Avaliação da ação do methotrexate nas células em cultura de endométrio de mulheres com e sem endometriose
| Ano de defesa: | 2015 |
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Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
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Resumo: | A Endometriose é hoje uma doença benigna que afeta cerca de seis milhões de brasileiras. De acordo com a Associação Brasileira de Endometriose, entre 10% a 15% das mulheres em idade reprodutiva (13 a 45 anos) podem desenvolvê-la e 30% tem chances de ficarem estéreis. A doença se caracterizada pela presença do endométrio, tecido este que reveste o interior do útero, fora da cavidade uterina, ou seja, em outros órgãos da pelve como trompas, ovários, intestinos e bexiga. Entretanto, esses crescimentos também podem ocorrer em outras partes do corpo. As causas exatas da endometriose ainda não são claras, mas algumas possíveis causas para o problema mais especuladas são a menstruação retrógrada, crescimento de células embrionárias, sistema imunológico deficiente e muitas outras. Embora a definição esteja muito bem estabelecida, há muitas características ainda não definidas da endometriose como a sua etiologia, por que causa infertilidade? Por que algumas mulheres queixam-se de dores extremas e outras não descrevem nenhuma dor? Por que a doença afeta em tantos locais diferentes? E, junto com outras características obscuras, qual é o melhor tratamento? Esse estudo teve por objetivo definir um possível tratamento/ação induzido pela quimioterapia através do methotrexate nas culturas in vitro das células endometriais, avaliando-se o seu papel na proliferação, apoptose e ciclo celular de células do endométrio de mulheres com e sem endometriose após tratamento. Foram selecionadas 10 pacientes atendidas no Setor de Algia Pélvica e Endometriose do Departamento de Ginecologia da Universidade Federal de São Paulo, Escola Paulista de Medicina (UNIFESP-EPM) e Hospital São Paulo (HSP), sendo 5 mulheres portadoras de endometriose grau IV (severa) com indicação de cirurgia videolaparoscópica e 5 mulheres sem quaisquer sintomas ou suspeita de endometriose para composição do grupo de estudo controle. Todas, após exame clínico ou videolaparoscopia tiveram uma pequena porção do endométrio raspado/coletado para cultura in vitro do mesmo e posterior tratamento com quimioterápico methotrexate. Os resultados mostram que as células em cultura apresentaram um crescimento mais acelerado das pacientes com endometriose quando comparado àquelas do grupo controle independente do tratamento. A avaliação inicial com hormonioterapia não surtiu efeito nas amostras tanto controle quanto nas células de endometriose. O Methotrexate (MTX) não diminuiu a proliferação celular tanto no grupo controle quanto no grupo endometriose e o mesmo não demonstrou aumentou de apoptose tanto no grupo controle quanto no grupo endometriose. |
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Kleine, João Paulo Ferreira de Oliveira [UNIFESP]Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Silva, Ismael Dale Cotrim Guerreiro da [UNIFESP]2018-07-27T15:50:46Z2018-07-27T15:50:46Z2015-04-30A Endometriose é hoje uma doença benigna que afeta cerca de seis milhões de brasileiras. De acordo com a Associação Brasileira de Endometriose, entre 10% a 15% das mulheres em idade reprodutiva (13 a 45 anos) podem desenvolvê-la e 30% tem chances de ficarem estéreis. A doença se caracterizada pela presença do endométrio, tecido este que reveste o interior do útero, fora da cavidade uterina, ou seja, em outros órgãos da pelve como trompas, ovários, intestinos e bexiga. Entretanto, esses crescimentos também podem ocorrer em outras partes do corpo. As causas exatas da endometriose ainda não são claras, mas algumas possíveis causas para o problema mais especuladas são a menstruação retrógrada, crescimento de células embrionárias, sistema imunológico deficiente e muitas outras. Embora a definição esteja muito bem estabelecida, há muitas características ainda não definidas da endometriose como a sua etiologia, por que causa infertilidade? Por que algumas mulheres queixam-se de dores extremas e outras não descrevem nenhuma dor? Por que a doença afeta em tantos locais diferentes? E, junto com outras características obscuras, qual é o melhor tratamento? Esse