Perfil e prevalência dos tipos de fissuras dos pacientes atendidos no HRAC/USP-Centrinho nos últimos 30 anos: um estudo descritivo do contexto brasileiro

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Baradel, Aline Fernanda
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/61/61132/tde-23012025-121421/
Resumo: O Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais/Centrinho Universidade de São Paulo (HRAC/Centrinho/USP) desde 1967 realiza o tratamento e a reabilitação dos pacientes com diagnóstico de fissuras labiopalatinas, (FLP) sendo referência mundial em seu perfil de atuação. Desde sua criação, diferentes estudos foram desenvolvidos no HRAC/Centrinho/USP principalmente os que avaliam os resultados da reabilitação cirúrgica do lábio e/ou palato no crescimento craniofacial e suas consequências em funções como fala, audição e mastigação. Contudo, a referência usada como a prevalência de pacientes fissurados nascidos na população brasileira é da década de 70 e se refere somente a região do entorno de Bauru/SP. Sendo assim, este estudo teve como objetivo avaliar e tabular o perfil dos pacientes com FL/P atendidos no HRAC/Centrinho/USP nos últimos 30 anos, de 1993 a 2023, considerando o tipo da fissura de acordo com a classificação de Spina e o Estado de origem destes pacientes. Para isto foram utilizados os dados coletados do sistema TASY do HRAC/Centrinho/USP, realizada a análise destes dados por intermédio de um script em linguagem Python e utilizada a biblioteca de análise e manipulação de dados Pandas e a organização dos dados em planilha do Microsoft Excel. Fizeram parte da amostra de dados um total de 31.488 pacientes. Em relação ao sexo, 44,4% (13.997) eram do sexo feminino e 55,6% (17.492) eram do sexo masculino. Sequencialmente, em ordem decrescente de ocorrência quanto ao tipo de fissura foi identificado que a fissura transforame incisivo foi prevalente e ocorreu em 42,6% (13.422) do total de 31.488 pacientes listados, sendo que destes 63,6% no sexo masculino e 36,4% no sexo feminino. A fissura pós-forame incisivo ocorreu em 33,4% (10.526) sendo que destes, 44,5% no sexo masculino e 55,5% no sexo feminino. A fissura pré-forame incisivo ocorreu em 31,2% (9.855) sendo que destes 59,6 % no sexo masculino e 40,4 no sexo feminino. A fissura pós-forame incisivo incompleta ocorreu em 21,4% (7.084) sendo que destes 41,6% no sexo masculino e 58,4% do sexo feminino). A fissura transforame unilateral esquerda ocorreu em 18% (5.668) sendo que destes 60,3% no sexo masculino e 39,7% no sexo feminino. E por último a fissura transforame bilateral ocorreu em 12,2% (3.862) sendo que destes 66,6% no sexo masculino 33,4% no sexo feminino. Em relação ao Estado de origem dos pacientes da amostra, 43,6% (13.732) eram do Estado de São Paulo, 13,5% (4.254) do Estado de Minas Gerais, 5,8% (1.843) do Estado Paraná, 4,2% (1.343) do Estado do Espirito Santo, 2,9% (1.252) do Estado do Mato Grosso do Sul, 2,9% (942) do Estado do Rio de Janeiro, 2,5% (816) do Distrito Federal, 2,5% (805) do Estado da Bahia, 2,4% (778) do Estado do Maranhão, 2,3% (743) do Estado de Mato Grosso, 2,2% (716) do Estado de Goiás, 2,1% (666) do Estado de Rondônia, 2% (651) do estado de Santa Catarina, 1,8% (583) do Estado do Rio Grande do Sul, 1,7% (537) do Estado do Pará, 1,2% (394) do Estado do Amazonas, 0,76% (241) do Estado do Ceará, 0,53% (170) do Estado de Pernambuco; 0,47% (150) Não Brasileiros; 0,46% (148) do Estado de Alagoas, 0,44% (140) do Estado de Tocantins, 0,41% (132) do Estado do Rio Grande do Norte; 0,41% (130) do Estado do Piauí; 0,33% (106) do Estado da Paraíba, 0,25% (79) do Estado do Acre, 0,16% (51) do Estado do Sergipe, 0,15% (48) do Estado do Amapá e 0,11% do Estado de Roraima. Em relação ao Tipo de fissura e Estado a Fissura Pós-Forame Incompleta foi a mais prevalente em 16 dos 27 estados brasileiros, com maior prevalência no estado de São Paulo e menor no Sergipe. Variáveis encontradas referentes ao tipo de fissura, Estado, e década mostraram que de 1993 a 2003 dos 26 estados