Rede neural associada à percepção de verticalidade proprioceptiva após acidente vascular cerebral: uma investigação transversal utilizando mapeamento de desconexão estrutural indireta
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17163/tde-22012025-170621/ |
Resumo: | O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é uma das principais causas de incapacidade,com impactos econômico e social significativos. A maior repercussãofuncional negativa após AVC decorre de distúrbios de equilíbrio postural cujo fator primáriofoi identificado como a alteração de percepção de verticalidade. Apesar damodalidadeproprioceptiva da percepção de verticalidade (VPr) ser relacionada à funcionalidadeapós AVC, evidências sobre sua composição neuroanatômica aindaéescassa.Portanto, o presente estudo teve como objetivos conduzir uma investigaçãopreliminar sobre as estruturas encefálicas e as desconexões de tratos encefálicosassociados à VPr em pacientes após AVC. Com desenho experimental observacional transversal retrospectivo, foram investigadas as neuroimagensdepacientes com diagnóstico de AVC admitidos em um hospital terciário. Oprotocolofoi composto por avaliação clínica, avaliação da VPr e análise das neuroimagens.Para a avaliação da VPr, o indivíduo permaneceu sentado, de olhos fechadosecomtronco e cabeça restritos. Em seguida, eram solicitados a reposicionar naposiçãovertical um bastão com as mãos a partir de inclinações aleatórias. Uminclinômetrodigital registrou as angulações e foram realizadas 10 repetições. AVPr foi estimadade 3 maneiras: VPr de orientação pela média dos valores reais (VPr-o), VPrdeincerteza pela média dos valores absolutos (VPr-imab), e VPr de incertezapelodesvio padrão da VPr-o (VPr-idp). Foram incluídos 12 pacientes comidademédiade62,77 ± 11,7 anos, todos com AVC isquêmico. As lesões do AVCforamsegmentadas manualmente em ressonância magnética (RM). Foi realizadaanormalização espacial pelo Clinical Toolbox através do SPM, o qual fornecemodelopadrão específico para idade no espaço Montreal Neurological Institute(MNI) (paraambos TC e RM). As métricas de desconexões foram estimadas de formaindiretacom a sobreposição da lesão em um modelo padrão baseado emindivíduossaudáveis do Human Connectome Project (HCP), através da ferramenta LesionQuantification Toolkit (LQT). Para a análise de subtração das lesões, foramencontradas associações da VPr-idp com coroa radiada e no cerebelo, edaVPr-ocom a radiação talâmica posterior, parte retrolenticular da cápsula interna, cápsulaexterna, cerebelo e fascículo longitudinal superior. As desconexões detratosnohemisfério direito, para VPr-imab e VPr-o, estavam associadas à CápsulaExtrema(EMCr), Trato Parietopontino (PPTr), Trato Frontotopontino (FPTr), TratoOcciptopontino (OPTr), Trato Corticoespinhal (CSTr), Via Corticoestriatal (CSr), eViaCorticotalâmica (CTr), e nenhum trato desconectado para a VPr-idp. Apesardepreliminar, todas as regiões encontradas são coerentes comas funções neuraisdaVPr e apresentam evidência anteriores que corroboram comessa associação. Aoutilizar metodologia inovadora, esse estudo pôde ampliar os horizontesdeinvestigação na área e fortalecer a replicação futura comnúmero amostral maisrepresentativo. |
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Rede neural associada à percepção de verticalidade proprioceptiva após acidente vascular cerebral: uma investigação transversal utilizando mapeamento de desconexão estrutural indiretaNeural network associated with haptic verticality perception after stroke: a cross-sectional investigation using indirect structural disconnection mappingAcidente vascular cerebralIndirect structural disconnection-symptom mappingMapeamento desconexão-sintoma estrutural indiretoPercepção de verticalidadeStrokeVerticality perceptionO Acidente Vascular Cerebral (AVC) é uma das principais causas de incapacidade,com impactos econômico e social significativos. A maior repercussãofuncional negativa após AVC decorre de distúrbios de equilíbrio postural cujo fator primáriofoi identificado como a alteração de percepção de verticalidade. Apesar damodalidadeproprioceptiva da percepção