estudo teve por objetivo definir um possível tratamento/ação induzido pela quimioterapia através do methotrexate nas culturas in vitro das células endometriais, avaliando-se o seu papel na proliferação, apoptose e ciclo celular de células do endométrio de mulheres com e sem endometriose após tratamento. Foram selecionadas 10 pacientes atendidas no Setor de Algia Pélvica e Endometriose do Departamento de Ginecologia da Universidade Federal de São Paulo, Escola Paulista de Medicina (UNIFESP-EPM) e Hospital São Paulo (HSP), sendo 5 mulheres portadoras de endometriose grau IV (severa) com indicação de cirurgia videolaparoscópica e 5 mulheres sem quaisquer sintomas ou suspeita de endometriose para composição do grupo de estudo controle. Todas, após exame clínico ou videolaparoscopia tiveram uma pequena porção do endométrio raspado/coletado para cultura in vitro do mesmo e posterior tratamento com quimioterápico methotrexate. Os resultados mostram que as células em cultura apresentaram um crescimento mais acelerado das pacientes com endometriose quando comparado àquelas do grupo controle independente do tratamento. A avaliação inicial com hormonioterapia não surtiu efeito nas amostras tanto controle quanto nas células de endometriose. O Methotrexate (MTX) não diminuiu a proliferação celular tanto no grupo controle quanto no grupo endometriose e o mesmo não demonstrou aumentou de apoptose tanto no grupo controle quanto no grupo endometriose.The Endometriosis is today a benign disease that affects about six million Brazilian. According to the Brazilian Association of Endometriosis, between 10% and 15% of women of reproductive age (13-45 years) can develop it and 30% are likely to become sterile. The disease is characterized by the presence of the endometrium, this tissue lining the uterus, outside the uterine cavity, or other organs of the pelvis as fallopian tubes, ovaries, intestines, and bladder. However, such growths may also occur in other parts of the body. The exact causes of endometriosis are unclear, but some possible causes for the problem are more speculated retrograde menstruation, growth of embryonic cells, poor immune system and many others. Although the setting is very well established, there are many features not defined yet endometriosis as its etiology, why cause infertility? Why some women complain of extreme pain and other not describe any pain? Why the disease affects so many different locations? And, along with other obscure features, which is the best treatment? This study aimed to define a possible treatment / action induced by chemotherapy by methotrexate in vitro cultures of endometrial cells, evaluating its role in proliferation, apoptosis and cell cycle of women endometrial cells with and without endometriosis after treatment. We selected 10 patients treated at Algia industry and Pelvic Endometriosis Department of Gynecology, Federal University of São Paulo, Paulista School of Medicine (UNIFESP-EPM) and Hospital São Paulo (HSP), 5 women with endometriosis grade IV (severe) indicating laparoscopic surgery and 5 women without any symptoms or suspected endometriosis to up the control study group. All after clinical examination or laparoscopy had a small portion of shaved endometrium / collected for in vitro culture of the same and subsequent treatment with methotrexate chemotherapy. The results show that the cultured cells showed a faster growth of patients with endometriosis compared to those of the control group independent of treatment. The initial evaluation with hormone therapy had no effect on the samples as much control as in endometriosis cells. Methotrexate has not decreased cell proliferation in both the control group and in the endometriosis group and the same has not demonstrated increased apoptosis in both the control group and in the endometriosis group.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2013 a 2016)Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)FAPESP: 10/51093-091 p.https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=3217343KLEINE, João Paulo Ferreira de Oliveira. Avaliação da ação do methotrexate nas células em cultura de endométrio de mulheres com e sem endometriose. 2015. 