Análise da composição centesimal, compostos bioativos e da capacidade antioxidante de 25 frutos não-convencionais e convencionais em Ribeirão Preto
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17138/tde-04042025-112906/ |
Resumo: | O crescente interesse na promoção de uma alimentação saudável e sustentável tem levado a uma reavaliação do potencial nutricional de plantas alimentícias, incluindo as não convencionais. O presente estudo teve como objetivo analisar a composição nutricional, de compostos bioativos e a capacidade antioxidante de 25 frutos presentes na Região Oeste de Ribeirão Preto: Acerola (Malpighia emarginata), Abacate (Persea americana), Ananás (Ananas ananassoides), Amora (Rubus fruticosus), Calabura (Muntingia calabura), Cabeludinha (Myrciaria glazioviana), Castanha-do-Maranhão (Pachira aquatica), Cereja-do-Rio-Grande (Eugenia involucrata), Coité (Crescentia cujete), Grumixama (Eugenia brasiliensis), Jabuticaba (Plinia cauliflora), Jambolão (Syzygium cumini), Jenipapo maduro (Genipa americana), Jenipapo verde (Genipa americana), Jatobá (Hymenaea courbaril), Limão Cravo (Citrus x limonia), Limão Taithi (Citrus x latifólia), Maçã-de-Elefante (Dillenia indica), Manga Espada (Mangifera indica), Mamão Papaia (Carica papaya), Nêspera (Eriobotrya japonica), Pitanga (Eugenia uniflora), Pimenta Rosa (Schinus terebinthifolia), Tamarindo (Tamarindus indica) e Uvaia (Eugenia pyriformis). A análise de macronutrientes foi realizada a partir das Normas Analíticas do Instituto Adolfo Lutz e Métodos Oficiais da Associação de Química Analítica. A capacidade antioxidante total dos frutos foi determinada pelos métodos de radicais estáveis de 1,1-difenil-2-picrilhidrazil (DPPH) e de ácido 2,2\'-azino-bis (3-etilbenzotiazolina-6-sulfônico) (ABTS). E, a análise de compostos bioativos por análises colorimétricas em espectrofotômetro digital. As análises foram realizadas em triplicata. Foi estabelecido um coeficiente de variação de até 20% para as análises de compostos bioativos e capacidade antioxidante. Os frutos apresentaram teores de umidade em torno de 90%. As frutas com menor teor de umidade apresentam maior teor de cinzas (g/100g): jatobá (3,38±0,64), pimenta rosa (3,35±0,14). Os maiores teores proteicos foram (g/100g): pimenta rosa (10,42±0,63), castanha-do-Maranhão (9,61±0,66) e jatobá (5,51±2,08). Para o teor lipídico, sobressaíram os frutos (g/100g): castanha-do-Maranhão (12,17±2,89), pimenta-rosa (11,64±1,43) e abacate (10,28±2,05). Fibras (g/100g): pimenta-rosa (27,34±1,51), jatobá (16,92±3,52) e castanha-do-Maranhão (7,74±0,78) se destacaram. Para as análises de compostos bioativos, entre os carotenoides, a pitanga se destacou em (µg/100g): Clorofilas α(114±0,14), Licopeno (148±0,05) e β-caroteno (236±0,18). Para os Fenólicos, a pimenta rosa apresentou (mg. EAG100 g-1): 1361,22±16,67. Antocianinas e flavonoides amarelos a grumixama apresentou (µg/100g): 6126,38±285,64 e 1303,46±156,86 respectivamente. Na capacidade antioxidante por DPPH, Limão Cravo e Tahiti obtiveram os maiores resultados com (µmol Trolox L-1): 12,24±0,72 e 11,71±0,51 respectivamente. Por ABTS (µmol Trolox L-1): Jambolão (488,56±0,65) e Cabeludinha (482,91±12,83). Em geral, os frutos apresentaram perfis singulares em sua composição. Os resultados poderão orientar a promoção do consumo dessas plantas, valorização e preservação da agricultura local, e conscientização para uma alimentação mais variada, acessível, saudável, segura, sustentável e soberana. |
