Multiplicidade de proteínas tóxicas no veneno do escorpião brasileiro Tityus serrulatus. Isolamento da TsTx-IV, uma nova toxina
| Ano de defesa: | 1984 |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17131/tde-30032026-153316/ |
Resumo: | Através de cromatografia em coluna de CM-celulose-52 da fração NT, obtida segundo Sampaio et al. (1983) e considerada \"não tóxica\", foi isolada a toxina CM-V,a qual apresentou pico simétrico, banda eletroforética única em gel de poliacrilamica, Lys como único resíduo amino-terminal, 59 resíduos de aminoácidos, peso molecular 6.515, e composição em aminoácidos semelhante à toxina y (Possani et al., 1977). A injeção endovenosa desta toxina (200 mg/kg) em ratos anestesiados causou pequeno aumento inicial da pressão arterial, seguido de prolongado efeito hipotensor e progressiva redução da frequência cardíaca. A metodologia apresentada neste trabalho para o desdobramento do veneno de Tityus serrulatus em seus componentes ativos é rápida, reprodutível e apresentou boa recuperação do material aplicado. Consiste de extração do veneno bruto dessecado com tampão NH4HCO3 0,01 M, pH 7,8, cromatografia em CM-celulose-52 a pH 7,8 e recromatografia das frações obtidas em CM-celulose-52 utilizando tampão NH4Ac, pH 4,7. Através desta metodologia foram isoladas 6 frações tóxicas (injeção intraperitoneal em camundongos de 20g) e puras (pico simétrico, apenas um resíduo amino terminal, banda eletroforética única), que foram parcialmente caracterizada como segue: 1. Toxina XIII: caracterizada como sendo uma proteína com 62 resíduos de aminoácidos, peso molecular 6.865, Lys como único resíduo N-terminal, e composição em aminoácidos que a identificou com a toxina y (Possani et al., 1977). 2. Toxina IX3: resíduo N-terminal Gly, 72 +Trp resíduos de aminoácidos, peso molecular 7.657, é a mesma ou altamente homóloga à toxina T1VI (Sampaio et al.,1983). 3. Toxina IX5: resíduo N-terminal Lys, 59 resíduos de aminoácidos e peso molecular 6.605, considerada aqui igual à toxina X3, também obtida por nós, por apresentarem o mesmo N-terminal, composição em aminoácidos semelhantes, mesma migração eletroforética e serem eluídas em uma mesma concentração de NH4Ac. Estas toxinas identificaram-se com a toxina III - 8 (Possani et al., 1981). 4. Toxina X4: resíduo N-terminal Lys, 48 + Trp + 1/2 Cys resíduos de aminoácidos, peso molecular 5.137, se caracterizou por não possuir metionina e se identificou com a Tityustoxina (Coutinho Netto, 1975). S. Toxina XII1: resíduo N-terminal Lys, 52 + 1/2 Cys resíduos de aminoácidos, peso molecular 5.826, apresentou composição em aminoácidos semelhante à toxina XIII, mas revelou diferente migração eletroforética e foi eluída em uma menor concentração de tampão NH4HCO6, de onde se conclui ser uma toxina semelhante mas não igual à toxina XIII. 6. Toxina X2: resíduo N-terminal Lys, 61 resíduos de aminoácidos, peso molecular 6.885. Caracterizou-se por não possuir Val e I1e, o que sugere alto grau de pureza. Foi considerada igual à toxina IX4,obtida a partir da recromatografia da fração IX, por revelarem ambas o mesmo resíduo N-terminal, com posição em aminoácidos semelhantes, mesma migração eletroforética e serem eluídas na mesma concentração de tampão NH6Ac. Para esta toxina, que não se identificou com nenhuma outra toxina de T. serrulatus já descrita, sugerimos a denominação de TsTx-IV. As toxinas CM-V, XIII, IX5 e X2 foram avaliadas em canal deferente isolado de cobaia e apresentaram efeito supersensibilizante a nível pré-juncional, provavelmente por aumento da liberação de NA. O peso molecular, determinado para as toxinas XIII IX5 e X2, através de eletroforese em gel de poliacrilamida com SDS, foi de aproximadamente 7.000, o que confirma os valores calculados em função do peso molecular dos resíduos de aminoácidos. A DL50 e respectivos intervalo de confiança (P=0,05) do veneno solúvel e das toxinas XIII, IX5, X2 e X4, determinada por injeção intracisternal em camundongos de 20g, foi 16,25 ± 4,27 mg/Kg, 1,11 ± 0,34 mg/kg, 3,73 ± 2,31 mg/kg, 11,21 ± 8,82 mg/kg e 1,71 ± 0,68 mg/kg, respectivamente. |
