Estratégias para ampliação da cobertura da profilaxia pré-exposição (PrEP) e sua contribuição para eliminar a transmissão do HIV como problema de saúde pública
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Tese |
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| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5137/tde-01102025-142304/ |
Resumo: | A profilaxia pré-exposição sexual (PrEP) é o método preventivo mais efetivo contra o HIV, tornando-o um dos principais instrumentos para alcançar a meta das Nações Unidas de eliminar a transmissão do HIV como problema de saúde púbica, até 2030. Seu acesso, entretanto, é limitado por barreiras de ordem estrutural, de políticas e serviços e do indivíduo. Iniciativas buscam reverter essa situação, simplificando protocolos e aproximando a PrEP das comunidades e pessoas vulneráveis. Neste contexto, esta tese é composta por três artigos relatando estudos de avaliação de tecnologias para ampliar o acesso e a equidade em PrEP, no âmbito do SUS. No primeiro artigo relatamos a avaliação de uma plataforma de telessaúde para o seguimento clínico assíncrono de PrEP. Comparamos, após dois anos de seguimento, indicadores de efetividades em usuários que escolheram a telessaúde ou permaneceram no atendimento presencial. O pressuposto adotado foi que os indicadores não seriam diferentes entre os períodos pré e pós telessaúde, assim como entre o seguimento presencial e por telessaúde. No segundo artigo apresentamos os resultados de uma avaliação da oferta de PrEP extramuros por enfermagem e educadores-par em duas organizações comunitárias (OC) de São Paulo: uma na região central, atuando com a população LGBTQIA+; e outra no extremo leste, voltada à população geral. Envolvemos adolescentes de 15 a 19 anos, que se declararam homens que fazem sexo com homens (HSH), mulher transexual ou travesti (MTrT). Comparamos indicadores dos adolescentes atendidos nas OC com os de um serviço convencional, adotando o pressuposto que a oferta na comunidade reduziria barreiras de acesso, propiciando inclusão mais oportuna de adolescentes vulneráveis socialmente e ao HIV. O terceiro artigo apresenta um ensaio demonstrativo de PrEP sob demanda (PrEP-SD), com o uso do esquema apenas no momento das relações sexuais. Foram incluídos HSH e MTrT, com 16 anos de idade, teste anti-HIV negativo e práticas de maior risco. Avaliamos indicadores de efetividade, mensurados trimestralmente, por um período de dois anos. O pressuposto foi que a PrEP-SD seria bem aceita, com adequado manejo do esquema e indicadores de efetividade similares ao de estudos de PrEP oral. Observamos que a telessaúde foi escolhida por pessoas de menor vulnerabilidade, reduzindo em 1/3 a interrupção de PrEP, sem alterar a adesão ou a incidência de IST/HIV. Adolescentes atendidos nas OC iniciaram PrEP de forma mais oportuna e apresentaram um perfil de maior vulnerabilidade social, quando comparados ao serviço convencional. Adolescentes de cada OC, adicionalmente, apresentaram um perfil particular associado às características de cada organização. O uso de PrEP-SD propiciou proteção em cerca de 90% das relações, com taxas elevadas de uso correto do esquema, persistência no uso e baixa incidência do HIV e eventos adversos. Em conjunto, os estudos mostraram que as novas tecnologias contribuem para aumentar a autonomia do indivíduo no cuidado, melhorar a efetividade das diferentes modalidades de PrEP e racionalizar os serviços de saúde, aproximando a PrEP do cotidiano dos indivíduos e reduzindo parte do ônus associado ao uso. Serviços de saúde, entretanto, permanecem estratégicos para ampliar a cobertura de forma equitativa. |
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Estratégias para ampliação da cobertura da profilaxia pré-exposição (PrEP) e sua contribuição para eliminar a transmissão do HIV como problema de saúde públicaStrategies for expanding pre-exposure prophylaxis (PrEP) coverage and its role in eliminating HIV transmission as a public health concernCommunity OrganizationEfetividadeEffectivenessEstudo de intervençãoHIVHIVIntervention StudyOrganização comunitáriaPre-exposure prophylaxisProfilaxia pré-exposiçãoTelemedicineTelessáudeA profilaxia pré-exposição sexual (PrEP) é o método preventivo mais efetivo contra o HIV, tornando-o um dos principais instrumentos para alcançar a meta das Nações Unidas de eliminar a transmissão do HIV como problema de saúde púbica, até 2030. Seu acesso, entretanto, é limitado por barreiras de ordem estrutural, de políticas e serviços e do indivíduo. Iniciativas buscam reverter essa situação, simplificando protocolos e aproximando a PrEP das comunidades e pessoas vulneráveis. Neste contexto, esta tese é composta por três artigos relatando estudos de avaliação de tecnologias para ampliar o