Perfil dos microbiomas oral e fecal de pacientes com doenças periodontais e sua associação ao estilo de vida: um estudo transversal
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/58/58132/tde-23012025-085620/ |
Resumo: | O objetivo deste estudo transversal foi caracterizar os perfis dos microbiomas periodontal e fecal de indivíduos apresentando saúde periodontal e doenças periodontais, e avaliar a associação dos mesmo a parâmetros clínicos periodontais, sociodemográficos, antropométricos, nutricionais e de estilo de vida. Amostras de biofilme dental e de fezes de indivíduos com saúde periodontal (SP, n=24), gengivite (G, n=24) e periodontite estágio III graus B ou C generalizada (PE, n=24) foram sequenciadas (gene 16S rRNA). Foram coletadas medidas antropométricas e aplicados questionários sociodemográfico, de estilo de vida, de frequência alimentar, de hábitos evacuatórios e registro alimentar de 3 dias. Os dados foram estatisticamente analisados (p<0,05). Os indivíduos com G e PE apresentaram maior idade, índice de massa corporal, circunferências abdominal e de cintura, consumo de gordura trans, e menor consumo de selênio e vitamina E comparados a indivíduos com SP (p<0,05). Voluntários com PE apresentaram maior circunferência de quadril, e menores níveis de consumo de ferro, vitaminas A e B9, educação e renda familiar do que os voluntários com SP (p<0,05). Na β-diversidade, microbiomas periodontais de sítios com bolsa periodontal foram dissimilares de sítios saudáveis de pacientes com PE, e de indivíduos com SP e G, e microbiomas fecais de pacientes com PE diferiram em composição dos grupos SP e G (p<0,05). O diagrama de Venn revelou um número maior de espécies orais exclusivas no grupo PE (37 de 112, ou 33%), em comparação com os grupos SP e G (8 a 10 espécies), enquanto a quantidade de espécies fecais exclusivas nos grupos com doenças periodontais (PE e G) foi aproximadamente metade da observada no grupo com SP. Nas amostras orais, Porphyromonas gingivalis foi mais abundante em bolsas periodontais em relação aos demais grupos (p<0,05), correlacionando-se positivamente com bolsas periodontais (rho = 0,306) e perda de inserção (rho = 0,325). Lautropia mirabilis oral foi mais prevalente em SP do que G e em bolsas periodontais (p<0,05), correlacionando-se negativamente com sangramento à sondagem (rho = -0,324) e profundidade de sondagem (rho = -0,317), e positivamente com consumo de vitamina E (rho = 0,313) e prática de exercícios físicos (0,05±0,12, p=0,005). Eggerthia catenaformis foi mais abundante em amostras fecais do grupo PE do que do grupo SP (p<0,05), correlacionando-se positivamente com perda de inserção (rho = 0,307) e circunferências de cintura (rho = 0,330) e quadril (rho = 0,349). Espécies periodontopatogênicas, como P. gingivalis e Filifactor alocis, foram correlacionadas positivamente com as espécies fecais Clostridiales bacterium HMT876 (rho = 0,345) e Methanobrevibacter oralis (rho = 0,324), respectivamente. Dentre dos limites deste estudo, pode-se concluir que os microbiomas periodontal e fecal de pacientes com SP, G e PE diferem entre si, sendo que indivíduos com doenças periodontais apresentam perfis microbianos mais patogênicos e determinadas características antropométricas e nutricionais menos favoráveis à saúde. |
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Perfil dos microbiomas oral e fecal de pacientes com doenças periodontais e sua associação ao estilo de vida: um estudo transversalProfile of oral and fecal microbiomes of patients with periodontal diseases and their association with lifestyle: a cross-sectional studyDoenças periodontaisIntestinal microbiomeMetagenomaMetagenomeMicrobioma intestinalMicrobiotaMicrobiotaPeriodontal diseasesO objetivo deste estudo transversal foi caracterizar os perfis dos microbiomas periodontal e fecal de indivíduos apresentando saúde periodontal e doenças periodontais, e avaliar a associação dos mesmo a parâmetros clínicos periodontais, sociodemográficos, antropométricos, nutricionais e de estilo de vida. Amostras de biofilme dental e de fezes de indivíduos com saúde periodontal (SP, n=24), gengivite (G, n=24) e periodontite estágio III graus B ou C generalizada (PE, n=24) foram sequenciadas (gene 16S rRNA). Foram coletadas medidas antropométricas e aplicados questionários sociodemográfico, de estilo de vida, de frequência alimentar, de hábitos evacuatórios e registro alimentar de 3 dias. Os dados foram