Contribuição à metodologia de estudo das variações do equilíbrio oculomotor horizontal sobre o plano sagital
| Ano de defesa: | 1988 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17141/tde-14012026-105907/ |
Resumo: | O presente trabalho pretende contribuir com a metodologia das variações do equilíbrio oculomotor horizontal sobre o plano sagital. Para tanto, analisa o comportamento oculomotor e as variações de desvio nas posições do olhar propostas (em posição primária, infraversão e supraversão), sob a influência de variáveis como inclinação de cabeça (ereta, em depressão do mento, e em extensão do mento), e distância (longe e perto). Utiliza, também, sistema padronizador dessas medidas com auxílio de recursos ópticos de espelhos que permitem obter posições de olhar versões consideradas extremas para cima, para baixo, e para longe; o sistema também opera para inclinação de cabeça 30° e olhar em 30º acima e abaixo do plano horizontal. A padronização das medidas tornou-se necessária em vista da da finalidade prática do trabalho, que compara as posições propostas, analisando as equivalências e diferenças. Como o estudo trata, especialmente, das variações dos desvios horizontais no plano sagital, detém-se ele na revisão de literatura, na contestação das variedades de medidas expostas em livros-textos e do método de análise dessas variações. As divergências dos autores sobre o assunto referem-se ao campo oculomotor, à variação de desvio que eles consideram significativa, à incidência das variações alfabéticas nos estrabismos horizontais, etiopatogenia, ao tratamento adequado, assim como à semiótica das variações. No trabalho, propôs-se o campo oculomotor de 30º acima e abaixo da posição de olhar em frente. Para as angulações de cabeça, mantiveram-se os mesmos 30° de depressão e extensão do mento. A análise das diversas possibilidades de estudo demonstrou ser suficiente realizar medidas para perto, considerando-se as inclinações de cabeça em extensão e depressão do mento, importantes no auxílio do diagnóstico por promoverem maiores variações de desvio. Pode ainda ser necessário considerar as medidas para longe e perto quando for de interesse estudar a influência da relação CA/A no comportamento do desvio. Utilizou-se amostra de 68 pacientes, dos quais 50 foram tidos como sendo \'\'Normais\" e 18 reconhecidamente patológicos, pois portadores de variações alfabéticas dos desvios horizontais. Foram excluídos amblíopes e pacientes já tratados cirurgicamente. Do ponto de vista metodológico, a análise estatística dos dados e suas variáveis permitiu a observação e o estudo dos resultados obtidos, por condensá-los. O estudo destes dados, inicialmente tratados por uma análise preliminar simples e posteriormente por uma mais detida, com recurso a boxplots e testes de simetria, explicitou o comportamento oculomotor nas diversas posições para todos os pacientes analisados. De maneira geral, os resultados permitem afirmar: 1- Considerando-se as variações da posição de cabeça e a distância, as posições de olhar em frente fornecem valores equivalentes. 2- A comparação das posições de supra e infraversão do olhar com cabeça ereta com as da cabeça inclinada sugere serem as diferenças da variação de desvio mais significativas no segundo termo da comparação. 3- A comparação das medidas supostamente equivalentes, tanto das supras entre si (cabeça ereta e cabeça inclinada) quanto das infras entre si (cabeça ereta e cabeça inclinada), mostra haver diferenças significativas, que sugerem a utilização das inclinações de cabeça pelas variações maiores obtidas quando se consideram posições do olhar nas posições diagnósticas com cabeça inclinada. 4- A comparação dos desvios isolados obtidos nas posições e das variações de desvio produzidas pela subtração de duas posições, considerando-se as distâncias perto e longe, mostra a suficiência das medidas para perto na maior parte dos casos. O presente estudo procurou analisar posições diagnósticas e suas variáveis para um melhor entendimento da semiologia das variações dos desvios horizontais sobre o plano sagital. Visou, com isso, ao emprego das conclusões na prática oftalmológica. |
| id |
USP_6d72dd3e8f84b006ba35ea64a7a10103 |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:teses.usp.br:tde-14012026-105907 |
| network_acronym_str |
USP |
| network_name_str |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| repository_id_str |
|
| spelling |
