Padrões alimentares, inflamação sistêmica e comorbidades crônicas em pessoas vivendo com HIV

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Vicente, Beatriz Martins
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
HIV
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6138/tde-11022025-183255/
Resumo: Introdução: A adesão à terapia antirretroviral (TARV) reduziu as mortes por Aids e aumentou a expectativa de vida das pessoas que vivem com HIV/Aids (PVHA). No entanto, devido a efeitos adversos da TARV e residuais do vírus, essas pessoas convivem com comorbidades crônicas. A inflamação sistêmica de baixo grau (ISBG) é crucial no desenvolvimento dessa condição; a alimentação, como fator modulador, pode colaborar no controle da ISBG e manejo das comorbidades. Objetivo: Identificar a relação entre os padrões alimentares, marcadores de inflamação e comorbidades crônicas em um grupo de PVHA. Métodos: Trata-se de um estudo composto por dois braços: estudo presencial e estudo virtual, com amostra de PVHA de usuários do SEAP/HFMUSP, sendo a presente tese composta por três manuscritos. Manuscrito 1 - Estudo transversal virtual com amostra de PVHA, ambos os sexos, > 18 anos e carga viral indetectável. Foram coletadas informações sociodemográficas, dados de saúde e frequência de consumo alimentar. Realizou-se análise fatorial exploratória para a identificação dos padrões alimentares e regressão linear (simples e múltipla) para verificar a associação entre os padrões e as variáveis sociodemográficas. Manuscritos 2 e 3 - Estudo transversal presencial com amostra de PVHA e grupo controle. Foram coletadas informações sobre a presença/ausência de comorbidades, dados sociodemográficos, bioquímicos, estilo de vida, infecção pelo HIV, medidas antropométricas e consumo alimentar (R24h). A partir da coleta de sangue foram quantificados 11 parâmetros inflamatórios. Foram calculados o Índice Inflamatório da Dieta (IID), MedDiet Score e percentual de contribuição calórica de ultraprocessados (%UP). Para o Manuscrito 2 foi testada, por meio de modelos de regressão lineares simples e múltiplos a associação entre os parâmetros inflamatórios (variável dependente), padrões alimentares (variável independente) e covariáveis. Para o Manuscrito 3 foram descritos os mesmos padrões alimentares a priori somente das PVHA e construída uma árvore de classificação para relacionar a presença ou ausência de síndrome metabólica (SM) com maior ou menor adesão a padrões alimentares a priori. Resultados: Manuscrito 1 - (n=181) Maioria do sexo masculino (73,5%) e orientação homossexual (54,6%). Foram encontrados três padrões alimentares: Saudável, Ocidental e Proteico. As análises de associação mostraram que a orientação sexual homossexual aumenta a adesão para o Padrão Ocidental e diminui para o Padrão Saudável. Manuscrito 2 (n=76 - 38 PVHA e 38 controles). Os escores MedDiet e IID foram maiores em PVHA. O %UP se associou à concentração de zonulina (β = 0,20; p = 0,037) e IL-7 (β = -0,05; p = 0,030) nos modelos ajustados. MedDiet score e o IID mantiveram significância apenas nos modelos ajustados para a categoria HIV, para zonulina (β = -0,89; p = 0,015) e LPS (β = 0,85; p = 0,021), respectivamente. Manuscrito 3 - (n= 38). O menor %UP, menor escore IID e maior adesão ao MedDiet score foi frequente naqueles indivíduos sem diagnóstico de SM. Conclusões: Comparado ao grupo controle, o grupo PVHA apresentou maior adesão ao MedDiet score e maior potencial inflamatório da dieta. Os achados também mostraram o impacto positivo de uma melhor qualidade da dieta em fatores de risco cardiometabólicos.
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spelling Padrões alimentares, inflamação sistêmica e comorbidades crônicas em pessoas vivendo com HIVDietary Patterns, systemic inflammation and chronic comorbidities in people living with HIV/AidsComorbidades Crônicas não Relacionadas à AidsDietary PatternsHIVHIVInflamação Sistêmica de Baixo GrauInflammatory MarkersLow-Grade Systemic InflammationMarcadores InflamatóriosNon-Aids-Related ComorbiditiesPadrões AlimentaresIntrodução: A adesão à terapia antirretroviral (TARV) reduziu as mortes por Aids e aumentou a expectativa de vida das pessoas que vivem com HIV/Aids (PVHA). No entanto, devido a efeitos adversos da TARV e residuais do vírus, essas pessoas convivem com comorbidades crônicas. A inflamação sistêmica de baixo grau (ISBG) é crucial no desenvolvimento dessa condição; a alimentação, como fator modulador, pode colaborar no controle da ISBG e manejo das comorbidades. Objetivo: Identificar a relação entre os padrões alimentares, marcadores de inflamação e comorbidades crônicas em um grupo de PVHA. Métodos: Trata-se de um estudo composto por dois braços: estudo presencial e estudo virtual, com amostra de PVHA de usuários do SEAP/HFMUSP, sendo a presente tese composta por três manuscritos. Manuscrito 1 - Estudo transversal virtual com amostra de PVHA, ambos os sexos, > 18 anos e carga viral indetectável. Foram coletadas informações sociodemográficas, dados de saúde e frequência de consumo alimentar. Realizou-se análise fatorial exploratória para a identificação dos padrões alimentares e regressão linear (simples e múltipla) para verificar a associação entre os padrões e as variáveis sociodemográficas. Manuscritos 2 e 3 - Estudo transversal presencial com amostra de PVHA e grupo controle. Foram coletadas informações sobre a presença/ausência de comorbidades, dados sociodemográficos, bioquímicos, estilo de vida, infecção pelo HIV, medidas antropométricas e consumo alimentar (R24h). A partir da coleta de sangue foram