O ato de pensar e a construção da memória na prisão : : estratégias criativas de resistência

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2014
Autor(a) principal: Schaefer, Patrícia
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/unirio/11617
Resumo: Dissertação também disponível em formato impresso, com o número de chamada CCH MMS 2014/01
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spelling O ato de pensar e a construção da memória na prisão : : estratégias criativas de resistênciaMULTIDISCIPLINARINTERDISCIPLINARSOCIAIS E HUMANIDADESAct of thinkingSocial memoryPrisonResistanceCreationAto de pensarMemória socialPrisãoResistênciaCriaçãoDissertação também disponível em formato impresso, com o número de chamada CCH MMS 2014/01CAPESThe objective of this study is to reflect about the act of thinking and the construction of memory in prison, which come up as processes of singularization, of subjectivation production, inmate’s creation and resistance facing the violence of this experience of confinement and oppression. The main method utilized is the Cartographic and the starting point for the reflections are the inmates’ fragments of speech – spoken, written, transformed in action (projects, books) – collected at the appointments, at the activities and the relationwith them and the published testimonies about livelyhood in jail, written by the inmates orabout them. Considering that theory and practice, reflection and action are inseparable, the articulation of the institutional-clinical and the bibliographical research with a concept of social memory and the Philosophy of difference from Foucault and Deleuze, specifically with the concepts and theories of jail institution, the act of thinking and construction of memory guides the deepening of reflections to chart a specific territory in the situation of jailconfinement. The jail presents itself as an experience of violence that produces confinedsubjectivities and can bring it to the annihilation of the subject. However, facing jails violence, there are inmates that resist bending the force that subjugates in a process of singularization and production of subjectivation expressed in the act of thinking andconstruction of its memory, a powerful and creative bet hereafter. It is intended tocomprehend the act of thinking in the thought and a memory as creation and resistance as events produced from the violence in prison. .n/a.O objetivo deste estudo é refletir sobre o ato de pensar e a construção da memória na prisão, que surgem como processos de singularização, de produção de subjetivação, criação e resistência do preso frente à violência dessa experiência de confinamento e opressão. O principal método utilizado é o cartográfico e o ponto de partida para as reflexões são fragmentos de discursos dos presos - falados, escritos, transformados em ação (projetos, livros) - colhidos nos atendimentos, nas atividades e na relação com eles e depoimentos publicados sobre vivência no cárcere, escritos por presos ou sobre eles. Considerando que teoria e prática, reflexão e ação são inseparáveis, a articulação do material clínico-institucional e de pesquisa bibliográfica com o conceito de memória social e com a Filosofia da diferença de Foucault e Deleuze, especificamente com os conceitos e teorias da instituição prisão, do ato de pensar e da construção da memória, direciona o aprofundamento das reflexões para mapear um território específico na situação de confinamento profissional. A prisão se apresenta como uma experiência de violência que produz subjetividade confinadas e pode levar ao aniquilamento do sujeito. Porém, frente à violência da prisão, há presos que resistem, dobrando a força que assujeita, num processos de singularização e produção de subjetivação manifestando no ato de pensar e construir sua memória, uma potente e criativa aposta ao porvir. Pretende-se compreender o ato de pensar no pensamento e a memória enquanto criação e resistência como acontecimentos produzidos a partir da violência da prisão. (AU).Farias, Francisco Ramos deFarias, Francisco Ramos deGondar, Josaida de OliveiraPereira, Eduardo Henrique PassosSchaefer, Patrícia2018-05-14T23:22:44Z2018-05-14T23:22:44Z2014info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisSCHAEFER, Patricia. O ato de pensar e a construção da memória na prisão: estratégias criativas de resistência. 2014. 121 f. Dissertação (Mestrado em Memória Social) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (2003- ), Rio de Janeiro, 2014.http://hdl.handle.net/unirio/11617info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Hórusinstname:Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)instacron:UNIRIO2018-05-14T23:22:44Zoai:localhost:unirio/11617Repositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio-bc.unirio.br:8080/oai/requestbiblioteca.sid@unirio.bropendoar:2024-12-06T17:57:36.762110Repositório Hórus - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)false
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