Política de humanização e educação permanente em saúde : nós, vivências e redes na construção do plano de humanização no município de São Vicente
| Ano de defesa: | 2024 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| dARK ID: | ark:/48912/001300001qshb |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de São Paulo
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | https://hdl.handle.net/11600/74367 |
Resumo: | No momento atual, a humanização em saúde é uma das prioridades das políticas do setor da saúde, assim como sua implementação. Na rotina das unidades da rede de atenção à saúde, podem prevalecer práticas prescritivas definidas por encaminhamentos com excesso de trâmites administrativos, sem considerar a história singular do sujeito, que emerge da habilidade de comunicação e escuta qualificada e que resulta na corresponsabilização entre equipe e usuários. Esta dimensão prescritiva contribui para a produção de cuidado de cunho técnico e pouco humanizado. A Política Nacional de Humanização (PNH) da Atenção e Gestão no SUS é orientada pela valorização dos diferentes atores envolvidos na produção de saúde: usuários, trabalhadores e gestores; pelo incentivo da autonomia desses sujeitos; pelo estabelecimento de vínculos e de participação no processo de gestão; pelo reconhecimento das necessidades sociais de saúde; pela transformação nos modelos de atenção e gestão dos processos de trabalho; e pela melhoria das condições de trabalho, atendimento e desenvolvimento do SUS . Assim, esta pesquisa tem como objetivo geral descrever e analisar o processo de construção do Plano Municipal de Humanização da saúde da cidade de São Vicente-SP e como objetivos específicos descrever a história do NEPS e do GHSESAU de São Vicente, descrever as estratégias coletivas de construção do Plano Municipal, investigar as ações de EPS de humanização que já acontecem em São Vicente, bem como os facilitadores e dificultadores, segundo os membros do GHSESAU e construir o Plano Municipal de Humanização da Saúde de São Vicente como Produto Técnico Educacional. Trata-se de uma pesquisa qualitativa e participativa com produção de dados por meio de análise documental, rodas de conversa, coletivos para apoio e análise crítica e diário de campo da pesquisadora. Foram analisados alguns movimentos que favoreceram a elaboração das diretrizes e objetivos do PMH, sendo destacados cinco Coletivos-força: Grupo de Trabalho de Humanização Regional da Baixada Santista, Grupo de Humanização Municipal da Secretaria da Saúde, Oficinas de Humanização, Programa de Educação para o Trabalho para a Saúde e Rodas de Conversa. Dos resultados da análise das rodas de conversa da pesquisa identificamos as concepções sobre a humanização referem-se às questões nas relações entre a gestão, trabalhador e usuários no cuidado, que ressaltam as dificuldades e facilidades no contexto assistencial e nos processos de trabalho para uma assistência humanizada. O diálogo com os sujeitos envolvidos no processo apresentou-se como estratégia crucial para o alcance de discutir as mudanças nos processos de gestão, de trabalho e de cuidado com o fortalecimento dos princípios da PNH. Seis diretrizes foram abordadas no Plano Municipal de Humanização: 1) Gestão participativa e produção de redes (com 4 eixos); 2) Acolhimento 3) Produção do cuidado ampliado, compartilhado e intersetorial; 4) Valorização do trabalho e trabalhador; 5) Ambiência e; 6) Defesa de direitos dos usuários, definidas na Política Nacional de Humanização. Cabe salientar, que para a presente qualificação, apenas cinnco diretrizes do PHM estão contempladas. |