Contribuição à metodologia de estudo das variações do equilíbrio oculomotor horizontal sobre o plano sagitalNão informado.Não informado.Não informado.O presente trabalho pretende contribuir com a metodologia das variações do equilíbrio oculomotor horizontal sobre o plano sagital. Para tanto, analisa o comportamento oculomotor e as variações de desvio nas posições do olhar propostas (em posição primária, infraversão e supraversão), sob a influência de variáveis como inclinação de cabeça (ereta, em depressão do mento, e em extensão do mento), e distância (longe e perto). Utiliza, também, sistema padronizador dessas medidas com auxílio de recursos ópticos de espelhos que permitem obter posições de olhar versões consideradas extremas para cima, para baixo, e para longe; o sistema também opera para inclinação de cabeça 30° e olhar em 30º acima e abaixo do plano horizontal. A padronização das medidas tornou-se necessária em vista da da finalidade prática do trabalho, que compara as posições propostas, analisando as equivalências e diferenças. Como o estudo trata, especialmente, das variações dos desvios horizontais no plano sagital, detém-se ele na revisão de literatura, na contestação das variedades de medidas expostas em livros-textos e do método de análise dessas variações. As divergências dos autores sobre o assunto referem-se ao campo oculomotor, à variação de desvio que eles consideram significativa, à incidência das variações alfabéticas nos estrabismos horizontais, etiopatogenia, ao tratamento adequado, assim como à semiótica das variações. No trabalho, propôs-se o campo oculomotor de 30º acima e abaixo da posição de olhar em frente. Para as angulações de cabeça, mantiveram-se os mesmos 30° de depressão e extensão do mento. A análise das diversas possibilidades de estudo demonstrou ser suficiente realizar medidas para perto, considerando-se as inclinações de cabeça em extensão e depressão do mento, importantes no auxílio do diagnóstico por promoverem maiores variações de desvio. Pode ainda ser necessário considerar as medidas para longe e perto quando for de interesse estudar a influência da relação CA/A no comportamento do desvio. Utilizou-se amostra de 68 pacientes, dos quais 50 foram tidos como sendo \'\'Normais\" e 18 reconhecidamente patológicos, pois portadores de variações alfabéticas dos desvios horizontais. Foram excluídos amblíopes e pacientes já tratados cirurgicamente. Do ponto de vista metodológico, a análise estatística dos dados e suas variáveis permitiu a observação e o estudo dos resultados obtidos, por condensá-los. O estudo destes dados, inicialmente tratados por uma análise preliminar simples e posteriormente por uma mais detida, com recurso a boxplots e testes de simetria, explicitou o comportamento oculomotor nas diversas posições para todos os pacientes analisados. De maneira geral, os resultados permitem afirmar: 1- Considerando-se as variações da posição de cabeça e a distância, as posições de olhar em frente fornecem valores equivalentes. 2- A comparação das posições de supra e infraversão do olhar com cabeça ereta com as da cabeça inclinada sugere serem as diferenças da variação de desvio mais significativas no segundo termo da comparação. 3- A comparação das medidas supostamente equivalentes, tanto das supras entre si (cabeça ereta e cabeça inclinada) quanto das infras entre si (cabeça ereta e cabeça inclinada), mostra haver diferenças significativas, que sugerem a utilização das inclinações de cabeça pelas variações maiores obtidas quando se consideram posições do olhar nas posições diagnósticas com cabeça inclinada. 4- A comparação dos desvios isolados obtidos nas posições e das variações de desvio produzidas pela subtração de duas posições, considerando-se as distâncias perto e longe, mostra a suficiência das medidas para perto na maior parte dos casos. O presente estudo procurou analisar posições diagnósticas e suas variáveis para um melhor entendimento da semiologia das variações dos desvios horizontais sobre o plano sagital. Visou, com isso, ao emprego das conclusões na prática oftalmológica.The present work aims to contribute to the methodology of the variations in horizontal oculomotor equilibrium for the sagittal plane. The oculomotor behavior and variations in and between the various gaze positions are analyzed under the influence of such variables as head inclination, near and far distances, and gaze angulations. A standardized measurement system with optical usage of mirrors allows gaze positions in extreme far versions. This system is also used for head inclination at 30° and gaze at 30° above and below the horizontal plane at both near and far gaze. The standardization of measurements is necessary because of the need to compare, under standard conditions, the proposed positions, while analyzing their equivalency and differences; since the research specializes in variations of the horizontal equilibrium, a systematization in the method