The role of english language proficiency in brazilian EMI practices
| Ano de defesa: | 2022 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | eng |
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Não Informado pela instituição
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Departamento: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/10183/248021 |
Resumo: | O uso da língua inglesa tem crescido globalmente de forma exponencial ao longo das últimas décadas nos cenários acadêmicos (Dearden, 2014; Macaro, 2016; Altbach & Knight, 2007). Dentro dessa realidade, Inglês como Meio de Instrução (English as a Medium of Instruction, EMI) surge como uma abordagem que foca no ensino dos conteúdos das várias áreas do conhecimento por meio da língua inglesa em países nos quais ela não é a primeira língua (L1) (Dearden, 2014; Gimenez et al., 2018; Hu, 2008; Macaro, 2015; Altbach & Knight, 2007). Nesse sentido, práticas EMI não necessariamente focam no ensino de inglês, e sim no conteúdo, mas podem também promover o aprendizado espontâneo e incidental da língua por meio de práticas autênticas (Hulstijn, 2013; Muñoz, 2012; Pusey, 2020). Dentro deste contexto, os objetivos do estudo são analisar o grau de adesão às práticas EMI nas áreas do conhecimento, como os professores auto avaliam suas proficiências em inglês e como a proficiência na língua se correlaciona à adesão de práticas EMI em sala de aula. Para tanto, busca-se responder três questões de pesquisa: 1) como as diferentes áreas do conhecimento utilizam EMI na suas Instituições de Ensino Superior (IES) brasileiras?; 2) como os professores das IES brasileiras auto avaliam seus níveis de inglês? e 3) como esses níveis de proficiência se relacionam com as práticas EMI nas IES brasileiras. Para as diferenças de proficiência entre as áreas, usou-se planilhas Excel para organizar os dados, criando abas para cada uma das oito áreas do conhecimento, colocando, ao lado de cada respondente, números de 1 (sem conhecimento da língua inglesa) a 4 (conhecimento avançado) de acordo com as respostas deles. Usando o software SPSS (IBM Corp, 2021), análises de correlações estatísticas foram feitas a fim de investigar a relação de proficiência com a implementação de práticas EMI no Ensino Superior brasileiro. Os resultados apontam que os professores se consideram, em média, usuários com níveis de proficiência entre intermediários a avançados na língua inglesa. Em segundo lugar, EMI ainda é incipiente em cenário acadêmico nacional (Gimenez et al., 2018; Kirkpatrick, 2014; Martinez, 2016; Pusey, 2020), apresentando baixa adesão à prática nas diferentes das áreas do conhecimento, mas com Linguística, letras e artes apresentando a maior adesão, com 25,3% e Ciências humanas a menor, com 6%. Por fim, as proficiências auto avaliadas desses professores correlacionadas com suas práticas EMI revelam que quanto mais alta é a proficiência avaliada, mais os professores aderem a práticas de Inglês como Meio de Instrução. |
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Marengo, Lucas Henrique FogaçaSarmento, SimoneFontes, Ana Beatriz Arêas da Luz2022-08-27T05:05:58Z2022http://hdl.handle.net/10183/248021001148237O uso da língua inglesa tem crescido globalmente de forma exponencial ao longo das últimas décadas nos cenários acadêmicos (Dearden, 2014; Macaro, 2016; Altbach & Knight, 2007). Dentro dessa realidade, Inglês como Meio de Instrução (English as a Medium of Instruction, EMI) surge como uma abordagem que foca no ensino dos conteúdos das várias áreas do conhecimento por meio da língua inglesa em países nos quais ela não é a primeira língua (L1) (Dearden, 2014; Gimenez et al., 2018; Hu, 2008; Macaro, 2015; Altbach & Knight, 2007). Nesse sentido, práticas EMI não necessariamente focam no ensino de inglês, e sim no conteúdo, mas podem também promover o aprendizado espontâneo e incidental da língua por meio de práticas autênticas (Hulstijn, 2013; Muñoz, 2012; Pusey, 2020). Dentro deste contexto, os objetivos do estudo são analisar o grau de adesão às práticas EMI nas áreas do conhecimento, como os professores auto avaliam suas proficiências em inglês e como a proficiência na língua se correlaciona à adesão de práticas EMI em sala de aula. Para tanto, busca-se responder três questões de pesquisa: 1) como as diferentes áreas do conhecimento utilizam EMI na suas Instituições de Ensino Superior (IES) brasileiras?; 2) como os professores das IES brasileiras auto avaliam seus níveis de inglês? e 3) como esses níveis de proficiência se relacionam com as práticas EMI nas IES brasileiras. Para as diferenças de proficiência entre as áreas, usou-se planilhas Excel para organizar os dados, criando abas para cada uma das oito áreas do conhecimento, colocando, ao lado