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http://lattes.cnpq.br/0618306348453977http://lattes.cnpq.br/7277226334658321Marques, Daniela Crescente Arantes Araújo [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/0618306348453977Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Chriguer, Rosangela Soares [UNIFESP]Frutuoso, Maria Fernanda Petroli [UNIFESP]Santos, SP2025-07-07T17:12:23Z2025-07-07T17:12:23Z2024-06-28No momento atual, a humanização em saúde é uma das prioridades das políticas do setor da saúde, assim como sua implementação. Na rotina das unidades da rede de atenção à saúde, podem prevalecer práticas prescritivas definidas por encaminhamentos com excesso de trâmites administrativos, sem considerar a história singular do sujeito, que emerge da habilidade de comunicação e escuta qualificada e que resulta na corresponsabilização entre equipe e usuários. Esta dimensão prescritiva contribui para a produção de cuidado de cunho técnico e pouco humanizado. A Política Nacional de Humanização (PNH) da Atenção e Gestão no SUS é orientada pela valorização dos diferentes atores envolvidos na produção de saúde: usuários, trabalhadores e gestores; pelo incentivo da autonomia desses sujeitos; pelo estabelecimento de vínculos e de participação no processo de gestão; pelo reconhecimento das necessidades sociais de saúde; pela transformação nos modelos de atenção e gestão dos processos de trabalho; e pela melhoria das condições de trabalho, atendimento e desenvolvimento do SUS . Assim, esta pesquisa tem como objetivo geral descrever e analisar o processo de construção do Plano Municipal de Humanização da saúde da cidade de São Vicente-SP e como objetivos específicos descrever a história do NEPS e do GHSESAU de São Vicente, descrever as estratégias coletivas de construção do Plano Municipal, investigar as ações de EPS de humanização que já acontecem em São Vicente, bem como os facilitadores e dificultadores, segundo os membros do GHSESAU e construir o Plano Municipal de Humanização da Saúde de São Vicente como Produto Técnico Educacional. Trata-se de uma pesquisa qualitativa e participativa com produção de dados por meio de análise documental, rodas de conversa, coletivos para apoio e análise crítica e diário de campo da pesquisadora. Foram analisados alguns movimentos que favoreceram a elaboração das diretrizes e objetivos do PMH, sendo destacados cinco Coletivos-força: Grupo de Trabalho de Humanização Regional da Baixada Santista, Grupo de Humanização Municipal da Secretaria da Saúde, Oficinas de Humanização, Programa de Educação para o Trabalho para a Saúde e Rodas de Conversa. Dos resultados da análise das rodas de conversa da pesquisa identificamos as concepções sobre a humanização referem-se às questões nas relações entre a gestão, trabalhador e usuários no cuidado, que ressaltam as dificuldades e facilidades no contexto assistencial e nos processos de trabalho para uma assistência humanizada. O diálogo com os sujeitos envolvidos no processo apresentou-se como estratégia crucial para o alcance de discutir as mudanças nos processos de gestão, de trabalho e de cuidado com o fortalecimento dos princípios da PNH. Seis diretrizes foram abordadas no Plano Municipal de Humanização: 1) Gestão participativa e produção de redes (com 4 eixos); 2) Acolhimento 3) Produção do cuidado ampliado, compartilhado e intersetorial; 4) Valorização do trabalho e trabalhador; 5) Ambiência e; 6) Defesa de direitos dos usuários, definidas na Política Nacional de Humanização. Cabe salientar, que para a presente qualificação, apenas cinnco diretrizes do PHM estão contempladas. At present, humanization in healthcare is one of the priorities of health sector policies, as well as its implementation. In the routine of healthcare network units, prescriptive practices defined by referrals with excessive administrative procedures may prevail, without considering the unique history of the individual, which emerges from the ability of communication and qualified listening, resulting in shared responsibility between the team and users. This prescriptive dimension contributes to the production of technically oriented and poorly humanized care. The National Humanization Policy (PNH) for Care and Management in the Unified Health System (SUS) is guided by the valorization of the different actors involved in health production: users, workers, and managers; by encouraging the autonomy of these individuals; by establishing bonds and participation in the management process; by recognizing the social health needs; by transforming care and management models and work processes; and by improving working conditions, service, and SUS development. Thus, this research aims to describe and analyze the process of building the Municipal Humanization Plan for health in