Estudos da interação e toxicidade de agregados do peptídeo β-amiloide em células de neuroblastoma humano SH-SY5Y

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Cancelliero, Giulia Scarcella
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Tau
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17131/tde-18092025-155434/
Resumo: Dois eventos críticos na patogênese da doença de Alzheimer (DA) são o acúmulo de agregados do peptídeo β-amiloide (Aβ) no meio extracelular e a hiperfosforilação da proteína neuronal associada a microtúbulos Tau. Oligômeros solúveis de Aβ (AβOs) são considerados as espécies mais neurotóxicas de Aβ e estão relacionados aos danos sináptico e mitocondrial, inflamação, além de outros eventos neurotóxicos. Em relação a Tau, evidências sugerem que sua fosforilação anormal ocorre pela desregulação da atividade de proteínas quinases e fosfatases, potencialmente induzida por agregados de Aβ. Os mecanismos moleculares envolvidos na toxicidade dos AβOs e seu impacto nos níveis de fosforilação de tau não são completamente compreendidos. Por isso, a padronização de modelos in vitro adequados para o estudo destes mecanismos ainda é necessária. Neste contexto, a linhagem celular de neuroblastoma humano SH-SY5Y, tanto em seu estado proliferativo quanto diferenciado, tem sido amplamente utilizada, especialmente em estudos de neurotoxicidade e neuroproteção. Evidências indicam que métodos de diferenciação capazes de induzir mudanças morfológicas e funcionais típicas de neurônios maduros tornam essas células mais suscetíveis à toxicidade induzida por agregados de Aβ. Motivados pela diversidade de protocolos para diferenciação de células SH-SY5Y descritos, os quais podem resultar em propriedades morfológicas e funcionais distintas, realizamos uma revisão sistemática da literatura, com o objetivo de identificar as variáveis dos protocolos de cultivo e de diferenciação de células SH-SY5Y que mais influenciam nos desfechos de neurotoxicidade induzidos por agregados de Aβ. Nesta revisão, identificamos que na maioria dos artigos incluídos o relato de informações metodológicas é insuficiente, impactando na confiabilidade dos dados. Nossa meta-análise indicou que células SH-SH5Y expostas a Aβ tem sua capacidade de redução de MTT diminuída e, por meta-regressão, identificamos que a concentração e duração da exposição ao peptídeo Aβ influenciam significativamente o tamanho de efeito observado. Paralelamente, padronizamos um protocolo de diferenciação neuronal de células SH-SY5Y baseado na adição de ácido retinóico e BDNF, que resultou em células com características morfológicas e bioquímicas de neurônios humanos maduros. Utilizando este modelo, avaliamos a ligação dos AβOs às células por microscopia de fluorescência. Neste ensaio, observamos que AβOs se ligam tanto ao corpo celular quanto aos prolongamentos de células SH-SY5Y diferenciadas. Em seguida, avaliamos a toxicidade de AβOs neste modelo por meio de dois ensaios de viabilidade celular. No ensaio de MTT, o tratamento com AβOs (1-2 µM) indicou uma tendência a redução da viabilidade que não foi significativa. Já no ensaio com Iodeto de Propídeo e Hoechst, o tratamento com AβOs (2 µM) levou ao aumento de cerca de três vezes da quantidade de células mortas. Utilizando este mesmo modelo, avaliamos por Western blot a fosforilação de Tau induzida por AβOs e por ácido ocadaico, um inibidor de fosfatases. Neste ensaio, o tratamento com AβOs a 1 e 2µM induziu aumento de cerca de três e nove vezes, respectivamente, do nível de tau fosforilada. Nosso trabalho, utilizando duas abordagens em paralelo, permitiu determinar a abrangência do uso das células SH-SY5Y como modelo de neurotoxicidade e identificar as condições ótimas para sua utilização.
