O papel das isoformas de HJURP (Holliday Junction Recognition Protein) em células de glioma
| Ano de defesa: | 2025 |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17135/tde-03092025-151744/ |
Resumo: | A HJURP é responsável pela deposição de CENP-A nos centrômeros, garantindo a estabilidade genômica e a segregação cromossômica. Adicionalmente, HJURP promove o relaxamento da cromatina nas regiões de quebras de DNA, facilitando o reparo das lesões. HJURP foi amplamente relacionada à progressão de diversos tipos de tumores, incluindo gliomas. No entanto, todas as funções descritas foram baseadas na isoforma HJURP-A, codificada pelo transcrito HJURP-1. Porém, existem sequências de cDNA depositadas no GenBank que indicam a existência de HJURP-2 e HJURP-3, que codificam HJURP-B e HJURP-C, respectivamente. Essas isoformas preservam os domínios funcionais descritos para HJURP-A, mas com exclusão de trechos contendo sítios de fosforilação potencialmente associados à resposta ao dano no DNA. Assim, neste trabalho investigamos as especificidades funcionais e o envolvimento das isoformas nas competências das células tumorais. Inicialmente, validamos a expressão dessas variantes de HJURP nas linhagens de glioma e verificamos que há um switch de expressão entre os diferentes transcritos de HJURP durante a progressão dos gliomas e outros tumores. HJURP-3 foi o transcrito predominante em tecidos normais, enquanto que HJURP-1 foi o mais abundante nas amostras tumorais. Observamos também que a expressão diferencial das isoformas de HJURP na progressão tumoral impacta significativamente o prognóstico dos pacientes. A expressão elevada de HJURP-3 está associada a melhores prognósticos em pacientes com gliomas, em contraste com HJURP-1, cuja expressão elevada está correlacionada a piores prognósticos. Esse resultado sugere que a quantificação dos transcritos de HJURP pode se tornar uma ferramenta valiosa para a determinação do prognóstico de pacientes com gliomas, e, possivelmente, de outros tipos de tumores. Prosseguimos com estudos funcionais de superexpressão das isoformas de HJURP em células de glioma e observamos que HJURP-B e HJURP-C promovem crescimento celular in vitro e migração, assim como já havia sido demonstrado para HJURP-A. Investigamos ainda o possível envolvimento dessas isoformas em vias de reparo de DNA. HJURP-B e HJURP-C mostraram atividade na via HR, pois ambas as isoformas contribuíram para o recrutamento de RAD51 às áreas de lesão e promoveram resistência ao TMZ. No entanto, observamos divergências entre as funções de HJURP-A e HJURP-C, quanto à capacidade de reparo de DSBs pela via NHEJ e à promoção de radiorresistência. Embora HJURP-A apresente estas competências, HJURP-C não participou da resolução de focos de 53BP1 induzidos por radiação, não promoveu radiorresistência e não apresentou relação com a resposta dos pacientes à radioterapia. Interessantemente, HJURP-C é a única das isoformas que não possui o sítio de fosforilação para CDK5, sugerindo uma importância funcional deste sítio para a atividade da HJURP no reparo de DSB pela via NHEJ. Portanto, este estudo foi pioneiro na identificação de HJURP-1 como sendo o transcrito do locus predominante na progressão do câncer, o que está de acordo com a atividade de HJURP-A na facilitação do reparo de DSBs, enquanto a HJURP-C é mais abundante em tecidos não tumorais e não preserva integralmente a função de reparo de DNA. Essas descobertas trazem importantes implicações clínicas, destacando o potencial para o desenvolvimento de terapias direcionadas especificamente ao transcrito HJURP-1. |
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O papel das isoformas de HJURP (Holliday Junction Recognition Protein) em células de gliomaThe role of HJURP (Holliday Junction Recognition Protein) isoforms in glioma cellsSwitch de expressãoDNA repairExpression switchHJURP isoformsIsoformas de HJURPProgressão tumoralRadioresistanceRadiorresistênciaReparo de DNATumor progressionA HJURP é responsável pela deposição de CENP-A nos centrômeros, garantindo a estabilidade genômica e a segregação cromossômica. Adicionalmente, HJURP promove o relaxamento da cromatina nas regiões de quebras de DNA, facilitando o reparo das lesões. HJURP foi amplamente relacionada à progressão de diversos tipos de tumores, incluindo gliomas. No entanto, todas as funções descritas foram baseadas na isoforma HJURP-A, codificada pelo transcrito HJURP-1. Porém, existem sequências de cDNA depositadas no GenBank que indicam a existência de HJURP-2 e HJURP-3, que codificam HJURP-B e HJURP-C, respectivamente. Essas isoformas preservam os domínios funcionais descritos para HJURP-A, mas com exclusão de trechos contendo sítios de fosforilação potencialmente associados à resposta ao dano no DNA. Assim, neste trabalho investigamos as especificidades funcionais