brasileiros e o Distrito Federal, 51,8% (14) estados apresentaram maior número de prevalência da Fissura Pós-Forame Incisivo, 44,4% (12) Estados apresentaram maior prevalência de Fissura Transforme Incisivo do lado esquerdo e 3,7 % (1) Fissura Transforame Incisivo Bilateral. Na década de 2004 a 2013 dos 26 estados brasileiros e o Distrito Federal, 66,6% (18) Estados apresentaram prevalência de Fissura Pós-Forame Incisivo, 33,3% (9) Estados apresentaram prevalência de Fissura Transforame Incisivo do Lado Esquerdo. Na Década de 2014 a 2023, dos 26 estados brasileiros e o Distrito Federal, 59,2% (16) Estados apresentaram prevalência de Fissura Pós-Forame Incisivo, 22,2% (6) Estados de Fissura Transforame Incisivo do lado esquerdo,11,1% (3) Estados de Fissura Transforame Bilateral e 18,5% (5) de Fissura Pré Forame Incisivo. De maneira global houve prevalência no atendimento de pacientes do sexo feminino e o tipo de Fissura Pós Forame Incompleta foi a mais prevalente nas últimas três décadas.
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spelling Perfil e prevalência dos tipos de fissuras dos pacientes atendidos no HRAC/USP-Centrinho nos últimos 30 anos: um estudo descritivo do contexto brasileiroProfile and prevalence of cleft lips types of patients treated in the Hospital de Reabilitaçao de Anomalias Craniofaciais/Centrinho/ Universidade de São Paulo in the last 30 years. A descriptive study of the Brazilian contextCleft lipCleft palateFissura labiopalatinaHRAC/USP-CentrinhoHRAC/USP-CentrinhoPrevalencePrevalênciaO Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais/Centrinho Universidade de São Paulo (HRAC/Centrinho/USP) desde 1967 realiza o tratamento e a reabilitação dos pacientes com diagnóstico de fissuras labiopalatinas, (FLP) sendo referência mundial em seu perfil de atuação. Desde sua criação, diferentes estudos foram desenvolvidos no HRAC/Centrinho/USP principalmente os que avaliam os resultados da reabilitação cirúrgica do lábio e/ou palato no crescimento craniofacial e suas consequências em funções como fala, audição e mastigação. Contudo, a referência usada como a prevalência de pacientes fissurados nascidos na população brasileira é da década de 70 e se refere somente a região do entorno de Bauru/SP. Sendo assim, este estudo teve como objetivo avaliar e tabular o perfil dos pacientes com FL/P atendidos no HRAC/Centrinho/USP nos últimos 30 anos, de 1993 a 2023, considerando o tipo da fissura de acordo com a classificação de Spina e o Estado de origem destes pacientes. Para isto foram utilizados os dados coletados do sistema TASY do HRAC/Centrinho/USP, realizada a análise destes dados por intermédio de um script em linguagem Python e utilizada a biblioteca de análise e manipulação de dados Pandas e a organização dos dados em planilha do Microsoft Excel. Fizeram parte da amostra de dados um total de 31.488 pacientes. Em relação ao sexo, 44,4% (13.997) eram do sexo feminino e 55,6% (17.492) eram do sexo masculino. Sequencialmente, em ordem decrescente de ocorrência quanto ao tipo de fissura foi identificado que a fissura transforame incisivo foi prevalente e ocorreu em 42,6% (13.422) do total de 31.488 pacientes listados, sendo que destes 63,6% no sexo masculino e 36,4% no sexo feminino. A fissura pós-forame incisivo ocorreu em 33,4% (10.526) sendo que destes, 44,5% no sexo masculino e 55,5% no sexo feminino. A fissura pré-forame incisivo ocorreu em 31,2% (9.855) sendo que destes 59,6 % no sexo masculino e 40,4 no sexo feminino. A fissura pós-forame incisivo incompleta ocorreu em 21,4% (7.084) sendo que destes 41,6% no sexo masculino e 58,4% do sexo feminino). A fissura transforame unilateral esquerda ocorreu em 18% (5.668) sendo que destes 60,3% no sexo masculino e 39,7% no sexo feminino. E por último a fissura transforame bilateral ocorreu em 12,2% (3.862) sendo que destes 66,6% no sexo masculino 33,4% no sexo feminino. Em relação ao Estado de origem dos pacientes da amostra, 43,6% (13.732) eram do Estado de São Paulo, 13,5% (4.254) do Estado de Minas Gerais, 