Motivação para a muscularidade, comportamento alimentar orientado para a muscularidade e sintomas de dismorfia muscular: um modelo teórico de relações
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/59/59134/tde-04022025-180539/ |
Resumo: | A dismorfia muscular (DM) se configura como uma preocupação patológica por ser insuficientemente musculoso e magro. Indivíduos com DM também apresentam alta motivação para a muscularidade, ou seja, há desejo e comportamentos relacionados a maior muscularidade, além de comportamento alimentar orientado para a muscularidade, em que há uma alternância de comportamentos que objetivam ora atingir maior volume muscular, ora reduzir a gordura corporal. Em termos populacionais, a literatura aponta uma vulnerabilidade de minorias sexuais em aspectos de imagem corporal e comportamento alimentar, contudo, os dados sobre mulheres de minorias sexuais são ainda controversos. Diversos estudos já descreveram uma série de relações entre sintomas de DM, motivação para a muscularidade e comportamento alimentar orientado para a muscularidade, porém, esses construtos não foram ainda analisados conjuntamente. Assim, o objetivo do presente trabalho foi propor e avaliar um modelo das relações entre motivação para a muscularidade, comportamento alimentar orientado para a muscularidade, sintomas de DM e características sociodemográficas em mulheres cisgênero lésbicas e bissexuais. A coleta de dados ocorreu de maneira virtual a partir da plataforma REDCap® no período de novembro de 2022 a outubro de 2023. As participantes responderam o questionário de caracterização sociodemográfica, o Muscle Dysmorphic Disorder Inventory (MDDI), a Drive for Muscularity Scale (DMS) e o Muscularity-Oriented Eating Test (MOET). Os dados foram analisados utilizando o software JASP, versão 0.18.3, para a comparação por orientação sexual das variáveis de muscularidade foi utilizado teste t enquanto o modelo foi estimado utilizando o método Diagonally Weighted Least Squares (DWLS) e a qualidade de ajustamento foi avaliada a partir dos indicadores: razão qui-quadrado pelos graus de liberdade (χ²/gl); Root Mean Square Error of Approximation (RMSEA), Comparative Fit Index (CFI) e Tucker-Lewis Index (TLI). Participaram do estudo 1131 mulheres cisgênero lésbicas e bissexuais, com uma média de idade de 25,25 anos (DP = 6,30) e de IMC de 24,74 kg/m² (DP = 5,56). A amostra foi majoritariamente composta por mulheres bissexuais, brancas e solteiras. Em geral não houve diferenças entre mulheres cisgênero lésbicas e bissexuais para os aspectos de muscularidade. Apenas no aspecto atitudinal tw (919,497) = -2,260; p = 0,024; Hedge\'s G = 0,138 e comportamental tw (877,045) = -2,086; p = 0,037; Hedge\'s G = 0,128 da motivação para a muscularidade as mulheres lésbicas apresentaram pontuação discretamente superior. O modelo teórico proposto apresentou valores de ajustamento aceitáveis (χ²(1010) = 8287,982; p < 0,001; χ²/gl = 8,24; CFI = 0,949; TLI = 0,954; RMSEA = 0,080 [IC90% = 0,078 - 0,081]). Em geral a orientação sexual e a cor da pele não resultaram em diferenças nos aspectos de muscularidade entre lésbicas e bissexuais e brancas e não brancas. As mulheres mais jovens foram as mais vulneráveis quanto as questões de muscularidade, já o IMC apresentou diferentes impactos a depender do construto analisado. A motivação e o comportamento alimentar orientado para a muscularidade foram preditores de diferentes aspectos dos sintomas de dismorfia. Assim, é possível concluir que os aspectos de muscularidade encontram-se inter-relacionados em mulheres de minorias sexuais e devem ser considerados e analisados nos cuidados em saúde. De maneira que, os profissionais de saúde desempenham um papel crucial na prevenção da evolução de alta motivação para a muscularidade e de alto comportamento alimentar orientado para a muscularidade, tanto em mulheres lésbicas quanto bissexuais, para os sintomas de DM. |
