Caracterização dos eventos trombóticos em pacientes com neoplasias mieloproliferativas BCR::ABL1 negativas: epidemiologia e fatores de risco
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17155/tde-13012026-153637/ |
Resumo: | Introdução: As neoplasias mieloproliferativas (NMPs) constituem um grupo heterogêneo de doenças clonais, caracterizadas por proliferação desordenada de células hematopoéticas diferenciadas. Mutações encontradas nos genes JAK2, CALR e MPL desempenham um papel fundamental na patogênese da mieloproliferação e suas consequências. Características clínicas, como a significativa predisposição a tromboses, ressaltam a importância de um acompanhamento clínico rigoroso, visto que os eventos trombóticos, arteriais e venosos, representam as principais causas de morbimortalidade. São raros os estudos sobre a epidemiologia de pacientes com NMPs no Brasil, destacando-se a necessidade premente de avanços na caracterização e compreensão dos mecanismos vasculares, celulares e moleculares envolvidos na patogênese das tromboses. Métodos: O estudo, observacional e retrospectivo, foi conduzido em um único centro de referência no tratamento de pacientes com NMPs. Foram analisados dados sociodemograficos, clínicos e laboratoriais de 231 pacientes com diagnósticos de policitemia vera (PV), trombocitemia essencial (TE) e mielofibrose primária (MFP). O objetivo do estudo foi caracterizar a natureza dos eventos trombóticos, determinar os territórios venosos mais acometidos por tromboses, identificar os fatores de risco cardiovasculares e as mutações iniciadoras mais prevalentes. Resultados: Dos 231 participantes, 79 tinham o diagnóstico de PV, 76 tinham o diagnóstico de TE e 76 o diagnóstico de MFP. Os grupos ficaram distribuídos de forma equitativa e a mediana das idades foi 67 (intervalo de 16 a 92 anos e p=0,0366). Um total de 154 pacientes (58%) eram do sexo feminino e 154 pacientes (68%) eram portadores da mutação JAK2V617F. As tromboses arteriais foram os eventos clínicos mais prevalentes em todos os grupos. O acidente vascular cerebral e o infarto agudo do miocárdio foram os eventos clínicos mais prevalentes antes ou no momento do diagnóstico da NMP; a hipertensão arterial sistêmica e a dislipidemia foram os fatores de risco cardiovasculares mais encontrados. Neste estudo, a mutação JAK2V617F, a mutação CALR e a leucocitose >10x103/mm3 não se correlacionaram com aumento de risco para tromboses. A mutação JAK2V617F se correlacionou com leucocitose >10x103/mm3 (p=0,02) e o risco relativo de tromboses no grupo de MFP pré-fibrótica com mutação JAK2V617F foi 2,1 vezes mais elevado que no grupo de TE. O risco relativo de tromboses em pacientes com MFP pré-fibrótica foi 91 vezes maior que no grupo MFP fibrótica. Conclusões: Os dados sociodemográficos, clínicos e laboratoriais dos participantes desse estudo clínico são concordantes com os dados de literatura. Surpreendentemente, nesta coorte, a mutação JAK2V617F não se correlacionou com tromboses, reforçando a etiologia multifatorial dos eventos trombóticos, que inclui uma combinação de fatores clínicos e moleculares. Destacamos dois achados relevantes e pouco explorados previamente: a elevada prevalência de eventos arteriais, que requer medidas de prevenção primária agressivas, e a necessidade de estratificar o risco trombótico e monitorar fatores de risco cardiovasculares não apenas em pacientes com PV e TE, mas em indivíduos com MFP pré-fibrótica, comumente estratificados com escores de risco de evolução clonal, mas não de risco trombótico. |
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Caracterização dos eventos trombóticos em pacientes com neoplasias mieloproliferativas BCR::ABL1 negativas: epidemiologia e fatores de riscoCharacterization of thrombotic events in patients with BCR::ABL1 negative myeloproliferative neoplasms: epidemiology and risk factorsJAK2 mutationMutação JAK2V617FMyeloproliferative neoplasmNeoplasia mieloproliferativaThrombosisTrombosesIntrodução: As neoplasias mieloproliferativas (NMPs) constituem um grupo heterogêneo de doenças clonais, caracterizadas por proliferação desordenada de células hematopoéticas diferenciadas. Mutações encontradas nos genes JAK2, CALR e MPL desempenham um papel fundamental na patogênese da mieloproliferação e suas consequências. Características clínicas, como a significativa predisposição a tromboses, ressaltam a importância de um acompanhamento clínico rigoroso, visto que os eventos trombóticos, arteriais e venosos, representam as principais causas de morbimortalidade. São raros os estudos sobre a epidemiologia de pacientes com NMPs no Brasil, destacando-se a necessidade premente de avanços na caracterização e compreensão dos mecanismos vasculares, celulares e moleculares envolvidos na patogênese das tromboses. Métodos: O estudo, observacional e retrospectivo, foi conduzido em um único centro de referência no tratamento de pacientes com NMPs. Foram analisados dados sociodemograficos, clínicos e laboratoriais de 231 pacientes com diagnósticos de policitemia vera (PV), trombocitemia essencial (TE) e mielofibrose primária (MFP). O objetivo do estudo foi caracterizar a natureza dos eventos trombóticos, determinar os territórios venosos mais acometidos por tromboses, identificar os fatores de risco cardiovasculares e as mutações iniciadoras mais prevalentes. Resultados: Dos 231 participantes, 79 tinham o diagnóstico de PV, 76 tinham o diagnóstico de TE