Os quereres e fazeres das mulheres em marcha: A Psicossociologia com comunidades na luta pela terra e pela vida.
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | , , , |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Rio de Janeiro
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| Programa de Pós-Graduação: |
PÒS-GRADUAÇÃO EM PSICOSSOCIOLOGIA DE COMUNIDADES E ECOLOGIA SOCIAL - EICOS
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| Departamento: |
Centro de Filosofia e Ciências Humanas
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/44356 |
Resumo: | A pesquisa busca identificar como as confluências das mulheres em marcha produzem re-existências e narrativas coletivas que fortalecem a luta pela terra e pela vida. Percorrendo os encontros com a psicologia comunitária, política e social latino- americana com a sociologia, chegamos na Psicossociologia com comunidades. Guiadas pelos caminhos contra coloniais e pela confluência entre Narrativas e Escrevivências, trilhas de Afeto e Coletividade. QAMASA, palavra Quechua que nos convoca a ter coragem ao criar, inspira a Fotografia crítica aos processos coloniais, uma fotografia popular na produção de contra-informação. A base referencial parte de um olhar dos Eco feminismos, mirando seus trás plurais étnico-raciais e os movimentos sociais latino-americanos, produzindo uma crítica á ecologia da branquitude patriarcal. As analises documentais foram feitas a partir de materiais jornalísticos publicados na internet, em que elencamos as principais pautas e estratégias exibidas pelas mulheres nas marchas realizadas em 2019. A análise de conte ̇do foi levada de volta para os campos de estudo, com a participação em uma reunião de construção da Marcha das Margaridas e no Acampamento Terra Livre, em abril e maio de 2022. Nestes eventos foram elaboradas narrativas fotográficas a partir da investigação ação, o participante em marchas, rodas de conversa, grupos de trabalho, reuniões em salas, tendas e barracas, em volta da fogueira e embaixo do pé de jambo, palestras organizadas pelas mulheres e plenárias amplas, além das apresentações culturais com elementos artísticos presentes no corpo, nas bandeiras e nos atos. Estes campos e as produções artísticas resultantes, colocadas em diálogo com as unidades de conte ̇do, nos permitiram chegar até a categoria de análise: Gira. A categoria trata de um tecer circular, a Gira, que sai das comunidades, vai nas reuniões gerais nacionais, construir coletivamente em pequenos grupos e volta para a comunidades. Se retroalimentam nos Territórios e vão para as marchas, crescem, se fortalecem e voltam para as comunidades e movimentos locais, levando energia para a Gira seguir. Reuni. o de dados e poesia, imagens e narrativas de conflitos, interconectando informações que são a base da construção das marchas, da mobilização e da luta. Através de tais reflexões conseguimos mirar o entrelaçar do campo com a teoria, do sentipensar e de construir conhecimentos controcoloniais. Reconhecemos nas marchas conhecimentos que fundamentam os conceitos: Corpo- território; Re-existência; Confluência. Quereres e fazeres representados de formas estéticas e políticas, colocados em perspectiva com a Gira, ilustram a tese que afirma que as marchas das margaridas e das mulheres indígenas são fenômenos psicossociológicos. As mulheres em marcha trazem contribuições para os ecofeminismos com marcadores plurais relevantes, devido a sua implicação com a perspectiva ambiental, indissociável da luta pela terra e pela vida. As marchas vão ser interpretadas como processos comunitários que criam fluxo de re-existência com seus corpos-territórios em confluência. Quereres e fazeres ativos de formação, informação e debates sobre a garantia e resistência à destituição de direitos. |
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CORREIA, Ricardo Lopes.https://orcid.org/0000-0003-3108-2224http://lattes.cnpq.br/4167655666171513TAKEITI, Beatriz Akemi.https://orcid.org/0000-0003-2847-0787http://lattes.cnpq.br/7350700223254990RETT, Lucimara.https://orcid.org/0000-0001-9319-9239http://lattes.cnpq.br/1020341783834309PEDRO, Rosa Maria Leite Ribeiro.http://orcid.org/0000-0002-3476-790Xhttp://lattes.cnpq.br/4495049080980125PEREIRA, Celso Sanchez.http://lattes.cnpq.br/3777970267731343https://orcid.org/0000-0001-9349-0632http://lattes.cnpq.br/8052902285693344CRUZ, Bárbara Cristina Pelacani da.A pesquisa busca identificar como as confluências das mulheres em marcha produzem re-existências e narrativas coletivas que fortalecem a luta pela terra e pela vida. Percorrendo os encontros com a psicologia comunitária, política e social latino- americana com a sociologia, chegamos na Psicossociologia com comunidades. Guiadas pelos caminhos contra coloniais e pela confluência entre Narrativas e Escrevivências, trilhas de Afeto e Coletividade. QAMASA, palavra Quechua que nos convoca a ter coragem ao criar, inspira a Fotografia crítica aos processos coloniais, uma