5,8% (1.843) do Estado Paraná, 4,2% (1.343) do Estado do Espirito Santo, 2,9% (1.252) do Estado do Mato Grosso do Sul, 2,9% (942) do Estado do Rio de Janeiro, 2,5% (816) do Distrito Federal, 2,5% (805) do Estado da Bahia, 2,4% (778) do Estado do Maranhão, 2,3% (743) do Estado de Mato Grosso, 2,2% (716) do Estado de Goiás, 2,1% (666) do Estado de Rondônia, 2% (651) do estado de Santa Catarina, 1,8% (583) do Estado do Rio Grande do Sul, 1,7% (537) do Estado do Pará, 1,2% (394) do Estado do Amazonas, 0,76% (241) do Estado do Ceará, 0,53% (170) do Estado de Pernambuco; 0,47% (150) Não Brasileiros; 0,46% (148) do Estado de Alagoas, 0,44% (140) do Estado de Tocantins, 0,41% (132) do Estado do Rio Grande do Norte; 0,41% (130) do Estado do Piauí; 0,33% (106) do Estado da Paraíba, 0,25% (79) do Estado do Acre, 0,16% (51) do Estado do Sergipe, 0,15% (48) do Estado do Amapá e 0,11% do Estado de Roraima. Em relação ao Tipo de fissura e Estado a Fissura Pós-Forame Incompleta foi a mais prevalente em 16 dos 27 estados brasileiros, com maior prevalência no estado de São Paulo e menor no Sergipe. Variáveis encontradas referentes ao tipo de fissura, Estado, e década mostraram que de 1993 a 2003 dos 26 estados brasileiros e o Distrito Federal, 51,8% (14) estados apresentaram maior número de prevalência da Fissura Pós-Forame Incisivo, 44,4% (12) Estados apresentaram maior prevalência de Fissura Transforme Incisivo do lado esquerdo e 3,7 % (1) Fissura Transforame Incisivo Bilateral. Na década de 2004 a 2013 dos 26 estados brasileiros e o Distrito Federal, 66,6% (18) Estados apresentaram prevalência de Fissura Pós-Forame Incisivo, 33,3% (9) Estados apresentaram prevalência de Fissura Transforame Incisivo do Lado Esquerdo. Na Década de 2014 a 2023, dos 26 estados brasileiros e o Distrito Federal, 59,2% (16) Estados apresentaram prevalência de Fissura Pós-Forame Incisivo, 22,2% (6) Estados de Fissura Transforame Incisivo do lado esquerdo,11,1% (3) Estados de Fissura Transforame Bilateral e 18,5% (5) de Fissura Pré Forame Incisivo. De maneira global houve prevalência no atendimento de pacientes do sexo feminino e o tipo de Fissura Pós Forame Incompleta foi a mais prevalente nas últimas três décadas.The Hospital de Reabilitaçao de Anomalias Craniofaciais/Centrinho/Universidade de São Paulo (HRAC/Centrinho/USP) since 1967 treats and rehabs patients diagnosed with cleft lips, and has been recognized as a reference center for this type of treatment worldwide. Since its foundation, several studies have been conducted there, mainly those that evaluated the benefits of the rehab results for palate and lip surgery on craniofacial growth and their consequences in speaking, hearing, and chewing functions. However, the reference data used as the prevalence of cleft Brazilian patients is from the 70s and refers only to the Bauru-SP city region. Therefore, the goal of this paper is to evaluate and tabulate the patient\'s profile diagnosed with cleft lip and/or palate treated in the HRAC/Centrinho/USP in the last 30 years, from 1993 to 2023, according to the type of diagnosis and the Spina classification, and the origin state of the patient. The data used in the study was dumped from the TASY software of HRAC/Centrinho/USP, standardized by a Python script with Pandas library. The data was organized in a spreadsheet. The data amount of the sample has a total of 31.488 patients, of which 44,4% (13.997) are female and 55,6% (17.492) are male. In order, descending sorted by the type of the identified cleft, was identified that the incisive trans-foramen cleft is the prevalent one and occurred in 42,6% (13.442) of the patients from a total of 31.448, of which 63,6% are male and 36,4% are female. The incisive post-foramen cleft occurred in 33,4% (10.526) of the patients, of which 44,5% are male and 55,5% are female. The incisive pre-foramen cleft occurred in 31,2% (9.855) of the patients, of which 59,6% are male and 40,4% are female. The incomplete incisive post-foramen cleft occurred in 21,4% (7.084) of the patients, of which 