Cálcio iônico e excreção urinária de cálcio em gatos doentes renais crônicos com e sem urolitíase cranial
| Ano de defesa: | 2026 |
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| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/10183/303661 |
Resumo: | A doença renal crônica (DRC) é definida por alterações renais estruturais ou funcionais com duração igual ou maior que três meses. Causa, na maior parte das vezes, fibrose túbulo-intersticial progressiva, comum em gatos idosos. Seu diagnóstico requer avaliações clínicas, exames de imagem, sangue e urina. A doença renal crônica pode comumente ser encontrada em gatos hipercalcêmicos, embora essa relação não seja clara. Urolitíases craniais (UC), 90% compostas de oxalato de cálcio (CaOx) em gatos, são formadas a partir de alterações no metabolismo desse mineral, como hipercalcemia e hipercalciúria, além de fatores como a saturação urinária e relação com o excesso de bases provenientes da dieta consumida. O objetivo deste trabalho é avaliar a ocorrência da hipercalcemia e hipercalciúria em gatos sem doença renal crônica (DRC), com DRC e com DRC associada à UC, atendidos no período de maio a dezembro de 2025, no Serviço de Medicina de Felinos (MedFel) do Hospital de Clínicas Veterinárias da UFRGS. Os animais foram distribuídos em três grupos: I (sem DRC, n = 30), II (com DRC, n = 32) e III (com DRC associada à UC, n = 28). O diagnóstico foi estabelecido com base na anamnese, exame físico, mensuração da pressão arterial, exames laboratoriais sanguíneos e urinários, bem como em exames de imagem ultrassonográficos e radiográficos. As análises incluíram hemograma, bioquímica sérica, hemogasometria, urinálise, relação proteína/creatinina (RPCU) e relação cálcio/creatinina urinária (UCa:Cr). As comparações entre os grupos foram realizadas por modelos lineares generalizados ajustados, com correção de Bonferroni e nível de significância de 5%. Observou-se maior proporção de machos no grupo III. A densidade urinária foi significativamente menor no grupo III, sugerindo comprometimento renal mais avançado. A UCa:Cr foi significativamente maior no grupo III quando comparada aos grupos I e II. Em relação ao cálcio ionizado (iCa), observaram-se valores significativamente superiores no Grupo III apenas em comparação ao grupo I, não havendo diferença estatisticamente significativa em relação ao Grupo II. Portanto, quando comparados ao grupo II, os gatos do grupo III não apresentaram valores de iCa significativamente mais elevados, porém exibiram hipercalciúria mais pronunciada, associada a menor densidade urinária. Esses achados reforçam o papel da excreção urinária aumentada de cálcio, mais do que da hipercalcemia sérica isolada, na fisiopatogênese da formação de urólitos nesses animais. Do ponto de vista terapêutico, os achados deste estudo são particularmente relevantes para o manejo de gatos com DRC e urolitíase cranial não obstrutiva ou com histórico prévio de urolitíase cranial, nos quais a avaliação e o controle da hipercalciúria e da concentração urinária podem auxiliar na prevenção de recidivas. Ainda assim, abordagens direcionadas à fase aguda de urolitíase obstrutiva podem demandar estratégias adicionais, que não foram avaliadas no presente trabalho. Além disso estudos adicionais são necessários para melhor compreender outros fatores envolvidos nesse processo. |
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Silva, Débora dos SantosCosta, Fernanda Vieira Amorim daSchaefer, Gabriela da Cruz2026-04-19T08:05:06Z2026http://hdl.handle.net/10183/303661001304826A doença renal crônica (DRC) é definida por alterações renais estruturais ou funcionais com duração igual ou maior que três meses. Causa, na maior parte das vezes, fibrose túbulo-intersticial progressiva, comum em gatos idosos. Seu diagnóstico requer avaliações clínicas, exames de imagem, sangue e urina. A doença renal crônica pode comumente ser encontrada em gatos hipercalcêmicos, embora essa relação não seja clara. Urolitíases craniais (UC), 90% compostas de oxalato de cálcio (CaOx) em gatos, são formadas a partir de alterações no metabolismo desse mineral, como hipercalcemia e hipercalciúria, além de fatores como a saturação urinária e relação com o excesso de bases provenientes da dieta consumida. O objetivo deste trabalho é avaliar a ocorrência da hipercalcemia e hipercalciúria em gatos sem doença renal crônica (DRC), com DRC e com DRC associada à UC, atendidos no período de maio a dezembro de 2025, no Serviço de Medicina de Felinos (MedFel) do Hospital de Clínicas Veterinárias da UFRGS. Os animais foram distribuídos em três grupos: I (sem DRC, n = 30), II (com DRC, n = 32) e III (com DRC associada à UC, n = 28). O diagnóstico foi estabelecido com base na anamnese, exame físico, mensuração da pressão arterial, exames laboratoriais sanguíneos e urinários, bem como em exames de imagem ultrassonográficos e radiográficos. As análises incluíram hemograma, bioquímica sérica, hemogasometria, urinálise, relação proteína/creatinina (RPCU) e relação cálcio/creatinina urinária (UCa:Cr). As comparações entre os grupos foram realizadas por modelos lineares generalizados ajustados, com correção de Bonferroni e nível de significância de 5%. Observou-se maior proporção de machos no grupo III. A densidade urinária foi significativamente menor no grupo III, sugerindo comprometimento renal mais avançado. A UCa:Cr foi