Entre ciência, crenças e likes: o negacionismo climático sob a perspectiva da semiótica

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Santos, Michelle de Carvalho
Orientador(a): Demuru, Paolo
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Presbiteriana Mackenzie
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/41328
Resumo: Este trabalho busca desvelar quais são as estratégias empregadas para que ocorra a adesão do público digital ao discurso que nega a crise climática. Compõem o corpus deste estudo, publicações do ex-professor da área de geografia da USP, Ricardo Felício, em seu Instagram e em duas entrevistas concedidas por ele ao canal Brasil Paralelo no Youtube e à TV Globo, atualmente disponibilizada na plataforma GloboPlay. Felício, um dos expoentes do movimento negacionista no Brasil, utiliza argumentos que, apesar de não refletirem o posicionamento da maioria da comunidade científica, encontram ressonância em grupos sociais que refutam a urgência das ações contra as mudanças climáticas. Ademais, suas publicações sugerem que a crise climática é uma invenção de governos e organizações para controlar a economia e a liberdade das pessoas. Pretende-se demonstrar como o discurso negacionista é mobilizado, tanto no Instagram quanto nas entrevistas do ex-professor, e quais são as estratégias empregadas por ele para construir crenças contra as mudanças climáticas antropogênicas. A partir da análise desse caso, este trabalho busca contribuir para a bibliografia sobre desinformação e teorias da conspiração ao mostrar como o negacionismo produzido por uma pessoa com formação acadêmica confere um estilo de linguagem que se articula em três dimensões: na camuflagem do discurso científico consolidado, por meio de uso de terminologia técnica e doses de linguagem acadêmica, no apelo às emoções e na aproximação com o público pelo uso coloquial da língua. Fundamenta-se a pesquisa no aporte teórico da semiótica discursiva a fim de oferecer elementos sistematizados para compreender parte dos elementos textuais empregados pelo movimento negacionista observado no Brasil
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Pretende-se demonstrar como o discurso negacionista é mobilizado, tanto no Instagram quanto nas entrevistas do ex-professor, e quais são as estratégias empregadas por ele para construir crenças contra as mudanças climáticas antropogênicas. A partir da análise desse caso, este trabalho busca contribuir para a bibliografia sobre desinformação e teorias da conspiração ao mostrar como o negacionismo produzido por uma pessoa com formação acadêmica confere um estilo de linguagem que se articula em três dimensões: na camuflagem do discurso científico consolidado, por meio de uso de terminologia técnica e doses de linguagem acadêmica, no apelo às emoções e na aproximação com o público pelo uso coloquial da língua. Fundamenta-se a pesquisa no aporte teórico da semiótica discursiva a fim de oferecer elementos sistematizados para compreender parte dos elementos textuais empregados pelo movimento negacionista observado no BrasilUniversidade Presbiteriana Mackenziesemiótica discursivanegacionismo climáticodesinformação digitalveridicçãoteoria da conspiraçãoEntre ciência, crenças e likes: o negacionismo climático sob a perspectiva da semióticainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporreponame:Repositório Digital do Mackenzieinstname:Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)instacron:MACKENZIEinfo:eu-repo/semantics/openAccesshttp://lattes.cnpq.br/1827579292867005https://orcid.org/0000-0003-1559-9530http://lattes.cnpq.br/3178329746472331Bueno, Alexandre Marcelohttp://lattes.cnpq.br/4102309176261051https://orcid.org/0000-0002-0798-3615Araujo, André Corrêa da Silva dehttp://lattes.cnpq.br/6902755875135456https://orcid.org/0000-0002-3579-2963This study aims to uncover the strategies employed to foster digital audience adherence to the speech that denies the climate crisis. The corpus consists of posts by Ricardo Felício, former geography professor at the University of São Paulo (USP), on his Instagram account, as well as two interviews — one to Brasil Paralelo’s YouTube channel and another to TV Globo. Felício, one of the leading figures of the denialist movement in Brazil, uses arguments that, although not representative of the broader scientific consensus, resonate with social groups that reject the urgency of action against climate change. Moreover, his publications suggest that the climate crisis is an invention of governments and organizations designed to control the economy and restrict individual freedom. This research intends to demonstrate how denialist discourse is mobilized both on Instagram and in the former professor’s interviews and identify the strategies he employs to construct beliefs against anthropogenic climate change. Through the analysis of this case, the study seeks to contribute to the literature on disinformation and conspiracy theories by showing how denialism produced by an academically trained individual