Mortalidade infantil e produção de informações sobre imigrantes, no estado de São Paulo
| Ano de defesa: | 2026 |
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| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertacoes da USP
Universidade de São Paulo Faculdade de Saúde Pública |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6143/tde-27042026-163508/ |
Resumo: | Introdução: Os migrantes são um grupo extremamente heterogêneo e enfrentam necessidades de saúde diversas. A migração internacional no Brasil tem crescido nos últimos anos, especialmente com rotas no sentido Sul-Sul e com aumento da feminização. Há escassez de dados sobre imigrantes nos sistemas de informações em saúde, especialmente sobre saúde materna e infantil. A mortalidade infantil constitui um indicador de grande relevância, por refletir de forma sensível as condições de vida e de saúde das populações, sendo que taxas mais elevadas estão associadas ao acesso aos serviços de saúde e a contextos socioeconômicos desfavoráveis, que incluem situações de migração e refúgio. Objetivo: Estudar a produção de estatísticas vitais sobre a população imigrante e analisar a mortalidade infantil de filhos de mães imigrantes. Métodos: Foi realizado um estudo do tipo misto, dividido em dois subprojetos. O subprojeto 1, dirigido para atender o objetivo de descrever as fontes de dados sobre estatísticas vitais e as informações sobre imigrantes, é do tipo exploratório, de natureza qualitativa, envolveu pesquisa documental e realização de entrevistas com gestores do Registro Civil e do Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (SINASC) e do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM). O segundo subprojeto é do tipo epidemiológico, de coorte retrospectiva de nascidos vivos (NV) para estudar a mortalidade infantil, com dados fornecidos pela Fundação Seade. Foi elaborada uma coorte de nascidos vivos ocorridos no estado de São Paulo, entre 01/01/2013 a 31/12/2022, vinculados àqueles que evoluíram a óbito até 30/12/2023. Foram descritas as características das mães, do parto e do recém-nascido e calculados a probabilidade de morte e o risco relativo (RR) e intervalo de confiança de 95%, para grupos de mães imigrantes e de brasileiras. Resultados: No subprojeto 1, só em 2025 surgem diretrizes específicas para a produção de estatísticas vitais sobre imigrantes no nível federal. O município de São Paulo destaca-se pelas ações mais antigas nessa área, no âmbito do SINASC municipal, com a tradução da Declaração de Nascido Vivo para outros idiomas. No subprojeto 2, a coorte foi composta por 69.424 NV de mães imigrantes e 5.763.185 NV de brasileiras. A maioria dos NV ocorreu em hospitais (>98,0%), os nascimentos em domicílio foram pouco frequentes, porém mais elevados entre imigrantes. A proporção de mães adolescentes foi menor entre as imigrantes (7,11%). O percentual de parto vaginal foi maior entre imigrantes (59,81%) em relação às brasileiras com predomínio de cesáreas (54,21%). A gestação múltipla foi semelhante entre os dois grupos (cerca de 2,5%). A probabilidade de morte infantil de imigrantes (10,01 óbitos por 1000 NV) foi menor do que a de filhos de mães brasileiras (10,77). No entanto, quando desagregado por nacionalidade e comparado às brasileiras, observou-se excesso de mortalidade para filhos de mães nigerianas (22,70 por 1000 NV, RR=2,11), haitianas (17,14 por 1000 NV, RR=1,50) e angolanas (16,39 por 1000 NV, RR = 1,55). As mães chinesas registraram mortalidade inferior (7,86 por 1000 NV). Os filhos de mães imigrantes registraram maior probabilidade de morte para os que nasceram em outros estabelecimentos de saúde (RR = 3,93) em relação aos que nasceram em hospital, para filhos de mães adolescentes (RR = 1,61) em relação às de 20 a 34 anos, nascidos por cesariana (RR = 1,48), do sexo masculino (RR = 1,13) e por gestação múltipla (RR = 4,1). Conclusões: Não há diretrizes implantadas sobre produção de informações de saúde materna e infantil da população imigrante. Identificou-se excesso de mortalidade infantil para filhos de mães nigerianas, haitianas e angolanas. Esforços devem ser direcionados para a ampliação de informações em saúde e para intervenções visando reduzir os óbitos infantis evitáveis nessas populações. |
