Proteínas de fase aguda na sepse neonatal tardia: valor potencial no diagnóstico e prognóstico

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Silva, Maria Helena Baptista Nunes da
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5141/tde-09042026-152112/
Resumo: Introdução: A sepse neonatal continua sendo uma das principais causas de morbidade e mortalidade entre recém-nascidos (RN). A doença apresenta sinais clínicos iniciais inespecíficos e pode evoluir rapidamente para choque séptico e óbito. A resposta inflamatória, mediada por citocinas e proteínas de fase aguda, é complexa e variável, dificultando o diagnóstico precoce. Diferentes moléculas têm sido utilizadas como marcadores de diagnóstico e/ou prognóstico para sepse neonatal, porém, os dados ainda são insuficientes para considerar alguns desses fatores isolados úteis para avaliar o risco de desenvolvimento de sepse ou para orientar a antibioticoterapia no RN. Objetivos: Quantificar as concentrações dos marcadores IL-1, IL-6, IL-8, IL-10, TNF-, IL-18, IL-27, IL-33, CX3CL1, CCL5 (RANTES), MBL e hepcidina em RN com sepse tardia clínica e sepse tardia comprovada por bactérias Gram-positivas e/ou Gram-negativas no dia do diagnóstico (D0), 3º (D3), 7º (D7) e 10º (D10) pós-diagnóstico; avaliar o potencial de cada marcador como preditor de prognóstico da doença; e elaborar um score diagnóstico baseado nos marcadores que apresentaram melhor acurácia para o diagnóstico de sepse neonatal tardia. Métodos: Foram coletadas amostras de sangue de RN com sepse tardia causada por bactérias Gram-positivas (n=27), Gram-negativas (n=26), e de RN com sepse clínica (n=31), juntamente com 37 amostras de RN controles. As citocinas/quimiocinas IL-1, IL-6, IL-8, IL-10, TNF-, foram quantificadas no soro por citometria de fluxo. As proteínas IL-18, IL-27, IL-33, CX3CL1, CCL5, MBL e hepcidina foram avaliadas por ensaio imunoenzimático. Resultados: Não foram observadas diferenças significativas entre os grupos em relação ao sexo dos RN, peso ao nascer, peso no D0 ou tipo de parto. O uso de suporte respiratório foi mais frequente nos grupos com sepse comprovada, sendo o tempo de ventilação significativamente maior no grupo Gram-negativo. Vinte e um casos evoluíram para choque séptico no D0 e nove no D3, com seis óbitos no total. No D0, os grupos com sepse apresentaram alterações hematológicas e laboratoriais caracterizadas por aumento na contagem de neutrófilos imaturos, no índice neutrofílico e nos níveis de PCR em comparação com os controles. Os marcadores IL-6, IL-8, IL-10, TNF- e IL-18 estavam significativamente elevados nos RN com sepse, principalmente nos dias iniciais pós-diagnóstico, com queda progressiva sugerindo resposta ao tratamento. IL-6 e IL-27 demonstraram potencial para predizer mortalidade, enquanto IL-6, IL-27, IL-33 e CCL5 foram associados à gravidade da doença (choque séptico). A análise multivariada identificou PCR, IL-6, TNF- e MBL como preditores independentes de sepse. Com base nesses marcadores foi desenvolvido um score diagnóstico que apresentou excelente acurácia (AUC = 0,916), alta especificidade (91,7%) e bom valor preditivo positivo (95,2%). Conclusões: Nossos resultados demonstraram que, embora vários marcadores inflamatórios se elevem na sepse neonatal, IL-6, TNF-, MBL e PCR são os mais confiáveis para o diagnóstico. IL-6 e IL-27 também ajudam a prever a gravidade da doença e a mortalidade. Um score diagnóstico que combina esses marcadores melhora significativamente a acurácia diagnóstica, destacando o valor do uso de painéis de biomarcadores ao invés de marcadores isolados na detecção precoce da sepse neonatal tardia.