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Os mecanismos moleculares envolvidos na toxicidade dos AβOs e seu impacto nos níveis de fosforilação de tau não são completamente compreendidos. Por isso, a padronização de modelos in vitro adequados para o estudo destes mecanismos ainda é necessária. Neste contexto, a linhagem celular de neuroblastoma humano SH-SY5Y, tanto em seu estado proliferativo quanto diferenciado, tem sido amplamente utilizada, especialmente em estudos de neurotoxicidade e neuroproteção. Evidências indicam que métodos de diferenciação capazes de induzir mudanças morfológicas e funcionais típicas de neurônios maduros tornam essas células mais suscetíveis à toxicidade induzida por agregados de Aβ. Motivados pela diversidade de protocolos para diferenciação de células SH-SY5Y descritos, os quais podem resultar em propriedades morfológicas e funcionais distintas, realizamos uma revisão sistemática da literatura, com o objetivo de identificar as variáveis dos protocolos de cultivo e de diferenciação de células SH-SY5Y que mais influenciam nos desfechos de neurotoxicidade induzidos por agregados de Aβ. Nesta revisão, identificamos que na maioria dos artigos incluídos o relato de informações metodológicas é insuficiente, impactando na confiabilidade dos dados. Nossa meta-análise indicou que células SH-SH5Y expostas a Aβ tem sua capacidade de redução de MTT diminuída e, por meta-regressão, identificamos que a concentração e duração da exposição ao peptídeo Aβ influenciam significativamente o tamanho de efeito observado. Paralelamente, padronizamos um protocolo de diferenciação neuronal de células SH-SY5Y baseado na adição de ácido retinóico e BDNF, que resultou em células com características morfológicas e bioquímicas de neurônios humanos maduros. Utilizando este modelo, avaliamos a ligação dos AβOs às células por microscopia de fluorescência. Neste ensaio, observamos que AβOs se ligam tanto ao corpo celular quanto aos prolongamentos de células SH-SY5Y diferenciadas. Em seguida, avaliamos a toxicidade de AβOs neste modelo por meio de dois ensaios de viabilidade celular. No ensaio de MTT, o tratamento com AβOs (1-2 µM) indicou uma tendência a redução da viabilidade que não foi significativa. Já no ensaio com Iodeto de Propídeo e Hoechst, o tratamento com AβOs (2 µM) levou ao aumento de cerca de três vezes da quantidade de células mortas. Utilizando este mesmo modelo, avaliamos por Western blot a fosforilação de Tau induzida por AβOs e por ácido ocadaico, um inibidor de fosfatases. Neste ensaio, o tratamento com AβOs a 1 e 2µM induziu aumento de cerca de três e nove vezes, respectivamente, do nível de tau fosforilada. Nosso trabalho, utilizando duas abordagens em paralelo, permitiu determinar a abrangência do uso das células SH-SY5Y como modelo de neurotoxicidade e identificar as condições ótimas para sua utilização.Two critical events in the pathogenesis of Alzheimer\'s disease (AD) are the accumulation of amyloid-β peptide (Aβ) aggregates in the extracellular milieu and the hyperphosphorylation of the neuronal microtubule-associated protein tau. Soluble Aβ oligomers (AβOs) are considered the most neurotoxic Aβ species and are associated with synaptic and mitochondrial damage, inflammation, and other neurotoxic events. Regarding tau, evidence suggests that its abnormal phosphorylation occurs through dysregulation of protein kinase and phosphatase activity, potentially induced by Aβ aggregates. The molecular mechanisms involved in AβO toxicity and its impact on tau phosphorylation levels are not fully understood. Therefore, the standardization of suitable in vitro models for studying these mechanisms is still necessary. In this context, the human neuroblastoma cell line SH-SY5Y, in both its proliferative and differentiated states, has been widely used, especially in neurotoxicity and neuroprotection studies. Evidence indicates that differentiation methods capable of inducing morphological and functional changes typical of mature neurons yield cells more susceptible to toxicity induced by Aβ aggregates. Motivated by the diversity of described SH-SY5Y cell differentiation protocols, which can result in distinct morphological and functional properties, we conducted a systematic review of the literature to identify the variables in SH-SY5Y cell culture and differentiation protocols that most influence the outcomes of neurotoxicity induced by Aβ aggregates. In this review, we identified that in most of the included articles, the reporting of methodological information is insufficient, impacting the reliability of the data. Our meta-analysis indicated that SH-SH5Y cells exposed to Aβ have a reduced MTTreducing capacity, and, through meta-regression, we identified that the concentration and duration of exposure to the Aβ peptide significantly influence the observed effect size. In parallel, we standardized a neuronal differentiation protocol for SH-SY5Y cells based on the addition of retinoic acid and BDNF, which yielded cells with morphological and biochemical characteristics of mature human neurons. Using this model, we evaluated AβOs binding to cells by fluorescence microscopy. In this assay, we observed that AβO binds to both the cell body and the processes of differentiated SH-SY5Y cells. We then assessed AβO toxicity in this model using two cell viability assays. In the MTT assay, treatment with AβOs (1-2 µM) indicated a tendency toward reduced viability, but this was not significant. In the propidium iodide and Hoechst assay, treatment with AβOs (2 µM) led to an approximately threefold increase in the number of dead cells. Using this same model, we evaluated tau phosphorylation induced by AβOs and okadaic acid, a phosphatase inhibitor, by Western blot. In this assay, treatment with AβOs at 1 and 2 µM induced approximately threefold and ninefold increases, respectively, in the level of phosphorylated tau. Our work, using two parallel approaches, allowed us to determine the scope of the use of SH-SY5Y cells as a model of neurotoxicity and identify the optimal conditions for their use.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPSebollela, Adriano SilvaCancelliero, Giulia Scarcella2025-06-30info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17131/tde-18092025-155434/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-12-02T12:14:17Zoai:teses.usp.br:tde-18092025-155434Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-12-02T12:14:17Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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