Entre o ativismo e a alegria : a atuação do grupo feminista universitário Liberta (Porto Alegre/RS – 1980-1983)
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/10183/302160 |
Resumo: | A presente pesquisa está inscrita no campo da História da Educação, numa interface com a História das Mulheres e dos Feminismos. Tem como objetivo analisar a formação e o ativismo do grupo feminista universitário Liberta entre o ano de 1980, quando iniciou formalmente suas atividades, até 1983, período em que se desfez. A tese que apresento é de que o Liberta se articulou a partir da necessidade das estudantes de terem um espaço próprio para discutir as ideias feministas que circulavam na época da sua formação. Defendo que seu ativismo se construiu marcado pela irreverência juvenil e pelo uso de estratégias lúdicas, o que possibilitou ao grupo um amplo reconhecimento social, tornando-o um importante agente político na promoção de mudanças, se não as concretizando de fato, abrindo brechas para que as gerações seguintes o fizessem. Sua presença contestadora contribuiu para colocar as questões das mulheres no centro dos debates e para tensionar relações hierárquicas de poder em diversas instituições, como família, universidade, movimento estudantil e partidos políticos. O Liberta era constituído majoritariamente por acadêmicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, mas contou com a participação de estudantes da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, além de manter em seu quadro permanente secundaristas, que logo se tornariam alunas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. A tese foi construída com um combinado de fontes e organizada em duas etapas: a primeira consistiu na análise documental a partir da investida no Acervo Carmen da Silva, entre os quais destaco o levantamento de reportagens, panfletos, jornais estudantis e fotografias. A segunda etapa consistiu na realização de entrevistas, a partir da metodologia de história oral, com antigas participantes. As análises centraram-se, inicialmente, na formação e organização cotidiana do grupo, bem como na presença do elemento lúdico na sua atuação. Na sequência, seu ativismo foi analisado a partir de três perspectivas: a violência contra as mulheres, a descriminalização do aborto e a defesa da autonomia dos movimentos sociais. Percebeu-se que o grupo foi um espaço de sociabilidade e contribuiu para que elas fortalecessem a sua atuação política. A regularidade na oferta de atividades e o uso da criatividade possibilitaram um grande alcance entre o público e marcaram uma diferença em relação a outros grupos feministas. Constatouse, também, que elas buscaram desnaturalizar comportamentos masculinos violentos, criando mecanismos para romper com o silenciamento. No tocante ao aborto, promoveram diversas tentativas de esclarecimento sobre o tema, denunciaram práticas inadequadas e formaram uma rede de ajuda para mulheres que optaram pela interrupção da gravidez. No entanto, verificouse que a pauta segue até hoje atravessada por controvérsias, inclusive entre algumas das suas antigas integrantes. Por fim, observou-se que a defesa da autonomia foi fundamental na sua trajetória e possibilitou uma relação com outras instâncias de ativismo. Contudo, esse relacionamento foi permeado por momentos de lutas unificadas e também por tensões e negociações. Ao historicizar um grupo feminista universitário estudantil, esta pesquisa pretendeu contribuir com os esforços de dar visibilidade à história de mulheres ativistas, bem como destacar a potência desses coletivos que, dada a sua efemeridade, ainda são pouco investigados pela historiografia. |
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Costa, Fabiana Pinheiro daAlmeida, Dóris Bittencourt2026-03-10T08:01:25Z2025http://hdl.handle.net/10183/302160001301706A presente pesquisa está inscrita no campo da História da Educação, numa interface com a História das Mulheres e dos Feminismos. Tem como objetivo analisar a formação e o ativismo do grupo feminista universitário Liberta entre o ano de 1980, quando iniciou formalmente suas atividades, até 1983, período em que se desfez. A tese que apresento é de que o Liberta se articulou a partir da necessidade das estudantes de terem um espaço próprio para discutir as ideias feministas que circulavam na época da sua formação. Defendo que seu ativismo se construiu marcado pela irreverência juvenil e pelo uso de estratégias lúdicas, o que possibilitou ao grupo um amplo reconhecimento social, tornando-o um importante agente político na promoção de mudanças, se não as concretizando de fato, abrindo brechas para que as gerações seguintes o fizessem. Sua presença contestadora contribuiu para colocar as questões das mulheres no centro dos debates e para tensionar relações hierárquicas de poder em diversas instituições, como família, universidade, movimento estudantil e partidos políticos. O Liberta era constituído majoritariamente por acadêmicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, mas contou com a participação de estudantes da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, além de manter em seu quadro permanente secundaristas, que logo se tornariam alunas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. A tese foi construída com um combinado de fontes e organizada em duas etapas: a primeira consistiu na análise documental a partir da investida no Acervo Carmen da Silva, entre os quais destaco o levantamento de reportagens, panfletos, jornais estudantis e fotografias. A segunda etapa consistiu na realização de entrevistas, a partir da metodologia de história oral, com antigas participantes. As análises centraram-se, inicialmente, na formação e organização cotidiana do grupo, bem como na presença do elemento lúdico na sua atuação. Na sequência, seu ativismo foi analisado a partir de três perspectivas: a violência contra as mulheres, a descriminalização