Impacto da associação NPPC/NRG1 e da estimulação sequencial durante a maturação oocitária in vitro (MIV) sobre a progressão meiótica e a produção embrionária

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Silva, Nathalia Romeiro [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11449/313502
Resumo: A maturação in vitro (MIV) de complexos cumulus-oócitos (COCs) é uma técnica essencial na produção de embriões in vitro, embora sua eficácia ainda seja limitada. Este projeto comparou diferentes protocolos de MIV, visando desenvolver uma estratégia mais fisiológica utilizando ampirregulina (AREG), neurorregulina 1 (NRG1) e peptídeo natriurético do tipo C (NPPC) em diferentes momentos da maturação. Os COCs foram aspirados de folículos de ovários bovinos obtidos em abatedouro local e distribuídos nos experimentos. Comparou-se os grupos: FSH: maturação contínua com dosagem convencional de FSH por 22 horas; Sequencial 6h: meio com FSH em dose correspondente à concentração intrafolicular pré-ovulatória, IGF1, estradiol e progesterona por 6 horas, seguido da adição de AREG e NRG1 por mais 16 horas; Sequencial NPPC 6h: idêntico ao Sequencial 6h, exceto pela adição de NPPC nas 6 primeiras horas. Os grupos foram avaliados quanto à progressão meiótica após 8, 10 e 22 horas de maturação. Os mesmos três tratamentos foram prolongados até 24 horas de maturação, e, após esse período, os COCs foram submetidos à fertilização in vitro (FIV) e cultivo in vitro (CIV) para avaliação da formação de blastocistos. Além disso, avaliou-se o impacto de uma maior exposição ao NPPC pela comparação dos grupos: FSH (idêntico ao tratamento FSH, mas por 14 horas); Sequencial NPPC 9h: idêntico ao Sequencial 6h, exceto pela adição de NPPC por 9 horas e Sequencial NPPC 12h: idêntico ao Sequencial 6h, exceto pela adição de NPPC por 12 horas. Os grupos foram avaliados após 11 e 14 horas de MIV. Para analisar a progressão meiótica os oócitos foram desnudos, corados em Hoechst, avaliados em microscópio de epifluorescência e classificados em vesícula germinativa (GV), quebra da vesícula germinativa (GVBD), metáfase I (MI), anáfase-telófase (AnaTel), metáfase II (MII) e degenerado (DEG). Após 8 horas de MIV, os grupos FSH (54.63 ± 6.67%) e Sequencial NPPC 6h (50.92 ± 7.40%) obtiveram taxas de GV semelhantes, enquanto o Sequencial 6h (19.58 ± 5.96%) apresentou uma taxa reduzida em relação aos primeiros. Às 10 horas, a taxa de GVBD + MI foi menor no FSH (59.84 ± 7.40%) e similar entre o Sequencial 6h (92.71 ± 0.52%) e Sequencial NPPC 6h (90.68 ± 3.20%). Não foram observadas diferenças significativas quanto às taxas de expansão dos COCs, clivagem, formação de blastocistos, embriões expandidos e eclodidos e número de células embrionárias totais (p > 0,05). Após 11 horas de MIV, os grupos FSH (12.77 ± 2.8%) e Sequencial NPPC 9h (11.68 ± 4.92%) apresentaram taxas semelhantes de GV, enquanto o Sequencial NPPC 12h (29.18 ± 4.64%) apresentou taxas superiores. Apesar dos protocolos não terem resultado em melhorias significativas na produção embrionária, os dados demonstram que os tratamentos influenciaram a dinâmica meiótica, indicando que sua utilização na modulação da maturação oocitária merece maior investigação como estratégia para a melhoria da eficiência da MIV.
