Participação do núcleo rostromedial do tegmento (RMTg) e da substância negra nas alterações comportamentais de um modelo animal de esquizofrenia: a linhagem SHR

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2016
Autor(a) principal: Eufrásio, Raí Álvares [UNIFESP]
Orientador(a): Abílio, Vanessa Costhek [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300001g134
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
SHR
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=3690306
https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/46228
Resumo: A esquizofrenia é uma doença mental gravemente incapacitante, que causa importantes alterações neurofisiológicas, neuroquímicas e psicológicas. Ela é caracterizada por três classes de sintomas: positivos (e.g., alucinações, desorganização do pensamento, ilusões), negativos (e.g., isolamento social, embotamento afetivo) e déficits cognitivos. Enquanto os sintomas positivos têm sido associados à exacerbação funcional de neurônios dopaminérgicos na área ventral do tegmento (VTA) que projetam para regiões límbicas (via mesolímbica), os sintomas negativos e déficits cognitivos, com os neurônios da VTA que projetam para o córtex pré-frontal (via mesocortical). A linhagem de ratos espontaneamente hipertensos (SHR, do inglês spontaneously hypertensive rat), tem sido sugerida como um bom modelo animal do transtorno. Como qualquer outro modelo em pesquisa psiquiátrica, os SHRs devem preencher três critérios de validade: validade de face (i.e., quando as síndromes do animal e do humano são fenomenologicamente homólogas); validade preditiva (quando tratamentos farmacológicos agem da mesma maneira em pacientes e no modelo); e validade de constructo (quando eles compartilham as mesmas causas patológicas para a síndrome). Quando comparados à linhagem controle Wistar, esses animais apresentam alterações comportamentais similares aos sintomas da esquizofrenia (validade de face), que são especificamente atenuadas por antipsicóticos e potencializadas por manipulações pró-esquizofrenia (validade preditiva). A hiperlocomoção tem sido usada para estudar sintomas positivos em modelos animais de psicose e, apesar de oferecer validades preditiva e de constructo, essa alteração comportamental não tem homologia fenomenológica com essa classe de sintomas. A hiperlocomoção compartilha com os sintomas psicóticos o aumento da função dopaminérgica mesolímbica e responde igualmente a antipsicóticos. No entanto, esses fármacos podem agir na via nigroestriatal e modular a locomoção, em vez de agir nos neurônios mesolímbicos envolvidos com a psicose. Neste trabalho, fornecemos evidências indicando que a via nigroestriatal não desempenha um papel crucial na locomoção do modelo de esquizofrenia da linhagem SHR, fortalecendo sua validade de constructo. Além de validar o modelo, avaliamos ainda a função do recentemente descrito núcleo rostro medial do tegmento (RMTg) nas alterações comportamentais dos SHRs. Este núcleo exerce um forte controle GABAérgico sobre os neurônios dopaminérgicos mesencefálicos, tanto da substânia negra quanto da VTA e é, assim, uma estrutura candidata a participar da fisiopatologia da esquizofrenia. Observamos que, nos SHRs, o RMTg parece não modular nem os comportamentos relacionados aos sintomas positivos nem aqueles relacionados a sintomas negativos, indicando que, apesar de intimamente ligado às vias dopaminérgicas alteradas na esquizofrenia, o núcleo pode ter uma importância limitada para o transtorno. A presente dissertação tanto fornece informações em relação à validade da linhagem SHR como modelo de esquizofrenia quanto aprofunda o conhecimento da fisiopatologia da síndrome.
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A linhagem de ratos espontaneamente hipertensos (SHR, do inglês spontaneously hypertensive rat), tem sido sugerida como um bom modelo animal do transtorno. Como qualquer outro modelo em pesquisa psiquiátrica, os SHRs devem preencher três critérios de validade: validade de face (i.e., quando as síndromes do animal e do humano são fenomenologicamente homólogas); validade preditiva (quando tratamentos farmacológicos agem da mesma maneira em pacientes e no modelo); e validade de constructo (quando eles compartilham as mesmas causas patológicas para a síndrome). Quando comparados à linhagem controle Wistar, esses animais apresentam alterações comportamentais similares aos sintomas da esquizofrenia (validade de face), que são especificamente atenuadas por antipsicóticos e potencializadas por manipulações pró-esquizofrenia (validade preditiva). A hiperlocomoção tem sido usada para estudar sintomas positivos em modelos animais de psicose e, apesar de oferecer validades preditiva e de constructo, essa alteração comportamental não tem homologia fenomenológica com essa classe de sintomas. A hiperlocomoção compartilha com os sintomas psicóticos o aumento da função dopaminérgica mesolímbica e responde igualmente a antipsicóticos. No entanto, esses fármacos podem agir na via nigroestriatal e modular a locomoção, em vez de agir nos neurônios mesolímbicos envolvidos com a psicose. Neste trabalho, fornecemos evidências indicando que a via nigroestriatal não desempenha um papel crucial na locomoção do modelo de esquizofrenia da linhagem SHR, fortalecendo sua validade de constructo. Além de validar o modelo, avaliamos ainda a função do recentemente descrito núcleo rostro medial do tegmento (RMTg) nas alterações comportamentais dos SHRs. Este núcleo exerce um forte controle GABAérgico sobre os neurônios dopaminérgicos mesencefálicos, tanto da substânia negra quanto da VTA e é, assim, uma estrutura