Bacteremia nosocomial por Staphylococcus aureus meticilina-resistente (MRSA) : predição, letalidade e tempo de internação hospitalar
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/10183/294644 |
Resumo: | Contexto: Quando há suspeita de infecção estafilocócica invasiva, é difícil para os médicos determinarem se antimicrobianos direcionados ao Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA) devem ser prescritos empiricamente. Ainda é um tema controverso na literatura se a bacteremia pelo MRSA é mais letal do que aquela por S. aureus sensível à meticilina (MSSA). Objetivos: Desenvolver um modelo de predição de risco para ocorrência de bacteremia por MRSA, em pacientes adultos (≥ 18 anos), com bacteremia nosocomial por Staphylococcus aureus (SAB), internados em um hospital universitário terciário, no Sul do Brasil. Nesses pacientes, avaliar se as infecções por MRSA são mais letais do que as infecções por MSSA; comparar taxas de readmissão entre os grupos; investigar se a bacteremia por MRSA apresenta maior tempo de internação (Tint). Métodos: o estudo foi conduzido em um hospital com 865 leitos, de janeiro de 2014 a dezembro de 2019. Foram identificados 326 pacientes com episódios de SAB clinicamente significativos. Construiu-se modelo de predição para estimar a probabilidade (Pr) de uma determinada SAB ser causada por MRSA. Para os pacientes com bacteremia por MSSA, e por MRSA, as curvas de sobrevida foram estimadas pelo método de Kaplan-Meier e comparadas pelo teste log-rank. O impacto da infecção por MRSA no Tint foi estimado por meio de regressão linear, com a transformação logarítmica do (Tint). Resultados: A proporção de bacteremias causadas por MRSA foi de 22,4%. Os preditores mais importantes para SAB por MRSA foram: doença arterial periférica, exposição prévia a antimicrobianos e lesões cutâneas; com menor contribuição: não-receptor de transplante de órgão sólido, presença de coinfecção, imunossupressão e raça não-branca. O modelo mostrou área sob a curva ROC de 0,82. Utilizamos um critério estatístico, com balanço entre sensibilidade e especificidade, obtendo um limiar de Pr = 0,19 para considerar uma SAB como de alto risco para resistência antimicrobiana. Fazendo o seguimento dos pacientes bacterêmicos, nos grupos com infecção por MRSA e por MSSA, as curvas de sobrevivência não mostraram diferença na letalidade, considerando todos os períodos (P = 0,61), desde o início da bacteremia até a alta hospitalar. Ao considerar as taxas de letalidade em intervalos de tempo específicos, nenhuma diferença foi observada para 7, 14, 30, 45, 60 e 90 dias. Também não foi observada diferença para readmissão dos pacientes, aos 15, 30 e 180 dias após a alta hospitalar. No modelo multivariável, a média estimada de ln(Tint) foi de 2,68 para pacientes com MSSA, o que corresponde a 14,6 dias; no grupo com MRSA, foi de 27,4 dias, sendo o Tint adicional, atribuível à infecção por MRSA, igual a 12,8 dias. Conclusões: o modelo de predição de resistência à meticilina pode ser utilizado para orientar a seleção empírica de antimicrobianos, oferecendo ao profissional de saúde uma escolha mais assertiva. Quanto a desfechos clínicos, não encontramos diferença nas taxas de letalidade ou readmissão entre os grupos em estudo - pacientes com MRSA versus pacientes com MSSA. No entanto, o Tint adicional, atribuível à infecção por MRSA, é considerado substancial. |
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Selbach, LucianoKuchenbecker, Ricardo de SouzaReis, Rodrigo Citton Padilha dos2025-08-06T06:55:46Z2024http://hdl.handle.net/10183/294644001290009Contexto: Quando há suspeita de infecção estafilocócica invasiva, é difícil para os médicos determinarem se antimicrobianos direcionados ao Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA) devem ser prescritos empiricamente. Ainda é um tema controverso na literatura se a bacteremia pelo MRSA é mais letal do que aquela por S. aureus sensível à meticilina (MSSA). Objetivos: Desenvolver um modelo de predição de risco para ocorrência de bacteremia por MRSA, em pacientes adultos (≥ 18 anos), com bacteremia nosocomial por Staphylococcus aureus (SAB), internados em um hospital universitário terciário, no Sul do Brasil. Nesses pacientes, avaliar se as infecções por MRSA são mais letais do que as infecções por MSSA; comparar taxas de readmissão entre os grupos; investigar se a bacteremia por MRSA apresenta maior tempo de internação (Tint). Métodos: o estudo foi conduzido em um hospital com 865 leitos, de janeiro de 2014 a dezembro de 2019. Foram identificados 326 pacientes com episódios de SAB clinicamente significativos. Construiu-se modelo de predição para estimar a probabilidade (Pr) de uma determinada SAB ser causada por MRSA. Para os pacientes com bacteremia por MSSA, e por MRSA, as curvas de sobrevida foram estimadas pelo método de Kaplan-Meier e comparadas pelo teste log-rank. O impacto da infecção por MRSA no Tint foi estimado por meio de regressão linear, com a transformação logarítmica do (Tint). Resultados: A proporção de bacteremias causadas por MRSA foi de 22,4%. Os preditores mais importantes para SAB por MRSA foram: doença arterial periférica, exposição prévia a antimicrobianos e lesões cutâneas; com menor contribuição: não-receptor de transplante de órgão sólido, presença de coinfecção, imunossupressão e raça não-branca. O modelo mostrou área sob a curva ROC de 0,82. Utilizamos um critério estatístico, com balanço entre sensibilidade e especificidade, obtendo um limiar de Pr = 0,19 para considerar uma SAB como de alto risco para resistência antimicrobiana. Fazendo