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Motivação para a muscularidade, comportamento alimentar orientado para a muscularidade e sintomas de dismorfia muscular: um modelo teórico de relaçõesDrive for muscularity, muscularity-oriented eating behavior, and muscle dysmorphia symptoms: a theoretical model of relationshipsBody imageComportamento alimentarDismorfia muscularFeeding behaviorImagem corporalMinorias sexuais.MulheresMuscle dysmorphiaSexual minoritiesWomenA dismorfia muscular (DM) se configura como uma preocupação patológica por ser insuficientemente musculoso e magro. Indivíduos com DM também apresentam alta motivação para a muscularidade, ou seja, há desejo e comportamentos relacionados a maior muscularidade, além de comportamento alimentar orientado para a muscularidade, em que há uma alternância de comportamentos que objetivam ora atingir maior volume muscular, ora reduzir a gordura corporal. Em termos populacionais, a literatura aponta uma vulnerabilidade de minorias sexuais em aspectos de imagem corporal e comportamento alimentar, contudo, os dados sobre mulheres de minorias sexuais são ainda controversos. Diversos estudos já descreveram uma série de relações entre sintomas de DM, motivação para a muscularidade e comportamento alimentar orientado para a muscularidade, porém, esses construtos não foram ainda analisados conjuntamente. Assim, o objetivo do presente trabalho foi propor e avaliar um modelo das relações entre motivação para a muscularidade, comportamento alimentar orientado para a muscularidade, sintomas de DM e características sociodemográficas em mulheres cisgênero lésbicas e bissexuais. A coleta de dados ocorreu de maneira virtual a partir da plataforma REDCap® no período de novembro de 2022 a outubro de 2023. As participantes responderam o questionário de caracterização sociodemográfica, o Muscle Dysmorphic Disorder Inventory (MDDI), a Drive for Muscularity Scale (DMS) e o Muscularity-Oriented Eating Test (MOET). Os dados foram analisados utilizando o software JASP, versão 0.18.3, para a comparação por orientação sexual das variáveis de muscularidade foi utilizado teste t enquanto o modelo foi estimado utilizando o método Diagonally Weighted Least Squares (DWLS) e a qualidade de ajustamento foi avaliada a partir dos indicadores: razão qui-quadrado pelos graus de liberdade (χ²/gl); Root Mean Square Error of Approximation (RMSEA), Comparative Fit Index (CFI) e Tucker-Lewis Index (TLI). Participaram do estudo 1131 mulheres cisgênero lésbicas e bissexuais, com uma média de idade de 25,25 anos (DP = 6,30) e de IMC de 24,74 kg/m² (DP = 5,56). A amostra foi majoritariamente composta por mulheres bissexuais, brancas e solteiras. Em geral não houve diferenças entre mulheres cisgênero lésbicas e bissexuais para os aspectos de muscularidade. Apenas no aspecto atitudinal tw (919,497) = -2,260; p = 0,024; Hedge\'s G = 0,138 e comportamental tw (877,045) = -2,086; p = 0,037; Hedge\'s G = 0,128 da motivação para a muscularidade as mulheres lésbicas apresentaram pontuação discretamente superior. O modelo teórico proposto apresentou valores de ajustamento aceitáveis (χ²(1010) = 8287,982; p < 0,001; χ²/gl = 8,24; CFI = 0,949; TLI = 0,954; RMSEA = 0,080 [IC90% = 0,078 - 0,081]). Em geral a orientação sexual e a cor da pele não resultaram em diferenças nos aspectos de muscularidade entre lésbicas e bissexuais e brancas e não brancas. As mulheres mais jovens foram as mais vulneráveis quanto as questões de muscularidade, já o IMC apresentou diferentes impactos a depender do construto analisado. A motivação e o comportamento alimentar orientado para a muscularidade foram preditores de diferentes aspectos dos sintomas de dismorfia. Assim, é possível concluir que os aspectos de muscularidade encontram-se inter-relacionados em mulheres de minorias sexuais e devem ser considerados e analisados nos cuidados em saúde. De maneira que, os profissionais de saúde desempenham um papel crucial