41,6% are male and 58,4% are female. The unilateral left trans-foramen cleft occurred occurred in 18% (5.668) of the patients, of which 60,3% are male and 39,7% are female. And the last one, the bilateral trans-foramen cleft occurred in 12,2% (3.862) of the patients, of which 66,6% are male and 33,4% are female. Related to the origin state of the patients of the sample, 43,6% (13.732) are from São Paulo State, 13,5% (4.254) are from Minas Gerais State , 5,8% (1.843) are from Paraná State, 4,2% (1.343) are from Espirito Santo State, 2,9% (1.252) are from Mato Grosso do Sul State, 2,9% (942) are from Rio de Janeiro State, 2,5% (816) are from Distrito Federal State, 2,5% (805) are from Bahia State, 2,4% (778) are from Maranhão State, 2,3% (743) are from Mato Grosso State, 2,2% (716) are from Goiás State, 2,1% (666) are from Rondônia State, 2% (651) are from Santa Catarina State, 1,8% (583) are from Rio Grande do Sul State, 1,7% (537) are from Pará State, 1,2% (394) are from Amazonas State, 0,76% (241) are from Ceará State, 0,53% (170) are from Pernambuco State, 0,47% (150) are foreigns; 0,46% (148) are from Alagoas State, 0,44% (140) are from Tocantins State, 0,41% (132) are from Rio Grande do Norte State; 0,41% (130) are from Piauí State, 0,33% (106) are from Paraíba State, 0,25% (79) are from Acre State, 0,16% (51) are from Sergipe State, 0,15% (48) are from Amapá State and 0,11% are from Roraima State. Relating the type of the diagnosed cleft and patient origin State, the incomplete post-foramen cleft is the most prevalent in 16 of 27 Brazilian states, with the highest occurrence in the Sao Paulo state and the lowest occurrence in the Sergipe State. Found variables referring to the cleft type, patient origin state, and decade have shown that from 1993 to 2003, 51,8% (14) of the states had the highest prevalence of the incisive post-foramen cleft, 44,4% (12) of the states had the highest prevalence of the unilateral left incisive trans-foramen cleft and 3,7% (1) state had the incisive trans-foramen cleft as the prevalent. From 2004 to 2013, for the 27 Brazilian states, 66,6% (18) states had the highest prevalence of the incisive post-foramen cleft, and 33,3% (9) states had e the highest prevalence of the unilateral left incisive trans-foramen cleft. From 2014 to 2023, for the 27 Brazilian states, 59,2% (16) had the highest prevalence of the incisive post-foramen cleft, 22,2% (6) states had the unilateral left incisive trans-foramen cleft as the most prevalent, 11,1% (3) states had the bilateral trans-foramen cleft as the most prevalent, and 18.5% (5) states had the incisive pre-foramen as the most prevalent. Mainly, worldwide, the treatment is prevalent in female patients and the incomplete post-foramen cleft type has the highest prevalence in the last three decades.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPMachado, Maria Aparecida de Andrade MoreiraBaradel, Aline Fernanda2024-08-13info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/61/61132/tde-23012025-121421/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-02-17T14:00:02Zoai:teses.usp.br:tde-23012025-121421Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-02-17T14:00:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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description O Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais/Centrinho Universidade de São Paulo (HRAC/Centrinho/USP) desde 1967 realiza o tratamento e a reabilitação dos pacientes com diagnóstico de fissuras labiopalatinas, (FLP) sendo referência mundial em seu perfil de atuação. Desde sua criação, diferentes estudos foram desenvolvidos no HRAC/Centrinho/USP principalmente os que avaliam os resultados da reabilitação cirúrgica do lábio e/ou palato no crescimento craniofacial e suas consequências em funções como fala, audição e mastigação. Contudo, a referência usada como a prevalência de pacientes fissurados nascidos na população brasileira é da década de 70 e se refere somente a região do entorno de Bauru/SP. Sendo