acesso e a equidade em PrEP, no âmbito do SUS. No primeiro artigo relatamos a avaliação de uma plataforma de telessaúde para o seguimento clínico assíncrono de PrEP. Comparamos, após dois anos de seguimento, indicadores de efetividades em usuários que escolheram a telessaúde ou permaneceram no atendimento presencial. O pressuposto adotado foi que os indicadores não seriam diferentes entre os períodos pré e pós telessaúde, assim como entre o seguimento presencial e por telessaúde. No segundo artigo apresentamos os resultados de uma avaliação da oferta de PrEP extramuros por enfermagem e educadores-par em duas organizações comunitárias (OC) de São Paulo: uma na região central, atuando com a população LGBTQIA+; e outra no extremo leste, voltada à população geral. Envolvemos adolescentes de 15 a 19 anos, que se declararam homens que fazem sexo com homens (HSH), mulher transexual ou travesti (MTrT). Comparamos indicadores dos adolescentes atendidos nas OC com os de um serviço convencional, adotando o pressuposto que a oferta na comunidade reduziria barreiras de acesso, propiciando inclusão mais oportuna de adolescentes vulneráveis socialmente e ao HIV. O terceiro artigo apresenta um ensaio demonstrativo de PrEP sob demanda (PrEP-SD), com o uso do esquema apenas no momento das relações sexuais. Foram incluídos HSH e MTrT, com 16 anos de idade, teste anti-HIV negativo e práticas de maior risco. Avaliamos indicadores de efetividade, mensurados trimestralmente, por um período de dois anos. O pressuposto foi que a PrEP-SD seria bem aceita, com adequado manejo do esquema e indicadores de efetividade similares ao de estudos de PrEP oral. Observamos que a telessaúde foi escolhida por pessoas de menor vulnerabilidade, reduzindo em 1/3 a interrupção de PrEP, sem alterar a adesão ou a incidência de IST/HIV. Adolescentes atendidos nas OC iniciaram PrEP de forma mais oportuna e apresentaram um perfil de maior vulnerabilidade social, quando comparados ao serviço convencional. Adolescentes de cada OC, adicionalmente, apresentaram um perfil particular associado às características de cada organização. O uso de PrEP-SD propiciou proteção em cerca de 90% das relações, com taxas elevadas de uso correto do esquema, persistência no uso e baixa incidência do HIV e eventos adversos. Em conjunto, os estudos mostraram que as novas tecnologias contribuem para aumentar a autonomia do indivíduo no cuidado, melhorar a efetividade das diferentes modalidades de PrEP e racionalizar os serviços de saúde, aproximando a PrEP do cotidiano dos indivíduos e reduzindo parte do ônus associado ao uso. Serviços de saúde, entretanto, permanecem estratégicos para ampliar a cobertura de forma equitativa.Pre-exposure prophylaxis (PrEP) is the most effective method for preventing HIV, making it a key tool in achieving the United Nations goal of eliminating HIV transmission as a public health issue by 2030. However, access to PrEP remains limited by structural, policy, service, and individual barriers. Efforts to address these challenges focus on simplifying protocols and bringing PrEP closer to communities and vulnerable populations. This doctoral thesis comprises three studies, presented in the form of articles, evaluating technologies to expand access and equity in PrEP delivery within Brazils Unified Health System (SUS). The first article assesses a telehealth platform for asynchronous clinical follow-up of PrEP users. Over two years, we compared effectiveness indicators between individuals who chose telehealth and those who remained in in-person care. We hypothesized that the indicators would not differ across groups and between pre- and post-telehealth periods. The second article examines community-based PrEP delivery by nurses and peer educators in two community organizations (COs) in São Paulo. One CO, in the central region, serves the LGBTQIA+ population, while the other, in the far east, targets the general population. The study involved adolescents aged 15 to 19, who self-identified as men who have sex with men (MSM), transgender women, or travestis (TWTr). We compared indicators from adolescents served in the COs with those from a conventional service, hypothesizing that community-based PrEP delivery would reduce access barriers and facilitate more timely inclusion of socially and HIV-vulnerable adolescents. The third article presents a demonstration trial of event-driven PrEP (ED-PrEP), in which the regimen is used only at the time of sexual intercourse. Participants included MSM and TWTr (16 years of age), with a negative HIV test and higher-risk practices. Effectiveness indicators were measured quarterly over two years, with the assumption was ED-PrEP would be well-accepted, properly managed, and effectiveness indicators similar to those seen in