Avaliação da resistência de união da resina composta à dentina empregando diferentes procedimentos de limpeza cavitária associados à aplicação de um sistema adesivo universal
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23134/tde-06122024-113237/ |
Resumo: | A limpeza cavitária é um procedimento operatório que visa remover resíduos remanescentes do preparo cavitário, a fim de favorecer o contato íntimo do sistema adesivo às estruturas dentárias. Este estudo teve como objetivo, comparar, in vitro, a influência de diferentes procedimentos de limpeza na resistência de união de resinas compostas à dentina humana, empregando um adesivo universal, através do teste de microtração (TBST). 42 terceiros molares humanos doados pelo Biobanco da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (FOUSP) foram fixados em uma base com cera pegajosa para remoção da porção radicular e terço oclusal para exposição da dentina. Os cortes foram realizados com um disco diamantado de dupla face refrigerado com água destilada, a uma velocidade de 300 rpm com corte posicionado perpendicularmente ao longo do eixo do dente. A superfície dos dentes voltada para oclusal, foi submetida à ação de uma lixa de carbeto de silício de granulação #600, por 1 min em velocidade de 100 rpm sob refrigeração constante com água destilada, em uma politriz metalográfica, para simular e padronizar a formação de um esfregaço. Os dentes foram distribuídos aleatoriamente, em 6 grupos experimentais (n=7): 1. Controle (C) (spray de ar e água); 2. Pasta de Pedra Pomes e Água (PP); 3. Pasta Profilática Herjos (PH); 4. Pasta Profilática Odahcam (PO); 5. Clorexidina (CHX) e 6. Jateamento com Óxido de Alumínio (J). Após a aplicação dos agentes de limpeza, a superfície dentinária foi tratada com o adesivo Single Bond Universal (3M ESPE, St. Paul, Minessota, EUA). Dois incrementos de resina composta Filtek Z350 XT (3M ESPE, St. Paul, Minnesota, EUA), de 2 mm de espessura cada, foram posicionados sobre os espécimes e fotoativados por 20 s cada, formando um bloco final de 4 mm, com objetivo de reconstruir a porção coronária. Os espécimes foram seccionados para obtenção dos palitos para o teste de microtração. Os cortes foram feitos perpendicularmente à interface adesiva, a partir da superfície do último incremento de resina para obtenção dos palitos constituídos de resina composta e dentina, com área de secção transversal de aproximadamente 0,81mm². Os palitos foram fixados individualmente a um Jig de Geraldeli. Em seguida foram levados a uma máquina de testes universal Instron 5942 (Instron Industrial Products, Grove City/PA - EUA), onde foram testados sob força de tração perpendicularmente à interface adesiva, a uma velocidade de 0,5 mm/min até sua falha. As superfícies fraturadas foram analisadas com o auxílio de um microscópio digital Dino-Lite Digital Microscope® (AnMo Electronics Corp., New Taipei City/San-Chung District - Taiwan), com 50x de aumento para determinação do padrão de fratura, que foram classificadas em Adesiva (A); Mista (M); Coesiva em dentina (CD) ou Coesiva em resina (CR). Para a análise estatística da variável de desfecho quantitativa aplicou-se o teste paramétrico ANOVA a um fator e posteriormente o teste post hoc de Tukey, considerando um nível de significância de 5%. Quanto ao padrão de fratura apresentado pelos espécimes, aqui considerado como variável de desfecho qualitativa, foi aplicada uma análise descritiva. Foi encontrada uma diferença estatisticamente significativa (p=0,045) entre as médias de resistência de união (MPa) dos grupos PH (50,6 ± 12,2) e CHX (35,9 ± 7,20). Não houve diferença estatisticamente significativa entre os grupos experimentais (PP, PH, PO, CHX e J) e o grupo controle (p>0,05). O maior valor numérico médio de resistência de união foi encontrado no grupo PH (50,6 ± 12,2). A fratura na interface adesiva foi a mais observada em todos os grupos experimentais. Conclui-se que tratar a superfície dentinária com diferentes agentes de limpeza, influencia de forma significativa a resistência de união de resinas compostas à dentina, quando empregado um sistema adesivo universal. |
