A Avaliação dos fatores prognósticos clínicos e ultrassonográficos para detecção de obstruções venosas ilíacas
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Tese |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/98/98131/tde-06012026-163107/ |
Resumo: | A insuficiência venosa crônica (IVC) avançada pode estar associada a presença de obstrução venosa ilíaca (OVI), e à estase venosa, porém esta condição ainda é pouco investigada. O estudo avaliou a associação entre fatores prognósticos clínicos e ultrassonográficos dos pacientes com IVC avançada e a presença de obstruções venosas ilíacas. Foi realizada a análise estatística e descritiva de banco de dados prospectivo de 66 pacientes provenientes da Divisão de Cirurgia Vascular Periférica do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia - São Paulo Brasil (2012-2015), sendo 15 pacientes (30 membros) com insuficiência venosa inicial (Grupo I - CEAP C1 e C2) e 51 pacientes (102 membros) com IVC avançada (Grupo II- CEAP C3 a C6). A pesquisa foi prospectiva com pareamento e análise quantitativa e qualitativa de dados por prováveis fatores de risco demográficos e características clínicas dos pacientes, conforme cálculo amostral e critérios de inclusão e exclusão. Os pacientes foram agrupados também em categorias, considerando o grau de obstrução ilíaca: categoria 1:obstruções < 50%; categoria 2: obstrução entre 50% a 79% e categoria 3: obstruções maiores que 80%. Os dados de obstrução venosa ilíaca foram analisados em relação às características demográficas e clínicas dos pacientes com insuficiência venosa crônica avançada, a saber: idade, sexo, etnia, índice de massa corporal, diabetes mellitus, história prévia de trombose venosa profunda, lateralidade do membro acometido e presença de refluxo nos sistemas venoso superficial, profundo e perfurantes. A regressão logística usando um modelo multivariado determinou a associação entre fatores prognósticos independentes e obstruções venosas ilíacas significativas. A razão de chances foi calculada com intervalo de confiança de 95%. O perfil dos pacientes com IVC avançada e OVI foi caracterizado como de etnia branca (56,9%), do sexo feminino (88,2%), com média de idade 50 anos, sem história prévia de trombose venosa profunda (80,4%), com IVC classificação clínica CEAP C3 (52%), com algum tipo de refluxo venoso de membro inferior (74,5%) ao ultrassom Doppler vascular. Em relação à gravidade das obstruções venosas ilíacas no Grupo II, 50% dos membros apresentaram obstrução < 50%, 26,5% dos membros apresentaram obstrução de 50-79% e 23,5% dos membros apresentaram obstrução 80%. O membro esquerdo foi mais acometido (70,58%) nas obstruções significativas encontradas no Grupo II. Foram observadas correlações positivas entre obstruções venosas ilíacas, trombose venosa profunda não recanalizada e gravidade da obstrução venosa. O refluxo no sistema venoso profundo foi um preditor significativo de obstruções venosas ilíacas críticas em pacientes com insuficiência venosa crônica avançada (OR = 3,7, p = 0,02). O refluxo venoso profundo mostrou-se um fator prognóstico para a detecção de obstruções venosas ilíacas críticas em pacientes com insuficiência venosa crônica avançada. História de trombose venosa profunda, presença de refluxo no sistema venoso dos membros inferiores e trombose venosa profunda não recanalizada em pacientes com insuficiência venosa crônica avançada indicam a necessidade de rastreamento de obstruções venosas ilíacas por imagem transversal adicional. |
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A Avaliação dos fatores prognósticos clínicos e ultrassonográficos para detecção de obstruções venosas ilíacasEvaluation of clinical and sonographic prognostic factors for the detection of iliac venous obstructionsChronic Venous InsufficiencyDeep Venous System RefluxDoppler Venous UltrasoundFatores PrognósticoIliac Vein OcclusionInsuficiência Venosa CrônicaOclusão de Veia IlíacaPrognostic FactorsRefluxo do Sistema Venoso ProfundoUltrassom Doppler VenosoA insuficiência venosa crônica (IVC) avançada pode estar associada a presença de obstrução venosa ilíaca (OVI), e à estase venosa, porém esta condição ainda é pouco investigada. O estudo avaliou a associação entre fatores prognósticos clínicos e ultrassonográficos dos pacientes com IVC avançada e a presença de obstruções venosas ilíacas. Foi realizada a análise estatística e descritiva de banco de dados prospectivo de 66 pacientes provenientes da Divisão de Cirurgia Vascular Periférica do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia - São Paulo Brasil (2012-2015), sendo 15 pacientes (30 membros) com insuficiência venosa inicial (Grupo I - CEAP C1 e C2) e 51 pacientes (102 membros) com IVC avançada (Grupo