Cartões de aconselhamento em alimentação responsiva: uma ferramenta a favor da nutrição e do desenvolvimento infantil
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6138/tde-17062025-170817/ |
Resumo: | A Alimentação Responsiva (AR), relacionada à parentalidade responsiva e ao conceito de alimentação ativa, enfatiza a importância da comunicação entre a criança e o cuidador durante as refeições. Essa abordagem favorece um ambiente estimulante, contribui para a formação de hábitos alimentares saudáveis e apoia o desenvolvimento cognitivo, emocional e social. Intervenções que incluam os princípios da AR têm um grande potencial para apoiar o crescimento e desenvolvimento adequado das crianças, especialmente em situações de pobreza e má nutrição. Objetivo: Desenvolver cartões de aconselhamento com base nos principais aspectos de AR; analisar sua adequação ao contexto rural e urbano no Brasil; avaliar a fidelidade na entrega das mensagens em AR após a qualificação de Agentes Comunitários da Saúde (ACS); avaliar, segundo a perspectiva de cuidadores de crianças com idades entre 0 a 3 anos, a aceitabilidade e adequação dos cartões e analisar a aceitabilidade e viabilidade da implementação de cartões de aconselhamento em AR na Atenção Primária à Saúde no Brasil. Métodos: Foram conduzidos 3 estudos, ancorados na ciência da implementação. No primeiro, integrou-se os princípios da AR em cartões de aconselhamento voltados à alimentação de crianças pequenas, através de mensagens e ilustrações que levassem em conta características culturais brasileiras e analisou-se sua adequação por meio de grupos focais com cuidadores de crianças menores de 3 anos no contexto rural-ribeirinho em Belém do Pará e em uma área urbana periférica em Francisco Morato, São Paulo. O segundo estudo, documentou a qualificação oferecida a ACS, com base na Educação Permanente em Saúde e por meio de observação participativa de sessões educativas conduzidas pelos ACS qualificados, avaliou a fidelidade na entrega das mensagens em AR e a aceitabilidade e adequação dos cartões de aconselhamento em AR na perspectiva dos cuidadores. O terceiro estudo, por meio de entrevistas em profundidade com os ACS, 90 dias após sua qualificação, examinou através da percepção destes agentes implementadores, a aceitabilidade e a viabilidade da implementação de cartões de aconselhamento em AR na Atenção Primária à Saúde no Brasil. Resultados: Os processos participativos durante as duas primeiras fases garantiram a adaptação cultural dos cartões a regiões rurais-ribeirinhas e urbanas brasileiras e sua adequação. A fidelidade na entrega das mensagens em AR foi alcançada por ACS qualificados durante as sessões de educação em grupo a cuidadores de crianças de 0 a 3 anos. Nestas sessões, pode-se acessar a adequação e a aceitabilidade dos cartões de AR e suas mensagens. As entrevistas em profundidade com ACS qualificados em AR, 90 dias após sua qualificação, confirmaram a aceitabilidades e viabilidade desta inovação baseada em evidências, como os cartões de aconselhamento em AR adaptados para integrar princípios em AR às regiões rurais-ribeirinhas e urbanas brasileiras. Conclusão: Cartões de aconselhamento em AR, culturalmente apropriados, consistentes com as recomendações do Guia alimentar para crianças brasileiras menores de 2 anos e outras diretrizes alimentares, representam uma contribuição importante para o aconselhamento de cuidadores em todo o sistema de saúde, abrangendo desde a comunidade até os serviços materno-infantis. |
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Cartões de aconselhamento em alimentação responsiva: uma ferramenta a favor da nutrição e do desenvolvimento infantilResponsive-feeding counseling cards: a child nutrition and development toolAconselhamentoAlimentação da CriançaAlimentação ResponsivaAtenção Primária à SaúdeChild FeedingCounselingCuidados NutritivosNurturing carePrimary Health CareResponsive FeedingA Alimentação Responsiva (AR), relacionada à parentalidade responsiva e ao conceito de alimentação ativa, enfatiza a importância da comunicação entre a criança e o cuidador durante as refeições. Essa abordagem favorece um ambiente estimulante, contribui para a formação de hábitos alimentares saudáveis e apoia o desenvolvimento cognitivo, emocional e social. Intervenções que incluam os princípios da AR têm um grande potencial para apoiar o crescimento e desenvolvimento adequado das crianças, especialmente em situações de pobreza e má nutrição. Objetivo: Desenvolver cartões de aconselhamento com base nos principais aspectos de AR; analisar sua adequação ao contexto rural e urbano no Brasil; avaliar a fidelidade na entrega das mensagens em AR após a qualificação de Agentes Comunitários da Saúde (ACS); avaliar, segundo a