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Mortalidade infantil e produção de informações sobre imigrantes, no estado de São PauloInfant mortality and the production of information on immigrants in the state of São PauloEstatísticas VitaisSistemas de Informações em SaúdeSão PauloMortalidade InfantilImigraçãoInfant MortalityImmigrationSão PauloHealth Information SystemsVital StatisticsIntrodução: Os migrantes são um grupo extremamente heterogêneo e enfrentam necessidades de saúde diversas. A migração internacional no Brasil tem crescido nos últimos anos, especialmente com rotas no sentido Sul-Sul e com aumento da feminização. Há escassez de dados sobre imigrantes nos sistemas de informações em saúde, especialmente sobre saúde materna e infantil. A mortalidade infantil constitui um indicador de grande relevância, por refletir de forma sensível as condições de vida e de saúde das populações, sendo que taxas mais elevadas estão associadas ao acesso aos serviços de saúde e a contextos socioeconômicos desfavoráveis, que incluem situações de migração e refúgio. Objetivo: Estudar a produção de estatísticas vitais sobre a população imigrante e analisar a mortalidade infantil de filhos de mães imigrantes. Métodos: Foi realizado um estudo do tipo misto, dividido em dois subprojetos. O subprojeto 1, dirigido para atender o objetivo de descrever as fontes de dados sobre estatísticas vitais e as informações sobre imigrantes, é do tipo exploratório, de natureza qualitativa, envolveu pesquisa documental e realização de entrevistas com gestores do Registro Civil e do Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (SINASC) e do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM). O segundo subprojeto é do tipo epidemiológico, de coorte retrospectiva de nascidos vivos (NV) para estudar a mortalidade infantil, com dados fornecidos pela Fundação Seade. Foi elaborada uma coorte de nascidos vivos ocorridos no estado de São Paulo, entre 01/01/2013 a 31/12/2022, vinculados àqueles que evoluíram a óbito até 30/12/2023. Foram descritas as características das mães, do parto e do recém-nascido e calculados a probabilidade de morte e o risco relativo (RR) e intervalo de confiança de 95%, para grupos de mães imigrantes e de brasileiras. Resultados: No subprojeto 1, só em 2025 surgem diretrizes específicas para a produção de estatísticas vitais sobre imigrantes no nível federal. O município de São Paulo destaca-se pelas ações mais antigas nessa área, no âmbito do SINASC municipal, com a tradução da Declaração de Nascido Vivo para outros idiomas. No subprojeto 2, a coorte foi composta por 69.424 NV de mães imigrantes e 5.763.185 NV de brasileiras. A maioria dos NV ocorreu em hospitais (>98,0%), os nascimentos em domicílio foram pouco frequentes, porém mais elevados entre imigrantes. A proporção de mães adolescentes foi menor entre as imigrantes (7,11%). O percentual de parto vaginal foi maior entre imigrantes (59,81%) em relação às brasileiras com predomínio de cesáreas (54,21%). A gestação múltipla foi semelhante entre os dois grupos (cerca de 2,5%). A probabilidade de morte infantil de imigrantes (10,01 óbitos por 1000 NV) foi menor do que a de filhos de mães brasileiras (10,77). No entanto, quando desagregado por nacionalidade e comparado às brasileiras, observou-se excesso de mortalidade para filhos de mães nigerianas (22,70 por 1000 NV, RR=2,11), haitianas (17,14 por 1000 NV, RR=1,50) e angolanas (16,39 por 1000 NV, RR = 1,55). As mães chinesas registraram mortalidade inferior (7,86 por 1000 NV). Os filhos de mães imigrantes registraram maior probabilidade de morte para os que nasceram em outros estabelecimentos de saúde (RR = 3,93) em relação aos que nasceram em hospital, para filhos de mães adolescentes (RR = 1,61) em relação às de 20 a 34 anos, nascidos por cesariana (RR = 1,48), do sexo masculino (RR = 1,13) e por gestação múltipla (RR = 4,1). Conclusões: Não há diretrizes implantadas sobre produção de informações de saúde materna e infantil da população imigrante. Identificou-se excesso de mortalidade infantil para filhos de mães nigerianas, haitianas e angolanas. Esforços devem ser direcionados para a ampliação