e o envolvimento das isoformas nas competências das células tumorais. Inicialmente, validamos a expressão dessas variantes de HJURP nas linhagens de glioma e verificamos que há um switch de expressão entre os diferentes transcritos de HJURP durante a progressão dos gliomas e outros tumores. HJURP-3 foi o transcrito predominante em tecidos normais, enquanto que HJURP-1 foi o mais abundante nas amostras tumorais. Observamos também que a expressão diferencial das isoformas de HJURP na progressão tumoral impacta significativamente o prognóstico dos pacientes. A expressão elevada de HJURP-3 está associada a melhores prognósticos em pacientes com gliomas, em contraste com HJURP-1, cuja expressão elevada está correlacionada a piores prognósticos. Esse resultado sugere que a quantificação dos transcritos de HJURP pode se tornar uma ferramenta valiosa para a determinação do prognóstico de pacientes com gliomas, e, possivelmente, de outros tipos de tumores. Prosseguimos com estudos funcionais de superexpressão das isoformas de HJURP em células de glioma e observamos que HJURP-B e HJURP-C promovem crescimento celular in vitro e migração, assim como já havia sido demonstrado para HJURP-A. Investigamos ainda o possível envolvimento dessas isoformas em vias de reparo de DNA. HJURP-B e HJURP-C mostraram atividade na via HR, pois ambas as isoformas contribuíram para o recrutamento de RAD51 às áreas de lesão e promoveram resistência ao TMZ. No entanto, observamos divergências entre as funções de HJURP-A e HJURP-C, quanto à capacidade de reparo de DSBs pela via NHEJ e à promoção de radiorresistência. Embora HJURP-A apresente estas competências, HJURP-C não participou da resolução de focos de 53BP1 induzidos por radiação, não promoveu radiorresistência e não apresentou relação com a resposta dos pacientes à radioterapia. Interessantemente, HJURP-C é a única das isoformas que não possui o sítio de fosforilação para CDK5, sugerindo uma importância funcional deste sítio para a atividade da HJURP no reparo de DSB pela via NHEJ. Portanto, este estudo foi pioneiro na identificação de HJURP-1 como sendo o transcrito do locus predominante na progressão do câncer, o que está de acordo com a atividade de HJURP-A na facilitação do reparo de DSBs, enquanto a HJURP-C é mais abundante em tecidos não tumorais e não preserva integralmente a função de reparo de DNA. Essas descobertas trazem importantes implicações clínicas, destacando o potencial para o desenvolvimento de terapias direcionadas especificamente ao transcrito HJURP-1.HJURP is responsible for the deposition of CENP-A at centromeres, ensuring genomic stability and chromosome segregation. Additionally, HJURP promotes chromatin relaxation at DNA break regions, facilitating lesion repair. HJURP has been widely associated with the progression of various tumor types, including gliomas. However, all described functions have been based on the HJURP-A isoform, encoded by the HJURP-1 transcript. Nevertheless, cDNA sequences deposited in GenBank indicate the existence of HJURP-2 and HJURP-3, which encode HJURP-B and HJURP-C, respectively. These isoforms preserve the functional domains described for HJURP-A but lack regions containing phosphorylation sites potentially associated with the DNA damage response.Thus, in this study, we investigated the functional specificities and the involvement of these isoforms in tumor cell competencies. Initially, we validated the expression of these HJURP variants in glioma cell lines and observed an expression switch among different HJURP transcripts during glioma and other tumor progressions. HJURP-3 was the predominant transcript in normal tissues, whereas HJURP-1 was the most abundant in tumor samples. We also observed that the differential expression of HJURP isoforms in tumor progression significantly impacts patient prognosis. High HJURP-3 expression is associated with better prognosis in glioma patients, in contrast to HJURP-1, whose high expression correlates with worse prognosis. This result suggests that HJURP transcript quantification could become a valuable tool for determining the prognosis of glioma patients and possibly other tumor types. We proceeded with functional overexpression studies of HJURP isoforms in glioma cells and observed that HJURP-B and HJURP-C promote in vitro cell growth and migration, as previously demonstrated for HJURP-A. We also investigated the possible involvement of these isoforms in DNA repair pathways. HJURP-B and HJURP-C showed activity in the HR pathway, as both isoforms contributed to RAD51 recruitment to lesion sites and promoted resistance to TMZ. However, we observed differences between HJURP-A and HJURP-C in terms of DSB repair capacity via the NHEJ pathway and the promotion of radioresistance. While HJURP-A exhibits these competencies, HJURP-C did not participate