perspectiva de cuidadores de crianças com idades entre 0 a 3 anos, a aceitabilidade e adequação dos cartões e analisar a aceitabilidade e viabilidade da implementação de cartões de aconselhamento em AR na Atenção Primária à Saúde no Brasil. Métodos: Foram conduzidos 3 estudos, ancorados na ciência da implementação. No primeiro, integrou-se os princípios da AR em cartões de aconselhamento voltados à alimentação de crianças pequenas, através de mensagens e ilustrações que levassem em conta características culturais brasileiras e analisou-se sua adequação por meio de grupos focais com cuidadores de crianças menores de 3 anos no contexto rural-ribeirinho em Belém do Pará e em uma área urbana periférica em Francisco Morato, São Paulo. O segundo estudo, documentou a qualificação oferecida a ACS, com base na Educação Permanente em Saúde e por meio de observação participativa de sessões educativas conduzidas pelos ACS qualificados, avaliou a fidelidade na entrega das mensagens em AR e a aceitabilidade e adequação dos cartões de aconselhamento em AR na perspectiva dos cuidadores. O terceiro estudo, por meio de entrevistas em profundidade com os ACS, 90 dias após sua qualificação, examinou através da percepção destes agentes implementadores, a aceitabilidade e a viabilidade da implementação de cartões de aconselhamento em AR na Atenção Primária à Saúde no Brasil. Resultados: Os processos participativos durante as duas primeiras fases garantiram a adaptação cultural dos cartões a regiões rurais-ribeirinhas e urbanas brasileiras e sua adequação. A fidelidade na entrega das mensagens em AR foi alcançada por ACS qualificados durante as sessões de educação em grupo a cuidadores de crianças de 0 a 3 anos. Nestas sessões, pode-se acessar a adequação e a aceitabilidade dos cartões de AR e suas mensagens. As entrevistas em profundidade com ACS qualificados em AR, 90 dias após sua qualificação, confirmaram a aceitabilidades e viabilidade desta inovação baseada em evidências, como os cartões de aconselhamento em AR adaptados para integrar princípios em AR às regiões rurais-ribeirinhas e urbanas brasileiras. Conclusão: Cartões de aconselhamento em AR, culturalmente apropriados, consistentes com as recomendações do Guia alimentar para crianças brasileiras menores de 2 anos e outras diretrizes alimentares, representam uma contribuição importante para o aconselhamento de cuidadores em todo o sistema de saúde, abrangendo desde a comunidade até os serviços materno-infantis.Responsive Feeding (RF) is embedded in the responsive parenting and active feeding concept framework, with emphasis on child/caregiver communication at mealtimes. This approach encourages a stimulating environment, helps forming healthy eating habits, and supports cognitive, emotional and social development. Interventions including RF principles have great potential to support proper child growth and development, mainly when poverty and malnutrition are observed in several ways, such as stunting, micronutrient deficiency, overweight and obesity. Aim: Developing counseling cards based on RF principles culturally adjusted to Brazilian rural-riverside and urban regions, and on incorporating them to training focused on Community Health Agents (CHA) about how to use these principles in Primary Health Care in the country. It must be done a strategy to influence the feeding practices of infants and young children. Methods: Three studies were conducted, and they were anchored in Implementation Science. RF principles were integrated into counseling cards aimed at young childrens feeding based on messages and illustrations linked to Brazilian cultural features in the first session. Moreover, their suitability was analyzed from the perspective of groups of caregivers assisting children under 3 years old in the rural-riverside context of Belém do Pará City, Pará State, Brazil, and in a peripheral urban zone in Francisco Morato City, São Paulo State, Brazil. The second study documented CHAs training based on Permanent Education in Health and in participatory observation applied to educational sessions conducted by qualified CHA. It was done to assess fidelity in delivering RF messages and RF counseling cards acceptability and suitability from caregivers perspective. The third study addressed in-depth interviews with CHAs 90 days after their qualification to assess the perception of these implementing agents, as well as the acceptability and feasibility of implementing RF counseling cards in Primary Health Care in Brazil. Results: Participatory processes during the first two phases substantiated cards cultural adjustment to rural-riverside and urban regions in Brazil and their suitability. Fidelity in delivering RF messages was achieved by trained CHA during education