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Análise da composição centesimal, compostos bioativos e da capacidade antioxidante de 25 frutos não-convencionais e convencionais em Ribeirão PretoAnalysis of the centesimal composition, bioactive compounds and antioxidant capacity of 25 unconventional and conventional fruits in Ribeirão PretoAntioxidantesAntioxidantsBioactive compoundsComposição centesimalCompostos bioativosFruitsFrutosNon-conventional food plantsPlantas alimentícias não convencionaisProximate compositionO crescente interesse na promoção de uma alimentação saudável e sustentável tem levado a uma reavaliação do potencial nutricional de plantas alimentícias, incluindo as não convencionais. O presente estudo teve como objetivo analisar a composição nutricional, de compostos bioativos e a capacidade antioxidante de 25 frutos presentes na Região Oeste de Ribeirão Preto: Acerola (Malpighia emarginata), Abacate (Persea americana), Ananás (Ananas ananassoides), Amora (Rubus fruticosus), Calabura (Muntingia calabura), Cabeludinha (Myrciaria glazioviana), Castanha-do-Maranhão (Pachira aquatica), Cereja-do-Rio-Grande (Eugenia involucrata), Coité (Crescentia cujete), Grumixama (Eugenia brasiliensis), Jabuticaba (Plinia cauliflora), Jambolão (Syzygium cumini), Jenipapo maduro (Genipa americana), Jenipapo verde (Genipa americana), Jatobá (Hymenaea courbaril), Limão Cravo (Citrus x limonia), Limão Taithi (Citrus x latifólia), Maçã-de-Elefante (Dillenia indica), Manga Espada (Mangifera indica), Mamão Papaia (Carica papaya), Nêspera (Eriobotrya japonica), Pitanga (Eugenia uniflora), Pimenta Rosa (Schinus terebinthifolia), Tamarindo (Tamarindus indica) e Uvaia (Eugenia pyriformis). A análise de macronutrientes foi realizada a partir das Normas Analíticas do Instituto Adolfo Lutz e Métodos Oficiais da Associação de Química Analítica. A capacidade antioxidante total dos frutos foi determinada pelos métodos de radicais estáveis de 1,1-difenil-2-picrilhidrazil (DPPH) e de ácido 2,2\'-azino-bis (3-etilbenzotiazolina-6-sulfônico) (ABTS). E, a análise de compostos bioativos por análises colorimétricas em espectrofotômetro digital. As análises foram realizadas em triplicata. Foi estabelecido um coeficiente de variação de até 20% para as análises de compostos bioativos e capacidade antioxidante. Os frutos apresentaram teores de umidade em torno de 90%. As frutas com menor teor de umidade apresentam maior teor de cinzas (g/100g): jatobá (3,38±0,64), pimenta rosa (3,35±0,14). Os maiores teores proteicos foram (g/100g): pimenta rosa (10,42±0,63), castanha-do-Maranhão (9,61±0,66) e jatobá (5,51±2,08). Para o teor lipídico, sobressaíram os frutos (g/100g): castanha-do-Maranhão (12,17±2,89), pimenta-rosa (11,64±1,43) e abacate (10,28±2,05). Fibras (g/100g): pimenta-rosa (27,34±1,51), jatobá (16,92±3,52) e castanha-do-Maranhão (7,74±0,78) se destacaram. Para as análises de compostos bioativos, entre os carotenoides, a pitanga se destacou em (µg/100g): Clorofilas α(114±0,14), Licopeno (148±0,05) e β-caroteno (236±0,18). Para os Fenólicos, a pimenta rosa apresentou (mg. EAG100 g-1): 1361,22±16,67. Antocianinas e flavonoides amarelos a grumixama apresentou (µg/100g): 6126,38±285,64 e 1303,46±156,86 respectivamente. Na capacidade antioxidante por DPPH, Limão Cravo e Tahiti obtiveram os maiores resultados com (µmol Trolox L-1): 12,24±0,72 e 11,71±0,51 respectivamente. Por ABTS (µmol Trolox L-1): Jambolão (488,56±0,65) e Cabeludinha (482,91±12,83). Em geral, os frutos apresentaram perfis singulares em sua composição. Os resultados poderão orientar a promoção do consumo dessas plantas, valorização e preservação