estatisticamente analisados (p<0,05). Os indivíduos com G e PE apresentaram maior idade, índice de massa corporal, circunferências abdominal e de cintura, consumo de gordura trans, e menor consumo de selênio e vitamina E comparados a indivíduos com SP (p<0,05). Voluntários com PE apresentaram maior circunferência de quadril, e menores níveis de consumo de ferro, vitaminas A e B9, educação e renda familiar do que os voluntários com SP (p<0,05). Na β-diversidade, microbiomas periodontais de sítios com bolsa periodontal foram dissimilares de sítios saudáveis de pacientes com PE, e de indivíduos com SP e G, e microbiomas fecais de pacientes com PE diferiram em composição dos grupos SP e G (p<0,05). O diagrama de Venn revelou um número maior de espécies orais exclusivas no grupo PE (37 de 112, ou 33%), em comparação com os grupos SP e G (8 a 10 espécies), enquanto a quantidade de espécies fecais exclusivas nos grupos com doenças periodontais (PE e G) foi aproximadamente metade da observada no grupo com SP. Nas amostras orais, Porphyromonas gingivalis foi mais abundante em bolsas periodontais em relação aos demais grupos (p<0,05), correlacionando-se positivamente com bolsas periodontais (rho = 0,306) e perda de inserção (rho = 0,325). Lautropia mirabilis oral foi mais prevalente em SP do que G e em bolsas periodontais (p<0,05), correlacionando-se negativamente com sangramento à sondagem (rho = -0,324) e profundidade de sondagem (rho = -0,317), e positivamente com consumo de vitamina E (rho = 0,313) e prática de exercícios físicos (0,05±0,12, p=0,005). Eggerthia catenaformis foi mais abundante em amostras fecais do grupo PE do que do grupo SP (p<0,05), correlacionando-se positivamente com perda de inserção (rho = 0,307) e circunferências de cintura (rho = 0,330) e quadril (rho = 0,349). Espécies periodontopatogênicas, como P. gingivalis e Filifactor alocis, foram correlacionadas positivamente com as espécies fecais Clostridiales bacterium HMT876 (rho = 0,345) e Methanobrevibacter oralis (rho = 0,324), respectivamente. Dentre dos limites deste estudo, pode-se concluir que os microbiomas periodontal e fecal de pacientes com SP, G e PE diferem entre si, sendo que indivíduos com doenças periodontais apresentam perfis microbianos mais patogênicos e determinadas características antropométricas e nutricionais menos favoráveis à saúde.The aim of this cross-sectional study was to characterize the profiles of periodontal and fecal microbiomes of individuals presenting periodontal health and periodontal diseases, and to evaluate their association with periodontal clinical parameters, sociodemographic, anthropometric, nutritional, and lifestyle factors. Dental biofilm and fecal samples from individuals with periodontal health (PH, n=24), gingivitis (GG, n=24), and generalized stage III grade B or C periodontitis (PE, n=24) were sequenced (16S rRNA gene). Anthropometric measurements were collected, and sociodemographic, lifestyle, dietary frequency, evacuatory habits questionnaires, and a 3-day food record were applied. Data were statistically analyzed (p<0.05). Individuals with GG and PE presented higher age, body mass index, abdominal and waist circumferences, trans-fat consumption, and lower selenium and vitamin E intake compared to individuals with PH (p<0.05). Volunteers with PE showed higher hip circumference and lower levels of iron, vitamins A and B9 intake, education, and family income compared to PH volunteers (p<0.05). In β-diversity, periodontal microbiomes from periodontal pocket sites were dissimilar to healthy sites of PE patients and individuals with GG and PH, and fecal microbiomes of PE patients differed in composition from PH and GG groups (p<0.05). The Venn diagram revealed a higher number of exclusive oral species in the PE group (37 out of 112, or 33%), compared to PH and GG groups (8 to 10 species), while the quantity of exclusive fecal species in periodontal disease groups (PE and GG) was approximately half of that observed in the PH group. In oral samples, Porphyromonas gingivalis was more abundant in periodontal pockets compared to other groups (p<0.05), positively correlating with periodontal pockets (rho = 0.306) and attachment loss (rho = 0.325). Oral Lautropia mirabilis was more prevalent in PH than in GG and periodontal pockets (p<0.05), negatively correlating with bleeding on probing (rho = -0.324) and probing depth (rho = -0.317), and positively with vitamin E