of analysis of these oculomotor variations is indicated to convey uniformity when proposing the diagnostic terminology. The divergence of opinions among previous authors concerning measurement of the oculomotor fields is due to variation in what they subjectively consider to be significant. A calibrated oculomotor field of 30° above and below primary positions with head angulations kept at the same 30° is incorporated into the proposed system. A sample of 68 patients is analyzed with 50 being taken as \"normal\" and 18 being considered pathologic, due to their vertical variations of the horizontal deviations. Amblyopes and patients previously treated with surgery were excluded. The analysis of the data follows two lines. The first approach is a simple observation of tendencies, while the other is more sophisticated statistically. In this system both descriptive comparisons such as boxplots, and analytical tests, such as the Student\'s T test are utilized. Generally, the results indicate: 1- Controlling the variation of the head position and the distance from the fixation target, the primary positions yield equivalent values. 2- The comparison of the erect head extreme positions with the reclined head positions suggests a significant variation between the two; the inclinations must be considered for obtaining more significant results. 3- The comparison of positions supposed to be equivalents, such as the upward, erect head and reclined head, or the erect head and reclined head, indicates significant differences. The head inclination is of prime importance in increasing the strabistic deviation. 4- The comparison for near and far distance values can be both considered, although the near values are more expressive by the probable interference of the AC/A ratio. The present work analyses the approach to measurement of strabismic angles of vertical incomitance in the sagittal plane, and the propose to emphasize the necessity of a definite oculomotor field, and the use of inclinations of head and gaze, in such diagnostic.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPBicas, Harley Edison AmaralAndrade, Hélia Soares Angotti Batista de1988-06-29info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17141/tde-14012026-105907/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2026-01-14T13:29:02Zoai:teses.usp.br:tde-14012026-105907Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-01-14T13:29:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
| dc.title.none.fl_str_mv |
Contribuição à metodologia de estudo das variações do equilíbrio oculomotor horizontal sobre o plano sagital Não informado. |
| title |
Contribuição à metodologia de estudo das variações do equilíbrio oculomotor horizontal sobre o plano sagital |
| spellingShingle |
Contribuição à metodologia de estudo das variações do equilíbrio oculomotor horizontal sobre o plano sagital Andrade, Hélia Soares Angotti Batista de Não informado. Não informado. |
| title_short |
Contribuição à metodologia de estudo das variações do equilíbrio oculomotor horizontal sobre o plano sagital |
| title_full |
Contribuição à metodologia de estudo das variações do equilíbrio oculomotor horizontal sobre o plano sagital |
| title_fullStr |
Contribuição à metodologia de estudo das variações do equilíbrio oculomotor horizontal sobre o plano sagital |
| title_full_unstemmed |
Contribuição à metodologia de estudo das variações do equilíbrio oculomotor horizontal sobre o plano sagital |
| title_sort |
Contribuição à metodologia de estudo das variações do equilíbrio oculomotor horizontal sobre o plano sagital |
| author |
Andrade, Hélia Soares Angotti Batista de |
| author_facet |
Andrade, Hélia Soares Angotti Batista de |
| author_role |
author |
| dc.contributor.none.fl_str_mv |
Bicas, Harley Edison Amaral |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Andrade, Hélia Soares Angotti Batista de |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Não informado. Não informado. |
| topic |
Não informado. Não informado. |
| description |