91 f. Tese (Doutorado) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2015.JOAO PAULO FERREIRA DE OLIVEIRA KLEINE.pdfhttps://repositorio.unifesp.br/handle/11600/46733ark:/48912/001300001zng7porUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessendometriosemethotrexatecultura celularcitometriaendometriosismethotrexatecell culturecytometryAvaliação da ação do methotrexate nas células em cultura de endométrio de mulheres com e sem endometrioseEvaluation of Methotrexate in women endometrial cells in culture with and without endometriosisinfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPSão Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM)Medicina (Ginecologia)Ciências da saúdeMedicinaORIGINALJOAO PAULO FERREIRA DE OLIVEIRA KLEINE.pdfJOAO PAULO FERREIRA DE OLIVEIRA KLEINE.pdfapplication/pdf3304242https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/84110d46-0358-403e-af89-226d6dce393e/downloadb5377ea2ffccd9c90726ba5af3b1ce8dMD51TEXTJOAO PAULO FERREIRA DE OLIVEIRA KLEINE.pdf.txtJOAO PAULO FERREIRA DE OLIVEIRA KLEINE.pdf.txtExtracted texttext/plain102566https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/657e91b6-f420-4b9e-a611-d046dc956a44/downloadf624984a05e4cc2a6b1abec0446918d5MD52THUMBNAILJOAO PAULO FERREIRA DE OLIVEIRA KLEINE.pdf.jpgJOAO PAULO FERREIRA DE OLIVEIRA KLEINE.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2952https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/eb0fe8be-9dca-4584-b635-9854eca85eb3/download44071b002d5c270429234133910edac4MD5311600/467332024-08-01 09:16:12.278oai:repositorio.unifesp.br:11600/46733https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-08-01T09:16:12Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false |
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A Endometriose é hoje uma doença benigna que afeta cerca de seis milhões de brasileiras. De acordo com a Associação Brasileira de Endometriose, entre 10% a 15% das mulheres em idade reprodutiva (13 a 45 anos) podem desenvolvê-la e 30% tem chances de ficarem estéreis. A doença se caracterizada pela presença do endométrio, tecido este que reveste o interior do útero, fora da cavidade uterina, ou seja, em outros órgãos da pelve como trompas, ovários, intestinos e bexiga. Entretanto, esses crescimentos também podem ocorrer em outras partes do corpo. As causas exatas da endometriose ainda não são claras, mas algumas possíveis causas para o problema mais especuladas são a menstruação retrógrada, crescimento de células embrionárias, sistema imunológico deficiente e muitas outras. Embora a definição esteja muito bem estabelecida, há muitas características ainda não definidas da endometriose como a sua etiologia, por que causa infertilidade? Por que algumas mulheres queixam-se de dores extremas e outras não descrevem nenhuma dor? Por que a doença afeta em tantos locais diferentes? E, junto com outras características obscuras, qual é o melhor tratamento? Esse estudo teve por objetivo definir um possível tratamento/ação induzido pela quimioterapia através do methotrexate nas culturas in vitro das células endometriais, avaliando-se o seu papel na proliferação, apoptose e ciclo celular de células do endométrio de mulheres com e sem endometriose após tratamento. Foram selecionadas 10 pacientes atendidas no Setor de Algia Pélvica e Endometriose do Departamento de Ginecologia da Universidade Federal de São Paulo, Escola Paulista de Medicina (UNIFESP-EPM) e Hospital São Paulo (HSP), sendo 5 mulheres portadoras de endometriose grau IV (severa) com indicação de cirurgia videolaparoscópica e 5 mulheres sem quaisquer sintomas ou suspeita de endometriose para composição do grupo de estudo controle. Todas, após exame clínico ou videolaparoscopia tiveram uma pequena porção do endométrio raspado/coletado para cultura in vitro do mesmo e posterior tratamento com quimioterápico methotrexate. Os resultados mostram que as células em cultura apresentaram um crescimento mais acelerado das pacientes com endometriose quando comparado àquelas do grupo controle independente do tratamento. A avaliação inicial com hormonioterapia não surtiu efeito nas amostras tanto controle quanto nas células de endometriose. O Methotrexate (MTX) não diminuiu a proliferação celular tanto no grupo controle quanto no grupo endometriose e o mesmo não demonstrou aumentou de apoptose tanto no grupo controle quanto no grupo endometriose. |
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