consumption (rho = 0.313) and physical exercise practice (0.05±0.12, p=0.005). Eggerthia catenaformis was more abundant in fecal samples from the PE group than the PH group (p<0.05), positively correlating with attachment loss (rho = 0.307), waist (rho = 0.330), and hip circumferences (rho = 0.349). Periodontopathogenic species such as P. gingivalis and Filifactor alocis were positively correlated with fecal species Clostridiales bacterium HMT876 (rho = 0.345) and Methanobrevibacter oralis (rho = 0.324), respectively. Within the limits ofthis study, it can be concluded that periodontal and fecal microbiomes of patients with PH, GG, and PE differ from each other, with patients with periodontal diseases presenting more pathogenic microbial profiles and certain anthropometric and nutritional characteristics less favorable to health.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPMessora, Flavia Aparecida Chaves FurlanetoRibeiro, Marcella Costa2024-08-02info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/58/58132/tde-23012025-085620/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-05-05T12:39:03Zoai:teses.usp.br:tde-23012025-085620Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-05-05T12:39:03Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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O objetivo deste estudo transversal foi caracterizar os perfis dos microbiomas periodontal e fecal de indivíduos apresentando saúde periodontal e doenças periodontais, e avaliar a associação dos mesmo a parâmetros clínicos periodontais, sociodemográficos, antropométricos, nutricionais e de estilo de vida. Amostras de biofilme dental e de fezes de indivíduos com saúde periodontal (SP, n=24), gengivite (G, n=24) e periodontite estágio III graus B ou C generalizada (PE, n=24) foram sequenciadas (gene 16S rRNA). Foram coletadas medidas antropométricas e aplicados questionários sociodemográfico, de estilo de vida, de frequência alimentar, de hábitos evacuatórios e registro alimentar de 3 dias. Os dados foram estatisticamente analisados (p<0,05). Os indivíduos com G e PE apresentaram maior idade, índice de massa corporal, circunferências abdominal e de cintura, consumo de gordura trans, e menor consumo de selênio e vitamina E comparados a indivíduos com SP (p<0,05). Voluntários com PE apresentaram maior circunferência de quadril, e menores níveis de consumo de ferro, vitaminas A e B9, educação e renda familiar do que os voluntários com SP (p<0,05). Na β-diversidade, microbiomas periodontais de sítios com bolsa periodontal foram dissimilares de sítios saudáveis de pacientes com PE, e de indivíduos com SP e G, e microbiomas fecais de pacientes com PE diferiram em composição dos grupos SP e G (p<0,05). O diagrama de Venn revelou um número maior de espécies orais exclusivas no grupo PE (37 de 112, ou 33%), em comparação com os grupos SP e G (8 a 10 espécies), enquanto a quantidade de espécies fecais exclusivas nos grupos com doenças periodontais (PE e G) foi aproximadamente metade da observada no grupo com SP. Nas amostras orais, Porphyromonas gingivalis foi mais abundante em bolsas periodontais em relação aos demais grupos (p<0,05), correlacionando-se positivamente com bolsas periodontais (rho = 0,306) e perda de inserção (rho = 0,325). Lautropia mirabilis oral foi mais prevalente em SP do que G e em bolsas periodontais (p<0,05), correlacionando-se negativamente com sangramento à sondagem (rho = -0,324) e profundidade de sondagem (rho = -0,317), e positivamente com consumo de vitamina E (rho = 0,313) e prática de exercícios físicos (0,05±0,12, p=0,005). Eggerthia catenaformis foi mais abundante em amostras fecais do grupo PE do que do grupo SP (p<0,05), correlacionando-se positivamente com perda de inserção (rho = 0,307) e circunferências de cintura (rho = 0,330) e quadril (rho = 0,349). Espécies periodontopatogênicas, como P. gingivalis e Filifactor alocis, foram correlacionadas positivamente com as espécies fecais Clostridiales bacterium HMT876 (rho = 0,345) e Methanobrevibacter oralis (rho = 0,324), respectivamente. Dentre dos limites deste estudo, pode-se concluir que os microbiomas periodontal e fecal de pacientes com SP, G e PE diferem entre si, sendo que indivíduos com doenças periodontais apresentam perfis microbianos mais patogênicos e determinadas características antropométricas e nutricionais menos favoráveis à saúde. |
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