Uso da ventriculografia radioisotópica na detecção da cardiotoxicidade induzida por trastuzumabe: análise das funções sistólica e diastólica e da sincronia mecânica de câmaras cardíacas

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Alves, Wilson Eduardo Furlan Matos
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5151/tde-04122024-172844/
Resumo: A cardiotoxicidade induzida por trastuzumabe (CIT) é definida pela queda no valor da fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE), o que determina a interrupção do tratamento. Baseados em dados de imagem, atualmente, diferentes critérios para o valor de referência da queda da FEVE são propostos em ensaios clínicos e adotados na rotina clínica. Além disso, alguns autores têm discutido se esses critérios (baseados apenas em parâmetros de imagem) devem ser obrigatórios para interrupção do tratamento, considerando que muitos pacientes não irão desenvolver insuficiência cardíaca e haverá redução da eficácia do tratamento oncológico por esta interrupção. Assim, há uma busca crescente por fatores preditivos para definir quais pacientes poderiam ser beneficiadas com medidas preventivas, como medicamentos cardioprotetores ou monitoramento mais frequente. Neste contexto, este estudo tem o objetivo de caracterizar a ocorrência da CIT em uma amostra da população brasileira câncer de mama tratada com trastuzumabe que utilizou ventriculografia radioisotópica (VR) como método de avaliação da queda da FEVE e determinar fatores preditivos para essa ocorrência através da análise de dados clínicos e de parâmetros de imagem. Foram avaliadas 131 pacientes com câncer de mama com HER2 positivo tratadas com trastuzumabe que realizaram pelo menos duas VR sendo necessariamente uma delas antes do início do tratamento. Foram obtidos, automaticamente, parâmetros de imagem da VE para avaliação das funções sistólica e diastólica e das sincronias intraventricular esquerda e interventricular. Três critérios distintos de CIT pela queda da FEVE foram analisados quanto sua ocorrência dentro do contexto da rotina clínica e qual sua correlação com cardiotoxicidade sintomática definida pela presença de sintomas de insuficiência cardíaca com classe funcional 2, 3 ou 4 segundo New York Heart Association. Cerca de 34% das pacientes analisadas tiveram seu tratamento com trastuzumabe interrompido por dois critérios diferentes de definição de cardiotoxicidade em relação a valores de queda da FEVE. Não houve correlação estatisticamente significativa entre cardiotoxicidade sintomática e os diferentes critérios de cardiotoxicidade avaliados. Apenas 10% dos pacientes apresentaram cardiotoxicidade sintomática. Dois modelos de predição foram propostos considerando as variáveis preditoras de cardiotoxicidade sintomática identificadas na amostra: doses elevadas de antraciclina, disfunção diastólica basal (DDB) e valor de corte entre a variação da FEVE entre o exame basal e o primeiro após o início do tratamento com trastuzumabe (FEVE). Quanto o valor de corte da queda da FEVE foi queda 7%, acurácia do modelo para predizer cardiotoxicidade sintomática foi 76,3%(p=0,006). Se a especificidade fosse privilegiada, o valor de corte da queda da FEVE seria 15%, e o novo modelo de predição para cardiotoxicidade sintomática teria acurácia de 78,2% (p = 0,001). O estudo demonstrou que, nessa amostra da população brasileira, não houve um critério bem definido para determinar a ocorrência da CIT avaliada pela VR ao longo do período avaliado. Considerando que não houve correlação estatística entre os critérios de disfunção sistólica avaliados pelo estudo e a ocorrência de cardiotoxicidade sintomática, este estudo propõe que pacientes previamente tratadas com altas doses de antraciclina que tenham disfunção diastólica basal e que apresentem grande variação nos valores da FEVE entre os dois primeiros exames de monitoramento cardíaco sejam avaliadas quanto a necessidade de adoção de medidas de prevenção da CIT sintomática, evitando a interrupção do tratamento com trastuzumabe em um número de pacientes além do necessário
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Além disso, alguns autores têm discutido se esses critérios (baseados apenas em parâmetros de imagem) devem ser obrigatórios para interrupção do tratamento, considerando que muitos pacientes não irão desenvolver insuficiência cardíaca e haverá redução da eficácia do tratamento oncológico por esta interrupção. Assim, há uma busca crescente por fatores preditivos para definir quais pacientes poderiam ser beneficiadas com medidas preventivas, como medicamentos cardioprotetores ou monitoramento mais frequente. Neste contexto, este estudo tem o objetivo de caracterizar a ocorrência da CIT em uma amostra da população brasileira câncer de mama tratada com trastuzumabe que utilizou ventriculografia radioisotópica (VR) como método de avaliação da queda da FEVE e determinar fatores preditivos para essa ocorrência através da análise de dados clínicos e de parâmetros de imagem. Foram avaliadas 131 pacientes com câncer de mama com HER2 positivo tratadas com trastuzumabe que realizaram pelo menos duas VR sendo necessariamente uma delas antes do início do tratamento. Foram obtidos, automaticamente, parâmetros de imagem da VE para avaliação das funções sistólica e diastólica e das sincronias intraventricular esquerda e interventricular. Três critérios distintos de CIT pela queda da FEVE foram analisados quanto sua ocorrência dentro do contexto da rotina clínica e qual sua correlação com cardiotoxicidade sintomática definida pela presença de sintomas de insuficiência cardíaca com classe funcional 2, 3 ou 4 segundo New York Heart Association. Cerca de 34% das pacientes analisadas tiveram seu tratamento