Influência da triancinolona subtenoniana sobre os resultados cirúrgicos do implante de drenagem para glaucoma Susanna UF

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2026
Autor(a) principal: Takatsu, Marcus Vinicius
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertacoes da USP
Universidade de São Paulo
Faculdade de Medicina
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5149/tde-30042026-161340/
Resumo: Objetivo: Avaliar a eficácia e a segurança da técnica de uso de triancinolona subtenoniana na cirurgia anti-glaucomatosa com implante de drenagem para glaucoma modelo Susanna UF. Métodos: Estudo prospectivo, multicêntrico, randomizado, duplo-cego e intervencionista em pacientes com glaucoma primário de ângulo aberto refratário à cirurgia de trabeculectomia. Foram incluídos 39 pacientes, randomizados em dois grupos (controle e triancinolona), sendo acompanhados por um período de seis meses para avaliar periodicamente a pressão intraocular (PIO), o número de colírios hipotensores e a ocorrência de complicações. Os critérios de sucesso foram: (I) PIO 21 mmHg e (II) PIO 18 mmHg. Cada critério foi classificado como completo (sem medicação) ou qualificado (com medicação). Resultados: 39 pacientes foram incluídos, sendo 20 no grupo controle e 19 no grupo triancinolona. A média da PIO pré-operatória foi de 24,45 ± 8,03 mmHg no grupo controle e 24,95 ± 6,80 mmHg no grupo triancinolona (p = 0,83). Após seis meses, a PIO média foi reduzida para 14,05 ± 3,99 mmHg no grupo controle e 14,33 ± 4,70 mmHg no grupo triancinolona (p > 0,99), representando reduções percentuais de 42,53% e 42,56%, respectivamente. A necessidade de colírios hipotensores também foi reduzida em ambos os grupos, com uma média inicial de 3,65 ± 0,49 reduzida para 1,57 ± 1,73 colírios no grupo controle (p < 0,0001) e de 3,63 ± 0,60 para 1,16 ± 1,43 colírios no grupo triancinolona (p < 0,0001). As taxas de sucesso qualificado (PIO 5 e 21 mmHg, com ou sem uso de medicação) foram de 90% (controle) e 89,47% (triancinolona) pelo Critério I, e de 85% e 73,68%, respectivamente, pelo Critério II. Entretanto, o grupo triancinolona apresentou maior incidência geral de complicações (52,63% versus 5%). Destacaram-se hipotonia precoce (21,05% vs. 10%), hipotonia tardia (52,63% vs. 0%, p < 0,001), edema de córnea precoce (21,05% vs. 15%), catarata (15,78% vs. 0%) e extrusão do dispositivo de drenagem (5,26% vs. 0%). Em contrapartida, uveíte anterior (5% vs. 0%) e glaucoma maligno (5% vs. 0%) foram observados no grupo controle. Considerando-se como complicações sérias apenas hipotonia tardia e glaucoma maligno, sua ocorrência foi de 52,63% no grupo triancinolona e 5% no grupo controle (p = 0,0008). Todos os episódios de hipotonia, edema de córnea, uveíte anterior e catarata apresentaram resolução completa por meio de ajustes no regime de colírios hipotensores, uso adicional de corticosteroides e/ou intervenção cirúrgica (como sutura do tubo e/ou reconstrução de câmara anterior com viscoelástico). O único caso de glaucoma maligno foi revertido com terapia medicamentosa (hipotensores, cicloplégicos e anti-inflamatórios), e a extrusão do dispositivo de drenagem foi solucionada por remoção do implante, sem sequelas funcionais definitivas. Conclusão: Não foi identificada diferença estatisticamente significativa na redução pressórica entre os dois grupos. No entanto, o grupo triancinolona apresentou um número significativamente maior de complicações, sobretudo as relacionadas à hipotonia.
