Efeito do ácido siríngico nas alterações comportamentais e oxidativas induzidas por cloreto de alumínio em drosophila melanogaster
| Ano de defesa: | 2017 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Pampa
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| Programa de Pós-Graduação: |
Mestrado Acadêmico em Bioquímica
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| Departamento: |
Campus Uruguaiana
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.unipampa.edu.br/jspui/handle/riu/7433 |
Resumo: | O elemento químico alumínio (Al) é o metal mais abundante na crosta terrestre e sua utilização em larga escala tem aumentado a exposição humana. Nesse contexto, tem sido demonstrado que altas concentrações de Al apresentam efeitos tóxicos para mamíferos, afetando principalmente o SNC, e está correlacionado com o aumento na incidência de doenças neurodegenerativas. Embora o(s) mecanismo(s) pelo(s) qual(is) o Al exerce toxicidade não esteja(m) completamente elucidado(s), tem sido sugerido que o estresse oxidativo é um dos principais mecanismos de toxicidade do Al, o qual também está associado a processos de neurodegeneração. Além disso, atualmente os tratamentos para a intoxicação por Al são escassos. No entanto, têm- se demonstrado os efeitos benéficos de antioxidantes de origem natural como forma de tratamento e prevenção aos danos oxidativos causados por agentes tóxicos, dentre os quais, destacamos o Al. O ácido siríngico é um ácido fenólico encontrado em cereais e possui efeitos antioxidantes, antiinflamatórios e hepatoprotetores já descritos, porém, pouco explorados. Desta forma, o objetivo deste estudo foi avaliar o efeito do tratamento com ácido siríngico, contra os efeitos tóxicos da exposição ao Al no modelo experimental da mosca-da-fruta (D. melanogaster). Os resultados mostram que a exposição ao Al (5 mM) aumentou significativamente (p<0,05) a mortalidade e reduziu a atividade locomotora (p<0,05) das moscas. A indução também alterou marcadores de estresse oxidativo, aumentou os níveis de TBARS (p<0,05), reduziu a atividade da catalase (p<0,05) na cabeça e no corpo e reduziu (p<0,05) os níveis de grupos SHNP no corpo. Além disso, reduziu significativamente (p<0,05) a atividade da AChE e a viabilidade celular (MTT) na da cabeça das moscas. Por sua vez, o tratamento com ácido siríngico (25 μM) protegeu significativamente (p<0,05) a mortalidade e o déficit locomotor causado pelo Al. O tratamento também reduziu os níveis de TBARS (p<0,05) na cabeça e no corpo, preveniu a redução da atividade da catalase (p<0,05) na cabeça e a redução dos grupos SHNP (p<0,05) no corpo, além da redução na atividade da AChE (p<0,05) e da viabilidade celular (p<0,05) na cabeça das moscas. Tendo em vista estes resultados, sugere-se que o ácido siríngico possui efeito neuroprotetor contra os efeitos causados pela exposição ao Al. No entanto, mais estudos se fazem necessários para buscar um melhor entendimento dos mecanismos responsáveis por estes efeitos, tanto do Al quanto do ácido siríngico, observados nesse estudo. |
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Puntel, Robson Luizhttp://lattes.cnpq.br/1134532326779900http://lattes.cnpq.br/9608080126766096Gularte, Claudia Alves Ortiz2022-08-04T18:05:51Z20222022-08-04T18:05:51Z2017GULARTE, Claudia Alves Ortiz. Efeito do ácido siríngico nas alterações comportamentais e oxidativas induzidas por cloreto de alumínio em Drosophila melanogaster. 54 p. Dissertação (Mestrado em Bioquimica) - Universidade Federal do Pampa, Uruguaiana, 2017.https://repositorio.unipampa.edu.br/jspui/handle/riu/7433O elemento químico alumínio (Al) é o metal mais abundante na crosta terrestre e sua utilização em larga escala tem aumentado a exposição humana. Nesse contexto, tem sido demonstrado que altas concentrações de Al apresentam efeitos tóxicos para mamíferos, afetando principalmente o SNC, e está correlacionado com o aumento na incidência de doenças neurodegenerativas. Embora o(s) mecanismo(s) pelo(s) qual(is) o Al exerce toxicidade não esteja(m) completamente elucidado(s), tem sido sugerido que o estresse oxidativo é um dos principais mecanismos de toxicidade do Al, o qual também está associado a processos de neurodegeneração. Além disso, atualmente os tratamentos para a intoxicação por Al são escassos. No entanto, têm- se demonstrado os efeitos benéficos de antioxidantes de origem natural como forma de tratamento e prevenção aos danos oxidativos causados por agentes tóxicos, dentre os quais, destacamos o Al. O ácido siríngico é um ácido fenólico encontrado em cereais e possui efeitos antioxidantes, antiinflamatórios e hepatoprotetores já descritos, porém, pouco explorados. Desta forma, o objetivo deste estudo foi avaliar o efeito do tratamento com ácido siríngico, contra os efeitos tóxicos da exposição ao Al no modelo experimental da mosca-da-fruta (D. melanogaster). Os resultados mostram que a exposição ao Al (5 mM) aumentou significativamente (p<0,05) a mortalidade e reduziu a atividade locomotora (p<0,05) das moscas. A indução também alterou marcadores de estresse oxidativo, aumentou os níveis de TBARS (p<0,05), reduziu a atividade da catalase (p<0,05) na cabeça e no corpo e reduziu (p<0,05) os níveis de grupos SHNP no corpo. Além disso, reduziu significativamente (p<0,05) a atividade da AChE e a viabilidade celular (MTT) na da cabeça das moscas. Por sua vez, o tratamento com ácido siríngico (25 μM) protegeu significativamente (p<0,05) a mortalidade e o déficit locomotor causado pelo Al. O tratamento também reduziu os níveis de TBARS (p<0,05) na cabeça e no corpo, preveniu a redução da atividade da catalase (p<0,05) na cabeça e a redução dos grupos SHNP (p<0,05) no corpo, além da redução na atividade da AChE (p<0,05) e da viabilidade celular (p<0,05) na cabeça das moscas. Tendo em vista estes resultados, sugere-se que o ácido siríngico possui efeito neuroprotetor contra os efeitos causados pela exposição ao Al. No entanto, mais estudos se fazem necessários para buscar um melhor entendimento dos mecanismos responsáveis por estes efeitos, tanto do Al quanto do ácido siríngico, observados nesse estudo.The chemical elemento aluminum (Al) is the most abundant metal in the Earth’s crust and its use on a large scale has been increased human exposition. In this context has been demonstrated that Al presented toxic effects at high doses, affecting mainly the CNS and it is correlated with increased incidence of neurodegenerative diseases. Although the mechanism(s) by which Al exerts toxicity are not completely elucidated, it has been suggested oxidative stress as a mainly mechanisms of Al toxicity which also is associated with neurodegenerative process. Moreover, treatments to Al intoxication are still scarce. However, it has been beneficial effects of antioxidants from natural origins as way of treatment and prevention of oxidative damages caused by toxic agents among which we highlight the Al. Syringic acid is a phenolic acid found in cereals and has antioxidante, anti-inflammatory and hepatoprotective effects described but little explored. Thus, the aim of this study was to evaluate the effect of syringic treatment, a phenolic compound with antioxidante action, against toxic effects from the exposition to Al in a fruit fly D. melanogaster experimental model. Ours results shows that Al exposition (5mM) significantly increased (P<0,05) mortality and reduced locomotor activity (p<0,05) of flies. Treatment also changed oxidative stress markers, increased TBARS levels (p<0,05), reduced catalase activity (p<0,05) in heads and bodies and reduced (p<0,05) NPSH groups levels in fruit flies head. Besides, reduced significlantly (p<0,05) AChE activity and cellular viability (MTT) in head. On the other hand, syringic acid treatment (25 μM) significantly (p<0,05) protected mostality and locomotor déficit caused by Al. Treatment also reduced TBARS levels (p<0,05) in head and body, avoided the reduction of catalase activity (p<0,05) in head and the reduction of NPSH groups levels (p<0,05) in body, prevent the reduction of AChE activity (p<0,05) and cellular viability (p<0,05) in head’s flies. In view of this results, it is suggested syringic acid has neuroprotective effect against Al exposure effects. However, more studies are necessary to search a better understanding of responsible mechanism(s) for these effects both Al and syringic acid observed in this study.porUniversidade Federal do PampaMestrado Acadêmico em BioquímicaUNIPAMPABrasilCampus UruguaianaCNPQ::CIENCIAS DA SAUDENeurotoxicity, stressSyringic acidAntioxidantAlzheimerNeurotoxicidadeEstresseÁcido siríngicoAntioxidanteAlzheimerEfeito do ácido siríngico nas alterações comportamentais e oxidativas induzidas por cloreto de alumínio em drosophila melanogasterEffect of syringic acid on aluminum chloride-induced behavioral and oxidative changes in Drosophila melanogasterinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNIPAMPAinstname:Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)instacron:UNIPAMPAORIGINALCLAUDIA ALVES ORTIZ GULARTE.pdfCLAUDIA ALVES ORTIZ GULARTE.pdfapplication/pdf1075086https://repositorio.unipampa.edu.br/bitstreams/35251284-0dbe-4c21-99ef-237e8befd554/download35afa3dcddacd8fa4b62f4827ed69072MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81854https://repositorio.unipampa.edu.br/bitstreams/9493f7f7-5eaa-4816-b9ed-74757716cf4f/downloadc9ad5aff503ef7873c4004c5b07c0b27MD52falseAnonymousREADriu/74332022-08-04 18:05:52.005open.accessoai:repositorio.unipampa.edu.br:riu/7433https://repositorio.unipampa.edu.brRepositório InstitucionalPUBhttp://dspace.unipampa.edu.br:8080/oai/requestsisbi@unipampa.edu.bropendoar:2022-08-04T18:05:52Repositório Institucional