in the resolution of 53BP1 foci induced by radiation, did not promote radioresistance, and was not related to patient response to radiotherapy. Interestingly, HJURP-C is the only isoform that lacks the CDK5 phosphorylation site, suggesting a functional importance of this site for HJURP activity in DSB repair via NHEJ. Therefore, this study was the first to identifying HJURP-1 as the predominant transcript of the locus in cancer progression, which is consistent with HJURP-A activity in facilitating DSB repair, while HJURP-C is more abundant in non-tumor tissues and does not fully preserve the DNA repair function. These findings have important clinical implications, highlighting the potential for developing therapies specifically targeting the HJURP-1 transcript.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPSerafim, Rodolfo BortolozoValente, ValeriaStorti, Camila Baldin2025-06-09info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17135/tde-03092025-151744/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPReter o conteúdo por motivos de patente, publicação e/ou direitos autoriais.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2026-03-03T13:52:02Zoai:teses.usp.br:tde-03092025-151744Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-03-03T13:52:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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A HJURP é responsável pela deposição de CENP-A nos centrômeros, garantindo a estabilidade genômica e a segregação cromossômica. Adicionalmente, HJURP promove o relaxamento da cromatina nas regiões de quebras de DNA, facilitando o reparo das lesões. HJURP foi amplamente relacionada à progressão de diversos tipos de tumores, incluindo gliomas. No entanto, todas as funções descritas foram baseadas na isoforma HJURP-A, codificada pelo transcrito HJURP-1. Porém, existem sequências de cDNA depositadas no GenBank que indicam a existência de HJURP-2 e HJURP-3, que codificam HJURP-B e HJURP-C, respectivamente. Essas isoformas preservam os domínios funcionais descritos para HJURP-A, mas com exclusão de trechos contendo sítios de fosforilação potencialmente associados à resposta ao dano no DNA. Assim, neste trabalho investigamos as especificidades funcionais e o envolvimento das isoformas nas competências das células tumorais. Inicialmente, validamos a expressão dessas variantes de HJURP nas linhagens de glioma e verificamos que há um switch de expressão entre os diferentes transcritos de HJURP durante a progressão dos gliomas e outros tumores. HJURP-3 foi o transcrito predominante em tecidos normais, enquanto que HJURP-1 foi o mais abundante nas amostras tumorais. Observamos também que a expressão diferencial das isoformas de HJURP na progressão tumoral impacta significativamente o prognóstico dos pacientes. A expressão elevada de HJURP-3 está associada a melhores prognósticos em pacientes com gliomas, em contraste com HJURP-1, cuja expressão elevada está correlacionada a piores prognósticos. Esse resultado sugere que a quantificação dos transcritos de HJURP pode se tornar uma ferramenta valiosa para a determinação do prognóstico de pacientes com gliomas, e, possivelmente, de outros tipos de tumores. Prosseguimos com estudos funcionais de superexpressão das isoformas de HJURP em células de glioma e observamos que HJURP-B e HJURP-C promovem crescimento celular in vitro e migração, assim como já havia sido demonstrado para HJURP-A. Investigamos ainda o possível envolvimento dessas isoformas em vias de reparo de DNA. HJURP-B e HJURP-C mostraram atividade na via HR, pois ambas as isoformas contribuíram para o recrutamento de RAD51 às áreas de lesão e promoveram resistência ao TMZ. No entanto, observamos divergências entre as funções de HJURP-A e HJURP-C, quanto à capacidade de reparo de DSBs pela via NHEJ e à promoção de radiorresistência. Embora HJURP-A apresente estas competências, HJURP-C não participou da resolução de focos de 53BP1 induzidos por radiação, não promoveu radiorresistência e não apresentou relação com a resposta dos pacientes à radioterapia. Interessantemente, HJURP-C é a única das isoformas que não possui o sítio de fosforilação para CDK5, sugerindo uma importância funcional deste sítio para a atividade da HJURP no reparo de DSB pela via NHEJ. Portanto, este estudo foi pioneiro na identificação de HJURP-1 como sendo o transcrito do locus predominante na progressão do câncer, o que está de acordo com a atividade de HJURP-A na facilitação do reparo de DSBs, enquanto a HJURP-C é mais abundante em tecidos não tumorais e não preserva integralmente a função de reparo de DNA. Essas descobertas trazem importantes implicações clínicas, destacando o potencial para o desenvolvimento de terapias direcionadas especificamente ao transcrito HJURP-1. |
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