUBhttp://dspace.unipampa.edu.br:8080/oai/requestsisbi@unipampa.edu.bropendoar:2024-09-18T16:23:21Repositório Institucional da UNIPAMPA - Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvCkluc3RpdHVjaW9uYWwgbyBkaXJlaXRvIG7Do28tZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlcHJvZHV6aXIsICB0cmFkdXppciAoY29uZm9ybWUgZGVmaW5pZG8gYWJhaXhvKSwgZS9vdSBkaXN0cmlidWlyIGEKc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vKSBwb3IgdG9kbyBvIG11bmRvIG5vIGZvcm1hdG8gaW1wcmVzc28gZSBlbGV0csO0bmljbyBlIGVtIHF1YWxxdWVyIG1laW8sIGluY2x1aW5kbyBvcwpmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgoKVm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIGEgVU5JUEFNUEEgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0bwpwYXJhIGZpbnMgZGUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KClZvY8OqIHRhbWLDqW0gY29uY29yZGEgcXVlICBhIFVOSVBBTVBBIHBvZGUgbWFudGVyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkZSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwCmUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KClZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KVm9jw6ogdGFtYsOpbSBkZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRlcMOzc2l0byBkYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldSBjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzCmRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUKb2J0ZXZlIGEgcGVybWlzc8OjbyBpcnJlc3RyaXRhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXJhIGNvbmNlZGVyIMOgIFVOSVBBTVBBIG9zIGRpcmVpdG9zIGFwcmVzZW50YWRvcwpuZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbyBubyB0ZXh0bwpvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFBVQkxJQ0HDh8ODTyBPUkEgREVQT1NJVEFEQSBURU5IQSBTSURPIFJFU1VMVEFETyBERSBVTSBQQVRST0PDjU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTwpPUkdBTklTTU8sIFZPQ8OKIERFQ0xBUkEgUVVFIFJFU1BFSVRPVSBUT0RPUyBFIFFVQUlTUVVFUiBESVJFSVRPUyBERSBSRVZJU8ODTyBDT01PIFRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUwpFWElHSURBUyBQT1IgQ09OVFJBVE8gT1UgQUNPUkRPLgoKQSBVTklQQU1QQSBzZSBjb21wcm9tZXRlIGEgaWRlbnRpZmljYXIgY2xhcmFtZW50ZSBvIHNldSBub21lIChzKSBvdSBvKHMpIG5vbWUocykgZG8ocykgZGV0ZW50b3IoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcwphdXRvcmFpcyBkYSBwdWJsaWNhw6fDo28sIGUgbsOjbyBmYXLDoSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbywgYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4K |
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