Limitações constitucionais ao Estado Administrativo
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/2/2134/tde-30072024-114215/ |
Resumo: | Livros e artigos sobre o Estado Administrativo são numerosos nos Estados Unidos. Este termo é amplamente utilizado em direito e ciências sociais, e se tornou um tópico significativo na política americana. As duas últimas campanhas presidenciais provocaram debates intensos sobre até que ponto burocratas não-eleitos devem influenciar a formulação de políticas públicas. Em contraste, o Estado Administrativo é pouco mencionado no Brasil, apesar deste ter um sistema presidencial semelhante ao dos Estados Unidos. Esta dissertação tem como objetivo examinar a definição e evolução do Estado Administrativo, bem como o desenvolvimento das fronteiras constitucionais entre os poderes nos EUA, e compará-los com a experiência brasileira. Ao seguir cronologicamente os precedentes da Suprema Corte dos EUA sobre o assunto, dois principais temas podem ser identificados: os limites para o Congresso na delegação de competência legislativa para as agências do poder executivo, e os limites para os tribunais na revisão das decisões das agências, conhecidos como deferência. Ao estabelecer critérios de delegação e deferência, uma comparação de ambos os sistemas jurídicos fornece visões sobre as razões das diferenças e por que certos conceitos estão ausentes no Brasil. |
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Limitações constitucionais ao Estado AdministrativoConstitutional limitations to the Administrative StateAdministrative StateAgênciaAgencyDeferenceDeferênciaDelegaçãoDelegationEstado AdministrativoJudicial reviewRevisão judicialLivros e artigos sobre o Estado Administrativo são numerosos nos Estados Unidos. Este termo é amplamente utilizado em direito e ciências sociais, e se tornou um tópico significativo na política americana. As duas últimas campanhas presidenciais provocaram debates intensos sobre até que ponto burocratas não-eleitos devem influenciar a formulação de políticas públicas. Em contraste, o Estado Administrativo é pouco mencionado no Brasil, apesar deste ter um sistema presidencial semelhante ao dos Estados Unidos. Esta dissertação tem como objetivo examinar a definição e evolução do Estado Administrativo, bem como o desenvolvimento das fronteiras constitucionais entre os poderes nos EUA, e compará-los com a experiência brasileira. Ao seguir cronologicamente os precedentes da Suprema Corte dos EUA sobre o assunto, dois principais temas podem ser identificados: os limites para o Congresso na delegação de competência legislativa para as agências do poder executivo, e os limites para os tribunais na revisão das decisões das agências, conhecidos como deferência. Ao estabelecer critérios de delegação e deferência, uma comparação de ambos os sistemas jurídicos fornece visões sobre as razões das diferenças e por que certos conceitos estão ausentes no Brasil.Books and papers regarding the Administrative State are numerous in the United States. This term is widely used in law and social sciences, and has become a significant topic in American politics. The past two presidential campaigns have sparked intense debates on the extent to which unelected bureaucrats should influence American policymaking. In contrast, the Administrative State is hardly mentioned in Brazil, despite having a presidential system similar to that of the United States. This dissertation aims to examine the definition and evolution of the Administrative State, as well as the development of the constitutional boundaries between branches of government in the US, and to compare it with the Brazilian experience. By following the US Supreme Court\'s precedents on the matter chronologically, two main scopes can be identified: the limits to Congress in delegating lawmaking authority to executive-branch agencies, and the limits to the courts in reviewing agency decisions, known as the \"deference doctrines.\" By establishing delegation and deference criteria, a comparison of both legal systems provides insights into the reasons for the differences and why certain concepts are absent in BrazilBiblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPLeal, Roger StiefelmannDelarovere, José Armando Vinagre2024-03-22info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/2/2134/tde-30072024-114215/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-09-29T09:06:02Zoai:teses.usp.br:tde-30072024-114215Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-09-29T09:06:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Livros e artigos sobre o Estado Administrativo são numerosos nos Estados Unidos. Este termo é amplamente utilizado em direito e ciências sociais, e se tornou um tópico significativo na política americana. As duas últimas campanhas presidenciais provocaram debates intensos sobre até que ponto burocratas não-eleitos devem influenciar a formulação de políticas públicas. Em contraste, o Estado Administrativo é pouco mencionado no Brasil, apesar deste ter um sistema presidencial semelhante ao dos Estados Unidos. Esta dissertação tem como objetivo examinar a definição e evolução do Estado Administrativo, bem como o desenvolvimento das fronteiras constitucionais entre os poderes nos EUA, e compará-los com a experiência brasileira. Ao seguir cronologicamente os precedentes da Suprema Corte dos EUA sobre o assunto, dois principais temas podem ser identificados: os limites para o Congresso na delegação de competência legislativa para as agências do poder executivo, e os limites para os tribunais na revisão das decisões das agências, conhecidos como deferência. Ao estabelecer critérios de delegação e deferência, uma comparação de ambos os sistemas jurídicos fornece visões sobre as razões das diferenças e por que certos conceitos estão ausentes no Brasil. |
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