fotografia popular na produção de contra-informação. A base referencial parte de um olhar dos Eco feminismos, mirando seus trás plurais étnico-raciais e os movimentos sociais latino-americanos, produzindo uma crítica á ecologia da branquitude patriarcal. As analises documentais foram feitas a partir de materiais jornalísticos publicados na internet, em que elencamos as principais pautas e estratégias exibidas pelas mulheres nas marchas realizadas em 2019. A análise de conte ̇do foi levada de volta para os campos de estudo, com a participação em uma reunião de construção da Marcha das Margaridas e no Acampamento Terra Livre, em abril e maio de 2022. Nestes eventos foram elaboradas narrativas fotográficas a partir da investigação ação, o participante em marchas, rodas de conversa, grupos de trabalho, reuniões em salas, tendas e barracas, em volta da fogueira e embaixo do pé de jambo, palestras organizadas pelas mulheres e plenárias amplas, além das apresentações culturais com elementos artísticos presentes no corpo, nas bandeiras e nos atos. Estes campos e as produções artísticas resultantes, colocadas em diálogo com as unidades de conte ̇do, nos permitiram chegar até a categoria de análise: Gira. A categoria trata de um tecer circular, a Gira, que sai das comunidades, vai nas reuniões gerais nacionais, construir coletivamente em pequenos grupos e volta para a comunidades. Se retroalimentam nos Territórios e vão para as marchas, crescem, se fortalecem e voltam para as comunidades e movimentos locais, levando energia para a Gira seguir. Reuni. o de dados e poesia, imagens e narrativas de conflitos, interconectando informações que são a base da construção das marchas, da mobilização e da luta. Através de tais reflexões conseguimos mirar o entrelaçar do campo com a teoria, do sentipensar e de construir conhecimentos controcoloniais. Reconhecemos nas marchas conhecimentos que fundamentam os conceitos: Corpo- território; Re-existência; Confluência. Quereres e fazeres representados de formas estéticas e políticas, colocados em perspectiva com a Gira, ilustram a tese que afirma que as marchas das margaridas e das mulheres indígenas são fenômenos psicossociológicos. As mulheres em marcha trazem contribuições para os ecofeminismos com marcadores plurais relevantes, devido a sua implicação com a perspectiva ambiental, indissociável da luta pela terra e pela vida. As marchas vão ser interpretadas como processos comunitários que criam fluxo de re-existência com seus corpos-territórios em confluência. Quereres e fazeres ativos de formação, informação e debates sobre a garantia e resistência à destituição de direitos.The research aims to identify how the confluences of women on the march produce re-existences and collective narratives that strengthen the strive for land and life. Going through the encounters between community, political and social Latin American psychology and sociology, we arrive at Psychosociology with communities. Guided by countercolonial paths and the confluence between Narratives and Writings, paths of Affection and Collectiveness. QAMASA, a Quechua word that calls us to have courage when creating, inspires critical of colonial processes photography, a popular photography in the production of counter-information. The referential basis starts from a perspective of Ecofeminisms, looking at its plural ethnic-racial traits and Latin American social movements, producing a critique of the ecology of patriarchal whiteness. The documentary analyzes were carried out based on journalistic materials published on the internet, in which we listed the main agendas and strategies displayed by women in the marches held in 2019. The content analysis was taken back to the study fields, with participation in a construction meeting of the Marcha das Margaridas and the Terra Livre Camp, in April and May 2022. In these events, photographic narratives were created based on the participatory action research in marches, conversation circles, work groups, meetings in rooms, tents and huts, around the bonfire and under the jambo tree, lectures organized by women and large plenary sessions, in addition to cultural presentations with artistic elements present in the body, in flags and acts. These fields and the resulting artistic productions, placed in dialogue with the content units, allowed us to arrive at the analysis category: Gira. The category deals with a circular weave, the Gira, which leaves the communities, goes to national general meetings, built collectively in small groups and returns to the communities. They feed back into our territories and go on the marches, growing, becoming stronger and returning to local communities and movements, bringing energy for the Gira to continue. Gathering of data and poetry, images and narratives of conflicts, interconnecting information that is the basis for the construction of marches, mobilization and struggle. Through such reflections we were able to aim to intertwine the