id USP_e1ea33bfa92e832647562dfcededadd4
oai_identifier_str oai:teses.usp.br:tde-09042026-152112
network_acronym_str USP
network_name_str Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
repository_id_str
spelling Proteínas de fase aguda na sepse neonatal tardia: valor potencial no diagnóstico e prognósticoAcute Phase Proteins in Late-Onset Neonatal Sepsis: Potential Value in Diagnosis and PrognosisBiomarcadoresBiomarkersDiagnóstico precoceEarly DiagnosisInterleucina-27Interleucina-6Interleukin-27Interleukin-6Neonatal SepsisPrognosisPrognósticoSepse neonatalIntrodução: A sepse neonatal continua sendo uma das principais causas de morbidade e mortalidade entre recém-nascidos (RN). A doença apresenta sinais clínicos iniciais inespecíficos e pode evoluir rapidamente para choque séptico e óbito. A resposta inflamatória, mediada por citocinas e proteínas de fase aguda, é complexa e variável, dificultando o diagnóstico precoce. Diferentes moléculas têm sido utilizadas como marcadores de diagnóstico e/ou prognóstico para sepse neonatal, porém, os dados ainda são insuficientes para considerar alguns desses fatores isolados úteis para avaliar o risco de desenvolvimento de sepse ou para orientar a antibioticoterapia no RN. Objetivos: Quantificar as concentrações dos marcadores IL-1, IL-6, IL-8, IL-10, TNF-, IL-18, IL-27, IL-33, CX3CL1, CCL5 (RANTES), MBL e hepcidina em RN com sepse tardia clínica e sepse tardia comprovada por bactérias Gram-positivas e/ou Gram-negativas no dia do diagnóstico (D0), 3º (D3), 7º (D7) e 10º (D10) pós-diagnóstico; avaliar o potencial de cada marcador como preditor de prognóstico da doença; e elaborar um score diagnóstico baseado nos marcadores que apresentaram melhor acurácia para o diagnóstico de sepse neonatal tardia. Métodos: Foram coletadas amostras de sangue de RN com sepse tardia causada por bactérias Gram-positivas (n=27), Gram-negativas (n=26), e de RN com sepse clínica (n=31), juntamente com 37 amostras de RN controles. As citocinas/quimiocinas IL-1, IL-6, IL-8, IL-10, TNF-, foram quantificadas no soro por citometria de fluxo. As proteínas IL-18, IL-27, IL-33, CX3CL1, CCL5, MBL e hepcidina foram avaliadas por ensaio imunoenzimático. Resultados: Não foram observadas diferenças significativas entre os grupos em relação ao sexo dos RN, peso ao nascer, peso no D0 ou tipo de parto. O uso de suporte respiratório foi mais frequente nos grupos com sepse comprovada, sendo o tempo de ventilação significativamente maior no grupo Gram-negativo. Vinte e um casos evoluíram para choque séptico no D0 e nove no D3, com seis óbitos no total. No D0, os grupos com sepse apresentaram alterações hematológicas e laboratoriais caracterizadas por aumento na contagem de neutrófilos imaturos, no índice neutrofílico e nos níveis de PCR em comparação com os controles. Os marcadores IL-6, IL-8, IL-10, TNF- e IL-18 estavam significativamente elevados nos RN com sepse, principalmente nos dias iniciais pós-diagnóstico, com queda progressiva sugerindo resposta ao tratamento. IL-6 e IL-27 demonstraram potencial para predizer mortalidade, enquanto IL-6, IL-27, IL-33 e CCL5 foram associados à gravidade da doença (choque séptico). A análise multivariada identificou PCR, IL-6, TNF- e MBL como preditores independentes de sepse. Com base nesses marcadores foi desenvolvido um score diagnóstico que apresentou excelente acurácia (AUC = 0,916), alta especificidade (91,7%) e bom valor preditivo positivo (95,2%). Conclusões: Nossos resultados demonstraram que, embora vários marcadores inflamatórios se elevem na sepse neonatal, IL-6, TNF-, MBL e PCR são os mais confiáveis para o diagnóstico. IL-6 e IL-27 também ajudam a prever a gravidade da doença e a mortalidade. Um score diagnóstico que combina esses marcadores melhora significativamente a acurácia diagnóstica, destacando o valor do uso de painéis de biomarcadores ao invés de marcadores isolados na detecção precoce da sepse neonatal tardia.Introduction: Neonatal sepsis remains one of the leading causes of morbidity and mortality among newborns (NB). The disease presents with nonspecific early clinical signs and can promptly progress to septic shock and death. The inflammatory response, mediated by cytokines and acute phase proteins, is complex and variable, making early diagnosis difficult. Various molecules have been used as diagnostic and/or prognostic markers for neonatal sepsis; however, the available data are still insufficient to consider some of these factors as reliable independent indicators for assessing the risk of developing sepsis or for guiding antibiotic therapy in NBs. Objectives: To quantify the concentrations of the markers IL-1, IL-6, IL-8, IL-10, TNF-, IL-18, IL-27, IL-33, CX3CL1, CCL5 (RANTES), MBL, and hepcidin in newborns with clinical