oral PrEP studies. Telehealth was chosen by individuals with lower vulnerability, reducing PrEP discontinuation by one-third while maintaining adherence and STI/HIV incidence. Adolescents served in the COs started PrEP more promptly and had a higher social vulnerability profile compared to those using conventional services. Adolescents from each CO also showed a particular profile associated with the characteristics of each organization. ED-PrEP provided protection in approximately 90% of sexual encounters, with high rates of adherence, persistence, and low incidence of HIV and adverse events. Overall, these findings demonstrate that new technologies help to increase individual autonomy in care, improve the effectiveness of different PrEP modalities, and rationalize healthcare services, bringing PrEP closer to individuals daily lives while alleviating service burdens. However, healthcare services remain strategic in expanding coverage equitably.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPPeres, Maria Fernanda TourinhoGrangeiro, Alexandre Domingues2025-03-27info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5137/tde-01102025-142304/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-10-01T18:04:03Zoai:teses.usp.br:tde-01102025-142304Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-10-01T18:04:03Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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A profilaxia pré-exposição sexual (PrEP) é o método preventivo mais efetivo contra o HIV, tornando-o um dos principais instrumentos para alcançar a meta das Nações Unidas de eliminar a transmissão do HIV como problema de saúde púbica, até 2030. Seu acesso, entretanto, é limitado por barreiras de ordem estrutural, de políticas e serviços e do indivíduo. Iniciativas buscam reverter essa situação, simplificando protocolos e aproximando a PrEP das comunidades e pessoas vulneráveis. Neste contexto, esta tese é composta por três artigos relatando estudos de avaliação de tecnologias para ampliar o acesso e a equidade em PrEP, no âmbito do SUS. No primeiro artigo relatamos a avaliação de uma plataforma de telessaúde para o seguimento clínico assíncrono de PrEP. Comparamos, após dois anos de seguimento, indicadores de efetividades em usuários que escolheram a telessaúde ou permaneceram no atendimento presencial. O pressuposto adotado foi que os indicadores não seriam diferentes entre os períodos pré e pós telessaúde, assim como entre o seguimento presencial e por telessaúde. No segundo artigo apresentamos os resultados de uma avaliação da oferta de PrEP extramuros por enfermagem e educadores-par em duas organizações comunitárias (OC) de São Paulo: uma na região central, atuando com a população LGBTQIA+; e outra no extremo leste, voltada à população geral. Envolvemos adolescentes de 15 a 19 anos, que se declararam homens que fazem sexo com homens (HSH), mulher transexual ou travesti (MTrT). Comparamos indicadores dos adolescentes atendidos nas OC com os de um serviço convencional, adotando o pressuposto que a oferta na comunidade reduziria barreiras de acesso, propiciando inclusão mais oportuna de adolescentes vulneráveis socialmente e ao HIV. O terceiro artigo apresenta um ensaio demonstrativo de PrEP sob demanda (PrEP-SD), com o uso do esquema apenas no momento das relações sexuais. Foram incluídos HSH e MTrT, com 16 anos de idade, teste anti-HIV negativo e práticas de maior risco. Avaliamos indicadores de efetividade, mensurados trimestralmente, por um período de dois anos. O pressuposto foi que a PrEP-SD seria bem aceita, com adequado manejo do esquema e indicadores de efetividade similares ao de estudos de PrEP oral. Observamos que a telessaúde foi escolhida por pessoas de menor vulnerabilidade, reduzindo em 1/3 a interrupção de PrEP, sem alterar a adesão ou a incidência de IST/HIV. Adolescentes atendidos nas OC iniciaram PrEP de forma mais oportuna e apresentaram um perfil de maior vulnerabilidade social, quando comparados ao serviço convencional. Adolescentes de cada OC, adicionalmente, apresentaram um perfil particular associado às características de cada organização. O uso de PrEP-SD propiciou proteção em cerca de 90% das relações, com taxas elevadas de uso correto do esquema, persistência no uso e baixa incidência do HIV e eventos adversos. Em conjunto, os estudos mostraram que as novas tecnologias contribuem para aumentar a autonomia do indivíduo no cuidado, melhorar a efetividade das diferentes modalidades de PrEP e racionalizar os serviços de saúde, aproximando a PrEP do cotidiano dos indivíduos e reduzindo parte do ônus associado ao uso. Serviços de saúde, entretanto, permanecem estratégicos para ampliar a cobertura de forma equitativa. |
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