da agricultura local, e conscientização para uma alimentação mais variada, acessível, saudável, segura, sustentável e soberana.The growing interest in promoting healthy and sustainable eating has led to a reevaluation of the nutritional potential of food plants, including non-conventional ones. This study aimed to analyze the nutritional composition, bioactive compounds, and antioxidant capacity of 25 fruits found in the Western Region of Ribeirão Preto: Acerola (Malpighia emarginata), Avocado (Persea americana), Pineapple (Ananas ananassoides), Blackberry (Rubus fruticosus), Calabura (Muntingia calabura), Cabeludinha (Myrciaria glazioviana), Castanha-do-Maranhão (Pachira aquatica), Cherry of the Rio Grande (Eugenia involucrata), Coité (Crescentia cujete), Grumixama (Eugenia brasiliensis), Jabuticaba (Plinia cauliflora), Jambolão (Syzygium cumini), Ripe Genipap (Genipa americana), Green Genipap (Genipa americana), Jatobá (Hymenaea courbaril), Cravo Lime (Citrus x limonia), Tahiti Lime (Citrus x latifolia), Elephant Apple (Dillenia indica), Espada Mango (Mangifera indica), Papaya (Carica papaya), Loquat (Eriobotrya japonica), Surinam Cherry (Eugenia uniflora), Pink Pepper (Schinus terebinthifolia), Tamarind (Tamarindus indica), and Uvaia (Eugenia pyriformis). The macronutrient analysis was performed according to the Analytical Standards of the Adolfo Lutz Institute and Official Methods of the Association of Analytical Chemistry. The total antioxidant capacity of the fruits was determined by the methods of stable radicals 1,1-diphenyl-2-picrylhydrazyl (DPPH) and 2,2\'-azino-bis (3-ethylbenzothiazoline-6-sulfonic acid) (ABTS). Bioactive compound analysis was conducted using colorimetric analyses in a digital spectrophotometer. The analyses were performed in triplicate. A coefficient of variation of up to 20% was established for the analyses of bioactive compounds and antioxidant capacity. The fruits presented moisture levels around 90%. The fruits with lower moisture content had higher ash content (g/100g): jatobá (3.38±0.64), pink pepper (3.35±0.14). The highest protein contents were (g/100g): pink pepper (10.42±0.63), Castanha-do-Maranhão (9.61±0.66), and jatobá (5.51±2.08). For lipid content, the fruits that stood out were (g/100g): Castanha-do-Maranhão (12.17±2.89), pink pepper (11.64±1.43), and avocado (10.28±2.05). Fiber (g/100g): pink pepper (27.34±1.51), jatobá (16.92±3.52), and Castanha-do-Maranhão (7.74±0.78) were prominent. In the analysis of bioactive compounds, among carotenoids, pitanga stood out with (µg/100g): Chlorophyll A (114±0.14), Lycopene (148±0.05), and β-carotene (236±0.18). For phenolics, pink pepper presented (mg. EAG100 g-1): 1361.22±16.67. For anthocyanins and yellow flavonoids, grumixama presented (µg/100g): 6126.38±285.64 and 1303.46±156.86 respectively. In antioxidant capacity by DPPH, Cravo and Tahiti Limes obtained the highest results with (µmol Trolox L-1): 12.24±0.72 and 11.71±0.51 respectively. By ABTS (µmol Trolox L-1): Jambolão (488.56±0.65) and Cabeludinha (482.91±12.83). Overall, the fruits presented unique profiles in their composition. The results could guide the promotion of the consumption of these plants, the appreciation and preservation of local agriculture, and the awareness of a more varied, accessible, healthy, safe, sustainable, and sovereign diet.