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Multiplicidade de proteínas tóxicas no veneno do escorpião brasileiro Tityus serrulatus. Isolamento da TsTx-IV, uma nova toxinaNão informado.Não informado.Não informado.Através de cromatografia em coluna de CM-celulose-52 da fração NT, obtida segundo Sampaio et al. (1983) e considerada \"não tóxica\", foi isolada a toxina CM-V,a qual apresentou pico simétrico, banda eletroforética única em gel de poliacrilamica, Lys como único resíduo amino-terminal, 59 resíduos de aminoácidos, peso molecular 6.515, e composição em aminoácidos semelhante à toxina y (Possani et al., 1977). A injeção endovenosa desta toxina (200 mg/kg) em ratos anestesiados causou pequeno aumento inicial da pressão arterial, seguido de prolongado efeito hipotensor e progressiva redução da frequência cardíaca. A metodologia apresentada neste trabalho para o desdobramento do veneno de Tityus serrulatus em seus componentes ativos é rápida, reprodutível e apresentou boa recuperação do material aplicado. Consiste de extração do veneno bruto dessecado com tampão NH4HCO3 0,01 M, pH 7,8, cromatografia em CM-celulose-52 a pH 7,8 e recromatografia das frações obtidas em CM-celulose-52 utilizando tampão NH4Ac, pH 4,7. Através desta metodologia foram isoladas 6 frações tóxicas (injeção intraperitoneal em camundongos de 20g) e puras (pico simétrico, apenas um resíduo amino terminal, banda eletroforética única), que foram parcialmente caracterizada como segue: 1. Toxina XIII: caracterizada como sendo uma proteína com 62 resíduos de aminoácidos, peso molecular 6.865, Lys como único resíduo N-terminal, e composição em aminoácidos que a identificou com a toxina y (Possani et al., 1977). 2. Toxina IX3: resíduo N-terminal Gly, 72 +Trp resíduos de aminoácidos, peso molecular 7.657, é a mesma ou altamente homóloga à toxina T1VI (Sampaio et al.,1983). 3. Toxina IX5: resíduo N-terminal Lys, 59 resíduos de aminoácidos e peso molecular 6.605, considerada aqui igual à toxina X3, também obtida por nós, por apresentarem o mesmo N-terminal, composição em aminoácidos semelhantes, mesma migração eletroforética e serem eluídas em uma mesma concentração de NH4Ac. Estas toxinas identificaram-se com a toxina III - 8 (Possani et al., 1981). 4. Toxina X4: resíduo N-terminal Lys, 48 + Trp + 1/2 Cys resíduos de aminoácidos, peso molecular 5.137, se caracterizou por não possuir metionina e se identificou com a Tityustoxina (Coutinho Netto, 1975). S. Toxina XII1: resíduo N-terminal Lys, 52 + 1/2 Cys resíduos de aminoácidos, peso molecular 5.826, apresentou composição em aminoácidos semelhante à toxina XIII, mas revelou diferente migração eletroforética e foi eluída em uma menor concentração de tampão NH4HCO6, de onde se conclui ser uma toxina semelhante mas não igual à toxina XIII. 6. Toxina X2: resíduo N-terminal Lys, 61 resíduos de aminoácidos, peso molecular 6.885. Caracterizou-se por não possuir Val e I1e, o que sugere alto grau de pureza. Foi considerada igual à toxina IX4,obtida a partir da recromatografia da fração IX, por revelarem ambas o mesmo resíduo N-terminal, com posição em aminoácidos semelhantes, mesma migração eletroforética e serem eluídas na mesma concentração de tampão NH6Ac. Para esta toxina, que não se identificou com nenhuma outra toxina de T. serrulatus já descrita, sugerimos a denominação de TsTx-IV. As toxinas CM-V, XIII, IX5 e X2 foram avaliadas em canal deferente isolado de cobaia e apresentaram efeito supersensibilizante a nível pré-juncional, provavelmente por aumento da liberação de NA. O peso molecular, determinado para as toxinas XIII IX5 e X2, através de eletroforese em gel de poliacrilamida com SDS, foi de aproximadamente 7.000, o que confirma os valores calculados em função do peso molecular dos resíduos de aminoácidos. A DL50 e respectivos intervalo de confiança (P=0,05) do veneno solúvel e das toxinas XIII, IX5, X2 e X4, determinada por injeção intracisternal em camundongos de 20g, foi 16,25 ± 4,27 mg/Kg, 1,11 ± 0,34 mg/kg, 3,73 ± 2,31 mg/kg, 11,21 ± 8,82 mg/kg e 1,71 ± 0,68 mg/kg, respectivamente.Through column chromatography on CM-cellulose-52 of fraction NT, obtained as described by Sampaio et al. (1983) and