Avaliação ecocardiográfica seriada do trabalho miocárdico em gestantes hipertensas
| Ano de defesa: | 2025 |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5131/tde-11082025-152304/ |
Resumo: | Introdução: As síndromes hipertensivas da gravidez são uma das principais causas de morbimortalidade materna e perinatal, promovendo dano miocárdico desde estágios iniciais e destacando-se como preditores de risco cardiovascular em longo prazo. Métodos ecocardiográficos mais precisos são essenciais para detectar complicações ainda em fases subclínicas, prevenindo doenças cardiovasculares. O trabalho miocárdico (MW), é um novo parâmetro ecocardiográfico que supera a fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) e o strain global longitudinal (SGL), por incorporar a influência da pós-carga em sua análise. Objetivos: Avaliar as mudanças das variáveis do MW e de outros parâmetros ecocardiográficos ao longo da gestação de mulheres hipertensas crônicas, comparando com o grupo controle (GC). Métodos: Estudo prospectivo observacional, que incluiu gestantes no primeiro trimestre (1T) com hipertensão arterial crônica (HAC). Como critérios de exclusão destacam-se janela ecocardiográfica limitada, cardiopatia com repercussão, diabetes mellitus, menores de 18 anos e portadoras de doenças sistêmicas crônicas. O diagnóstico de HAC foi definido pela presença de hipertensão arterial prévia à gestação ou identificada antes da 20ª semana. Ecocardiogramas transtorácicos seriados com avaliações morfológica e funcional completas foram realizados no 1T e no terceiro trimestre (3T). Os índices de deformação miocárdica e de MW foram calculados usando o sistema EchoPACv.204. Resultados: Foram incluídas 39 gestantes com HAC (mediana: 31 anos) e 37 controles saudáveis (mediana: 28 anos; p<0,05). A FEVE permaneceu estável em ambos os grupos do 1T ao 3T, mas foi menor no 3T nas hipertensas em comparação ao GC (65,4 ± 5% vs 67,3 ± 3,4%; p<0,001). O SGL foi consistentemente mais baixo nas hipertensas, tanto no 1T (-18,6% ± 1,9 vs -20,0% ± 1,8; p<0,001) quanto no 3T (-17,7% ± 1,8 vs -19,3% ± 1,6; p<0,0001), refletindo função sistólica reduzida com queda mais acentuada no 3T. Os índices de MW apresentaram diferenças significativas entre os grupos. O índice de trabalho global (GWI) foi mais elevado nas gestantes com HAC tanto no 1T (2.066mmHg% vs 1.698mmHg%; p<0,01) quanto no 3T (1.878 mmHg% vs 1.626mmHg%; p<0,05), com redução progressiva ao longo da gestação (p=0,025). O trabalho construtivo global (GCW) também foi maior no grupo hipertenso, tanto no 1T (2.190mmHg% vs 1853mmHg%; p<0,001) quanto no 3T (2.038mmHg% vs 1.810mmHg%; p<0,05) em comparação ao GC. O trabalho desperdiçado global (GWW) foi significativamente maior no grupo hipertenso em ambos os trimestres: 1T (85mmHg% vs 61mmHg%; p<0,001), 3T (95mmHg% vs 69mmHg%; p<0,01). A eficiência do trabalho global (GWE) foi menor no grupo hipertenso no 1T (95% vs. 96%; p<0,05) e houve uma redução significativa no GC entre o 1T e o 3T (p=0,049). Conclusão: Apesar da FEVE manter-se preservada, gestantes com HAC apresentaram função sistólica comprometida ao longo da gestação, refletida por uma redução mais acentuada no SGL e por índices alterados de MW. Esses achados reforçam a importância do MW como um parâmetro mais sensível para detectar disfunção cardíaca subclínica nesse grupo, refletindo a influência da pós carga e do aumento da volemia. Esses resultados ressaltam a necessidade de monitoramento cardiovascular rigoroso em gestantes hipertensas para prevenção de complicações futuras |