de informações em saúde e para intervenções visando reduzir os óbitos infantis evitáveis nessas populações.Introduction: Migrants are an extremely heterogeneous group and face diverse health needs. International migration in Brazil has grown in recent years, especially with South-South routes and an increase in feminization. There is a scarcity of data on immigrants in health information systems, especially regarding maternal and child health. Infant mortality is a highly relevant indicator, as it sensitively reflects the living and health conditions of populations, with higher rates associated with access to health services and unfavorable socioeconomic contexts, including situations of migration and refuge. Objective: To study the production of vital statistics on the immigrant population and to analyze infant mortality among children of immigrant mothers. Methods: A mixed-methods study was conducted, divided into two sub-projects. Sub-project 1, aimed to describe data sources on vital statistics and information on immigrants, this is an exploratory study with qualitative approach, and involved documentary research and interviews with managers of the Civil Registry and the SINASC (Brazilian Live Birth Information System) and SIM (Brazilian Mortality Information System). The second subproject is an epidemiological, retrospective cohort study of live births (LB) to study infant mortality, using data provided by the Seade Foundation. A cohort of live births occurring in the state of São Paulo between January 1, 2013, and December 31, 2022, was created, linked to those who died by December 30, 2023. The characteristics of the mothers, the delivery, and the newborn were described, and the probability of death, relative risk (RR), and 95% confidence interval were calculated for groups of immigrant and Brazilian mothers. Results: In subproject 1, until 2025 there were no specific guidelines for the production of vital statistics on immigrants at the federal level. The São Paulo Municipality stands out for its older actions in this area, within the scope of the municipal SINASC, with the translation of the Live Birth Certificate for other languages. In subproject 2, the cohort consisted of 69,424 live births to immigrant mothers and 5,763,185 live births to Brazilian mothers. The majority of live births occurred in hospitals (>98.0%), while home births were infrequent but higher among immigrants. The proportion of adolescent mothers was lower among immigrants (7.11%). The percentage of vaginal deliveries was higher among immigrants (59.81%) compared to Brazilians, with a predominance of cesarean sections (54.21%). Multiple pregnancies were similar between the two groups (approximately 2.5%). Infant mortality among immigrants (10.01 deaths per 1000 live births) was lower than that of infants born to Brazilian mothers (10.77). However, when disaggregated by nationality and compared to Brazilian mothers, excess mortality was observed for children of Nigerian mothers (22.70 per 1000 live births, RR=2.11), Haitian mothers (17.14 per 1000 live births, RR=1.50), and Angolan mothers (16.39 per 1000 live births, RR = 1.55). Children of Chinese mothers registered lower mortality (7.86 per 1000 live births). Children of immigrant mothers had a higher probability of death for those born in other health facilities (RR = 3.93) compared to those born in hospitals, for children of adolescent mothers (RR = 1.61) compared to those aged 20 to 34, born by cesarean section (RR = 1.48), male (RR = 1.13), and multiple pregnancies (RR = 4.1). Conclusions: There are no implemented guidelines on the production of maternal and child health information for the immigrant population. Excess infant mortality was identified for children of Nigerian, Haitian, and Angolan mothers. Efforts should be directed toward expanding health information and interventions aimed at reducing preventable infant deaths in these populations.