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Avaliação da resistência de união da resina composta à dentina empregando diferentes procedimentos de limpeza cavitária associados à aplicação de um sistema adesivo universalEvaluation of the bond strength of composite resin to dentin using different cavitary cleaning procedures associated with the application of a universal adhesive systemAdesivos dentináriosComposite ResinsDental Cavity PreparationDentinDentin-Bonding AgentsDentinaPreparo da Cavidade DentáriaResinas compostasA limpeza cavitária é um procedimento operatório que visa remover resíduos remanescentes do preparo cavitário, a fim de favorecer o contato íntimo do sistema adesivo às estruturas dentárias. Este estudo teve como objetivo, comparar, in vitro, a influência de diferentes procedimentos de limpeza na resistência de união de resinas compostas à dentina humana, empregando um adesivo universal, através do teste de microtração (TBST). 42 terceiros molares humanos doados pelo Biobanco da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (FOUSP) foram fixados em uma base com cera pegajosa para remoção da porção radicular e terço oclusal para exposição da dentina. Os cortes foram realizados com um disco diamantado de dupla face refrigerado com água destilada, a uma velocidade de 300 rpm com corte posicionado perpendicularmente ao longo do eixo do dente. A superfície dos dentes voltada para oclusal, foi submetida à ação de uma lixa de carbeto de silício de granulação #600, por 1 min em velocidade de 100 rpm sob refrigeração constante com água destilada, em uma politriz metalográfica, para simular e padronizar a formação de um esfregaço. Os dentes foram distribuídos aleatoriamente, em 6 grupos experimentais (n=7): 1. Controle (C) (spray de ar e água); 2. Pasta de Pedra Pomes e Água (PP); 3. Pasta Profilática Herjos (PH); 4. Pasta Profilática Odahcam (PO); 5. Clorexidina (CHX) e 6. Jateamento com Óxido de Alumínio (J). Após a aplicação dos agentes de limpeza, a superfície dentinária foi tratada com o adesivo Single Bond Universal (3M ESPE, St. Paul, Minessota, EUA). Dois incrementos de resina composta Filtek Z350 XT (3M ESPE, St. Paul, Minnesota, EUA), de 2 mm de espessura cada, foram posicionados sobre os espécimes e fotoativados por 20 s cada, formando um bloco final de 4 mm, com objetivo de reconstruir a porção coronária. Os espécimes foram seccionados para obtenção dos palitos para o teste de microtração. Os cortes foram feitos perpendicularmente à interface adesiva, a partir da superfície do último incremento de resina para obtenção dos palitos constituídos de resina composta e dentina, com área de secção transversal de aproximadamente 0,81mm². Os palitos foram fixados individualmente a um Jig de Geraldeli. Em seguida foram levados a uma máquina de testes universal Instron 5942 (Instron Industrial Products, Grove City/PA - EUA), onde foram testados sob força de tração perpendicularmente à interface adesiva, a uma velocidade de 0,5 mm/min até sua falha. As superfícies fraturadas foram analisadas com o auxílio de um microscópio digital Dino-Lite Digital Microscope® (AnMo Electronics Corp., New Taipei City/San-Chung District - Taiwan), com 50x de aumento para determinação do padrão de fratura, que foram classificadas em Adesiva (A); Mista (M); Coesiva em dentina (CD) ou Coesiva em resina (CR). Para a análise estatística da variável de desfecho quantitativa aplicou-se o teste paramétrico ANOVA a um fator e posteriormente o teste post hoc de Tukey, considerando um nível de significância de 5%. Quanto ao padrão de fratura apresentado pelos espécimes, aqui considerado como variável de desfecho qualitativa, foi aplicada uma análise descritiva. Foi encontrada uma diferença estatisticamente significativa (p=0,045) entre as médias de resistência de união (MPa) dos grupos PH (50,6 ± 12,2) e CHX (35,9 ± 7,20). Não houve diferença estatisticamente significativa entre os grupos experimentais (PP, PH, PO, CHX e J) e o grupo controle (p>0,05). O maior valor numérico médio de resistência de união foi encontrado no