Utilização e parametrização de semáforos atuados pelo tráfego.
| Ano de defesa: | 2001 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3138/tde-08052025-090419/ |
Resumo: | O controle semafórico atuado pelo tráfego surge como uma alternativa entre a coordenação off-line e o controle centralizado em tempo real. Os equipamentos que propiciam a atuação possuem uma lógica de operação que permite o ajuste em conformidade com o dinamismo com que o tráfego acontece nas vias urbanas. Os objetivos deste trabalho são: verificação da adequação operacional de critérios selecionados para parametrização dos semáforos atuados; verificação do método selecionado pelo HCM (1997) para determinação dos tempos médios de verde de ciclo; verificação do método proposto pelo HCM (1997) para estimativa dos atrasos com controle atuado pelo tráfego e de tempos fixos; e a comparação do atraso médio observado em campo para o controle semafórico atuado pelo tráfego em relação ao de tempos fixos. Para condições não saturadas, a estimativa dos tempos de ciclo do HCM (1997), aproximou-se da realidade colhida em campo e, portanto, o método selecionado mostrou-se válido. Já para condições próximas da saturação, o método não identificou as oscilações que ocorreram na realidade, e os valores estimados tenderam a ser maiores que os medidos em campo. As estimativas de atraso demonstraram que o método proposto forneceu valores superestimados. Em termos de redução de atraso, os resultados de campo foram ambíguos (melhor à via secundária, mas não à via principal), porém este resultado não pode ser tomado como absoluto, uma vez que, nas parametrizações do controle atuado nãoforam consideradas as priorizações operacionais introduzidas pelo órgão gestor de tráfego nas programações a tempos fixos. O teor da validade operacional do controle atuado pelo tráfego pode ser, também, observado qualitativamente em campo, pois a adaptabilidade dos tempos de verde foi capaz de resolver pontualmente as interferências que ocorreram nas vias. Embora os controladores nacionais estejam ainda em um estágio precário no que tange ao controle ) atuado pelo tráfego e os critérios de parametrização dos parâmetros da atuação sejam limitados, este tipo de controle mostrou-se viável. |
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