Estudo prospectivo randomizado do tratamento de fraturas extra-articulares da extremidade distal da tíbia com haste intramedular bloqueada com ou sem fixação simultânea da fíbula

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Leonhardt, Marcos de Camargo
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5140/tde-08052025-160649/
Resumo: INTRODUÇÃO: A fratura diafisária da tíbia é a mais frequente entre os ossos longos. O tratamento padrão é a osteossíntese com haste intramedular bloqueada. As fraturas do terço distal da tíbia apresentam uma maior taxa de consolidação viciosa quando tratadas com haste intramedular bloqueada pela ausência de contato do implante com a cortical interna da tíbia. Para obter um melhor alinhamento, a fixação simultânea da fíbula pode ser realizada, porém com resultados divergentes na literatura. O objetivo do estudo foi comparar os resultados radiográficos, clínicos e as complicações da fixação simultânea ou não da fíbula nas fraturas distais da tíbia tratadas com haste intramedular bloqueada. MÉTODOS: O estudo realizado foi prospectivo e randomizado, sendo alocados 92: 46 tiveram a fratura da fíbula fixadas (grupo HIMBF) e 46 sem a fixação da mesma (grupo HIMB). Os desfechos radiográficos foram avaliados com 6 semanas, 3, 6 e 12 meses e incluíram o alinhamento da tíbia em AP e perfil, avaliação da consolidação pelo escore de RUST modificado, a avaliação tomográfica da torção tibial. Os resultados clínicos foram avaliados com 6 semanas, 6 e 12 meses, e incluíram o escore de Lysholm e AOFAS. As complicações avaliadas foram a taxa de infecção e reoperação após 12 meses. RESULTADOS: Ao final do estudo, foram incluídos 43 pacientes no grupo HIMB e 34 no grupo HIMBF. A taxa de não união foi de 4,7% no grupo HIMB e de 5,2% no grupo HIMBF (p=0,951). Na avaliação do escore de RUST modificado, também não houve diferença nos diferentes tempos avaliados (p>0,999). Quanto ao alinhamento final, a taxa de consolidação viciosa foi semelhante entre os grupos, sendo de 18,1% no grupo HIMB e de 11,8% no grupo HIMBF (p=0,358). Ao se analisar os desvios nos planos separadamente, o alinhamento no perfil e a torção tibial foram semelhantes entre os grupos (p=0,504 e p=0,124). No plano coronal, houve uma diferença de 1,5 grau entre os grupos (p=0,015), sendo que o grupo HIMBF apresentou maior desvio em varo, enquanto no grupo HIMB, este desvio foi em valgo. A taxa de perda secundária de redução foi semelhante entre os grupos (p=0,580). Quando a avaliação funcional, o escore de Lysholm foi semelhante entre os grupos, sendo ao final de 12 meses, de 81,3 ± 15,3 para o grupo HIMB e de 83,9 ± 13,9 para o grupo HIMBF (p=0,689). O escore AOFAS também foi semelhante entre os grupos, sendo na avaliação final de 12 meses de 86,2 ±15,8 para o grupo HIMB e de 90,5 ± 8,1 para o grupo HIMBF (p=0,067). A taxa de infeção e reoperação foi semelhante entre os grupos (p=0,367 e p=0,324). CONCLUSÕES: A fixação simultânea da fíbula não interferiu nos resultados radiográficos, clínicos e na taxa de complicações das fraturas do terço distal da tíbia tratadas com haste intramedular bloqueada
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spelling Estudo prospectivo randomizado do tratamento de fraturas extra-articulares da extremidade distal da tíbia com haste intramedular bloqueada com ou sem fixação simultânea da fíbulaRandomized trial on extra articular distal tibial fractures treated with intramedullary nail associated or not with simultaneous fibula fixationBone platesComparative studyEnsaio clínico controlado aleatórioEstudo comparativoFibula fracturesFixação intramedular de fraturasFracture fixation intramedullaryFraturas da fíbulaFraturas da tíbiaPlacas ósseasRandomized controlled trialTibial fracturesINTRODUÇÃO: A fratura diafisária da tíbia é a mais frequente entre os ossos longos. O tratamento padrão é a osteossíntese com haste intramedular bloqueada. As fraturas do terço distal da tíbia apresentam uma maior taxa de consolidação viciosa quando tratadas com haste intramedular bloqueada pela ausência de contato do implante com a cortical interna da tíbia. Para obter um melhor alinhamento, a fixação simultânea da fíbula pode ser realizada, porém com resultados divergentes na literatura. O objetivo do estudo foi comparar os resultados radiográficos, clínicos e as complicações da fixação simultânea ou não da fíbula nas fraturas distais da tíbia tratadas com haste intramedular bloqueada. MÉTODOS: O estudo realizado foi prospectivo e randomizado, sendo alocados 92: 46 tiveram a fratura da fíbula fixadas (grupo HIMBF) e 46 sem a fixação da mesma (grupo HIMB). Os desfechos radiográficos foram avaliados com 6 semanas, 3, 6 e 12 meses e incluíram o alinhamento da tíbia em AP e perfil, avaliação da consolidação pelo escore de RUST modificado, a avaliação tomográfica da torção tibial. Os