field with theory, feeling-thinking and building counter-colonial knowledge. We recognize in the marches knowledge that underpins the concepts: Body-territory; Re- existence; Confluence. Wants and doings represented in aesthetic and political ways, placed in perspective with the Gira, illustrate the thesis that states that the marches of margaridas and indigenous women are psychosociological phenomena. The women on the march make contributions to ecofeminism with relevant plural markers, due to their involvement with the environmental perspective, which is inseparable from the strive for land and life. The marches will be interpreted as community processes that create a flow of re-existence with their bodies-territories in confluence. Active wants and doings of formation, information and debates on guaranteeing and resisting the stripping away of rights.Submitted by ANDRESA COSTA (andresapires04@gmail.com) on 2025-11-24T15:47:21Z No. of bitstreams: 1 BÁRBARA CRISTINA PELACANI DA CRUZ - TESE PSICOSSOCIOLOGIA SUDESTE 7 UFRJ 2023.pdf: 24079202 bytes, checksum: 1ec2ea3579ef57cd7a479595d5c67c42 (MD5)Made available in DSpace on 2025-11-24T15:47:21Z (GMT). No. of bitstreams: 1 BÁRBARA CRISTINA PELACANI DA CRUZ - TESE PSICOSSOCIOLOGIA SUDESTE 7 UFRJ 2023.pdf: 24079202 bytes, checksum: 1ec2ea3579ef57cd7a479595d5c67c42 (MD5) Previous issue date: 2023CapesUniversidade Federal do Rio de JaneiroPÒS-GRADUAÇÃO EM PSICOSSOCIOLOGIA DE COMUNIDADES E ECOLOGIA SOCIAL - EICOSUFRJBrasilCentro de Filosofia e Ciências HumanasPsicologia.Mulheres quilombolas - tese sobreMulheres indígenasPsicossociologia com comunidadesUniversidade Federal do Rio de Janeiro - TeseTese - Programa de Pós-Graduação em Psicossociologia de Comunidades e Ecologia Social - UFRJEICOS - UFRJ - teseEcofeminismosNarrativas fotográficasEcologia da branquitude patriarcalAnálise de conteúdoMarcha das MargaridasAcampamento Terra LivreMulheres em marcha - margaridasQuilombola women - thesis onIndigenous womenPsychosociology with communitiesFederal University of Rio de Janeiro - ThesisThesis - Postgraduate Program in Psychosociology of Communities and Social Ecology - UFRJEICOS - UFRJ - thesisEcofeminismsPhotographic narrativesEcology of patriarchal whitenessContent analysisMarch of the DaisiesFree Land CampWomen on the march - daisiesOs quereres e fazeres das mulheres em marcha: A Psicossociologia com comunidades na luta pela terra e pela vida.The desires and actions of women on the march: Psychosociology with communities in the struggle for land and life.20232025-11-24T15:47:21Z2025-11-242025-11-24T15:47:21Zhttps://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/44356CRUZ, Bárbara Cristina Pelacani da. Os quereres e fazeres das mulheres em marcha: A Psicossociologia com comunidades na luta pela terra e pela vida. 2023. 460f. Tese (Doutorado em Psicologia) - Programa de Pós-Graduação em Psicossociologia de Comunidades e Ecologia Social, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro - RJ - Brasil, 2023.info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisporinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCGinstname:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)instacron:UFCGTEXTBÁRBARA CRISTINA PELACANI DA CRUZ - TESE PSICOSSOCIOLOGIA SUDESTE 7 UFRJ 2023.pdf.txtBÁRBARA CRISTINA PELACANI DA CRUZ - TESE PSICOSSOCIOLOGIA SUDESTE 7 UFRJ 2023.pdf.txttext/plain886175https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/44356/3/B%C3%81RBARA+CRISTINA+PELACANI+DA+CRUZ+-+TESE+PSICOSSOCIOLOGIA+SUDESTE+7++UFRJ+2023.pdf.txt08ccf5ade3c4e6bbc9d1e87cb6e23abeMD53LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/44356/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52ORIGINALBÁRBARA CRISTINA PELACANI DA CRUZ - TESE PSICOSSOCIOLOGIA SUDESTE 7 UFRJ 2023.pdfBÁRBARA CRISTINA PELACANI DA CRUZ - TESE PSICOSSOCIOLOGIA SUDESTE 7 UFRJ 2023.pdfapplication/pdf24079202https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/44356/1/B%C3%81RBARA+CRISTINA+PELACANI+DA+CRUZ+-+TESE+PSICOSSOCIOLOGIA+SUDESTE+7++UFRJ+2023.pdf1ec2ea3579ef57cd7a479595d5c67c42MD51riufcg/443562025-11-25 03:00:46.842oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/44356Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://bdtd.ufcg.edu.br/PUBhttp://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/oai/requestbdtd@setor.ufcg.edu.br || bdtd@setor.ufcg.edu.bropendoar:48512025-11-25T06:00:46Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG - Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)false |
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CRUZ, Bárbara Cristina Pelacani da. Os quereres e fazeres das mulheres em marcha: A Psicossociologia com comunidades na luta pela terra e pela vida. 2023. 460f. Tese (Doutorado em Psicologia) - Programa de Pós-Graduação em Psicossociologia de Comunidades e Ecologia Social, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro - RJ - Brasil, 2023. |
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