A comunicação clandestina no movimento estudantil em Recife durante a ditadura militar
| Ano de defesa: | 2016 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
UFPE Brasil Programa de Pos Graduacao em Historia |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/24535 |
Resumo: | Durante o período da ditadura militar brasileira, grupos oposicionistas lutaram contra o regime instaurado e, para colocar em prática as ações, utilizaram métodos e técnicas para se comunicar que não os colocassem em risco. A dissertação tem como objeto principal apresentar a importância da comunicação clandestina utilizada pela militância, que envolvia várias formas e estratégias clandestinas escritas, códigos, senhas, entre outras, caracterizada, principalmente, pela criatividade. O objetivo foi fazer o levantamento no Movimento Estudantil em Recife, e ainda em organizações e partidos clandestinos que aderiram tal prática. O resgate da comunicação clandestina começa em livros biográficos onde são narrados vários exemplos, percorre a história oral através de uma série de entrevistas realizadas com pessoas que militavam no período da ditadura, principalmente entre 1964 e 1974, e é endossado pela análise de documentos da polícia política apreendidos na época da ditadura e nos relatórios policiais sobre as atividades dos militantes. A pesquisa revelou informações que contribuíram para entender a atuação da militância e a relevância do estudo da comunicação clandestina, servindo de referência para outros contextos ditatoriais, reconhecendo que de fato foi essencial em situações de confronto. |
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A comunicação clandestina no movimento estudantil em Recife durante a ditadura militarHistóriaGoverno militar - BrasilEstudantes - Atividades políticasComunicação - Governo militarComunicação - CriatividadeAtivistas políticosMilitânciaDitadura civil-militarClandestinidadeDurante o período da ditadura militar brasileira, grupos oposicionistas lutaram contra o regime instaurado e, para colocar em prática as ações, utilizaram métodos e técnicas para se comunicar que não os colocassem em risco. A dissertação tem como objeto principal apresentar a importância da comunicação clandestina utilizada pela militância, que envolvia várias formas e estratégias clandestinas escritas, códigos, senhas, entre outras, caracterizada, principalmente, pela criatividade. O objetivo foi fazer o levantamento no Movimento Estudantil em Recife, e ainda em organizações e partidos clandestinos que aderiram tal prática. O resgate da comunicação clandestina começa em livros biográficos onde são narrados vários exemplos, percorre a história oral através de uma série de entrevistas realizadas com pessoas que militavam no período da ditadura, principalmente entre 1964 e 1974, e é endossado pela análise de documentos da polícia política apreendidos na época da ditadura e nos relatórios policiais sobre as atividades dos militantes. A pesquisa revelou informações que contribuíram para entender a atuação da militância e a relevância do estudo da comunicação clandestina, servindo de referência para outros contextos ditatoriais, reconhecendo que de fato foi essencial em situações de confronto.During the period of the Brazilian military dictatorship, opposition groups fought against the established regime and to put into practice the actions, used methods and techniques to communicate that not jeopardized. The dissertation has as main objective to present the importance of clandestine communication used by militancy, which involved various forms and written clandestine strategies, code, passwords, among others, mainly characterized by creativity. The objective was to make such a survey in the Student Movement in Recife, and still illegal organizations and parties that joined the practice. The rescue of illegal communication starts in biographical books which are several examples narrated, runs through oral history through a series of interviews with people who militated in the period of dictatorship, especially between 1964 and 1974, and is endorsed by the analysis of police documents political seized during the dictatorship and police reports on the activities of militancy. The survey revealed information that helped to understand the role of militancy and the relevance of the study of clandestine communication, serving as a reference for other dictatorial contexts, recognizing that in fact was instrumental in confrontational situations.Universidade Federal de PernambucoUFPEBrasilPrograma de Pos Graduacao em HistoriaMIRANDA, Carlos Alberto Cunhahttp://lattes.cnpq.br/6556623798228621http://lattes.cnpq.br/6680019466959953LUCENA, Fabiola Alves de2018-05-03T22:05:07Z2018-05-03T22:05:07Z2016-08-18info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/24535porAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPE2019-10-26T02:49:58Zoai:repositorio.ufpe.br:123456789/24535Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-26T02:49:58Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false |
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