Avaliação do uso da fotobiomodulação após a cirurgia do freio lingual com o laser de diodo de alta potência. Estudo clínico, randomizado, cego

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Garcia, Carolina Gonçalves
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23155/tde-09102025-152436/
Resumo: Atualmente, com o estímulo à amamentação o diagnóstico da anquiloglossia tem aumentado por se saber sobre os malefícios que esta anomalia pode acarretar, como dificuldades no ato de amamentação, problemas no desenvolvimento do sistema estomatognático e da via respiratória. Como o tratamento da língua presa tem sido mais procurado, e buscando um pós-operatório mais confortável, este trabalho objetiva comparar o tratamento da anquiloglossia com uso do laser de alta potência de diodo, associado ou não ao laser de diodo de baixa potência, utilizando equipamento laser placebo em um dos grupos, imediatamente após o ato operatório. O tratamento foi feito em bebês até 1 ano, que foram diagnosticados com anquiloglossia pelo Protocolo de Avaliação de Anquiloglossia em Bebês Amamentados (Protocolo TABBY) ou pelo Protocolo de Avaliação do Frênulo Lingual em Bebês (Protocolo para bebês), e após a intervenção com o laser de diodo de alta potência (980nm, 1,5W, modo contínuo, em contato) e aplicação ou não do laser de baixa potência (660nm, 1J, 3 pontos), foi feito acompanhamento depois de 1 semana e 1 mês. Foi utilizado um questionário orientador para acompanhar queixas da mãe quanto à amamentação. Três fichas foram preenchidas, nas quais foram avaliadas dor pós-operatória do bebê pela Escala NIP (Neonatal Infant Pain), queixa de dor na amamentação antes e durante 1 semana após intervenção pela Escala Visual Numérica (EVN), e se foi necessário uso de medicação. No retorno de 1 mês, o Protocolo de Avaliação de Anquiloglossia em Bebês Amamentados (Protocolo TABBY) e o Protocolo de Avaliação do Frênulo Lingual em Bebês (Protocolo para bebês) foram repetidos. Em todos os retornos foram feitas fotografias para dois avaliadores cegos posteriormente avaliarem o grau de reparo dos dois grupos após 1 semana e 1 mês. Por fim, foi feita a análise estatística pelo Teste de Mann-Whitney para Escala NIP e para variável de medicação, e utilizado o Teste Exato de Fisher para avaliar o reparo. Todos os testes realizados consideraram um nível de significância de 5%. Em relação a dor do bebê segundo a Escala NIP foi encontrada uma diferença significativa no quinto (p=0,007), sexto (p=0,047) e sétimo (p=0,043) dia, apresentando o grupo que recebeu irradiação com o laser de diodo de baixa potência menos dor que o grupo placebo. Em relação à medicação, foi administrada mais medicação para o grupo placebo no sexto dia (p=0,024). Foi encontrada diferença estatística significante para o reparo após sete dias (p=0,043) e 1 mês (p=0,006) entre os grupos, sendo que o reparo do grupo que recebeu irradiação com o laser de diodo de baixa potência foi superior ao grupo placebo. Houve redução significativa da dor da mãe (p=0,008) e dos sintomas de estalo (p<0,001), engasgo (p<0,001) e soluço (p<0,001) do bebê após a frenectomia. Foram encontradas diferenças estatísticas significantes antes e após para a pontuação do Protocolo de Avaliação de Anquiloglossia em Bebês Amamentados e do Protocolo de Avaliação do Frênulo Lingual em Bebês (p<0,001), além de redução significativa na indicação após a cirurgia segundo ambos os protocolos (p=0,027 e p<0,001, respectivamente). Foi observado em 89,29% dos bebês o aumento da salivação após a intervenção. Frente aos achados podemos concluir que a irradiação imediata com laser de diodo de baixa potência após a frenectomia lingual em bebês fornece um pós-operatório com menor sintomatologia dolorosa e com melhor reparo tecidual.
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spelling Avaliação do uso da fotobiomodulação após a cirurgia do freio lingual com o laser de diodo de alta potência. Estudo clínico, randomizado, cegoEvaluation of the use of photobiomodulation after lingual frenectomy surgery with high-power diode laser. A randomized, blinded clinical trialAnkyloglossiaAnquiloglossiaBebêFotobiomodulaçãoFrenectomiaFrenectomyHigh-power diode laserInfantLaser de diodo de alta potênciaNeonatePhotobiomodulationRecém-nascidoAtualmente, com o estímulo à amamentação o diagnóstico da anquiloglossia tem aumentado por se saber sobre os malefícios que esta anomalia pode acarretar, como dificuldades no ato de amamentação, problemas no desenvolvimento do sistema estomatognático e da via respiratória. Como o tratamento da língua presa tem sido mais procurado, e buscando um pós-operatório mais confortável, este trabalho objetiva comparar o tratamento da anquiloglossia com uso do laser de alta potência de diodo, associado ou não ao laser de diodo de baixa potência, utilizando equipamento laser placebo em um dos grupos, imediatamente após o ato operatório. O tratamento foi feito em bebês até 1 ano, que foram diagnosticados com anquiloglossia pelo Protocolo de Avaliação de Anquiloglossia em Bebês Amamentados (Protocolo TABBY) ou pelo Protocolo de Avaliação do Frênulo Lingual em Bebês (Protocolo para bebês), e após a intervenção com o laser de diodo de alta potência (980nm, 1,5W, modo contínuo, em contato) e aplicação ou não do laser de baixa potência (660nm, 1J, 3 pontos), foi feito acompanhamento depois de 1 semana e 1 mês. Foi utilizado um questionário orientador para acompanhar queixas da mãe quanto à amamentação. Três fichas foram preenchidas, nas quais foram avaliadas dor pós-operatória do bebê pela Escala NIP (Neonatal Infant Pain), queixa de dor na amamentação antes e durante 1 semana após intervenção pela Escala Visual Numérica (EVN), e se foi necessário uso de medicação. No retorno de 1 mês, o Protocolo de Avaliação de Anquiloglossia em Bebês Amamentados (Protocolo