II- CEAP C3 a C6). A pesquisa foi prospectiva com pareamento e análise quantitativa e qualitativa de dados por prováveis fatores de risco demográficos e características clínicas dos pacientes, conforme cálculo amostral e critérios de inclusão e exclusão. Os pacientes foram agrupados também em categorias, considerando o grau de obstrução ilíaca: categoria 1:obstruções < 50%; categoria 2: obstrução entre 50% a 79% e categoria 3: obstruções maiores que 80%. Os dados de obstrução venosa ilíaca foram analisados em relação às características demográficas e clínicas dos pacientes com insuficiência venosa crônica avançada, a saber: idade, sexo, etnia, índice de massa corporal, diabetes mellitus, história prévia de trombose venosa profunda, lateralidade do membro acometido e presença de refluxo nos sistemas venoso superficial, profundo e perfurantes. A regressão logística usando um modelo multivariado determinou a associação entre fatores prognósticos independentes e obstruções venosas ilíacas significativas. A razão de chances foi calculada com intervalo de confiança de 95%. O perfil dos pacientes com IVC avançada e OVI foi caracterizado como de etnia branca (56,9%), do sexo feminino (88,2%), com média de idade 50 anos, sem história prévia de trombose venosa profunda (80,4%), com IVC classificação clínica CEAP C3 (52%), com algum tipo de refluxo venoso de membro inferior (74,5%) ao ultrassom Doppler vascular. Em relação à gravidade das obstruções venosas ilíacas no Grupo II, 50% dos membros apresentaram obstrução < 50%, 26,5% dos membros apresentaram obstrução de 50-79% e 23,5% dos membros apresentaram obstrução 80%. O membro esquerdo foi mais acometido (70,58%) nas obstruções significativas encontradas no Grupo II. Foram observadas correlações positivas entre obstruções venosas ilíacas, trombose venosa profunda não recanalizada e gravidade da obstrução venosa. O refluxo no sistema venoso profundo foi um preditor significativo de obstruções venosas ilíacas críticas em pacientes com insuficiência venosa crônica avançada (OR = 3,7, p = 0,02). O refluxo venoso profundo mostrou-se um fator prognóstico para a detecção de obstruções venosas ilíacas críticas em pacientes com insuficiência venosa crônica avançada. História de trombose venosa profunda, presença de refluxo no sistema venoso dos membros inferiores e trombose venosa profunda não recanalizada em pacientes com insuficiência venosa crônica avançada indicam a necessidade de rastreamento de obstruções venosas ilíacas por imagem transversal adicional.Advanced chronic venous insufficiency (CVI) may be associated with the presence of iliac venous obstruction (OVI) and venous stasis, but this condition is still poorly investigated. The study evaluated the association between clinical and ultrasonographic prognostic factors of patients with advanced CVI and the presence of iliac venous obstructions. A prospective database of 66 patients from the Division of Peripheral Vascular Surgery of the Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia - São Paulo - Brazil (2012-2015) was performed, 15 patients (30 members) with initial venous insufficiency (Group I - CEAP C1 and C2) and 51 patients (102 members) with advanced CVI (Group II - CEAP C3 to C6). The research was prospective, with quantitative and qualitative data matching and analysis by probable demographic risk factors and clinical characteristics of the patients, according to sample size calculation and inclusion and exclusion criteria. The patients were also grouped into categories, considering the degree of iliac obstruction: category 1: obstructions < 50%; category 2: obstruction between 50% and 79% and category 3: obstructions greater than 80%. The data on iliac venous obstruction were analyzed in relation to the demographic and clinical characteristics of the patients with advanced chronic venous insufficiency, namely: age, gender, ethnicity, body mass index, diabetes mellitus, previous history of deep vein thrombosis, laterality of the affected limb, and presence of reflux in the superficial, deep, and perforating venous systems. Logistic regression using a multivariate model determined the association between independent prognostic factors and significant iliac venous obstructions. The odds ratio was calculated with a 95% confidence interval. The profile of patients with advanced CVI and OVI was characterized as white (56.9%), female (88.2%), with a mean age of 50 years, no previous history of deep vein thrombosis (80.4%), with CVI CEAP C3 clinical classification (52%), with some type of venous reflux of the lower limb (74.5%) on vascular Doppler ultrasound. Regarding the severity of iliac venous obstructions in Group II, 50% of the limbs had obstruction < 50%, 26.5% of