late-onset sepsis and culture-proven late-onset sepsis caused by Gram-positive and/or Gram-negative bacteria on the day of diagnosis (D0), and on the 3rd (D3), 7th (D7), and 10th (D10) days post-diagnosis; to assess the potential of each marker as a prognostic predictor of the disease; and to develop a diagnostic score based on the markers that showed the highest accuracy for diagnosing late-onset neonatal sepsis. Methods: Blood samples were collected from newborns with late-onset sepsis caused by Gram-positive bacteria (n=27), Gram-negative bacteria (n=26), and from newborns with clinical sepsis (n=31), along with 37 samples from control newborns. The cytokines/chemokines IL-1, IL-6, IL-8, IL-10, and TNF- were quantified in serum using flow cytometry. The proteins IL-18, IL-27, IL-33, CX3CL1, CCL5, MBL, and hepcidin were assessed by immunoenzymatic assay. Results: No significant differences were observed between the groups regarding newborn sex, birth weight, weight on day 0 (D0), or type of delivery. The use of respiratory support was more frequent in the culture-proven sepsis groups, with the duration of ventilation being significantly longer in the Gram-negative group. Twenty-one cases progressed to septic shock on D0 and nine on D3, with a total of six deaths. On D0, the sepsis groups showed hematological and laboratory alterations characterized by increased counts of immature neutrophils, higher I/T ratio, and elevated C-reactive protein (CRP) levels compared to the controls. The markers IL-6, IL-8, IL-10, TNF-, and IL-18 were significantly elevated in newborns with sepsis, especially in the early days post-diagnosis, with a progressive decline suggesting a response to treatment. IL-6 and IL-27 showed potential for predicting mortality, while IL-6, IL-27, IL-33, and CCL5 were associated with disease severity (septic shock). Multivariate analysis identified CRP, IL-6, TNF-, and MBL as independent predictors of sepsis. Based on these markers, a diagnostic score was developed that demonstrated excellent accuracy (AUC = 0.916), high specificity (91.7%), and a strong positive predictive value (95.2%). Conclusions: Our results have shown that while several inflammatory markers rise in neonatal sepsis, IL-6, TNF-, MBL, and CRP are the most reliable for diagnosis. IL-6 and IL-27 also help predict disease severity and mortality. A diagnostic score combining these markers significantly improves diagnostic accuracy, highlighting the value of using biomarker panels over individual markers in early detection of late-onset neonatal sepsis.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPJorge, Patricia Palmeira DaenekasSilva, Maria Helena Baptista Nunes da2025-09-03info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5141/tde-09042026-152112/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2026-04-10T19:21:02Zoai:teses.usp.br:tde-09042026-152112Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-04-10T19:21:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
dc.title.none.fl_str_mv Proteínas de fase aguda na sepse neonatal tardia: valor potencial no diagnóstico e prognóstico
Acute Phase Proteins in Late-Onset Neonatal Sepsis: Potential Value in Diagnosis and Prognosis
title Proteínas de fase aguda na sepse neonatal tardia: valor potencial no diagnóstico e prognóstico
spellingShingle Proteínas de fase aguda na sepse neonatal tardia: valor potencial no diagnóstico e prognóstico
Silva, Maria Helena Baptista Nunes da
Biomarcadores
Biomarkers
Diagnóstico precoce
Early Diagnosis
Interleucina-27
Interleucina-6
Interleukin-27
Interleukin-6
Neonatal Sepsis
Prognosis
Prognóstico
Sepse neonatal
title_short Proteínas de fase aguda na sepse neonatal tardia: valor potencial no diagnóstico e prognóstico
title_full Proteínas de fase aguda na sepse neonatal tardia: valor potencial no diagnóstico e prognóstico
title_fullStr Proteínas de fase aguda na sepse neonatal tardia: valor potencial no diagnóstico e prognóstico
title_full_unstemmed Proteínas de fase aguda na sepse neonatal tardia: valor potencial no diagnóstico e prognóstico
title_sort Proteínas de fase aguda na sepse neonatal tardia: valor potencial no diagnóstico e prognóstico
author Silva, Maria Helena Baptista Nunes da
author_facet Silva, Maria Helena Baptista Nunes da
author_role author
dc.contributor.none.fl_str_mv Jorge, Patricia Palmeira Daenekas
dc.contributor.author.fl_str_mv Silva, Maria Helena Baptista Nunes da
dc.subject.por.fl_str_mv Biomarcadores
Biomarkers
Diagnóstico precoce
Early Diagnosis
Interleucina-27
Interleucina-6
Interleukin-27
Interleukin-6
Neonatal Sepsis
Prognosis
Prognóstico
Sepse neonatal
topic Biomarcadores
Biomarkers
Diagnóstico precoce
Early Diagnosis
Interleucina-27
Interleucina-6
Interleukin-27
Interleukin-6
Neonatal Sepsis