TABBY) e o Protocolo de Avaliação do Frênulo Lingual em Bebês (Protocolo para bebês) foram repetidos. Em todos os retornos foram feitas fotografias para dois avaliadores cegos posteriormente avaliarem o grau de reparo dos dois grupos após 1 semana e 1 mês. Por fim, foi feita a análise estatística pelo Teste de Mann-Whitney para Escala NIP e para variável de medicação, e utilizado o Teste Exato de Fisher para avaliar o reparo. Todos os testes realizados consideraram um nível de significância de 5%. Em relação a dor do bebê segundo a Escala NIP foi encontrada uma diferença significativa no quinto (p=0,007), sexto (p=0,047) e sétimo (p=0,043) dia, apresentando o grupo que recebeu irradiação com o laser de diodo de baixa potência menos dor que o grupo placebo. Em relação à medicação, foi administrada mais medicação para o grupo placebo no sexto dia (p=0,024). Foi encontrada diferença estatística significante para o reparo após sete dias (p=0,043) e 1 mês (p=0,006) entre os grupos, sendo que o reparo do grupo que recebeu irradiação com o laser de diodo de baixa potência foi superior ao grupo placebo. Houve redução significativa da dor da mãe (p=0,008) e dos sintomas de estalo (p<0,001), engasgo (p<0,001) e soluço (p<0,001) do bebê após a frenectomia. Foram encontradas diferenças estatísticas significantes antes e após para a pontuação do Protocolo de Avaliação de Anquiloglossia em Bebês Amamentados e do Protocolo de Avaliação do Frênulo Lingual em Bebês (p<0,001), além de redução significativa na indicação após a cirurgia segundo ambos os protocolos (p=0,027 e p<0,001, respectivamente). Foi observado em 89,29% dos bebês o aumento da salivação após a intervenção. Frente aos achados podemos concluir que a irradiação imediata com laser de diodo de baixa potência após a frenectomia lingual em bebês fornece um pós-operatório com menor sintomatologia dolorosa e com melhor reparo tecidual.Currently, with the promotion of breastfeeding the diagnosis of ankyloglossia has increased due to the awareness of the harmful effects this anomaly can cause, such as difficulties in breastfeeding, issues in the development of the stomatognathic system, and the respiratory tract. As treatment for tongue-tie has become more sought after, and with the goal of achieving a more comfortable postoperative recovery, this study aims to compare the treatment of ankyloglossia using high-power diode laser, with or without low-power diode laser, utilizing a placebo laser device in one of the groups, immediately following the surgical procedure. The treatment was performed on neonates up to 1 year of age, diagnosed with ankyloglossia using the Breastfeeding Ankyloglossia Assessment Protocol (TABBY Protocol) or the Lingual Frenulum Evaluation Protocol in Infants (Protocol for infants). After the intervention with highpower diode laser (980nm, 1,5W, continue mode and in contact) and the application or not of low-power diode laser (660nm, 1J, 3 points), follow-up occurred at 1 week and 1 month. A guiding questionnaire was used to monitor maternal complaints regarding breastfeeding. Three forms were completed, evaluating postoperative pain in the neonates using the Neonatal Infant Pain Scale (NIPS), breastfeeding pain complaints before and during the first week after the intervention using the Numeric Visual Scale (NVS), and whether medication use was necessary. At the 1-month follow-up, the Breastfeeding Ankyloglossia Assessment Protocol (TABBY Protocol) and the Lingual Frenulum Evaluation Protocol in Infants (Protocol for infants) were repeated. Photographs were taken at each follow-up for two blinded evaluators to assess the degree of repair in both groups at 1 week and 1 month. Finally, statistical analysis was performed using the Mann-Whitney Test for the NIP Scale and for the medication variable, and Fisher\'s Exact Test was used to evaluate repair. All tests considered a significance level of 5%. Regarding the neonatess pain according to the NIP Scale, a significant difference was found on the fifth (p=0.007), sixth (p=0.047), and seventh (p=0.043) days, with the group receiving low-power diode laser irradiation experiencing less pain than the placebo group. In relation to medication use, more medication was administered to the placebo group on the sixth day (p=0.024). A statistically significant difference in repair was found after seven days (p=0.043) and 1 month (p=0.006) between the groups, with the repair in the group receiving low-power diode laser irradiation being superior to the placebo group. There was a significant reduction in maternal pain (p=0.008) and in the symptoms of clicking (p<0.001), choking (p<0.001), and hiccups (p<0.001) in infants following frenectomy. Statistically significant differences were found before and after the procedure for the scores of the Assessment Protocol for Ankyloglossia in Breastfeeding Infants and the Lingual Frenulum Evaluation Protocol for Infants (p<0.001), as well as a significant reduction in surgical indication according to both protocols (p=0.027 and p<0.001, respectively). Increased salivation was observed in 89.29% of infants after the intervention. Based on these findings, we can conclude that immediate irradiation with low-power diode laser after lingual frenectomy in neonates results in a postoperative period with less pain symptomatology and better tissue repair.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPAzevedo, Luciane HiramatsuGarcia, Carolina Gonçalves2025-04-16info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23155/tde-09102025-152436/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-10-16T16:35:02Zoai:teses.usp.br:tde-09102025-152436Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-10-16T16:35:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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