do aborto e a defesa da autonomia dos movimentos sociais. Percebeu-se que o grupo foi um espaço de sociabilidade e contribuiu para que elas fortalecessem a sua atuação política. A regularidade na oferta de atividades e o uso da criatividade possibilitaram um grande alcance entre o público e marcaram uma diferença em relação a outros grupos feministas. Constatouse, também, que elas buscaram desnaturalizar comportamentos masculinos violentos, criando mecanismos para romper com o silenciamento. No tocante ao aborto, promoveram diversas tentativas de esclarecimento sobre o tema, denunciaram práticas inadequadas e formaram uma rede de ajuda para mulheres que optaram pela interrupção da gravidez. No entanto, verificouse que a pauta segue até hoje atravessada por controvérsias, inclusive entre algumas das suas antigas integrantes. Por fim, observou-se que a defesa da autonomia foi fundamental na sua trajetória e possibilitou uma relação com outras instâncias de ativismo. Contudo, esse relacionamento foi permeado por momentos de lutas unificadas e também por tensões e negociações. Ao historicizar um grupo feminista universitário estudantil, esta pesquisa pretendeu contribuir com os esforços de dar visibilidade à história de mulheres ativistas, bem como destacar a potência desses coletivos que, dada a sua efemeridade, ainda são pouco investigados pela historiografia.This research is situated in the field of the History of Education, in interface with the History of Women and Feminisms. Its objective is to analyze the formation and activism of the university feminist group Liberta from 1980, when it formally began its activities, until 1983, when it disbanded. The thesis I present is that Liberta emerged from the students’ need to create their own space to discuss the feminist ideas circulating at the time of its formation. I argue that their activism was shaped by youthful irreverence and the use of playful strategies, which enabled the group to gain broad social recognition and become an important political agent in promoting change, if not by effecting such changes directly, then by opening avenues for subsequent generations to do so. Its critical and confrontational presence contributed to centering women’s issues in public debate and to challenging hierarchical power relations within various institutions, such as the family, the university, the student movement, and political parties. Liberta was composed primarily of students from the Federal University of Rio Grande do Sul, but it also included participants from the University of Vale do Rio dos Sinos, as well as high school students who would soon enroll in the Pontifical Catholic University of Rio Grande do Sul. The thesis was constructed through a combination of sources and organized in two stages. The first consisted of documentary analysis based on research in the Carmen da Silva Archive, from which I highlight the survey of news reports, pamphlets, student newspapers, and photographs. The second stage involved interviews, conducted through oral history methodology, with former participants. The analyses initially focused on the group’s formation and everyday organization, as well as on the presence of playfulness in its activities. Subsequently, its activism was examined from three perspectives: violence against women, the decriminalization of abortion, and the defense of the autonomy of social movements. It became evident that the group served as a space of sociability and helped participants strengthen their political engagement. The regularity of activities and the use of creativity enabled broad public reach and distinguished Liberta from other feminist groups. It was also observed that members sought to denaturalize violent male behaviors, creating mechanisms to break silences surrounding such practices. Regarding abortion, they promoted multiple initiatives to clarify the issue, denounced harmful practices, and formed a support network for women who chose to terminate a pregnancy. Nevertheless, it was found that debates on this topic remain controversial today, including among some former members. Finally, it was noted that the defense of autonomy was fundamental throughout the group’s trajectory and facilitated connections with other spheres of activism. However, these interactions were marked by moments of unified struggle as well as by tensions and negotiations. By historicizing a university feminist student group, this research seeks to contribute to ongoing efforts to bring visibility to the history of women activists and to highlight the strength of such collectives which, due to their ephemeral nature, remain underexplored in historiography.application/pdfporMovimentoFeminismoHistória da educaçãoRio Grande do SulStudent feminist collectivesFeminist activismFeminist movement in Rio Grande do SulLiberta feminist groupEntre o ativismo e a alegria : a atuação do grupo feminista universitário Liberta (Porto Alegre/RS – 1980-1983)info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulFaculdade de EducaçãoPrograma de Pós-Graduação em EducaçãoPorto Alegre, BR-RS2025doutoradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSTEXT001301706.pdf.txt001301706.pdf.txtExtracted Texttext/plain731684http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/302160/2/001301706.pdf.txtb00dc92846ccb1af40e7fe5c13b7e717MD52ORIGINAL001301706.pdfTexto completoapplication/pdf5092054http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/302160/1/001301706.pdf51912ee6791df8c9d77734595804896bMD5110183/3021602026-03-11 07:53:14.099292oai:www.lume.ufrgs.br:10183/302160Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://lume.ufrgs.br/handle/10183/2PUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.br || lume@ufrgs.bropendoar:18532026-03-11T10:53:14Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false |
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