O presente trabalho pretende contribuir com a metodologia das variações do equilíbrio oculomotor horizontal sobre o plano sagital. Para tanto, analisa o comportamento oculomotor e as variações de desvio nas posições do olhar propostas (em posição primária, infraversão e supraversão), sob a influência de variáveis como inclinação de cabeça (ereta, em depressão do mento, e em extensão do mento), e distância (longe e perto). Utiliza, também, sistema padronizador dessas medidas com auxílio de recursos ópticos de espelhos que permitem obter posições de olhar versões consideradas extremas para cima, para baixo, e para longe; o sistema também opera para inclinação de cabeça 30° e olhar em 30º acima e abaixo do plano horizontal. A padronização das medidas tornou-se necessária em vista da da finalidade prática do trabalho, que compara as posições propostas, analisando as equivalências e diferenças. Como o estudo trata, especialmente, das variações dos desvios horizontais no plano sagital, detém-se ele na revisão de literatura, na contestação das variedades de medidas expostas em livros-textos e do método de análise dessas variações. As divergências dos autores sobre o assunto referem-se ao campo oculomotor, à variação de desvio que eles consideram significativa, à incidência das variações alfabéticas nos estrabismos horizontais, etiopatogenia, ao tratamento adequado, assim como à semiótica das variações. No trabalho, propôs-se o campo oculomotor de 30º acima e abaixo da posição de olhar em frente. Para as angulações de cabeça, mantiveram-se os mesmos 30° de depressão e extensão do mento. A análise das diversas possibilidades de estudo demonstrou ser suficiente realizar medidas para perto, considerando-se as inclinações de cabeça em extensão e depressão do mento, importantes no auxílio do diagnóstico por promoverem maiores variações de desvio. Pode ainda ser necessário considerar as medidas para longe e perto quando for de interesse estudar a influência da relação CA/A no comportamento do desvio. Utilizou-se amostra de 68 pacientes, dos quais 50 foram tidos como sendo \'\'Normais\" e 18 reconhecidamente patológicos, pois portadores de variações alfabéticas dos desvios horizontais. Foram excluídos amblíopes e pacientes já tratados cirurgicamente. Do ponto de vista metodológico, a análise estatística dos dados e suas variáveis permitiu a observação e o estudo dos resultados obtidos, por condensá-los. O estudo destes dados, inicialmente tratados por uma análise preliminar simples e posteriormente por uma mais detida, com recurso a boxplots e testes de simetria, explicitou o comportamento oculomotor nas diversas posições para todos os pacientes analisados. De maneira geral, os resultados permitem afirmar: 1- Considerando-se as variações da posição de cabeça e a distância, as posições de olhar em frente fornecem valores equivalentes. 2- A comparação das posições de supra e infraversão do olhar com cabeça ereta com as da cabeça inclinada sugere serem as diferenças da variação de desvio mais significativas no segundo termo da comparação. 3- A comparação das medidas supostamente equivalentes, tanto das supras entre si (cabeça ereta e cabeça inclinada) quanto das infras entre si (cabeça ereta e cabeça inclinada), mostra haver diferenças significativas, que sugerem a utilização das inclinações de cabeça pelas variações maiores obtidas quando se consideram posições do olhar nas posições diagnósticas com cabeça inclinada. 4- A comparação dos desvios isolados obtidos nas posições e das variações de desvio produzidas pela subtração de duas posições, considerando-se as distâncias perto e longe, mostra a suficiência das medidas para perto na maior parte dos casos. O presente estudo procurou analisar posições diagnósticas e suas variáveis para um melhor entendimento da semiologia das variações dos desvios horizontais sobre o plano sagital. Visou, com isso, ao emprego das conclusões na prática oftalmológica. |
| publishDate |
1988 |
| dc.date.none.fl_str_mv |
1988-06-29 |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/doctoralThesis |
| format |
doctoralThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17141/tde-14012026-105907/ |
| url |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17141/tde-14012026-105907/ |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.relation.none.fl_str_mv |
|
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
Liberar o conteúdo para acesso público. info:eu-repo/semantics/openAccess |
| rights_invalid_str_mv |
Liberar o conteúdo para acesso público. |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.format.none.fl_str_mv |
application/pdf |
| dc.coverage.none.fl_str_mv |
|
| dc.publisher.none.fl_str_mv |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP |
| publisher.none.fl_str_mv |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP instname:Universidade de São Paulo (USP) instacron:USP |
| instname_str |
Universidade de São Paulo (USP) |
| instacron_str |
USP |
| institution |
USP |
| reponame_str |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| collection |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| repository.name.fl_str_mv |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP) |
| repository.mail.fl_str_mv |
virginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.br |
| _version_ |
1865492418617409536 |