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertacoes da USPUniversidade de São PauloFaculdade de Saúde PúblicaSilva, Zilda Pereira daKim, Érica Karoline Ferreira2026-03-022026-04-27info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6143/tde-27042026-163508/doi:10.11606/T.6.2026.tde-27042026-163508Liberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USP2026-04-27T19:40:02Zoai:teses.usp.br:tde-27042026-163508Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-04-27T19:40:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Introdução: Os migrantes são um grupo extremamente heterogêneo e enfrentam necessidades de saúde diversas. A migração internacional no Brasil tem crescido nos últimos anos, especialmente com rotas no sentido Sul-Sul e com aumento da feminização. Há escassez de dados sobre imigrantes nos sistemas de informações em saúde, especialmente sobre saúde materna e infantil. A mortalidade infantil constitui um indicador de grande relevância, por refletir de forma sensível as condições de vida e de saúde das populações, sendo que taxas mais elevadas estão associadas ao acesso aos serviços de saúde e a contextos socioeconômicos desfavoráveis, que incluem situações de migração e refúgio. Objetivo: Estudar a produção de estatísticas vitais sobre a população imigrante e analisar a mortalidade infantil de filhos de mães imigrantes. Métodos: Foi realizado um estudo do tipo misto, dividido em dois subprojetos. O subprojeto 1, dirigido para atender o objetivo de descrever as fontes de dados sobre estatísticas vitais e as informações sobre imigrantes, é do tipo exploratório, de natureza qualitativa, envolveu pesquisa documental e realização de entrevistas com gestores do Registro Civil e do Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (SINASC) e do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM). O segundo subprojeto é do tipo epidemiológico, de coorte retrospectiva de nascidos vivos (NV) para estudar a mortalidade infantil, com dados fornecidos pela Fundação Seade. Foi elaborada uma coorte de nascidos vivos ocorridos no estado de São Paulo, entre 01/01/2013 a 31/12/2022, vinculados àqueles que evoluíram a óbito até 30/12/2023. Foram descritas as características das mães, do parto e do recém-nascido e calculados a probabilidade de morte e o risco relativo (RR) e intervalo de confiança de 95%, para grupos de mães imigrantes e de brasileiras. Resultados: No subprojeto 1, só em 2025 surgem diretrizes específicas para a produção de estatísticas vitais sobre imigrantes no nível federal. O município de São Paulo destaca-se pelas ações mais antigas nessa área, no âmbito do SINASC municipal, com a tradução da Declaração de Nascido Vivo para outros idiomas. No subprojeto 2, a coorte foi composta por 69.424 NV de mães imigrantes e 5.763.185 NV de brasileiras. A maioria dos NV ocorreu em hospitais (>98,0%), os nascimentos em domicílio foram pouco frequentes, porém mais elevados entre imigrantes. A proporção de mães adolescentes foi menor entre as imigrantes (7,11%). O percentual de parto vaginal foi maior entre imigrantes (59,81%) em relação às brasileiras com predomínio de cesáreas (54,21%). A gestação múltipla foi semelhante entre os dois grupos (cerca de 2,5%). A probabilidade de morte infantil de imigrantes (10,01 óbitos por 1000 NV) foi menor do que a de filhos de mães brasileiras (10,77). No entanto, quando desagregado por nacionalidade e comparado às brasileiras, observou-se excesso de mortalidade para filhos de mães nigerianas (22,70 por 1000 NV, RR=2,11), haitianas (17,14 por 1000 NV, RR=1,50) e angolanas (16,39 por 1000 NV, RR = 1,55). As mães chinesas registraram mortalidade inferior (7,86 por 1000 NV). Os filhos de mães imigrantes registraram maior probabilidade de morte para os que nasceram em outros estabelecimentos de saúde (RR = 3,93) em relação aos que nasceram em hospital, para filhos de mães adolescentes (RR = 1,61) em relação às de 20 a 34 anos, nascidos por cesariana (RR = 1,48), do sexo masculino (RR = 1,13) e por gestação múltipla (RR = 4,1). Conclusões: Não há diretrizes implantadas sobre produção de informações de saúde materna e infantil da população imigrante. Identificou-se excesso de mortalidade infantil para filhos de mães nigerianas, haitianas e angolanas. Esforços devem ser direcionados para a ampliação de informações em saúde e para intervenções visando reduzir os óbitos infantis evitáveis nessas populações. |
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