the city of São Vicente-SP, with specific objectives to describe the history of NEPS and GHSESAU in São Vicente, describe the collective strategies for building the Municipal Plan, investigate humanization EPS actions already taking place in São Vicente, as well as facilitators and barriers, according to GHSESAU members, and to build the Municipal Health Humanization Plan of São Vicente as a Technical Educational Product.This is a qualitative and participatory research involving data production through document analysis, conversation circles, support collectives for critical analysis, and the researcher's field diary. Several movements that contributed to the development of PMH guidelines and objectives were analyzed, highlighting five StrengthCollectives: the Regional Humanization Working Group of Baixada Santista, the Municipal Humanization Group of the Health Department, Humanization Workshops, the Education Program for Health Work, and Conversation Circles. From the results of the conversation circle analysis, we identified conceptions of humanization relating to issues in the relationships between management, workers, and users in care, emphasizing the difficulties and facilitators in the care context and in the processes of work for humane care. Dialogue with the subjects involved in the process emerged as a crucial strategy for discussing changes in management, work, and care processes with the strengthening of PNH principles. Six guidelines were addressed in the Municipal Humanization Plan: 1) Participatory management and network production (with 4 axes); 2) Welcoming; 3) Production of expanded, shared, and intersectoral care; 4) Valuation of work and worker; 5) Environment; and 6) Defense of user rights, defined in the National Humanization Policy. It should be noted that for this qualification, only five PHM guidelines are covered.chriguer@unifesp.br77 f.MARQUES, Daniela Crescente Arantes Araújo. Política de humanização e educação permanente em saúde : nós, vivências e redes na construção do plano de humanização no município de São Vicente. 2024. 77 f. Dissertação (Mestrado Profissional em Ensino em Ciências da Saúde) - Universidade Federal de São Paulo, Instituto de Saúde e Sociedade, Santos, 2024.Processo SEI 23089.021347/2024-44https://hdl.handle.net/11600/74367ark:/48912/001300001qshbporUniversidade Federal de São Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccess3. Saúde e bem-estarNational Humanization PlanUnified Health SystemNational Policy of Permanent EducationPlano Nacional de HumanizaçãoSistema Único de SaúdePolítica Nacional de Educação PermanentePolítica de humanização e educação permanente em saúde : nós, vivências e redes na construção do plano de humanização no município de São VicenteHumanization policy and permanent education in health: our experiences and networks in building the humanization plan in the municipality of São Vicenteinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPEscola Paulista de Enfermagem (EPE)Mestrado em Ensino em Ciências da SaúdeEnsinoEnsinoORIGINALDissertação_Daniela Crescente Arantes Araújo Marques_PDFA.pdfDissertação_Daniela Crescente Arantes Araújo Marques_PDFA.pdfDissertação de mestradoapplication/pdf1754601https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/fec64fb2-28c3-4273-a812-23e8e015a7c7/downloadc79d165b68e69ca9850ac51cf87e07daMD54Produto_Daniela Crescente Arantes Araújo Marques_PDFA.pdfProduto_Daniela Crescente Arantes Araújo Marques_PDFA.pdfProduto técnico educacionalapplication/pdf906836https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/a8b6e9a8-bc04-41bc-b681-322c84815ecf/downloada1862589cbb9a79dc99d5d4f6721e091MD55LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-86456https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/c3ea2897-ab77-457a-af9e-63f533ce2a1b/download79881d6dea480587c66312d1102a8942MD53TEXTDissertação_Daniela Crescente Arantes Araújo Marques_PDFA.pdf.txtDissertação_Daniela Crescente Arantes Araújo Marques_PDFA.pdf.txtExtracted texttext/plain104721https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/8670666f-2ffd-4a55-a3e0-3335abbdee1e/download56a8e275c0c92cdda40ab63054b4f2d7MD56Produto_Daniela Crescente Arantes Araújo Marques_PDFA.pdf.txtProduto_Daniela Crescente Arantes 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Política de humanização e educação permanente em saúde : nós, vivências e redes na construção do plano de humanização no município de São Vicente Marques, Daniela Crescente Arantes Araújo [UNIFESP] National Humanization Plan Unified Health System National Policy of Permanent Education Plano Nacional de Humanização Sistema Único de Saúde Política Nacional de Educação Permanente 3. Saúde e bem-estar |