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPJordao Junior, Alceu AfonsoSantos, Aline de Aguiar Gonzaga dos2024-12-13info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17138/tde-04042025-112906/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-08-05T13:44:02Zoai:teses.usp.br:tde-04042025-112906Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-08-05T13:44:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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O crescente interesse na promoção de uma alimentação saudável e sustentável tem levado a uma reavaliação do potencial nutricional de plantas alimentícias, incluindo as não convencionais. O presente estudo teve como objetivo analisar a composição nutricional, de compostos bioativos e a capacidade antioxidante de 25 frutos presentes na Região Oeste de Ribeirão Preto: Acerola (Malpighia emarginata), Abacate (Persea americana), Ananás (Ananas ananassoides), Amora (Rubus fruticosus), Calabura (Muntingia calabura), Cabeludinha (Myrciaria glazioviana), Castanha-do-Maranhão (Pachira aquatica), Cereja-do-Rio-Grande (Eugenia involucrata), Coité (Crescentia cujete), Grumixama (Eugenia brasiliensis), Jabuticaba (Plinia cauliflora), Jambolão (Syzygium cumini), Jenipapo maduro (Genipa americana), Jenipapo verde (Genipa americana), Jatobá (Hymenaea courbaril), Limão Cravo (Citrus x limonia), Limão Taithi (Citrus x latifólia), Maçã-de-Elefante (Dillenia indica), Manga Espada (Mangifera indica), Mamão Papaia (Carica papaya), Nêspera (Eriobotrya japonica), Pitanga (Eugenia uniflora), Pimenta Rosa (Schinus terebinthifolia), Tamarindo (Tamarindus indica) e Uvaia (Eugenia pyriformis). A análise de macronutrientes foi realizada a partir das Normas Analíticas do Instituto Adolfo Lutz e Métodos Oficiais da Associação de Química Analítica. A capacidade antioxidante total dos frutos foi determinada pelos métodos de radicais estáveis de 1,1-difenil-2-picrilhidrazil (DPPH) e de ácido 2,2\'-azino-bis (3-etilbenzotiazolina-6-sulfônico) (ABTS). E, a análise de compostos bioativos por análises colorimétricas em espectrofotômetro digital. As análises foram realizadas em triplicata. Foi estabelecido um coeficiente de variação de até 20% para as análises de compostos bioativos e capacidade antioxidante. Os frutos apresentaram teores de umidade em torno de 90%. As frutas com menor teor de umidade apresentam maior teor de cinzas (g/100g): jatobá (3,38±0,64), pimenta rosa (3,35±0,14). Os maiores teores proteicos foram (g/100g): pimenta rosa (10,42±0,63), castanha-do-Maranhão (9,61±0,66) e jatobá (5,51±2,08). Para o teor lipídico, sobressaíram os frutos (g/100g): castanha-do-Maranhão (12,17±2,89), pimenta-rosa (11,64±1,43) e abacate (10,28±2,05). Fibras (g/100g): pimenta-rosa (27,34±1,51), jatobá (16,92±3,52) e castanha-do-Maranhão (7,74±0,78) se destacaram. Para as análises de compostos bioativos, entre os carotenoides, a pitanga se destacou em (µg/100g): Clorofilas α(114±0,14), Licopeno (148±0,05) e β-caroteno (236±0,18). Para os Fenólicos, a pimenta rosa apresentou (mg. EAG100 g-1): 1361,22±16,67. Antocianinas e flavonoides amarelos a grumixama apresentou (µg/100g): 6126,38±285,64 e 1303,46±156,86 respectivamente. Na capacidade antioxidante por DPPH, Limão Cravo e Tahiti obtiveram os maiores resultados com (µmol Trolox L-1): 12,24±0,72 e 11,71±0,51 respectivamente. Por ABTS (µmol Trolox L-1): Jambolão (488,56±0,65) e Cabeludinha (482,91±12,83). Em geral, os frutos apresentaram perfis singulares em sua composição. Os resultados poderão orientar a promoção do consumo dessas plantas, valorização e preservação da agricultura local, e conscientização para uma alimentação mais variada, acessível, saudável, segura, sustentável e soberana. |
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