Avaliação da implementação de kaisen nas estratégias de implementação de Lean Healthcare

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Zeferino, Ana Carolina Sanches
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/87559/001300001btdd
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://app.uff.br/riuff/handle/1/38612
Resumo: Os sistemas de saúde enfrentam desafios, como o aumento da demanda, restrições financeiras e recursos limitados. O Lean Healthcare emerge como abordagem para promover a eficiência pela redução de desperdícios e pela melhoria contínua, alinhando-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, como a garantia de saúde e bem-estar (ODS 3) e a promoção de padrões sustentáveis de consumo e produção (ODS 12). Este trabalho investiga a aplicação do Kaizen nas implantações de Lean Healthcare (LH), com o objetivo de identificar padrões no uso do Kaizen. Os resultados deste estudo poderão orientar implementações futuras. Fez-se uma revisão sistemática da literatura com base no guia PRISMA e uma pesquisa descritiva, exploratória e documental de três casos de implantação de LH em unidades de saúde públicas brasileiras (Lean nas UPAs I e II e Lean em um hospital da Região dos Lagos, no estado do Rio de Janeiro). Os dados foram estratificados por tipo de desperdício, tema das melhorias, palavras-chave e por ferramenta ou método Lean utilizado. Foram realizadas análises textuais através de Análise Hierárquica Descendente (AHD) e Análise Fatorial de Correspondência (AFC) utilizando o software gratuito IRaMuTeQ. Na literatura Masaaki Imai é o primeiro a descrever o kaizen. Ele categoriza o kaizen em três tipos: Tipo 1, voltado para melhorias individuais e operacionais de baixo custo; Tipo 2, que promove a resolução colaborativa de problemas por grupos multidisciplinares; e Tipo 3, focado em transformações estratégicas conduzidas pela alta gestão. Nos Kaizen publicados, predominam os do tipo 2, seguem um padrão que envolve três fases principais: preparação, execução e monitoramento. Os autores destacam a relevância de um facilitador, da abordagem de uma equipe multidisciplinar e da aderência ao método científico. E, as abordagens mostram adaptações ao contexto das organizações. As AHD mostraram predominância de questões relacionados à padronização dos processos, ao meio ambiente, à comunicação, ao monitoramento e acompanhamento dos processos e rotinas, à pandemia (no Projeto Lean nas UPAs I). As melhorias relacionaram-se à processos de trabalho e meio ambiente nos dois projetos, provisão de recursos no Projeto I e comunicação e infraestrutura no Projeto II. As AFC mostraram relacionamento entre processos de trabalho, comunicação e meio ambiente, mostrando interdependência entre as classes. As estratificações evidenciaram a predominância de desperdícios do tipo defeito, excesso de movimento e de talento humano nas UPAs e de defeito, espera e excesso de movimentação no hospital. Observou-se a maior frequência do Kaizen Tipo 1, com foco na organização dos ambientes, padronização dos processos e comunicação em todos os projetos. Em relação às ferramentas, destacaram-se o método dos 5 Sensos com gestão visual, do huddle e do fast track. Avalia-se que, por se tratar de projetos, não houve tempo suficiente para a resolução de problemas mais complexos. Conclui-se que as unidades analisadas, apresentam semelhanças quanto à organização dos espaços e dos processos de trabalho. Por fim, a interdependência entre o ambiente de trabalho, os processos operacionais e a comunicação devem ser considerados nas implementações. No que se refere à escolha pela abordagem LH, deve-se atentar para uma estratégia enquanto programa, e não como projeto de curto prazo; ao suporte de um facilitador especialista, ao uso adequado do método científico e a uma abordagem colaborativa com equipes multidisciplinares.