grupo PH (50,6 ± 12,2). A fratura na interface adesiva foi a mais observada em todos os grupos experimentais. Conclui-se que tratar a superfície dentinária com diferentes agentes de limpeza, influencia de forma significativa a resistência de união de resinas compostas à dentina, quando empregado um sistema adesivo universal.A cavitary cleaning is a surgical procedure aimed at removing residual debris from the cavity preparation to promote intimate contact of the adhesive system with dental structures. This study aimed to compare, in vitro, the influence of different cleaning procedures on the bond strength of composite resins to human dentin, using a universal adhesive, through microtensile bond strength test (TBST). Forty-two human third molars donated by the Biobank of the School of Dentistry of the University of São Paulo, were mounted on a base with sticky wax for the removal of the root portion and occlusal third to expose the dentin. Cuts were made with a double-sided diamond disc cooled with distilled water at a speed of 300 rpm, positioned perpendicular to the long axis of the tooth. The occlusal-facing tooth surface was subjected to the action of a #600 grit silicon carbide paper for 1 minute at a speed of 100 rpm under constant cooling with distilled water, using a metallographic polisher, to simulate and standardize the formation of a smear layer. The teeth were randomly distributed into 6 experimental groups (n=7): 1. Control (C) (air and water spray); 2. Pumice Stone and Water (PP); 3. Herjos Prophylactic Paste (PH); 4. Odahcam Prophylactic Paste (PO); 5. Chlorhexidine (CHX); and 6. Aluminum Oxide Sandblasting (J). After applying the cleaning agents, the dentin surface was treated with Single Bond Universal adhesive (3M ESPE, St. Paul, Minnesota, USA). Two increments of Filtek Z350 XT composite resin (3M ESPE, St. Paul, Minnesota, USA), each 2 mm thick, were positioned on the specimens and photoactivated for 20 s each, forming a core build up of 4 mm. The specimens were sectioned to obtain sticks for microtensile testing. Cuts were made perpendicular to the adhesive interface, starting from the surface of the last resin increment, to obtain sticks composed of composite resin and dentin, with a cross-sectional area of approximately 0.81 mm². The sticks were individually attached to a Geraldeli Jig and then subjected to an Instron 5942 universal testing machine (Instron Industrial Products, Grove City, PA, USA), where they were tested under tensile force perpendicular to the adhesive interface at a speed of 0.5 mm/min until failure. Fractured surfaces were analyzed using a Dino-Lite Digital Microscope® (AnMo Electronics Corp., New Taipei City/San-Chung District, Taiwan) at 50x magnification to determine the fracture pattern, classified as Adhesive (A), Mixed (M), Cohesive in dentin (CD), or Cohesive in resin (CR). For the statistical analysis of the quantitative outcome variable, one-way ANOVA was applied, followed by Tukey\'s post hoc test, considering a significance level of 5%. Regarding the fracture pattern exhibited by the specimens, considered as a qualitative outcome variable, a descriptive analysis was applied. A statistically significant difference (p=0.045) was found between the mean bond strength (MPa) of the PH group (50.6 ± 12.2) and the CHX group (35.9 ± 7.20). There was no statistically significant difference between the experimental groups (PP, PH, PO, CHX and J) and the control group (p>0.05). The highest mean bond strength value was found in the PH group (50.6 ± 12.2). Adhesive interface fracture was the most observed in all experimental groups. In conclusion, treating the dentin surface with different cleaning agents significantly influences the bond strength of composite resins to dentin when using a universal adhesive.