e 76 o diagnóstico de MFP. Os grupos ficaram distribuídos de forma equitativa e a mediana das idades foi 67 (intervalo de 16 a 92 anos e p=0,0366). Um total de 154 pacientes (58%) eram do sexo feminino e 154 pacientes (68%) eram portadores da mutação JAK2V617F. As tromboses arteriais foram os eventos clínicos mais prevalentes em todos os grupos. O acidente vascular cerebral e o infarto agudo do miocárdio foram os eventos clínicos mais prevalentes antes ou no momento do diagnóstico da NMP; a hipertensão arterial sistêmica e a dislipidemia foram os fatores de risco cardiovasculares mais encontrados. Neste estudo, a mutação JAK2V617F, a mutação CALR e a leucocitose >10x103/mm3 não se correlacionaram com aumento de risco para tromboses. A mutação JAK2V617F se correlacionou com leucocitose >10x103/mm3 (p=0,02) e o risco relativo de tromboses no grupo de MFP pré-fibrótica com mutação JAK2V617F foi 2,1 vezes mais elevado que no grupo de TE. O risco relativo de tromboses em pacientes com MFP pré-fibrótica foi 91 vezes maior que no grupo MFP fibrótica. Conclusões: Os dados sociodemográficos, clínicos e laboratoriais dos participantes desse estudo clínico são concordantes com os dados de literatura. Surpreendentemente, nesta coorte, a mutação JAK2V617F não se correlacionou com tromboses, reforçando a etiologia multifatorial dos eventos trombóticos, que inclui uma combinação de fatores clínicos e moleculares. Destacamos dois achados relevantes e pouco explorados previamente: a elevada prevalência de eventos arteriais, que requer medidas de prevenção primária agressivas, e a necessidade de estratificar o risco trombótico e monitorar fatores de risco cardiovasculares não apenas em pacientes com PV e TE, mas em indivíduos com MFP pré-fibrótica, comumente estratificados com escores de risco de evolução clonal, mas não de risco trombótico.Introduction: Myeloproliferative neoplasms (MPNs) constitute a heterogeneous group of clonal diseases characterized by the disordered proliferation of differentiated hematopoietic cells. Mutations found in JAK2, CALR, and MPL genes play a fundamental role in the pathogenesis of myeloproliferation and its consequences. Clinical features, such as a significant predisposition to thrombosis, highlight the importance of strict clinical monitoring, as arterial and venous thrombotic events represent the main causes of morbidity and mortality. Studies on the epidemiology of patients with MPNs in Brazil are rare, underscoring the urgent need for advances in characterizing and understanding the vascular, cellular, and molecular mechanisms involved in thrombosis pathogenesis. Methods: The study, observational and retrospective, was conducted at a single reference center for the treatment of patients with MPNs. Sociodemographic, clinical, and laboratory data were analyzed from 231 patients diagnosed with polycythemia vera (PV), essential thrombocythemia (ET), and primary myelofibrosis (PMF). The study aimed to characterize the nature of thrombotic events, determine the most commonly affected venous territories, and identify the most prevalent cardiovascular risk factors and clonal mutations. Results: Of the 231 participants, 79 were diagnosed with PV, 76 with ET, and 76 with PMF. The groups were evenly distributed, and the median age was 67 (range 16 to 92 years; p=0.0366). A total of 154 patients (58%) were female, and 154 patients (68%) carried the JAK2V617F mutation. Arterial thromboses were the most prevalent clinical events across all groups. Stroke and acute myocardial infarction were the most frequent clinical events occurring before or at the time of MPN diagnosis; systemic arterial hypertension and dyslipidemia were the most common cardiovascular risk factors. In this study, the JAK2V617F mutation, CALR mutation, and leukocytosis >10×10³/mm³ were not associated with increased thrombotic risk. However, JAK2V617F mutation correlated with leukocytosis >10×10³/mm³ (p=0.02), and the relative risk of thrombosis in the prefibrotic PMF group with JAK2V617F mutation was 2.1 times higher than in the ET group. The relative risk of thrombosis in patients with prefibrotic PMF was 91 times higher than in the fibrotic PMF group. Conclusions: Sociodemographic, clinical, and laboratory data of the participants in this clinical study are consistent with the literature. Surprisingly, in this cohort, the JAK2V617F mutation was not associated with thrombosis, reinforcing the multifactorial etiology of thrombotic events, which involves a combination of clinical and molecular factors. Two notable and previously underexplored findings stand out: the high prevalence of arterial events, which calls for aggressive primary prevention measures, and the need to stratify thrombotic risk and monitor cardiovascular risk factors not only in PV and ET patients but also in individuals with prefibrotic PMF, who are commonly stratified using clonal evolution risk scores but not thrombotic risk scores.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPPontes, Lorena Lôbo de FigueiredoSilva, João Paulo Lettieri da2025-09-17info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17155/tde-13012026-153637/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2026-02-26T19:12:02Zoai:teses.usp.br:tde-13012026-153637Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-02-26T19:12:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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