adopts a linguistic style that operates on three levels: the camouflage of established scientific speech through technical terminology and touches of academic language; the appeal to emotions; and the closeness to the public through colloquial use of language. The study is grounded in the theoretical framework of discursive semiotics in order to offer systematic tools for understanding some of the textual elements employed by the denialist movement as observed in Brazildiscursive semioticsclimate change denialdigital disinformationveridictionconspiracy theoryBrasilCentro de Comunicação e Letras (CCL)UPMLetrasLINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LINGUISTICAORIGINALMichelle de Carvalho Santos.pdfMichelle de Carvalho Santos.pdfapplication/pdf1490034https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/036c2054-2d23-44b5-baef-4e7b4cbd9e1c/downloadb6b573ab9696aba203c949a968d01480MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82207https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/96efb4b4-9fcf-43f9-9e6c-87a4779200b6/downloada092685f5fe02015fe6064807ee8feefMD52falseAnonymousREADTEXTMichelle de Carvalho Santos.pdf.txtMichelle de Carvalho Santos.pdf.txtExtracted texttext/plain103833https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/9175f62b-6786-4e85-a5fc-2de6bd08f321/download2fc96595f30cd9cb7830ec14850bcb73MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILMichelle de Carvalho Santos.pdf.jpgMichelle de Carvalho Santos.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2447https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/d784bcf7-5556-4a48-83f6-31ca05e85dc1/downloadcf2251f3294490cf15bd1c5bbe196d1fMD54falseAnonymousREAD10899/413282025-09-12T06:00:49.566075Zopen.accessoai:dspace.mackenzie.br:10899/41328https://dspace.mackenzie.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede.mackenzie.br/jspui/PRIhttps://adelpha-api.mackenzie.br/server/oai/repositorio@mackenzie.br||paola.damato@mackenzie.bropendoar:102772025-09-12T06:00:49Repositório Digital do Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBvIGFjZWl0ZSBkZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgdm9jw6ogKG8gYXV0b3IgKGVzKSBvdSBvIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yKSBjb25jZWRlIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBQcmVzYml0ZXJpYW5hIE1hY2tlbnppZSBvIGRpcmVpdG8gbsOjby1leGNsdXNpdm8gZGUgcmVwcm9kdXppciwgdHJhZHV6aXIgKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBzZXUgdHJhYmFsaG8gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIGUgZWxldHLDtG5pY28gZSBlbSBxdWFscXVlciBtZWlvLCBpbmNsdWluZG8gb3MgZm9ybWF0b3Mgw6F1ZGlvIG91IHbDrWRlby4KQWNlaXRhbmRvIGVzc2EgbGljZW7Dp2Egdm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBvIHNldSB0cmFiYWxobyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0byBlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwIGUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KQ29uY29yZGFyw6EgcXVlIHNldSB0cmFiYWxobyB0YW1iw6ltIHNlcsOhIHJlZ2lkbyBwZWxhIENyZWF0aXZlIENvbW1vbnMgcXVlIE7Dg08gcGVybWl0ZSBvIHVzbyBjb21lcmNpYWwgb3UgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28gZGEgb2JyYSBwb3IgdGVyY2Vpcm9zIGNvbmZvcm1lIGRlc2NyaXRvIGVtIDxhIGhyZWY9Imh0dHBzOi8vY3JlYXRpdmVjb21tb25zLm9yZy9saWNlbnNlcy9ieS1uYy1uZC80LjAvIiB0YXJnZXQ9Il9ibGFuayI+aHR0cHM6Ly9jcmVhdGl2ZWNvbW1vbnMub3JnL2xpY2Vuc2VzL2J5LW5jLW5kLzQuMC88L2E+LgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBzZXUgdHJhYmFsaG8gw6kgb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgdm9jw6ogdGVtIG8gcG9kZXIgZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuIERlY2xhcmEgdGFtYsOpbSBxdWUgbyBkZXDDs3NpdG8gZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldSBjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1w6ltLgpDYXNvIG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIGNvbnRlbmhhIG1hdGVyaWFsIHF1ZSB2b2PDqiBuw6NvIHBvc3N1aSBhIHRpdHVsYXJpZGFkZSBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMsIHZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIG9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgUHJlc2JpdGVyaWFuYSBNYWNrZW56aWUgb3MgZGlyZWl0b3MgYXByZXNlbnRhZG9zIG5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBlIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3TDoSBjbGFyYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvIG91IG5vIGNvbnRlw7pkbyBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gb3JhIGRlcG9zaXRhZG8uCkNBU08gTyBUUkFCQUxITyBPUkEgREVQT1NJVEFETyBURU5IQSBTSURPIFJFU1VMVEFETyBERSBVTSBQQVRST0PDjU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTyBPUkdBTklTTU8gUVVFIE7Dg08gU0VKQSBBIFVOSVZFUlNJREFERSBQUkVTQklURVJJQU5BIE1BQ0tFTlpJRSwgVk9Dw4ogREVDTEFSQSBRVUUgUkVTUEVJVE9VIFRPRE9TIEUgUVVBSVNRVUVSIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklTw4NPIENPTU8gVEFNQsOJTSBBUyBERU1BSVMgT0JSSUdBw4fDlUVTIEVYSUdJREFTIFBPUiBDT05UUkFUTyBPVSBBQ09SRE8uCkEgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRvIHNldSB0cmFiYWxobywgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBhbMOpbSBkYXF1ZWxhcyBjb25jZWRpZGFzIHBvciBlc3RhIGxpY2Vuw6dhLgo=
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