da UNIPAMPA - Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvCkluc3RpdHVjaW9uYWwgbyBkaXJlaXRvIG7Do28tZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlcHJvZHV6aXIsICB0cmFkdXppciAoY29uZm9ybWUgZGVmaW5pZG8gYWJhaXhvKSwgZS9vdSBkaXN0cmlidWlyIGEKc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vKSBwb3IgdG9kbyBvIG11bmRvIG5vIGZvcm1hdG8gaW1wcmVzc28gZSBlbGV0csO0bmljbyBlIGVtIHF1YWxxdWVyIG1laW8sIGluY2x1aW5kbyBvcwpmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgoKVm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIGEgVU5JUEFNUEEgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0bwpwYXJhIGZpbnMgZGUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KClZvY8OqIHRhbWLDqW0gY29uY29yZGEgcXVlICBhIFVOSVBBTVBBIHBvZGUgbWFudGVyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkZSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwCmUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KClZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KVm9jw6ogdGFtYsOpbSBkZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRlcMOzc2l0byBkYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldSBjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzCmRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUKb2J0ZXZlIGEgcGVybWlzc8OjbyBpcnJlc3RyaXRhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXJhIGNvbmNlZGVyIMOgIFVOSVBBTVBBIG9zIGRpcmVpdG9zIGFwcmVzZW50YWRvcwpuZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbyBubyB0ZXh0bwpvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFBVQkxJQ0HDh8ODTyBPUkEgREVQT1NJVEFEQSBURU5IQSBTSURPIFJFU1VMVEFETyBERSBVTSBQQVRST0PDjU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTwpPUkdBTklTTU8sIFZPQ8OKIERFQ0xBUkEgUVVFIFJFU1BFSVRPVSBUT0RPUyBFIFFVQUlTUVVFUiBESVJFSVRPUyBERSBSRVZJU8ODTyBDT01PIFRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUwpFWElHSURBUyBQT1IgQ09OVFJBVE8gT1UgQUNPUkRPLgoKQSBVTklQQU1QQSBzZSBjb21wcm9tZXRlIGEgaWRlbnRpZmljYXIgY2xhcmFtZW50ZSBvIHNldSBub21lIChzKSBvdSBvKHMpIG5vbWUocykgZG8ocykgZGV0ZW50b3IoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcwphdXRvcmFpcyBkYSBwdWJsaWNhw6fDo28sIGUgbsOjbyBmYXLDoSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbywgYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4K |
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O elemento químico alumínio (Al) é o metal mais abundante na crosta terrestre e sua utilização em larga escala tem aumentado a exposição humana. Nesse contexto, tem sido demonstrado que altas concentrações de Al apresentam efeitos tóxicos para mamíferos, afetando principalmente o SNC, e está correlacionado com o aumento na incidência de doenças neurodegenerativas. Embora o(s) mecanismo(s) pelo(s) qual(is) o Al exerce toxicidade não esteja(m) completamente elucidado(s), tem sido sugerido que o estresse oxidativo é um dos principais mecanismos de toxicidade do Al, o qual também está associado a processos de neurodegeneração. Além disso, atualmente os tratamentos para a intoxicação por Al são escassos. No entanto, têm- se demonstrado os efeitos benéficos de antioxidantes de origem natural como forma de tratamento e prevenção aos danos oxidativos causados por agentes tóxicos, dentre os quais, destacamos o Al. O ácido siríngico é um ácido fenólico encontrado em cereais e possui efeitos antioxidantes, antiinflamatórios e hepatoprotetores já descritos, porém, pouco explorados. Desta forma, o objetivo deste estudo foi avaliar o efeito do tratamento com ácido siríngico, contra os efeitos tóxicos da exposição ao Al no modelo experimental da mosca-da-fruta (D. melanogaster). Os resultados mostram que a exposição ao Al (5 mM) aumentou significativamente (p<0,05) a mortalidade e reduziu a atividade locomotora (p<0,05) das moscas. A indução também alterou marcadores de estresse oxidativo, aumentou os níveis de TBARS (p<0,05), reduziu a atividade da catalase (p<0,05) na cabeça e no corpo e reduziu (p<0,05) os níveis de grupos SHNP no corpo. Além disso, reduziu significativamente (p<0,05) a atividade da AChE e a viabilidade celular (MTT) na da cabeça das moscas. Por sua vez, o tratamento com ácido siríngico (25 μM) protegeu significativamente (p<0,05) a mortalidade e o déficit locomotor causado pelo Al. O tratamento também reduziu os níveis de TBARS (p<0,05) na cabeça e no corpo, preveniu a redução da atividade da catalase (p<0,05) na cabeça e a redução dos grupos SHNP (p<0,05) no corpo, além da redução na atividade da AChE (p<0,05) e da viabilidade celular (p<0,05) na cabeça das moscas. Tendo em vista estes resultados, sugere-se que o ácido siríngico possui efeito neuroprotetor contra os efeitos causados pela exposição ao Al. No entanto, mais estudos se fazem necessários para buscar um melhor entendimento dos mecanismos responsáveis por estes efeitos, tanto do Al quanto do ácido siríngico, observados nesse estudo. |
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