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Avaliação ecocardiográfica seriada do trabalho miocárdico em gestantes hipertensasSerial echocardiographic assessment of myocardial work in hypertensive pregnant womenCardiovascular complications in pregnancyComplicações cardiovasculares na gravidezDeformação longitudinal globalEchocardiographyEcocardiografiaGlobal longitudinal strainGravidezHipertensão arterialHypertensionMyocardial workPregnancyTrabalho miocárdicoIntrodução: As síndromes hipertensivas da gravidez são uma das principais causas de morbimortalidade materna e perinatal, promovendo dano miocárdico desde estágios iniciais e destacando-se como preditores de risco cardiovascular em longo prazo. Métodos ecocardiográficos mais precisos são essenciais para detectar complicações ainda em fases subclínicas, prevenindo doenças cardiovasculares. O trabalho miocárdico (MW), é um novo parâmetro ecocardiográfico que supera a fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) e o strain global longitudinal (SGL), por incorporar a influência da pós-carga em sua análise. Objetivos: Avaliar as mudanças das variáveis do MW e de outros parâmetros ecocardiográficos ao longo da gestação de mulheres hipertensas crônicas, comparando com o grupo controle (GC). Métodos: Estudo prospectivo observacional, que incluiu gestantes no primeiro trimestre (1T) com hipertensão arterial crônica (HAC). Como critérios de exclusão destacam-se janela ecocardiográfica limitada, cardiopatia com repercussão, diabetes mellitus, menores de 18 anos e portadoras de doenças sistêmicas crônicas. O diagnóstico de HAC foi definido pela presença de hipertensão arterial prévia à gestação ou identificada antes da 20ª semana. Ecocardiogramas transtorácicos seriados com avaliações morfológica e funcional completas foram realizados no 1T e no terceiro trimestre (3T). Os índices de deformação miocárdica e de MW foram calculados usando o sistema EchoPACv.204. Resultados: Foram incluídas 39 gestantes com HAC (mediana: 31 anos) e 37 controles saudáveis (mediana: 28 anos; p<0,05). A FEVE permaneceu estável em ambos os grupos do 1T ao 3T, mas foi menor no 3T nas hipertensas em comparação ao GC (65,4 ± 5% vs 67,3 ± 3,4%; p<0,001). O SGL foi consistentemente mais baixo nas hipertensas, tanto no 1T (-18,6% ± 1,9 vs -20,0% ± 1,8; p<0,001) quanto no 3T (-17,7% ± 1,8 vs -19,3% ± 1,6; p<0,0001), refletindo função sistólica reduzida com queda mais acentuada no 3T. Os índices de MW apresentaram diferenças significativas entre os grupos. O índice de trabalho global (GWI) foi mais elevado nas gestantes com HAC tanto no 1T (2.066mmHg% vs 1.698mmHg%; p<0,01) quanto no 3T (1.878 mmHg% vs 1.626mmHg%; p<0,05), com redução progressiva ao longo da gestação (p=0,025). O trabalho construtivo global (GCW) também foi maior no grupo hipertenso, tanto no 1T (2.190mmHg% vs 1853mmHg%; p<0,001) quanto no 3T (2.038mmHg% vs 1.810mmHg%; p<0,05) em comparação ao GC. O trabalho desperdiçado global (GWW) foi significativamente maior no grupo hipertenso em ambos os trimestres: 1T (85mmHg% vs 61mmHg%; p<0,001), 3T (95mmHg% vs 69mmHg%; p<0,01). A eficiência do trabalho global (GWE) foi menor no grupo hipertenso no 1T (95% vs. 96%; p<0,05) e houve uma redução significativa no GC entre o 1T e o 3T (p=0,049). Conclusão: Apesar da FEVE manter-se preservada, gestantes com HAC apresentaram função sistólica comprometida ao longo da gestação, refletida por uma redução mais acentuada no SGL e por índices alterados de MW. Esses achados reforçam a importância do MW como um parâmetro mais sensível para detectar disfunção cardíaca subclínica nesse grupo, refletindo a influência da pós carga e do aumento da volemia. Esses resultados ressaltam a necessidade de monitoramento cardiovascular rigoroso em gestantes hipertensas para prevenção de complicações futurasIntroduction: Hypertensive disorders of pregnancy are significant contributors to