significativamente maior no grupo III quando comparada aos grupos I e II. Em relação ao cálcio ionizado (iCa), observaram-se valores significativamente superiores no Grupo III apenas em comparação ao grupo I, não havendo diferença estatisticamente significativa em relação ao Grupo II. Portanto, quando comparados ao grupo II, os gatos do grupo III não apresentaram valores de iCa significativamente mais elevados, porém exibiram hipercalciúria mais pronunciada, associada a menor densidade urinária. Esses achados reforçam o papel da excreção urinária aumentada de cálcio, mais do que da hipercalcemia sérica isolada, na fisiopatogênese da formação de urólitos nesses animais. Do ponto de vista terapêutico, os achados deste estudo são particularmente relevantes para o manejo de gatos com DRC e urolitíase cranial não obstrutiva ou com histórico prévio de urolitíase cranial, nos quais a avaliação e o controle da hipercalciúria e da concentração urinária podem auxiliar na prevenção de recidivas. Ainda assim, abordagens direcionadas à fase aguda de urolitíase obstrutiva podem demandar estratégias adicionais, que não foram avaliadas no presente trabalho. Além disso estudos adicionais são necessários para melhor compreender outros fatores envolvidos nesse processo.Chronic kidney disease (CKD) is defined by structural or functional renal abnormalities persisting for three months or longer. It is a condition that most often leads to progressive tubulointerstitial fibrosis and is commonly observed in older cats. Its diagnosis requires clinical evaluation, imaging studies, and blood and urine analyses. CKD is frequently identified in hypercalcaemic cats, although the nature of this relationship remains unclear. Cranial urolithiasis (CU), with approximately 90% of feline uroliths composed of calcium oxalate (CaOx), develops as a result of alterations in calcium metabolism, such as hypercalcaemia and hypercalciuria, in addition to factors including urinary supersaturation and dietary acid–base balance. The aim of this study was to evaluate the occurrence of hypercalcaemia and hypercalciuria and their relationship with cranial urolithiasis in cats with and without CKD, attended between May and December 2025 at the Feline Medicine Service (MedFel) of the Veterinary Teaching Hospital of the Federal University of Rio Grande do Sul (UFRGS). Animals were assigned to three groups: Group I (without CKD, n = 30), Group II (with CKD, n = 32), and Group III (with CKD associated with CU, n = 28). Diagnosis was established based on anamnesis, physical examination, blood pressure measurement, laboratory analyses of blood and urine, as well as ultrasonographic and radiographic imaging studies. Analyses included complete blood count, serum biochemistry, blood gas analysis, urinalysis, urine protein-to-creatinine ratio (UPC), and urinary calcium-to-creatinine ratio (UCa:Cr). Inter-group comparisons were made using adjusted generalized linear models, with Bonferroni correction and a significance level of 5%. A higher proportion of males were observed in Group III. Urine specific gravity was significantly lower in Group III, suggesting more advanced renal impairment. The UCa:Cr was significantly higher in Group III compared with Groups I and II (p < 0.0001). Regarding ionized calcium (iCa), significantly higher values were observed in Group III only in comparison with Group I, with no statistically significant difference when compared with Group II. Therefore, when compared with Group II, cats in Group III did not exhibit significantly higher iCa values; however, they demonstrated more pronounced hypercalciuria associated with lower urine specific gravity. These findings reinforce the role of increased urinary calcium excretion, rather than isolated serum hypercalcaemia, in the pathophysiology of urolith formation in these animals. From a therapeutic perspective, this distinction highlights the importance of carefully evaluating the indication for treatment of hypercalcaemia, prioritizing interventions aimed at controlling hypercalciuria and promoting urinary dilution. Nonetheless, further studies are required to better elucidate additional factors involved in this process.application/pdfporHipercalcemiaHipercalciúriaDoença renal crônicaUrolitiaseUrólitosFelinosVeterinary nephrologyUreterolithiasisNephrolithiasisCalciumCatsCálcio iônico e excreção urinária de cálcio em gatos doentes renais crônicos com e sem urolitíase cranialinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulFaculdade de VeterináriaPrograma de Pós-Graduação em Ciências VeterináriasPorto Alegre, BR-RS2026mestradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSTEXT001304826.pdf.txt001304826.pdf.txtExtracted Texttext/plain119594http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/303661/2/001304826.pdf.txt692088587bd52e7700ef96d8e1149cf8MD52ORIGINAL001304826.pdfTexto completoapplication/pdf661837http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/303661/1/001304826.pdf3a5e94c85ad5c94b70ec1680d4a900e5MD5110183/3036612026-04-20 08:01:28.502641oai:www.lume.ufrgs.br:10183/303661Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://lume.ufrgs.br/handle/10183/2PUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.br || lume@ufrgs.bropendoar:18532026-04-20T11:01:28Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false |
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