na prevenção da evolução de alta motivação para a muscularidade e de alto comportamento alimentar orientado para a muscularidade, tanto em mulheres lésbicas quanto bissexuais, para os sintomas de DM.Muscle dysmorphia (MD) is a pathological concern about being insufficiently muscular and lean. Individuals with MD also exhibit high drive for muscularity, meaning there is a desire for and behaviors related to increased muscularity. Additionally, they display muscularity-oriented eating behavior, where there is an alternation of behaviors aimed either at increasing muscle volume or at reducing body fat. Simultaneously, the literature indicates a vulnerability of sexual minorities concerning body image and eating behavior. However, data on sexual minority women remain controversial. Moreover, the literature presents several relationships between MD symptoms, drive for muscularity, and muscularity-oriented eating behavior. Nevertheless, these constructs have not yet been analyzed together. In this sense, the present study aimed to propose and evaluate a model of the relationships between drive for muscularity, muscularity-oriented eating behavior, MD symptoms, sexual orientation, skin color, Body Mass Index (BMI), and age in cisgender lesbian and bisexual women. Data collection was conducted virtually using the REDCap® platform from November 2022 to October 2023. Participants completed a sociodemographic questionnaire and three muscularity questionnaires: the Muscle Dysmorphic Disorder Inventory (MDDI), the Drive for Muscularity Scale (DMS), and the Muscularity-Oriented Eating Test (MOET). Data were analyzed using the JASP software. A t-test was used to compare the muscularity variables by sexual orientation, while the model was estimated using the Diagonally Weighted Least Squares (DWLS) method, and the model fit was assessed using the following indicators: chi-square to degrees of freedom ratio (χ²/df), Root Mean Square Error of Approximation (RMSEA), Comparative Fit Index (CFI), and Tucker-Lewis Index (TLI). The study consisted of 1131 cisgender lesbian and bisexual women, with an average age of 25.25 years (SD = 6.30) and a BMI of 24.74 kg/m² (SD = 5.56). The sample was predominantly composed of bisexual, white, and single women. In general, there were no differences between cisgender lesbian and bisexual women regarding muscularity aspects. Only in the attitudinal tw (919.497) = -2.260; p = 0.024; Hedge\'s G = 0.138 and behavioral tw (877.045) = -2.086; p = 0.037; Hedge\'s G = 0,128 aspects of drive for muscularity did lesbian women show slightly higher scores. The final version of the model showed acceptable fit values (χ²(1010) = 8287.982; p < 0.001; χ²/gl = 8.24; CFI = 0.949; TLI = 0.954; RMSEA = 0.080 [IC90% = 0.078 0.081]). Overall, sexual orientation and skin color did not result in differences in muscularity aspects between lesbians and bisexuals or between white and non-white women. Younger women were the most vulnerable to muscularity-related issues, while BMI had a different impacts depending on the construct analyzed. Drive for muscularity and muscularity-oriented eating behavior were predictors of different aspects of dysmorphia symptoms. Thus, it can be concluded that muscularity aspects are interrelated in women from sexual minorities and should be considered and analyzed in helth care. Health professionals play a crucial role in preventing the progression of high drive for muscularity and elevated muscularity-oriented eating behavior into MD symptoms in both lesbian and bisexual women.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPLaus, Maria FernandaPrecinotto, Maria Laura2024-12-16info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/59/59134/tde-04022025-180539/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPReter o conteúdo por motivos de patente, publicação e/ou direitos autoriais.