the limbs had obstruction of 50-79%, and 23.5% of the limbs had obstruction 80%. The left limb was more affected (70.58%) in the significant obstructions found in Group II. Positive correlations were observed between iliac venous obstructions, non-recanalized deep vein thrombosis and severity of venous obstruction. Reflux in the deep venous system was a significant predictor of critical iliac venous obstructions in patients with advanced chronic venous insufficiency (OR = 3.7, p = 0.02). Deep venous reflux has been shown to be a prognostic factor for the detection of critical iliac venous obstructions in patients with advanced chronic venous insufficiency. History of deep vein thrombosis, presence of reflux in the venous system of the lower extremities, and non-recanalized deep vein thrombosis in patients with advanced chronic venous insufficiency indicate the need for screening for iliac venous obstructions by additional cross-sectional imaging.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPRossi, Fabio HenriqueStegun, Viviane Chaib Gomes2025-04-11info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/98/98131/tde-06012026-163107/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2026-01-07T12:51:01Zoai:teses.usp.br:tde-06012026-163107Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-01-07T12:51:01Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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A insuficiência venosa crônica (IVC) avançada pode estar associada a presença de obstrução venosa ilíaca (OVI), e à estase venosa, porém esta condição ainda é pouco investigada. O estudo avaliou a associação entre fatores prognósticos clínicos e ultrassonográficos dos pacientes com IVC avançada e a presença de obstruções venosas ilíacas. Foi realizada a análise estatística e descritiva de banco de dados prospectivo de 66 pacientes provenientes da Divisão de Cirurgia Vascular Periférica do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia - São Paulo Brasil (2012-2015), sendo 15 pacientes (30 membros) com insuficiência venosa inicial (Grupo I - CEAP C1 e C2) e 51 pacientes (102 membros) com IVC avançada (Grupo II- CEAP C3 a C6). A pesquisa foi prospectiva com pareamento e análise quantitativa e qualitativa de dados por prováveis fatores de risco demográficos e características clínicas dos pacientes, conforme cálculo amostral e critérios de inclusão e exclusão. Os pacientes foram agrupados também em categorias, considerando o grau de obstrução ilíaca: categoria 1:obstruções < 50%; categoria 2: obstrução entre 50% a 79% e categoria 3: obstruções maiores que 80%. Os dados de obstrução venosa ilíaca foram analisados em relação às características demográficas e clínicas dos pacientes com insuficiência venosa crônica avançada, a saber: idade, sexo, etnia, índice de massa corporal, diabetes mellitus, história prévia de trombose venosa profunda, lateralidade do membro acometido e presença de refluxo nos sistemas venoso superficial, profundo e perfurantes. A regressão logística usando um modelo multivariado determinou a associação entre fatores prognósticos independentes e obstruções venosas ilíacas significativas. A razão de chances foi calculada com intervalo de confiança de 95%. O perfil dos pacientes com IVC avançada e OVI foi caracterizado como de etnia branca (56,9%), do sexo feminino (88,2%), com média de idade 50 anos, sem história prévia de trombose venosa profunda (80,4%), com IVC classificação clínica CEAP C3 (52%), com algum tipo de refluxo venoso de membro inferior (74,5%) ao ultrassom Doppler vascular. Em relação à gravidade das obstruções venosas ilíacas no Grupo II, 50% dos membros apresentaram obstrução < 50%, 26,5% dos membros apresentaram obstrução de 50-79% e 23,5% dos membros apresentaram obstrução 80%. O membro esquerdo foi mais acometido (70,58%) nas obstruções significativas encontradas no Grupo II. Foram observadas correlações positivas entre obstruções venosas ilíacas, trombose venosa profunda não recanalizada e gravidade da obstrução venosa. O refluxo no sistema venoso profundo foi um preditor significativo de obstruções venosas ilíacas críticas em pacientes com insuficiência venosa crônica avançada (OR = 3,7, p = 0,02). O refluxo venoso profundo mostrou-se um fator prognóstico para a detecção de obstruções venosas ilíacas críticas em pacientes com insuficiência venosa crônica avançada. História de trombose venosa profunda, presença de refluxo no sistema venoso dos membros inferiores e trombose venosa profunda não recanalizada em pacientes com insuficiência venosa crônica avançada indicam a necessidade de rastreamento de obstruções venosas ilíacas por imagem transversal adicional. |
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