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Comparou-se os grupos: FSH: maturação contínua com dosagem convencional de FSH por 22 horas; Sequencial 6h: meio com FSH em dose correspondente à concentração intrafolicular pré-ovulatória, IGF1, estradiol e progesterona por 6 horas, seguido da adição de AREG e NRG1 por mais 16 horas; Sequencial NPPC 6h: idêntico ao Sequencial 6h, exceto pela adição de NPPC nas 6 primeiras horas. Os grupos foram avaliados quanto à progressão meiótica após 8, 10 e 22 horas de maturação. Os mesmos três tratamentos foram prolongados até 24 horas de maturação, e, após esse período, os COCs foram submetidos à fertilização in vitro (FIV) e cultivo in vitro (CIV) para avaliação da formação de blastocistos. Além disso, avaliou-se o impacto de uma maior exposição ao NPPC pela comparação dos grupos: FSH (idêntico ao tratamento FSH, mas por 14 horas); Sequencial NPPC 9h: idêntico ao Sequencial 6h, exceto pela adição de NPPC por 9 horas e Sequencial NPPC 12h: idêntico ao Sequencial 6h, exceto pela adição de NPPC por 12 horas. Os grupos foram avaliados após 11 e 14 horas de MIV. Para analisar a progressão meiótica os oócitos foram desnudos, corados em Hoechst, avaliados em microscópio de epifluorescência e classificados em vesícula germinativa (GV), quebra da vesícula germinativa (GVBD), metáfase I (MI), anáfase-telófase (AnaTel), metáfase II (MII) e degenerado (DEG). Após 8 horas de MIV, os grupos FSH (54.63 ± 6.67%) e Sequencial NPPC 6h (50.92 ± 7.40%) obtiveram taxas de GV semelhantes, enquanto o Sequencial 6h (19.58 ± 5.96%) apresentou uma taxa reduzida em relação aos primeiros. Às 10 horas, a taxa de GVBD + MI foi menor no FSH (59.84 ± 7.40%) e similar entre o Sequencial 6h (92.71 ± 0.52%) e Sequencial NPPC 6h (90.68 ± 3.20%). Não foram observadas diferenças significativas quanto às taxas de expansão dos COCs, clivagem, formação de blastocistos, embriões expandidos e eclodidos e número de células embrionárias totais (p > 0,05). Após 11 horas de MIV, os grupos FSH (12.77 ± 2.8%) e Sequencial NPPC 9h (11.68 ± 4.92%) apresentaram taxas semelhantes de GV, enquanto o Sequencial NPPC 12h (29.18 ± 4.64%) apresentou taxas superiores. Apesar dos protocolos não terem resultado em melhorias significativas na produção embrionária, os dados demonstram que os tratamentos influenciaram a dinâmica meiótica, indicando que sua utilização na modulação da maturação oocitária merece maior investigação como estratégia para a melhoria da eficiência da MIV.In vitro maturation (IVM) of cumulus–oocyte complexes (COCs) is an essential technique in the production of in vitro embryos, although its efficiency remains limited. This study compared different IVM protocols aiming to develop a more physiological strategy using amphiregulin (AREG), neuregulin 1 (NRG1), and C-type natriuretic peptide (NPPC) at different stages of maturation. COCs were aspirated from follicles of bovine ovaries collected at a local slaughterhouse and distributed among experimental groups. The groups compared were: FSH – continuous maturation for 22 hours with a conventional dose of FSH; Sequential 6h – medium supplemented with FSH at pre-ovulatory intrafollicular concentration, IGF1, estradiol, and progesterone for 6 hours, followed by the addition of AREG and NRG1 for 16 hours; Sequential NPPC 6h – identical to Sequential 6h, but with NPPC added during the first 6 hours. These groups were evaluated for meiotic progression after 8, 10, and 22 hours of maturation. The same treatments were extended to 24 hours of IVM, after which the COCs underwent in vitro fertilization (IVF) and in vitro culture (IVC) for blastocyst formation assessment. Additionally, the impact of longer NPPC exposure was evaluated by comparing the groups: FSH (same as the FSH group, but for 14 hours); Sequential NPPC 9h – identical to Sequential 6h, except for NPPC addition during the first 9 hours; and Sequential NPPC 12h – identical to Sequential 6h, but with NPPC added for 12 hours. These groups were analyzed after 11 and 14 hours of IVM. For meiotic assessment, oocytes were denuded, stained with Hoechst, examined under epifluorescence microscopy, and classified into germinal vesicle (GV), germinal vesicle breakdown (GVBD), metaphase I (MI), anaphase–telophase (AnaTel), metaphase II (MII), or degenerated (DEG). After 8 hours of IVM, GV rates were similar in the FSH (54.63 ± 6.67%) and Sequential NPPC 6h (50.92 ± 7.40%) groups, while the Sequential 6h group showed a significantly lower GV rate (19.58 ± 5.96%). At 10 hours, the GVBD + MI rate was lower in the FSH group (59.84 ± 7.40%) and similar between the Sequential 6h (92.71 ± 0.52%) and Sequential NPPC 6h (90.68 ± 3.20%) groups. No significant differences were found in COC expansion, cleavage, blastocyst formation, expanded or hatched embryos, or total cell number (p > 0.05). After 11 hours of IVM, the FSH (12.77 ± 2.8%) and Sequential NPPC 9h (11.68 ± 4.92%) groups presented similar GV rates, whereas the Sequential NPPC 12h group showed a higher GV rate (29.18 ± 4.64%). Although the protocols did not significantly improve embryo production, the data demonstrate that the treatments influenced meiotic dynamics, suggesting that their use in modulating oocyte maturation warrants further investigation as a strategy to improve IVM efficiency.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)Universidade Estadual Paulista (Unesp)Buratini Junior, José [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Silva, Nathalia Romeiro [UNESP]2025-09-08T20:56:27Z2025-08-21info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfSILVA, Nathalia Romeiro. Impacto da associação NPPC/NRG1 e da estimulação sequencial durante a maturação oocitária in vitro (MIV) sobre a progressão meiótica e a produção embrionária. 2025. Dissertação (Mestrado em Ciências Biomoleculares e Farmacológicas) - Instituto de Biociências, Universidade Estadual Paulista (UNESP), Botucatu, 2025.https://hdl.handle.net/11449/31350233004153068P9porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESP2025-10-23T15:42:24Zoai:repositorio.unesp.br:11449/313502Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462025-10-23T15:42:24Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false
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