resultados clínicos foram avaliados com 6 semanas, 6 e 12 meses, e incluíram o escore de Lysholm e AOFAS. As complicações avaliadas foram a taxa de infecção e reoperação após 12 meses. RESULTADOS: Ao final do estudo, foram incluídos 43 pacientes no grupo HIMB e 34 no grupo HIMBF. A taxa de não união foi de 4,7% no grupo HIMB e de 5,2% no grupo HIMBF (p=0,951). Na avaliação do escore de RUST modificado, também não houve diferença nos diferentes tempos avaliados (p>0,999). Quanto ao alinhamento final, a taxa de consolidação viciosa foi semelhante entre os grupos, sendo de 18,1% no grupo HIMB e de 11,8% no grupo HIMBF (p=0,358). Ao se analisar os desvios nos planos separadamente, o alinhamento no perfil e a torção tibial foram semelhantes entre os grupos (p=0,504 e p=0,124). No plano coronal, houve uma diferença de 1,5 grau entre os grupos (p=0,015), sendo que o grupo HIMBF apresentou maior desvio em varo, enquanto no grupo HIMB, este desvio foi em valgo. A taxa de perda secundária de redução foi semelhante entre os grupos (p=0,580). Quando a avaliação funcional, o escore de Lysholm foi semelhante entre os grupos, sendo ao final de 12 meses, de 81,3 ± 15,3 para o grupo HIMB e de 83,9 ± 13,9 para o grupo HIMBF (p=0,689). O escore AOFAS também foi semelhante entre os grupos, sendo na avaliação final de 12 meses de 86,2 ±15,8 para o grupo HIMB e de 90,5 ± 8,1 para o grupo HIMBF (p=0,067). A taxa de infeção e reoperação foi semelhante entre os grupos (p=0,367 e p=0,324). CONCLUSÕES: A fixação simultânea da fíbula não interferiu nos resultados radiográficos, clínicos e na taxa de complicações das fraturas do terço distal da tíbia tratadas com haste intramedular bloqueadaINTRODUCTION: Tibial shaft fracture is the most common long bone fracture. Intramedullary nail is the gold standard treatment. Distal tibial fractures have a higher rate of mal union when treated with intramedullary nail due to the lack of contact between the nail and the internal cortex of the tibia. To obtain a better alignment, fixation of the fibula can be done, with very different results in the literature. The objective of this trial was to compare radiographic, functional and complication rates of distal tibial fractures fixated with intramedullary nail with associated fibula fixation or not. METHODS: A randomized trial was performed, with 92 patients included, 46 had the fibula fracture fixated (HIMBF group) and 46 without this fixation (HIMB group). Radiographic results were evaluated in 6 weeks, 3, 6 and 12 months and included coronal and sagittal tibial alignment, union rate using the modified RUST score and tomographic tibial torsion measurement. Functional outcomes were evaluated in 6 weeks, 6 and 12 months, and included the application of the Lysholm and AOFAS scores. The complications evaluated were the infection rate and the reoperation rate after 12 months. RESULTS: At the end of the study, were included 43 patients in the HIMB group and 34 in the HIMBF group. The non unio rate was 4,7% in the HIMB group and 5,2% in the HIMBF group (p=0,951). The Modified RUST score was similar between the groups in the different times of evaluation (p>0,999). The mal union rate was 18,1% in the HIMB group and 11,8% in the HIMBF group (p=0,358). In a separated analysis of the different plans, in the sagittal and axial plans (tibial torsion) there were no differences between the groups (p=0,504 and p=0,124 respectively). In the coronal plan, there were a difference of 1,5 degrees between the groups (p=0,015), observing more varus deformity in the HIMBF group and more valgus deformity in the HIMB group. The secondary loss of reduction was similar between the groups (p=0,580). Evaluating the clinical outcomes, the Lysholm score was similar between the groups, after 12 months, the average value was 81,3 ± 15,3 for the HIMB group and of 83,9 ± 13,9 for the HIMBF group (p=0,689). The AOFAS score was similar between the groups, after 12 months, the average value was 86,2 ± 15,8 for the HIMB group and of 90,5 ± 8,1 for the HIMBF group (p=0,067). The infection rate and reoperation rate were similar between the groups (p=0,367 and p=0,342 respectively). CONCLUSION: The simultaneously distal fibula fixation doesnt interfere in the radiographic and clinical results and in the complication rates in the extra articular distal tibial fractures treated with intramedullary nailBiblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPKojima, Kodi EdsonLeonhardt, Marcos de Camargo2024-10-30info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5140/tde-08052025-160649/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-05-09T15:53:01Zoai:teses.usp.br:tde-08052025-160649Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-05-09T15:53:01Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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