de cada respondente, números de 1 (sem conhecimento da língua inglesa) a 4 (conhecimento avançado) de acordo com as respostas deles. Usando o software SPSS (IBM Corp, 2021), análises de correlações estatísticas foram feitas a fim de investigar a relação de proficiência com a implementação de práticas EMI no Ensino Superior brasileiro. Os resultados apontam que os professores se consideram, em média, usuários com níveis de proficiência entre intermediários a avançados na língua inglesa. Em segundo lugar, EMI ainda é incipiente em cenário acadêmico nacional (Gimenez et al., 2018; Kirkpatrick, 2014; Martinez, 2016; Pusey, 2020), apresentando baixa adesão à prática nas diferentes das áreas do conhecimento, mas com Linguística, letras e artes apresentando a maior adesão, com 25,3% e Ciências humanas a menor, com 6%. Por fim, as proficiências auto avaliadas desses professores correlacionadas com suas práticas EMI revelam que quanto mais alta é a proficiência avaliada, mais os professores aderem a práticas de Inglês como Meio de Instrução.The use of English has been increasing exponentially all around the globe in the last decades in academic settings (Dearden, 2014; Macaro, 2016; Altbach & Knight, 2007). Within this reality, English as a Medium of Instruction (EMI) appears as an approach with a focus on the contents of the several fields of knowledge through the use of the English language in countries where it is not the first language (L1) (Dearden, 2014; Gimenez et al., 2018; Hu, 2008; Macaro, 2015; Altbach & Knight, 2007). In this way, EMI practices are not necessarily focused on language teaching but rather on the content through the language; however, it can also promote incidental language learning via authentic practices (Hulstijn, 2013; Muñoz, 2012; Pusey, 2020). Thus, the study's objectives are to analyze the adherence degree to EMI practices throughout the different fields of knowledge, how the professors self-rate their English proficiencies, and how language proficiency correlates to the adhesion of EMI practices in the classroom. For that, three research questions are raised: 1) to what extent do the different fields of knowledge use EMI in Brazilian HE?; 2) what are the general self-rated English proficiency levels of HE professors in Brazil? and 3) how do these self-rated proficiency levels relate to EMI practices at the undergraduate and graduate levels?. For the differences in proficiency levels among the fields of knowledge, Excel spreadsheets were used to organize the data by creating tabs for each of the eight fields, adding, beside each respondent, their respective proficiency level from 1 (no English knowledge) to 4 (advanced English knowledge), according to their answers. Using SPSS (IBM Corp, 2021), correlation analyses were carried out to investigate the association between English proficiency and EMI in professors’ classroom practices. The results show that the professors consider themselves users with intermediate to advanced language knowledge. Furthermore, EMI is still an incipient practice in the national academic scenario (Gimenez et al., 2018; Kirkpatrick, 2014; Martinez, 2016; Pusey, 2020), showing low adherence to EMI practices in all of the eight fields of knowledge, but demonstrating that the field of Linguistics, Literature, and Arts presents the highest adherence, with 25,3% and Human Sciences demonstrating the lowest adherence, with 6%. Ultimately, the self-rated proficiency levels of these professors correlated to their EMI practices reveal that the higher the proficiency level, the more they utilize EMI practices.application/pdfengProficiênciaLinguagem e línguasLíngua inglesaConhecimentoEnsino superiorEMIProficiencyEnglish languageFields of knowledgeBrazilian Higher EducationThe role of english language proficiency in brazilian EMI practicesinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulInstituto de LetrasPrograma de Pós-Graduação em LetrasPorto Alegre, BR-RS2022mestradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSTEXT001148237.pdf.txt001148237.pdf.txtExtracted Texttext/plain168943http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/248021/2/001148237.pdf.txt61d932244952de22b884cb29ed94ea53MD52ORIGINAL001148237.pdfTexto completoapplication/pdf1090679http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/248021/1/001148237.pdfdf4ec948cca6660ca119ec733c1be708MD5110183/2480212024-08-16 05:50:50.234746oai:www.lume.ufrgs.br:10183/248021Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://lume.ufrgs.br/handle/10183/2PUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.br||lume@ufrgs.bropendoar:18532024-08-16T08:50:50Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false |
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