Prognosis
Prognóstico
Sepse neonatal
description Introdução: A sepse neonatal continua sendo uma das principais causas de morbidade e mortalidade entre recém-nascidos (RN). A doença apresenta sinais clínicos iniciais inespecíficos e pode evoluir rapidamente para choque séptico e óbito. A resposta inflamatória, mediada por citocinas e proteínas de fase aguda, é complexa e variável, dificultando o diagnóstico precoce. Diferentes moléculas têm sido utilizadas como marcadores de diagnóstico e/ou prognóstico para sepse neonatal, porém, os dados ainda são insuficientes para considerar alguns desses fatores isolados úteis para avaliar o risco de desenvolvimento de sepse ou para orientar a antibioticoterapia no RN. Objetivos: Quantificar as concentrações dos marcadores IL-1, IL-6, IL-8, IL-10, TNF-, IL-18, IL-27, IL-33, CX3CL1, CCL5 (RANTES), MBL e hepcidina em RN com sepse tardia clínica e sepse tardia comprovada por bactérias Gram-positivas e/ou Gram-negativas no dia do diagnóstico (D0), 3º (D3), 7º (D7) e 10º (D10) pós-diagnóstico; avaliar o potencial de cada marcador como preditor de prognóstico da doença; e elaborar um score diagnóstico baseado nos marcadores que apresentaram melhor acurácia para o diagnóstico de sepse neonatal tardia. Métodos: Foram coletadas amostras de sangue de RN com sepse tardia causada por bactérias Gram-positivas (n=27), Gram-negativas (n=26), e de RN com sepse clínica (n=31), juntamente com 37 amostras de RN controles. As citocinas/quimiocinas IL-1, IL-6, IL-8, IL-10, TNF-, foram quantificadas no soro por citometria de fluxo. As proteínas IL-18, IL-27, IL-33, CX3CL1, CCL5, MBL e hepcidina foram avaliadas por ensaio imunoenzimático. Resultados: Não foram observadas diferenças significativas entre os grupos em relação ao sexo dos RN, peso ao nascer, peso no D0 ou tipo de parto. O uso de suporte respiratório foi mais frequente nos grupos com sepse comprovada, sendo o tempo de ventilação significativamente maior no grupo Gram-negativo. Vinte e um casos evoluíram para choque séptico no D0 e nove no D3, com seis óbitos no total. No D0, os grupos com sepse apresentaram alterações hematológicas e laboratoriais caracterizadas por aumento na contagem de neutrófilos imaturos, no índice neutrofílico e nos níveis de PCR em comparação com os controles. Os marcadores IL-6, IL-8, IL-10, TNF- e IL-18 estavam significativamente elevados nos RN com sepse, principalmente nos dias iniciais pós-diagnóstico, com queda progressiva sugerindo resposta ao tratamento. IL-6 e IL-27 demonstraram potencial para predizer mortalidade, enquanto IL-6, IL-27, IL-33 e CCL5 foram associados à gravidade da doença (choque séptico). A análise multivariada identificou PCR, IL-6, TNF- e MBL como preditores independentes de sepse. Com base nesses marcadores foi desenvolvido um score diagnóstico que apresentou excelente acurácia (AUC = 0,916), alta especificidade (91,7%) e bom valor preditivo positivo (95,2%). Conclusões: Nossos resultados demonstraram que, embora vários marcadores inflamatórios se elevem na sepse neonatal, IL-6, TNF-, MBL e PCR são os mais confiáveis para o diagnóstico. IL-6 e IL-27 também ajudam a prever a gravidade da doença e a mortalidade. Um score diagnóstico que combina esses marcadores melhora significativamente a acurácia diagnóstica, destacando o valor do uso de painéis de biomarcadores ao invés de marcadores isolados na detecção precoce da sepse neonatal tardia.
publishDate 2025
dc.date.none.fl_str_mv 2025-09-03
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/doctoralThesis
format doctoralThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5141/tde-09042026-152112/
url https://teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5141/tde-09042026-152112/
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.relation.none.fl_str_mv
dc.rights.driver.fl_str_mv Liberar o conteúdo para acesso público.
info:eu-repo/semantics/openAccess
rights_invalid_str_mv Liberar o conteúdo para acesso público.
eu_rights_str_mv openAccess
dc.format.none.fl_str_mv application/pdf
dc.coverage.none.fl_str_mv
dc.publisher.none.fl_str_mv Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
publisher.none.fl_str_mv Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
dc.source.none.fl_str_mv
reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
instname:Universidade de São Paulo (USP)
instacron:USP
instname_str Universidade de São Paulo (USP)
instacron_str USP
institution USP
reponame_str Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
collection Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
repository.name.fl_str_mv Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)
repository.mail.fl_str_mv virginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.br
_version_ 1865492440351244288