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No momento atual, a humanização em saúde é uma das prioridades das políticas do setor da saúde, assim como sua implementação. Na rotina das unidades da rede de atenção à saúde, podem prevalecer práticas prescritivas definidas por encaminhamentos com excesso de trâmites administrativos, sem considerar a história singular do sujeito, que emerge da habilidade de comunicação e escuta qualificada e que resulta na corresponsabilização entre equipe e usuários. Esta dimensão prescritiva contribui para a produção de cuidado de cunho técnico e pouco humanizado. A Política Nacional de Humanização (PNH) da Atenção e Gestão no SUS é orientada pela valorização dos diferentes atores envolvidos na produção de saúde: usuários, trabalhadores e gestores; pelo incentivo da autonomia desses sujeitos; pelo estabelecimento de vínculos e de participação no processo de gestão; pelo reconhecimento das necessidades sociais de saúde; pela transformação nos modelos de atenção e gestão dos processos de trabalho; e pela melhoria das condições de trabalho, atendimento e desenvolvimento do SUS . Assim, esta pesquisa tem como objetivo geral descrever e analisar o processo de construção do Plano Municipal de Humanização da saúde da cidade de São Vicente-SP e como objetivos específicos descrever a história do NEPS e do GHSESAU de São Vicente, descrever as estratégias coletivas de construção do Plano Municipal, investigar as ações de EPS de humanização que já acontecem em São Vicente, bem como os facilitadores e dificultadores, segundo os membros do GHSESAU e construir o Plano Municipal de Humanização da Saúde de São Vicente como Produto Técnico Educacional. Trata-se de uma pesquisa qualitativa e participativa com produção de dados por meio de análise documental, rodas de conversa, coletivos para apoio e análise crítica e diário de campo da pesquisadora. Foram analisados alguns movimentos que favoreceram a elaboração das diretrizes e objetivos do PMH, sendo destacados cinco Coletivos-força: Grupo de Trabalho de Humanização Regional da Baixada Santista, Grupo de Humanização Municipal da Secretaria da Saúde, Oficinas de Humanização, Programa de Educação para o Trabalho para a Saúde e Rodas de Conversa. Dos resultados da análise das rodas de conversa da pesquisa identificamos as concepções sobre a humanização referem-se às questões nas relações entre a gestão, trabalhador e usuários no cuidado, que ressaltam as dificuldades e facilidades no contexto assistencial e nos processos de trabalho para uma assistência humanizada. O diálogo com os sujeitos envolvidos no processo apresentou-se como estratégia crucial para o alcance de discutir as mudanças nos processos de gestão, de trabalho e de cuidado com o fortalecimento dos princípios da PNH. Seis diretrizes foram abordadas no Plano Municipal de Humanização: 1) Gestão participativa e produção de redes (com 4 eixos); 2) Acolhimento 3) Produção do cuidado ampliado, compartilhado e intersetorial; 4) Valorização do trabalho e trabalhador; 5) Ambiência e; 6) Defesa de direitos dos usuários, definidas na Política Nacional de Humanização. Cabe salientar, que para a presente qualificação, apenas cinnco diretrizes do PHM estão contempladas. |
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MARQUES, Daniela Crescente Arantes Araújo. Política de humanização e educação permanente em saúde : nós, vivências e redes na construção do plano de humanização no município de São Vicente. 2024. 77 f. Dissertação (Mestrado Profissional em Ensino em Ciências da Saúde) - Universidade Federal de São Paulo, Instituto de Saúde e Sociedade, Santos, 2024. |
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