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPSobral, Maria Angela PitaMacedo, Kennedy Santana de2024-03-21info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23134/tde-06122024-113237/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2024-12-18T20:03:02Zoai:teses.usp.br:tde-06122024-113237Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212024-12-18T20:03:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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A limpeza cavitária é um procedimento operatório que visa remover resíduos remanescentes do preparo cavitário, a fim de favorecer o contato íntimo do sistema adesivo às estruturas dentárias. Este estudo teve como objetivo, comparar, in vitro, a influência de diferentes procedimentos de limpeza na resistência de união de resinas compostas à dentina humana, empregando um adesivo universal, através do teste de microtração (TBST). 42 terceiros molares humanos doados pelo Biobanco da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (FOUSP) foram fixados em uma base com cera pegajosa para remoção da porção radicular e terço oclusal para exposição da dentina. Os cortes foram realizados com um disco diamantado de dupla face refrigerado com água destilada, a uma velocidade de 300 rpm com corte posicionado perpendicularmente ao longo do eixo do dente. A superfície dos dentes voltada para oclusal, foi submetida à ação de uma lixa de carbeto de silício de granulação #600, por 1 min em velocidade de 100 rpm sob refrigeração constante com água destilada, em uma politriz metalográfica, para simular e padronizar a formação de um esfregaço. Os dentes foram distribuídos aleatoriamente, em 6 grupos experimentais (n=7): 1. Controle (C) (spray de ar e água); 2. Pasta de Pedra Pomes e Água (PP); 3. Pasta Profilática Herjos (PH); 4. Pasta Profilática Odahcam (PO); 5. Clorexidina (CHX) e 6. Jateamento com Óxido de Alumínio (J). Após a aplicação dos agentes de limpeza, a superfície dentinária foi tratada com o adesivo Single Bond Universal (3M ESPE, St. Paul, Minessota, EUA). Dois incrementos de resina composta Filtek Z350 XT (3M ESPE, St. Paul, Minnesota, EUA), de 2 mm de espessura cada, foram posicionados sobre os espécimes e fotoativados por 20 s cada, formando um bloco final de 4 mm, com objetivo de reconstruir a porção coronária. Os espécimes foram seccionados para obtenção dos palitos para o teste de microtração. Os cortes foram feitos perpendicularmente à interface adesiva, a partir da superfície do último incremento de resina para obtenção dos palitos constituídos de resina composta e dentina, com área de secção transversal de aproximadamente 0,81mm². Os palitos foram fixados individualmente a um Jig de Geraldeli. Em seguida foram levados a uma máquina de testes universal Instron 5942 (Instron Industrial Products, Grove City/PA - EUA), onde foram testados sob força de tração perpendicularmente à interface adesiva, a uma velocidade de 0,5 mm/min até sua falha. As superfícies fraturadas foram analisadas com o auxílio de um microscópio digital Dino-Lite Digital Microscope® (AnMo Electronics Corp., New Taipei City/San-Chung District - Taiwan), com 50x de aumento para determinação do padrão de fratura, que foram classificadas em Adesiva (A); Mista (M); Coesiva em dentina (CD) ou Coesiva em resina (CR). Para a análise estatística da variável de desfecho quantitativa aplicou-se o teste paramétrico ANOVA a um fator e posteriormente o teste post hoc de Tukey, considerando um nível de significância de 5%. Quanto ao padrão de fratura apresentado pelos espécimes, aqui considerado como variável de desfecho qualitativa, foi aplicada uma análise descritiva. Foi encontrada uma diferença estatisticamente significativa (p=0,045) entre as médias de resistência de união (MPa) dos grupos PH (50,6 ± 12,2) e CHX (35,9 ± 7,20). Não houve diferença estatisticamente significativa entre os grupos experimentais (PP, PH, PO, CHX e J) e o grupo controle (p>0,05). O maior valor numérico médio de resistência de união foi encontrado no grupo PH (50,6 ± 12,2). A fratura na interface adesiva foi a mais observada em todos os grupos experimentais. Conclui-se que tratar a superfície dentinária com diferentes agentes de limpeza, influencia de forma significativa a resistência de união de resinas compostas à dentina, quando empregado um sistema adesivo universal. |
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