group sessions carried out with caregivers assisting children in the age group 0-3 years. RF suitability and acceptability, and its message, could be assessed in these sessions. In-depth interviews with trained CHA 90 days after their qualification were carried out to collected data. The gathered information confirmed the acceptability and feasibility of this evidence-based innovation, namely: RF counseling cards adjusted to integrate RF principles to Brazilian rural-riverside and urban regions. Conclusion: Culturally appropriate RF counseling cards in compliance with recommendations by the Brazilian Dietary Guidelines for Children Under 2 Years and by other dietary guidelines are an important contribution to counseling caregivers in the health system, from community to maternal and child services.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPVenancio, Sonia IsoyamaSorrentino, Elizabeth2025-04-23info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6138/tde-17062025-170817/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPReter o conteúdo por motivos de patente, publicação e/ou direitos autoriais.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-06-17T20:20:02Zoai:teses.usp.br:tde-17062025-170817Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-06-17T20:20:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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A Alimentação Responsiva (AR), relacionada à parentalidade responsiva e ao conceito de alimentação ativa, enfatiza a importância da comunicação entre a criança e o cuidador durante as refeições. Essa abordagem favorece um ambiente estimulante, contribui para a formação de hábitos alimentares saudáveis e apoia o desenvolvimento cognitivo, emocional e social. Intervenções que incluam os princípios da AR têm um grande potencial para apoiar o crescimento e desenvolvimento adequado das crianças, especialmente em situações de pobreza e má nutrição. Objetivo: Desenvolver cartões de aconselhamento com base nos principais aspectos de AR; analisar sua adequação ao contexto rural e urbano no Brasil; avaliar a fidelidade na entrega das mensagens em AR após a qualificação de Agentes Comunitários da Saúde (ACS); avaliar, segundo a perspectiva de cuidadores de crianças com idades entre 0 a 3 anos, a aceitabilidade e adequação dos cartões e analisar a aceitabilidade e viabilidade da implementação de cartões de aconselhamento em AR na Atenção Primária à Saúde no Brasil. Métodos: Foram conduzidos 3 estudos, ancorados na ciência da implementação. No primeiro, integrou-se os princípios da AR em cartões de aconselhamento voltados à alimentação de crianças pequenas, através de mensagens e ilustrações que levassem em conta características culturais brasileiras e analisou-se sua adequação por meio de grupos focais com cuidadores de crianças menores de 3 anos no contexto rural-ribeirinho em Belém do Pará e em uma área urbana periférica em Francisco Morato, São Paulo. O segundo estudo, documentou a qualificação oferecida a ACS, com base na Educação Permanente em Saúde e por meio de observação participativa de sessões educativas conduzidas pelos ACS qualificados, avaliou a fidelidade na entrega das mensagens em AR e a aceitabilidade e adequação dos cartões de aconselhamento em AR na perspectiva dos cuidadores. O terceiro estudo, por meio de entrevistas em profundidade com os ACS, 90 dias após sua qualificação, examinou através da percepção destes agentes implementadores, a aceitabilidade e a viabilidade da implementação de cartões de aconselhamento em AR na Atenção Primária à Saúde no Brasil. Resultados: Os processos participativos durante as duas primeiras fases garantiram a adaptação cultural dos cartões a regiões rurais-ribeirinhas e urbanas brasileiras e sua adequação. A fidelidade na entrega das mensagens em AR foi alcançada por ACS qualificados durante as sessões de educação em grupo a cuidadores de crianças de 0 a 3 anos. Nestas sessões, pode-se acessar a adequação e a aceitabilidade dos cartões de AR e suas mensagens. As entrevistas em profundidade com ACS qualificados em AR, 90 dias após sua qualificação, confirmaram a aceitabilidades e viabilidade desta inovação baseada em evidências, como os cartões de aconselhamento em AR adaptados para integrar princípios em AR às regiões rurais-ribeirinhas e urbanas brasileiras. Conclusão: Cartões de aconselhamento em AR, culturalmente apropriados, consistentes com as recomendações do Guia alimentar para crianças brasileiras menores de 2 anos e outras diretrizes alimentares, representam uma contribuição importante para o aconselhamento de cuidadores em todo o sistema de saúde, abrangendo desde a comunidade até os serviços materno-infantis. |
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