quantificados 11 parâmetros inflamatórios. Foram calculados o Índice Inflamatório da Dieta (IID), MedDiet Score e percentual de contribuição calórica de ultraprocessados (%UP). Para o Manuscrito 2 foi testada, por meio de modelos de regressão lineares simples e múltiplos a associação entre os parâmetros inflamatórios (variável dependente), padrões alimentares (variável independente) e covariáveis. Para o Manuscrito 3 foram descritos os mesmos padrões alimentares a priori somente das PVHA e construída uma árvore de classificação para relacionar a presença ou ausência de síndrome metabólica (SM) com maior ou menor adesão a padrões alimentares a priori. Resultados: Manuscrito 1 - (n=181) Maioria do sexo masculino (73,5%) e orientação homossexual (54,6%). Foram encontrados três padrões alimentares: Saudável, Ocidental e Proteico. As análises de associação mostraram que a orientação sexual homossexual aumenta a adesão para o Padrão Ocidental e diminui para o Padrão Saudável. Manuscrito 2 (n=76 - 38 PVHA e 38 controles). Os escores MedDiet e IID foram maiores em PVHA. O %UP se associou à concentração de zonulina (β = 0,20; p = 0,037) e IL-7 (β = -0,05; p = 0,030) nos modelos ajustados. MedDiet score e o IID mantiveram significância apenas nos modelos ajustados para a categoria HIV, para zonulina (β = -0,89; p = 0,015) e LPS (β = 0,85; p = 0,021), respectivamente. Manuscrito 3 - (n= 38). O menor %UP, menor escore IID e maior adesão ao MedDiet score foi frequente naqueles indivíduos sem diagnóstico de SM. Conclusões: Comparado ao grupo controle, o grupo PVHA apresentou maior adesão ao MedDiet score e maior potencial inflamatório da dieta. Os achados também mostraram o impacto positivo de uma melhor qualidade da dieta em fatores de risco cardiometabólicos.Introduction: Adherence to antiretroviral therapy (ART) reduced deaths from Aids and increased the lifespan of people living with HIV/Aids (PLWHA). However, due to the adverse effects of ART and residuals from the virus, these individuals often live with chronic comorbidities. Low-grade systemic inflammation (LGSI) plays a crucial role in developing these conditions, and diet, as a modulating factor, can help control LGSI and manage comorbidities. Objective: To identify the relationship between dietary patterns, inflammatory biomarkers, and chronic comorbidities in a group of PLWHA. Methods: This study comprises two arms: an on-site study and a virtual one, with a sample of PLWHA users of the SEAP/HFMUSP, and the present thesis consisting of three manuscripts. Manuscript 1 - Virtual cross-sectional study with a sample of PLWHA, both sexes, > 18 years old, and undetectable viral load. We collected sociodemographic and health data, and frequency of food consumption. Exploratory factor analysis was carried out to identify dietary patterns and linear regression (simple and multiple) to verify the association between patterns and sociodemographic variables. Manuscripts 2 and 3 - Presencial cross-sectional study with a sample of PLWHA and a control group. Data about the presence/absence of comorbidities, sociodemographic, biochemical data, lifestyle, HIV infection, anthropometric measurements, and food consumption (24hR) were collected. From blood collection, 11 inflammatory parameters were quantified. We calculated the Dietary Inflammatory Index (DII), MedDiet Score, and percentage of caloric contribution from ultra-processed foods (%UPF). For Manuscript 2, the association between inflammatory parameters (dependent variable), dietary patterns (independent variable), and covariates was tested using simple and multiple linear regression models. For Manuscript 3, the same a priori dietary patterns were described only for PLWHA, and a classification tree was constructed to relate the presence or absence of metabolic syndrome (MetS) with higher or lower adherence to a priori dietary patterns. Results: Manuscript 1 - (n=181) Majority male (73.5%) and homosexual orientation (54.6%). Three dietary patterns were found: Healthy, Western, and Protein. Association analyses showed that homosexual sexual orientation increases adherence to the Western pattern and decreases adherence to the Healthy pattern. Manuscript 2 (n=76 - 38 PLHIV and 38 controls). MedDiet and DII scores were higher in PLWHA. The %UPF was associated with the concentration of zonulin (β = 0.20; p = 0.037) and IL-7 (β = -0.05; p = 0.030) in the adjusted models. MedDiet score and DII maintained significance only in models adjusted for the HIV category, for zonulin (β = -0.89; p = 0.015) and LPS (β = 0.85; p = 0.021), respectively. Manuscript 3 - (n= 38). The lowest % UPF, lower DII score, and greater adherence to the MedDiet score were typical in those individuals without a diagnosis of MetS. Conclusions: Compared to the control group, the PLWHA group showed greater adherence to the MedDiet score and more inflammatory potential of the diet. The findings also revealed the positive impact of better diet quality on cardiometabolic risk factors.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPMelo, Camila Maria deVicente, Beatriz Martins2024-10-18info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6138/tde-11022025-183255/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPReter o conteúdo por motivos de patente, publicação e/ou direitos autoriais.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-02-11T20:41:02Zoai:teses.usp.br:tde-11022025-183255Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-02-11T20:41:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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