o seguimento dos pacientes bacterêmicos, nos grupos com infecção por MRSA e por MSSA, as curvas de sobrevivência não mostraram diferença na letalidade, considerando todos os períodos (P = 0,61), desde o início da bacteremia até a alta hospitalar. Ao considerar as taxas de letalidade em intervalos de tempo específicos, nenhuma diferença foi observada para 7, 14, 30, 45, 60 e 90 dias. Também não foi observada diferença para readmissão dos pacientes, aos 15, 30 e 180 dias após a alta hospitalar. No modelo multivariável, a média estimada de ln(Tint) foi de 2,68 para pacientes com MSSA, o que corresponde a 14,6 dias; no grupo com MRSA, foi de 27,4 dias, sendo o Tint adicional, atribuível à infecção por MRSA, igual a 12,8 dias. Conclusões: o modelo de predição de resistência à meticilina pode ser utilizado para orientar a seleção empírica de antimicrobianos, oferecendo ao profissional de saúde uma escolha mais assertiva. Quanto a desfechos clínicos, não encontramos diferença nas taxas de letalidade ou readmissão entre os grupos em estudo - pacientes com MRSA versus pacientes com MSSA. No entanto, o Tint adicional, atribuível à infecção por MRSA, é considerado substancial.Background: When invasive staphylococcal infection is suspected, it is difficult for clinicians to determine whether antimicrobials targeting methicillin-resistant Staphylococcus aureus (MRSA) should be prescribed empirically. It is still a controversial topic in the literature whether MRSA bacteremia is more lethal than that caused by methicillin-sensitive S. aureus (MSSA). Objectives: To develop a risk prediction model for the occurrence of MRSA bacteremia in adult patients (≥ 18 years) with nosocomial Staphylococcus aureus bacteremia (SAB), admitted to a tertiary university-affiliated hospital, in Southern Brazil. In these patients: assess whether MRSA infections are more lethal than MSSA infections; compare readmission rates between groups; investigate whether MRSA bacteremia is associated to a longer length of stay (LOS). Methods: The study was conducted in an 865-bed hospital from January 2014 to December 2019. 326 patients with clinically significant SAB episodes were identified. A prediction model was built to estimate the probability (Pr) of a given SAB being caused by MRSA. For patients with MSSA and MRSA bacteremia, survival curves were estimated using the Kaplan-Meier method and compared using the log-rank test. The impact of MRSA infection on LOS was estimated using linear regression, with the logarithmic transformation of LOS. Results: The MRSA proportion was 22.4%. The strongest predictors included peripheral artery disease, prior antimicrobial exposure, and skin lesions, while factors with a lower contribution were the absence of solid organ transplant, presence of co-infection, immunosuppression, and non-white race. The area under the ROC curve (AUC) for our model was estimated at 0.82. We applied a statistical criterion that optimally balances sensitivity and specificity to determine a threshold of Pr = 0.19 for classifying a SAB as high risk for antimicrobial resistance. Following up bacteremic patients in the groups with MRSA and MSSA infection, the survival curves showed no difference in fatality rates considering all periods (P = 0.61), from the beginning of bacteremia to hospital discharge. When considering fatality at specific time intervals, no differences were observed for 7, 14, 30, 45, 60 and 90 days. No difference was observed for patient readmission at 15, 30 and 180 days after hospital discharge. In the multivariable model, the estimated mean ln(LOS) was 2.68 for patients with MSSA, which corresponds to 14.6 days; in the MRSA group it was 27.4 days, with the additional LOS attributable to MRSA infection being 12.8 days. Conclusions: We developed a tool to predict Pr of methicillin resistance in a patient with SAB. This knowledge can be used to guide the empirical selection of antimicrobials, offering healthcare professionals a more assertive choice. Regarding clinical outcomes, we found no difference in fatality or readmission rates between the study groups - patients with MRSA versus patients with MSSA infection. However, the additional LOS attributable to MRSA infection is considered substantial.application/pdfporStaphylococcus aureus resistente à meticilinaModelos estatísticosPrognósticoBacteriemiaMortalidadeTempo de internaçãoReadmissão do pacienteMethicillin-resistant Staphylococcus aureusMRSAPrediction modelNosocomial bacteremiaFatality rateLength of stayReadmissionBacteremia nosocomial por Staphylococcus aureus meticilina-resistente (MRSA) : predição, letalidade e tempo de internação hospitalarinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulFaculdade de MedicinaPrograma de Pós-Graduação em EpidemiologiaPorto Alegre, BR-RS2024doutoradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSTEXT001290009.pdf.txt001290009.pdf.txtExtracted Texttext/plain86942http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/294644/2/001290009.pdf.txta6ecfe0f3d1043658eba4486cfaaa0c1MD52ORIGINAL001290009.pdfTexto parcialapplication/pdf1215469http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/294644/1/001290009.pdf2b91a152286b00d25a35087fcca95a34MD5110183/2946442025-08-07 08:01:09.558879oai:www.lume.ufrgs.br:10183/294644Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://lume.ufrgs.br/handle/10183/2PUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.br || lume@ufrgs.bropendoar:18532025-08-07T11:01:09Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false |
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