candidata a participar da fisiopatologia da esquizofrenia. Observamos que, nos SHRs, o RMTg parece não modular nem os comportamentos relacionados aos sintomas positivos nem aqueles relacionados a sintomas negativos, indicando que, apesar de intimamente ligado às vias dopaminérgicas alteradas na esquizofrenia, o núcleo pode ter uma importância limitada para o transtorno. A presente dissertação tanto fornece informações em relação à validade da linhagem SHR como modelo de esquizofrenia quanto aprofunda o conhecimento da fisiopatologia da síndrome.Schizophrenia is a severely disabling mental disorder, causing important neurophysiological, neurochemical and psychological alterations. It is characterized by three classes of symptoms: positive (e.g., hallucinations, disorganized thought, ilusions), negative (e.g., social withdrawal, blunted affect) and cognitive symptoms. Positive symptoms have been associated with functional exacerbation of dopaminergic neurons in the ventral tegmental area (VTA) projecting to limbic regions (mesolimbic pathway), whereas negative and cognitive symptoms, with VTA dopaminergic neurons projecting to the prefrontal cortex (mesocortical pathway). The Spontaneously Hypertensive Rat (SHR) strain has been suggested as a good animal model to study the disorder. As any other animal model in psychiatric research, SHRs must meet three validity criteria: face validity (i.e., animal and human syndromes are phenomenologically homologous); predictive validity (when pharmacological treatments act equally in patients and in the model); and construct validity (when they share the same pathological causes to the syndrome). When compared to the control Wistar strain, these animals display behavioral alterations similar to the symptoms of schizophrenia (face validity), which are specifically attenuated by antipsychotic drugs and potentiated by pro-schizophrenia manipulations (predictive validity). Hyperlocomotion has been used to study positive symptoms in animal models of psychosis and, although showing predictive and construct validity, this behavioral alteration offers no phenomenological homology with this class of symptoms. Hyperlocomotion shares the increased mesolimbic dopaminergic function with psychotic symptoms and responds equally to antipsychotic drugs. However, these drugs could be acting on the nigrostriatal pathway modulating locomotion, rather than on the psychosis-involved mesolimbic neurons. In this work, we provide evidence indicating that the nigrostriatal pathway does not play a crucial role in the hyperlocomotion of the SHR model of schizophrenia, strengthening its construct validity. Apart from validating the model, we further evaluate the function of the recently described rostromedial tegmental nucleus (RMTg) in the behavioral alterations of SHRs. This nucleus plays a strong GABA brake onto dopaminergic mesencephalic neurons, both in substantia nigra and VTA and is, thus, a candidate structure to participate in the pathophysiology of schizophrenia. We have found that RMTg seems to modulate neither positive-like nor negative-like behavioral alterations of SHRs, indicating that, although intimately linked with dopaminergic pathways altered in schizophrenia, it may be of limited importance for the disorder. The present dissertation both provides information on validity of the SHR model of schizophrenia and furthers the knowledge on the pathophysiology of the disorder.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2013 a 2016)https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=3690306EUFRASIO, Rai Alvares. Participação do núcleo rostromedial do tegmento (RMTg) e da substância negra nas alterações comportamentais de um modelo animal de esquizofrenia: a linhagem SHR. 2016. Dissertação (Mestrado em Psiquiatria e Psicologia Médica) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2016.2016-0932.pdfhttps://repositorio.unifesp.br/handle/11600/46228ark:/48912/001300001g134porUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessModelo animalSHREsquizofreniaRmtgSubstância negraAnimal modelSchizophreniaSubstantia nigraParticipação do núcleo rostromedial do tegmento (RMTg) e da substância negra nas alterações comportamentais de um modelo animal de esquizofrenia: a linhagem SHRParticipation of rostromedial tegmental nucleus (RMTg) and substantia nigra on the behavioral alterations of an animal model of schizophrenia: the SHR straininfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPSão Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM)Psiquiatria e Psicologia MédicaCiências da saúdeMedicinaORIGINALRaí Alvares Eufrásio - PDF A.pdfRaí Alvares Eufrásio - PDF A.pdfDissertação de mestradoapplication/pdf540665https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/1486616f-ba12-43cb-bee6-7dedeba0c2cf/download3403fff7879ff007ff289113298d2353MD51TEXTRaí Alvares Eufrásio - PDF A.pdf.txtRaí Alvares Eufrásio - PDF A.pdf.txtExtracted texttext/plain114247https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/f47da19f-ec82-4477-8d40-8d9ea92ce679/downloadf77e63469e45e4d00d9bcbaa5674ecd6MD52THUMBNAILRaí Alvares Eufrásio - PDF A.pdf.jpgRaí Alvares Eufrásio - PDF A.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3008https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/9b903afc-31c7-46ce-a7c3-9d72a1e93af7/download151adc213c6f9bcf05835b52751c6e82MD5311600/462282024-08-03 06:12:51.196oai:repositorio.unifesp.br:11600/46228https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-08-03T06:12:51Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false
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