com trastuzumabe interrompido por dois critérios diferentes de definição de cardiotoxicidade em relação a valores de queda da FEVE. Não houve correlação estatisticamente significativa entre cardiotoxicidade sintomática e os diferentes critérios de cardiotoxicidade avaliados. Apenas 10% dos pacientes apresentaram cardiotoxicidade sintomática. Dois modelos de predição foram propostos considerando as variáveis preditoras de cardiotoxicidade sintomática identificadas na amostra: doses elevadas de antraciclina, disfunção diastólica basal (DDB) e valor de corte entre a variação da FEVE entre o exame basal e o primeiro após o início do tratamento com trastuzumabe (FEVE). Quanto o valor de corte da queda da FEVE foi queda 7%, acurácia do modelo para predizer cardiotoxicidade sintomática foi 76,3%(p=0,006). Se a especificidade fosse privilegiada, o valor de corte da queda da FEVE seria 15%, e o novo modelo de predição para cardiotoxicidade sintomática teria acurácia de 78,2% (p = 0,001). O estudo demonstrou que, nessa amostra da população brasileira, não houve um critério bem definido para determinar a ocorrência da CIT avaliada pela VR ao longo do período avaliado. Considerando que não houve correlação estatística entre os critérios de disfunção sistólica avaliados pelo estudo e a ocorrência de cardiotoxicidade sintomática, este estudo propõe que pacientes previamente tratadas com altas doses de antraciclina que tenham disfunção diastólica basal e que apresentem grande variação nos valores da FEVE entre os dois primeiros exames de monitoramento cardíaco sejam avaliadas quanto a necessidade de adoção de medidas de prevenção da CIT sintomática, evitando a interrupção do tratamento com trastuzumabe em um número de pacientes além do necessárioThe trastuzumab-induced cardiotoxicity (TIC) is characterized by a reduction in left ventricular ejection fraction (LVEF), which can lead to treatment discontinuation. Based on imaging data, various criteria for defining LVEF decline have been proposed in clinical trials and are currently adopted in routine practice. Moreover, some researchers have questioned whether these criteria, which rely solely on imaging parameters, should be mandatory for treatment discontinuation, given that many patients do not develop heart failure, and interrupting treatment may reduce the efficacy of cancer therapy. Consequently, there is an increasing interest in identifying predictive factors to determine which patients could benefit from preventive strategies, such as cardioprotective medications or more frequent monitoring. In this context, the present study aims to characterize the occurrence of TIC in a cohort of Brazilian patients with breast cancer treated with trastuzumab, utilizing Equilibrium radionuclide angiocardiography (ERNA) to assess LVEF decline and to identify predictive factors for TIC based on clinical data and imaging parameters. We evaluated 131 patients with HER2-positive breast cancer treated with trastuzumab, all of whom underwent at least two RV assessments, one of which was conducted before the initiation of therapy. Left ventricular (LV) imaging parameters were automatically obtained to evaluate systolic and diastolic functions and intraventricular and interventricular synchrony. Three distinct criteria for defining TIC, based on LVEF decline, were analyzed in terms of their occurrence in clinical practice and their correlation with symptomatic cardiotoxicity, characterized by the presence of heart failure symptoms classified as functional class II, III, or IV according to the New York Heart Association. Approximately 34% of the patients had their trastuzumab treatment discontinued based on two different LVEF drop criteria used to define cardiotoxicity. However, no statistically significant correlation was observed between symptomatic cardiotoxicity and the evaluated criteria for LVEF decline. Only 10% of the patients developed symptomatic cardiotoxicity. Two predictive models were proposed, based on the identified predictors of symptomatic cardiotoxicity in the sample: high doses of anthracyclines, baseline diastolic dysfunction (BDD), and the cutoff value for the variation in LVEF between baseline and the first post-treatment evaluation (LVEF). When the cutoff value for LVEF decline was set at 7%, the model\'s accuracy in predicting symptomatic cardiotoxicity was 76.3% (p = 0.006). If specificity were prioritized, a LVEF decline of 15% would increase the model\'s accuracy to 78.2% (p = 0.001). This study demonstrated that, within this sample of the Brazilian population, no well-defined criterion for assessing TIC based on ERNA was consistently applied throughout the evaluation period. Given the lack of a statistically significant correlation between the criteria for systolic dysfunction and the occurrence of symptomatic cardiotoxicity, the study suggests that patients previously treated with high doses of anthracyclines, who have baseline diastolic dysfunction and exhibit a significant variation in LVEF between the first two cardiac monitoring assessments, should be considered for preventive measures against symptomatic TIC. This approach may prevent unnecessary discontinuation of trastuzumab in a larger-thannecessary number of patientsBiblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPSoares Junior, JoseAlves, Wilson Eduardo Furlan Matos2024-08-15info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5151/tde-04122024-172844/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2024-12-19T16:01:02Zoai:teses.usp.br:tde-04122024-172844Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212024-12-19T16:01:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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