maternal and perinatal morbidity and mortality, inducing myocardial damage from early stages and serving as predictors of long-term cardiovascular risk. More precise echocardiographic methods are essential for detecting complications at subclinical stages, thereby aiding in the prevention of cardiovascular diseases. Myocardial work (MW) is a novel echocardiographic parameter that surpasses left ventricular ejection fraction (LVEF) and global longitudinal strain (GLS) by incorporating the influence of afterload into its analysis. Objective: To evaluate changes in MW variables and other echocardiographic parameters throughout pregnancy in women with chronic hypertension (CH), comparing them with a control group (CG). Methods: Prospective observational study including pregnant women in the first trimester (1T) with CH. Exclusion criteria included limited echocardiographic window, significant heart disease, diabetes mellitus, individuals under 18 years, and those with chronic systemic diseases. The diagnosis of CH was defined by hypertension prior to pregnancy or identified before the 20th week. Transthoracic echocardiograms with complete morphological and functional assessments were performed in the 1T and third trimester (3T). Myocardial deformation and MW indices were calculated using the EchoPAC v.204system. Results: A total of 39 pregnant women with CH (median age: 31 years) and 37 healthy controls (median age: 28 years; p<0.05) were included. LVEF remained stable in both groups from the 1T to the 3T but was lower in the 3T for hypertensive women compared to the CG (65.4 ± 5% vs 67.3 ± 3.4%; p<0.001). GLS was consistently lower in hypertensive women in the 1T (-18.6% ± 1.9 vs -20.0% ± 1.8; p<0.001) and in the 3T (-17.7% ± 1.8 vs -19.3% ± 1.6; p<0.0001), reflecting reduced systolic function with a more pronounced decline in the 3T. MW indices showed significant differences between groups. The global work index (GWI) was higher in pregnant women with CH in both the 1T (2,066 mmHg% vs 1,698 mmHg%; p<0.01) and in the 3T (1,878 mmHg% vs 1,626 mmHg%; p<0.05), with progressive reduction throughout pregnancy (p=0.025). The global constructive work (GCW) was also greater in the hypertensive group in the 1T (2,190 mmHg% vs 1,853 mmHg%; p<0.001) and in the 3T (2,038 mmHg% vs 1,810 mmHg%; p<0.05) compared to the CG. The global wasted work (GWW) was significantly higher in the hypertensive group in both trimesters: 1T (85 mmHg% vs 61 mmHg%; p<0.001), 3T (95 mmHg% vs 69 mmHg%; p<0.01). The global work efficiency (GWE) was lower in the hypertensive group in the 1T (95% vs. 96%; p<0.05), with a significant reduction in the CG between the 1T and the 3T (p=0.049). Conclusion: Despite the LVEF remaining stable, pregnant women with CH exhibited compromised systolic function throughout gestation, as reflected by a more pronounced reduction in GLS and altered MW indices. These findings reinforce the importance of MW as a more sensitive parameter for detecting subclinical cardiac dysfunction in this group, reflecting the influence of afterload and increased blood volume. These results highlight the need for rigorous cardiovascular monitoring in hypertensive pregnant women to prevent future complicationsBiblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPMelo, Marcelo Dantas Tavares deSalemi, Vera Maria CuryMontenegro, Carolina Moreira2025-01-16info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5131/tde-11082025-152304/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-08-12T19:28:02Zoai:teses.usp.br:tde-11082025-152304Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-08-12T19:28:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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