considered \"non toxic\", toxin CM-V was isolated, emerging as a symetrical peak and showing a single electrophoretic band in polyacrylamide slab gel, Lys as the sole amino terminal residue, molecular weight 6,515 and amino acid composition similar to that of toxin y (Possani et al., 1977). Endovenous injection of this toxin (200 mg/Kg) in anesthetized rats induced a small blood pression increasing, followed by a long lasting hypotensive effect and progressive heart rate decreasing. The methodology reported here for the resolution of the venom from T. serrulatus in its active components is rapid, reproducible and showed a good yield from the applied material. It is based on the extraction of the crude dried venom with 0.01 M, pH 7.8 NH4HCO3 buffer, colunun chromatography on CM-cellulose-52 and rechromatography of each fraction on CM-cellulosc-52, eluting now with pH 4,7 NH4Ac buffer. Through this methodology, 6 toxic (intraperitoneal injections in 20 g mice) and pure (symmetrical peaks, single amino terminal residues and electrophoretic bands) fractions were isolated, which were then characterized as follows: 1. Toxin XIII: characterized as a protein with 62-amino acid residues, molecular weight 6,865, Lys as the sole N-terminal residue and amino acid composition which identify it with toxin y (Possani et al., 1977). 2. Toxin IX3: N-terminal residue Gly, 72 +Trp amino acid residues, molecular weight 7,657, is the same or highly homologous to toxin T1VI (Sampaio et al., 1983). 3. Toxin IX5: N-terminal residue Lys, 59 amino acid residues and molecular weight 6,605, considered here the same as toxin X3, which we isolated to, once both of them showed the same N-terminal residue, similar amino acid compositions, the same electrophoretic migration and the same elution NH4Ac concentration. These toxins were identified as toxin III-8 (Possani et al., 1981). 4. Toxin X4: N-terminal residue Lys, 48 +Trp +1/2 Cys amino acid residues, molecular weight 5,137, characteristically did not show any Met resldue and was identified as Tityus toxin (Coutinho Netto, 1975). 5. Toxin XII1: N-terminal residue Lys, 52 + 1/2 Cys amino acid residues, molecular weight 5,826, showed an amino acid composition similar to that of toxin XIII but a different eletrophoretic migration and a lower elution NH4HCO3 concentration, wherefoom we conclude it is similar but not identical to toxin XIII. 6. Toxin X2: N-terminal residue Lys, 61 amino acid residues, molecular weigth 6,885. Characteristically does not reveal neither Val nor I1e, what suggests a high degree of purity. It was considered to be the same as toxin IX4, which was obtained from rechromatography of fraction IX, once both of them revealed the same N-terminal residue, similar amino acid compositions, the same electrophoretic migration and the same elution NH4Ac concentration. For this toxin, which could not be identified with any other T serrulatus toxin already described, we have suggested the designation TsTx-IV. Toxins CM-V, XIII, IX5 and X2 were investigated in isolated guinea pig was deferens and showed a supersensitizing effect at a pre-junctional level, probably due to an increasing of NA liberation. The molecular weight, determined for toxins XIII, X5 and X2 by SDS-polyacrylamide gel elcctrophoresis, showed to be 7,000 approximately, what confirms the values estimated from the amino acid composition. LD50 and the corresponding confidence interval (P = 0,05) of the soluble venom and the toxins XIII, IX5, X2 and X4 determined by intracisternal injections in 20g mice, was 16.25 ± 4.27 mg/Kg, 1.11 ± 0.34 mg/Kg, 3.73 ± 2.31 mg/Kg, 11.25 ± 8.82 mg/Kg and 1.71 ± 0.68 mg/Kg, respectively.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPGiglio, Jose RobertoArantes, Eliane Candiani1984-11-30info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17131/tde-30032026-153316/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2026-03-30T19:17:02Zoai:teses.usp.br:tde-30032026-153316Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-03-30T19:17:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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