Aptidão física e atitude em relação à prática de atividade motora em universitários

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 1994
Autor(a) principal: Freitas Junior, Ismael Forte
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/39/39132/tde-16122024-130241/
Resumo: Aliada à necessidade fundamental que o ser humano tem de realizar atividades motoras regulares para manter ou promover a saúde, está a motivação que deve acompanhá-lo, não só na prática de exercícios, mas em todo tipo de tarefa que ele for realizar. É com esta premissa que se procurou, através deste estudo transversal, abordar o aspecto da aptidão física relacionada à saúde e o da atitude em relação à prática de atividade motora de jovens adultos. Para isso, foram coletados dados de uma amostra de 529 universitários, 215 rapazes e 314 moças, analisando-se três grupos de variáveis: motoras, antropométricas e de atitude, comparando-as entre sexo e idade relacionando-as umas as outras. Os resultados apresentados revelaram que as mocas demonstram valores superiores nas variáveis antropométricas que se relacionam com a quantidade de gordura corporal, enquanto os rapazes apresentam maiores índices nos testes motores abdominal modificado e correr/andar de 12 minutos. No teste de sentar e alcançar, as mocas obtiveram maiores resultados. Observou-se que o grupo masculino demonstra atitude mais positiva em relação a atividade motora. Constatou-se que entre as idades, não houve diferenças significantes nas variáveis observadas, tanto para os rapazes quanto para as mocas. Baseado neste e em outros estudos brasileiros tomados como referencia, verificou-se que as jovens brasileiras apresentam nível de aptidão física inferior ao das norte-americanas e ao das inglesas, o que não ficou claro quando se verificaram os resultados dos rapazes. Pôde ser constatado, também, que, nesta faixa etária estudada, a idade não é uma variável que interfira nos níveis de aptidão física e nem nas proporções corporais. Maiores evidências, contudo, são necessárias para que estes dados sejam extrapolados, principalmente no caso brasileiro, onde as variações regionais são bem marcantes
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