assim, este estudo teve como objetivo avaliar e tabular o perfil dos pacientes com FL/P atendidos no HRAC/Centrinho/USP nos últimos 30 anos, de 1993 a 2023, considerando o tipo da fissura de acordo com a classificação de Spina e o Estado de origem destes pacientes. Para isto foram utilizados os dados coletados do sistema TASY do HRAC/Centrinho/USP, realizada a análise destes dados por intermédio de um script em linguagem Python e utilizada a biblioteca de análise e manipulação de dados Pandas e a organização dos dados em planilha do Microsoft Excel. Fizeram parte da amostra de dados um total de 31.488 pacientes. Em relação ao sexo, 44,4% (13.997) eram do sexo feminino e 55,6% (17.492) eram do sexo masculino. Sequencialmente, em ordem decrescente de ocorrência quanto ao tipo de fissura foi identificado que a fissura transforame incisivo foi prevalente e ocorreu em 42,6% (13.422) do total de 31.488 pacientes listados, sendo que destes 63,6% no sexo masculino e 36,4% no sexo feminino. A fissura pós-forame incisivo ocorreu em 33,4% (10.526) sendo que destes, 44,5% no sexo masculino e 55,5% no sexo feminino. A fissura pré-forame incisivo ocorreu em 31,2% (9.855) sendo que destes 59,6 % no sexo masculino e 40,4 no sexo feminino. A fissura pós-forame incisivo incompleta ocorreu em 21,4% (7.084) sendo que destes 41,6% no sexo masculino e 58,4% do sexo feminino). A fissura transforame unilateral esquerda ocorreu em 18% (5.668) sendo que destes 60,3% no sexo masculino e 39,7% no sexo feminino. E por último a fissura transforame bilateral ocorreu em 12,2% (3.862) sendo que destes 66,6% no sexo masculino 33,4% no sexo feminino. Em relação ao Estado de origem dos pacientes da amostra, 43,6% (13.732) eram do Estado de São Paulo, 13,5% (4.254) do Estado de Minas Gerais, 5,8% (1.843) do Estado Paraná, 4,2% (1.343) do Estado do Espirito Santo, 2,9% (1.252) do Estado do Mato Grosso do Sul, 2,9% (942) do Estado do Rio de Janeiro, 2,5% (816) do Distrito Federal, 2,5% (805) do Estado da Bahia, 2,4% (778) do Estado do Maranhão, 2,3% (743) do Estado de Mato Grosso, 2,2% (716) do Estado de Goiás, 2,1% (666) do Estado de Rondônia, 2% (651) do estado de Santa Catarina, 1,8% (583) do Estado do Rio Grande do Sul, 1,7% (537) do Estado do Pará, 1,2% (394) do Estado do Amazonas, 0,76% (241) do Estado do Ceará, 0,53% (170) do Estado de Pernambuco; 0,47% (150) Não Brasileiros; 0,46% (148) do Estado de Alagoas, 0,44% (140) do Estado de Tocantins, 0,41% (132) do Estado do Rio Grande do Norte; 0,41% (130) do Estado do Piauí; 0,33% (106) do Estado da Paraíba, 0,25% (79) do Estado do Acre, 0,16% (51) do Estado do Sergipe, 0,15% (48) do Estado do Amapá e 0,11% do Estado de Roraima. Em relação ao Tipo de fissura e Estado a Fissura Pós-Forame Incompleta foi a mais prevalente em 16 dos 27 estados brasileiros, com maior prevalência no estado de São Paulo e menor no Sergipe. Variáveis encontradas referentes ao tipo de fissura, Estado, e década mostraram que de 1993 a 2003 dos 26 estados brasileiros e o Distrito Federal, 51,8% (14) estados apresentaram maior número de prevalência da Fissura Pós-Forame Incisivo, 44,4% (12) Estados apresentaram maior prevalência de Fissura Transforme Incisivo do lado esquerdo e 3,7 % (1) Fissura Transforame Incisivo Bilateral. Na década de 2004 a 2013 dos 26 estados brasileiros e o Distrito Federal, 66,6% (18) Estados apresentaram prevalência de Fissura Pós-Forame Incisivo, 33,3% (9) Estados apresentaram prevalência de Fissura Transforame Incisivo do Lado Esquerdo. Na Década de 2014 a 2023, dos 26 estados brasileiros e o Distrito Federal, 59,2% (16) Estados apresentaram prevalência de Fissura Pós-Forame Incisivo, 22,2% (6) Estados de Fissura Transforame Incisivo do lado esquerdo,11,1% (3) Estados de Fissura Transforame Bilateral e 18,5% (5) de Fissura Pré Forame Incisivo. De maneira global houve prevalência no atendimento de pacientes do sexo feminino e o tipo de Fissura Pós Forame Incompleta foi a mais prevalente nas últimas três décadas.
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