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-03-17T17:15:36Zoai:teses.usp.br:tde-04022025-180539Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-03-17T17:15:36Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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A dismorfia muscular (DM) se configura como uma preocupação patológica por ser insuficientemente musculoso e magro. Indivíduos com DM também apresentam alta motivação para a muscularidade, ou seja, há desejo e comportamentos relacionados a maior muscularidade, além de comportamento alimentar orientado para a muscularidade, em que há uma alternância de comportamentos que objetivam ora atingir maior volume muscular, ora reduzir a gordura corporal. Em termos populacionais, a literatura aponta uma vulnerabilidade de minorias sexuais em aspectos de imagem corporal e comportamento alimentar, contudo, os dados sobre mulheres de minorias sexuais são ainda controversos. Diversos estudos já descreveram uma série de relações entre sintomas de DM, motivação para a muscularidade e comportamento alimentar orientado para a muscularidade, porém, esses construtos não foram ainda analisados conjuntamente. Assim, o objetivo do presente trabalho foi propor e avaliar um modelo das relações entre motivação para a muscularidade, comportamento alimentar orientado para a muscularidade, sintomas de DM e características sociodemográficas em mulheres cisgênero lésbicas e bissexuais. A coleta de dados ocorreu de maneira virtual a partir da plataforma REDCap® no período de novembro de 2022 a outubro de 2023. As participantes responderam o questionário de caracterização sociodemográfica, o Muscle Dysmorphic Disorder Inventory (MDDI), a Drive for Muscularity Scale (DMS) e o Muscularity-Oriented Eating Test (MOET). Os dados foram analisados utilizando o software JASP, versão 0.18.3, para a comparação por orientação sexual das variáveis de muscularidade foi utilizado teste t enquanto o modelo foi estimado utilizando o método Diagonally Weighted Least Squares (DWLS) e a qualidade de ajustamento foi avaliada a partir dos indicadores: razão qui-quadrado pelos graus de liberdade (χ²/gl); Root Mean Square Error of Approximation (RMSEA), Comparative Fit Index (CFI) e Tucker-Lewis Index (TLI). Participaram do estudo 1131 mulheres cisgênero lésbicas e bissexuais, com uma média de idade de 25,25 anos (DP = 6,30) e de IMC de 24,74 kg/m² (DP = 5,56). A amostra foi majoritariamente composta por mulheres bissexuais, brancas e solteiras. Em geral não houve diferenças entre mulheres cisgênero lésbicas e bissexuais para os aspectos de muscularidade. Apenas no aspecto atitudinal tw (919,497) = -2,260; p = 0,024; Hedge\'s G = 0,138 e comportamental tw (877,045) = -2,086; p = 0,037; Hedge\'s G = 0,128 da motivação para a muscularidade as mulheres lésbicas apresentaram pontuação discretamente superior. O modelo teórico proposto apresentou valores de ajustamento aceitáveis (χ²(1010) = 8287,982; p < 0,001; χ²/gl = 8,24; CFI = 0,949; TLI = 0,954; RMSEA = 0,080 [IC90% = 0,078 - 0,081]). Em geral a orientação sexual e a cor da pele não resultaram em diferenças nos aspectos de muscularidade entre lésbicas e bissexuais e brancas e não brancas. As mulheres mais jovens foram as mais vulneráveis quanto as questões de muscularidade, já o IMC apresentou diferentes impactos a depender do construto analisado. A motivação e o comportamento alimentar orientado para a muscularidade foram preditores de diferentes aspectos dos sintomas de dismorfia. Assim, é possível concluir que os aspectos de muscularidade encontram-se inter-relacionados em mulheres de minorias sexuais e devem ser considerados e analisados nos cuidados em saúde. De maneira que, os profissionais de saúde desempenham um papel crucial na prevenção da evolução de alta motivação para a muscularidade e de alto comportamento alimentar orientado para a muscularidade, tanto em mulheres lésbicas quanto bissexuais, para os sintomas de DM. |
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