Uma análise da transparência pública do Sistema Único de Assistência Social a partir da ação do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil nas capitais brasileiras : uma década da Lei n. 13.019/2014

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Rosa, Taciana Barcellos
Orientador(a): Lima, Luciana Leite
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/10183/302339
Resumo: O presente trabalho analisa de que forma a adoção do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC), apresentado como proxy de capacidade estatal relacional, se associa com a transparência pública no contexto do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) no Brasil. Foi proposto um modelo analítico que, utilizando as literaturas de accountability e capacidades estatais, a partir de uma perspectiva neoinstitucionalista, procura explicitar o acesso à informação das parcerias do Estado com as Organizações da Sociedade Civil (OSCs), no contexto da política pública de assistência social. Realizou-se uma pesquisa descritiva, a partir de dados secundários qualitativos e quantitativos, tendo como amostra as capitais dos 26 estados do país e do Distrito Federal. Concluiu-se que das 15 capitais que aderiram aos regramentos do MROSC, a partir de legislação municipal própria, 84,5% apresentaram transparência pública, ativa, passiva e de formato dos dados , em relação a apenas 53% das 12 capitais que não aderiram ao MROSC. Ademais, fazendo o recorte socioeconômico, geográfico e de qualidade do SUAS, os resultados deste trabalho acusaram o fato de que quanto maior o IDHM, o porte populacional e o IGDSUAS-M, maior o número de capitais que adotaram o MROSC.
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