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Fez-se uma revisão sistemática da literatura com base no guia PRISMA e uma pesquisa descritiva, exploratória e documental de três casos de implantação de LH em unidades de saúde públicas brasileiras (Lean nas UPAs I e II e Lean em um hospital da Região dos Lagos, no estado do Rio de Janeiro). Os dados foram estratificados por tipo de desperdício, tema das melhorias, palavras-chave e por ferramenta ou método Lean utilizado. Foram realizadas análises textuais através de Análise Hierárquica Descendente (AHD) e Análise Fatorial de Correspondência (AFC) utilizando o software gratuito IRaMuTeQ. Na literatura Masaaki Imai é o primeiro a descrever o kaizen. Ele categoriza o kaizen em três tipos: Tipo 1, voltado para melhorias individuais e operacionais de baixo custo; Tipo 2, que promove a resolução colaborativa de problemas por grupos multidisciplinares; e Tipo 3, focado em transformações estratégicas conduzidas pela alta gestão. Nos Kaizen publicados, predominam os do tipo 2, seguem um padrão que envolve três fases principais: preparação, execução e monitoramento. Os autores destacam a relevância de um facilitador, da abordagem de uma equipe multidisciplinar e da aderência ao método científico. E, as abordagens mostram adaptações ao contexto das organizações. As AHD mostraram predominância de questões relacionados à padronização dos processos, ao meio ambiente, à comunicação, ao monitoramento e acompanhamento dos processos e rotinas, à pandemia (no Projeto Lean nas UPAs I). As melhorias relacionaram-se à processos de trabalho e meio ambiente nos dois projetos, provisão de recursos no Projeto I e comunicação e infraestrutura no Projeto II. As AFC mostraram relacionamento entre processos de trabalho, comunicação e meio ambiente, mostrando interdependência entre as classes. As estratificações evidenciaram a predominância de desperdícios do tipo defeito, excesso de movimento e de talento humano nas UPAs e de defeito, espera e excesso de movimentação no hospital. Observou-se a maior frequência do Kaizen Tipo 1, com foco na organização dos ambientes, padronização dos processos e comunicação em todos os projetos. Em relação às ferramentas, destacaram-se o método dos 5 Sensos com gestão visual, do huddle e do fast track. Avalia-se que, por se tratar de projetos, não houve tempo suficiente para a resolução de problemas mais complexos. Conclui-se que as unidades analisadas, apresentam semelhanças quanto à organização dos espaços e dos processos de trabalho. Por fim, a interdependência entre o ambiente de trabalho, os processos operacionais e a comunicação devem ser considerados nas implementações. No que se refere à escolha pela abordagem LH, deve-se atentar para uma estratégia enquanto programa, e não como projeto de curto prazo; ao suporte de um facilitador especialista, ao uso adequado do método científico e a uma abordagem colaborativa com equipes multidisciplinares.Healthcare systems face challenges such as increased demand, financial constraints, and limited resources. Lean Healthcare is emerging as an approach to promote efficiency by reducing waste and continuous improvement, in line with the Sustainable Development Goals, such as ensuring health and well-being (SDG 3) and promoting sustainable consumption and production patterns (SDG 12). This paper investigates the application of Kaizen in Lean Healthcare (LH) implementations, with the aim of identifying patterns in the use of Kaizen. The results of this study may guide future implementations. A systematic literature review was conducted based on the PRISMA guide and a descriptive, exploratory, and documentary research of three cases of LH implementation in Brazilian public healthcare units (Lean in UPAs I and II and Lean in a hospital in the Lagos Region, in the state of Rio de Janeiro). The data were stratified by type of waste, theme of the improvements, keywords, and by Lean tool or method used. Textual analyses were performed using Descending Hierarchical Analysis (HDA) and Correspondence Factor Analysis (CFA) using the free software IRaMuTeQ. In the literature, Masaaki Imai is the first to describe kaizen. He categorizes kaizen into three types: Type 1, focused on low-cost individual and operational improvements; Type 2, which promotes collaborative problem-solving by multidisciplinary groups; and Type 3, focused on strategic transformations led by senior management. The published Kaizen, predominantly of type 2, follows a pattern that involves three main phases: preparation, execution, and monitoring. The authors highlight the relevance of a facilitator, the approach of a multidisciplinary team, and adherence to the scientific method. Furthermore, the approaches show adaptations to the context of organizations. HDA showed a predominance of issues related to process standardization, the environment, communication, monitoring and follow-up of processes and routines, and the pandemic (in the Lean Project in UPAs I). The improvements were related to work processes and the environment in both projects, resource provision in Project I and communication and infrastructure in Project II. The AFC showed a relationship between work processes, communication and the environment, showing interdependence between the classes. The stratifications showed the predominance of waste in the form of defects, excess movement and human talent in the UPAs and defects, waiting and excess movement in the hospital. The highest frequency of Kaizen Type 1 was observed, focusing on the organization of environments, standardization of processes and communication in all projects. Regarding the tools, the 5 Senses method with visual management, huddle and fast track stood out. It was assessed that, since these were projects, there was not enough time to solve more complex problems. It was concluded that the units analyzed present similarities in terms of the organization of spaces and work processes. Finally, the interdependence between the work environment, operational processes and communication should be considered in the implementations. When choosing the LH approach, attention should be paid to a strategy as a program, and not as a short-term project; to the support of an expert facilitator, to the appropriate use of the scientific method and to a collaborative approach with multidisciplinary teams.63 f.Calado, Robisom DamascenoFarias Filho, José Rodrigues deSantos, Alexandre BeraldiIgnácio, Paulo Sérgio de ArrudaZeferino, Ana Carolina Sanches2025-06-02T21:45:01Z2025-06-02T21:45:01Zinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfZEFERINO, Ana Carolina Sanches. Avaliação da implementação de kaisen nas estratégias de implementação de Lean Healthcare. 2024. 63 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) - Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, Escola de Engenharia, Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2024.https://app.uff.br/riuff/handle/1/38612ark:/87559/001300001btddCC-BY-SAinfo:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF)instname:Universidade Federal Fluminense (UFF)instacron:UFF2025-06-02T21:45:01Zoai:app.uff.br:1/38612Repositório InstitucionalPUBhttps://app.uff.br/oai/requestriuff@id.uff.bropendoar:21202025-06-02T21:45:01Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF) - Universidade Federal Fluminense (UFF)false
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