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Foram incluídos 39 pacientes, randomizados em dois grupos (controle e triancinolona), sendo acompanhados por um período de seis meses para avaliar periodicamente a pressão intraocular (PIO), o número de colírios hipotensores e a ocorrência de complicações. Os critérios de sucesso foram: (I) PIO 21 mmHg e (II) PIO 18 mmHg. Cada critério foi classificado como completo (sem medicação) ou qualificado (com medicação). Resultados: 39 pacientes foram incluídos, sendo 20 no grupo controle e 19 no grupo triancinolona. A média da PIO pré-operatória foi de 24,45 ± 8,03 mmHg no grupo controle e 24,95 ± 6,80 mmHg no grupo triancinolona (p = 0,83). Após seis meses, a PIO média foi reduzida para 14,05 ± 3,99 mmHg no grupo controle e 14,33 ± 4,70 mmHg no grupo triancinolona (p > 0,99), representando reduções percentuais de 42,53% e 42,56%, respectivamente. 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Considerando-se como complicações sérias apenas hipotonia tardia e glaucoma maligno, sua ocorrência foi de 52,63% no grupo triancinolona e 5% no grupo controle (p = 0,0008). Todos os episódios de hipotonia, edema de córnea, uveíte anterior e catarata apresentaram resolução completa por meio de ajustes no regime de colírios hipotensores, uso adicional de corticosteroides e/ou intervenção cirúrgica (como sutura do tubo e/ou reconstrução de câmara anterior com viscoelástico). O único caso de glaucoma maligno foi revertido com terapia medicamentosa (hipotensores, cicloplégicos e anti-inflamatórios), e a extrusão do dispositivo de drenagem foi solucionada por remoção do implante, sem sequelas funcionais definitivas. Conclusão: Não foi identificada diferença estatisticamente significativa na redução pressórica entre os dois grupos. No entanto, o grupo triancinolona apresentou um número significativamente maior de complicações, sobretudo as relacionadas à hipotonia.Objective: To evaluate the efficacy and safety of adjunctive subtenon triamcinolone injection in anti-glaucoma surgery using the Susanna UF drainage implant. Methods: This was a prospective, multicenter, randomized, double-blind, interventional study involving patients with primary open-angle glaucoma (POAG) refractory to prior trabeculectomy. A total of 39 patients were randomized into two groups (control and triamcinolone) and followed for six months with periodic assessments of intraocular pressure (IOP), need for hypotensive eye drops, and occurrence of complications. The success criteria were as follows: (I) IOP 21 mmHg; (II) IOP 18 mmHg. Each criterion was classified as either complete (no medication) or qualified (on medication). Results: Thirty-nine patients were included, with 20 in the control group and 19 in the triamcinolone group. The mean preoperative intraocular pressure (IOP) was 24.45 ± 8.03 mmHg in the control group and 24.95 ± 6.80 mmHg in the triamcinolone group (p = 0.83). After six months, the mean IOP decreased to 14.05 ± 3.99 mmHg in the control group and 14.33 ± 4.70 mmHg in the triamcinolone group (p > 0.99), corresponding to percentage reductions of 42.53% and 42.56%, respectively. The need for hypotensive eyedrops was also reduced in both groups, from an initial average of 3.65 ± 0.49 to 1.57 ± 1.73 in the control group (p < 0.0001) and from 3.63 ± 0.60 to 1.16 ± 1.43 in the triamcinolone group (p < 0.0001). The rates of qualified success (IOP between 5 and 21 mmHg, with or without medication) were 90% (control) and 89.47% (triamcinolone) according to Criterion I, and 85% and 73.68%, respectively, according to Criterion II. However, the triamcinolone group showed a higher incidence of complications (52.63% vs. 5%). Early hypotony (21.05% vs. 10%), late hypotony (52.63% vs. 0%, p < 0.001), early corneal edema (21.05% vs. 15%), cataract (15.78% vs. 0%), and drainage device extrusion (5.26% vs. 0%) stood out as more frequent in the triamcinolone group. Conversely, anterior uveitis (5% vs. 0%) and malignant glaucoma (5% vs. 0%) were observed only in the control group. Considering only serious complications (late hypotony and malignant glaucoma), the incidence was 52.63% in the triamcinolone group versus 5% in the control group (p = 0.0008). All episodes of hypotony, corneal edema, anterior uveitis, and cataract were fully resolved through adjustments to the hypotensive eyedrop regimen, additional corticosteroid use, and/or surgical intervention (such as tube suture and anterior chamber reconstruction with viscoelastic). The single case of malignant glaucoma was reversed with medical therapy (hypotensives, cycloplegics, and anti-inflammatories), and the drainage device extrusion was managed by implant removal, with no permanent functional sequelae. Conclusion: No statistically significant difference was identified in IOP reduction between the two groups. In contrast, the triamcinolone group presented a significantly higher number of complications, primarily related to hypotony.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertacoes da USPUniversidade de São PauloFaculdade de MedicinaHatanaka, MarceloTakatsu, Marcus Vinicius2026-01-212026-05-04info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5149/tde-30042026-161340/doi:10.11606/T.5.2026.tde-30042026-161340Liberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USP2026-05-04T19:08:03Zoai:teses.usp.br:tde-30042026-161340Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-05-04T19:08:03Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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