de verticalidade (VPr) ser relacionada à funcionalidadeapós AVC, evidências sobre sua composição neuroanatômica aindaéescassa.Portanto, o presente estudo teve como objetivos conduzir uma investigaçãopreliminar sobre as estruturas encefálicas e as desconexões de tratos encefálicosassociados à VPr em pacientes após AVC. Com desenho experimental observacional transversal retrospectivo, foram investigadas as neuroimagensdepacientes com diagnóstico de AVC admitidos em um hospital terciário. Oprotocolofoi composto por avaliação clínica, avaliação da VPr e análise das neuroimagens.Para a avaliação da VPr, o indivíduo permaneceu sentado, de olhos fechadosecomtronco e cabeça restritos. Em seguida, eram solicitados a reposicionar naposiçãovertical um bastão com as mãos a partir de inclinações aleatórias. Uminclinômetrodigital registrou as angulações e foram realizadas 10 repetições. AVPr foi estimadade 3 maneiras: VPr de orientação pela média dos valores reais (VPr-o), VPrdeincerteza pela média dos valores absolutos (VPr-imab), e VPr de incertezapelodesvio padrão da VPr-o (VPr-idp). Foram incluídos 12 pacientes comidademédiade62,77 ± 11,7 anos, todos com AVC isquêmico. As lesões do AVCforamsegmentadas manualmente em ressonância magnética (RM). Foi realizadaanormalização espacial pelo Clinical Toolbox através do SPM, o qual fornecemodelopadrão específico para idade no espaço Montreal Neurological Institute(MNI) (paraambos TC e RM). As métricas de desconexões foram estimadas de formaindiretacom a sobreposição da lesão em um modelo padrão baseado emindivíduossaudáveis do Human Connectome Project (HCP), através da ferramenta LesionQuantification Toolkit (LQT). Para a análise de subtração das lesões, foramencontradas associações da VPr-idp com coroa radiada e no cerebelo, edaVPr-ocom a radiação talâmica posterior, parte retrolenticular da cápsula interna, cápsulaexterna, cerebelo e fascículo longitudinal superior. As desconexões detratosnohemisfério direito, para VPr-imab e VPr-o, estavam associadas à CápsulaExtrema(EMCr), Trato Parietopontino (PPTr), Trato Frontotopontino (FPTr), TratoOcciptopontino (OPTr), Trato Corticoespinhal (CSTr), Via Corticoestriatal (CSr), eViaCorticotalâmica (CTr), e nenhum trato desconectado para a VPr-idp. Apesardepreliminar, todas as regiões encontradas são coerentes comas funções neuraisdaVPr e apresentam evidência anteriores que corroboram comessa associação. Aoutilizar metodologia inovadora, esse estudo pôde ampliar os horizontesdeinvestigação na área e fortalecer a replicação futura comnúmero amostral maisrepresentativo.Stroke is a leading cause of disability, with significant economic and social impacts.The most negative functional repercussion after stroke results frompostural balancedisorders, with an altered verticality perception identified as a primary factor. Despitethe haptic modality of verticality perception (HV) being related topost-strokefunctionality, evidence on its neuroanatomical composition is still scarce. Therefore,this study aimed to conduct a preliminary investigation of brain structuresanddisconnections associated with HV in post-stroke patients. With a cross-sectional retrospective observational design, neuroimages of patients diagnosedwithstrokeadmitted to a tertiary hospital were investigated. The protocol consistedof clinical evaluation, HV assessment, and neuroimaging analysis. For HVassessment, theindividual remained seated, eyes closed, with trunk and head restricted. Theywerethen asked to reposition a rod vertically with their hands fromrandominclinations. Adigital inclinometer recorded the angles, and 10 repetitions were performed. HVwasestimated in 3 ways: HV orientation by the mean of actual values (HV-o), HVuncertainty by the mean of absolute values (HV-umab), and HV uncertaintybythestandard deviation of HV-o (HV-usd). Twelve patients with a mean ageof 62.77±11.7 years were included, all with ischemic stroke. Stroke lesions weremanuallysegmented on magnetic resonance imaging (MRI). Spatial normalizationwasperformed by the Clinical Toolbox through SPM, which provides anage-specifictemplate in Montreal Neurological Institute (MNI) space (for both CTandMRI).Disconnection metrics were estimated indirectly by lesion overlap onahealthysubject template from the Human Connectome Project (HCP), usingtheLesionQuantification Toolkit (LQT). For the lesion subtraction analysis, associationswerefound between VPr-idp and the corona radiata and cerebellum, and betweenHV-oand the posterior thalamic radiation, retrolenticular part of the internal capsule,external capsule, cerebellum, and superior longitudinal fasciculus. Tractdisconnections for HV-umab and HV-o were associated with extreme capsule(EMCr),parietopontine (PPTr), frontopontine (FPTr), occipitopontine (OPTr), corticospinal (CSTr), corticostriatal (CSr), and corticothalamic (CTr) tracts, and for HV-udptherewas no tracts disconnected. Although preliminary, all regions found areconsistentwith the neural functions of HV and have previous evidence supportingthisassociation. By using innovative methodology, this study was able tobroadenthehorizons of investigation in the field and strengthen future replicationwithamorerepresentative sample size.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPEdwards, Taiza Elaine Grespan SantosJunqueira, Eduardo Bergonzoni2024-09-23info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17163/tde-22012025-170621/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-03-27T17:06:02Zoai:teses.usp.br:tde-22012025-170621Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-03-27T17:06:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Rede neural associada à percepção de verticalidade proprioceptiva após acidente vascular cerebral: uma investigação transversal utilizando mapeamento de desconexão estrutural indireta Junqueira, Eduardo Bergonzoni Acidente vascular cerebral Indirect structural disconnection-symptom mapping Mapeamento desconexão-sintoma estrutural indireto Percepção de verticalidade Stroke Verticality perception |
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O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é uma das principais causas de incapacidade,com impactos econômico e social significativos. A maior repercussãofuncional negativa após AVC decorre de distúrbios de equilíbrio postural cujo fator primáriofoi identificado como a alteração de percepção de verticalidade. Apesar damodalidadeproprioceptiva da percepção de verticalidade (VPr) ser relacionada à funcionalidadeapós AVC, evidências sobre sua composição neuroanatômica aindaéescassa.Portanto, o presente estudo teve como objetivos conduzir uma investigaçãopreliminar sobre as estruturas encefálicas e as desconexões de tratos encefálicosassociados à VPr em pacientes após AVC. Com desenho experimental observacional transversal retrospectivo, foram investigadas as neuroimagensdepacientes com diagnóstico de AVC admitidos em um hospital terciário. Oprotocolofoi composto por avaliação clínica, avaliação da VPr e análise das neuroimagens.Para a avaliação da VPr, o indivíduo permaneceu sentado, de olhos fechadosecomtronco e cabeça restritos. Em seguida, eram solicitados a reposicionar naposiçãovertical um bastão com as mãos a partir de inclinações aleatórias. Uminclinômetrodigital registrou as angulações e foram realizadas 10 repetições. AVPr foi estimadade 3 maneiras: VPr de orientação pela média dos valores reais (VPr-o), VPrdeincerteza pela média dos valores absolutos (VPr-imab), e VPr de incertezapelodesvio padrão da VPr-o (VPr-idp). Foram incluídos 12 pacientes comidademédiade62,77 ± 11,7 anos, todos com AVC isquêmico. As lesões do AVCforamsegmentadas manualmente em ressonância magnética (RM). Foi realizadaanormalização espacial pelo Clinical Toolbox através do SPM, o qual fornecemodelopadrão específico para idade no espaço Montreal Neurological Institute(MNI) (paraambos TC e RM). As métricas de desconexões foram estimadas de formaindiretacom a sobreposição da lesão em um modelo padrão baseado emindivíduossaudáveis do Human Connectome Project (HCP), através da ferramenta LesionQuantification Toolkit (LQT). Para a análise de subtração das lesões, foramencontradas associações da VPr-idp com coroa radiada e no cerebelo, edaVPr-ocom a radiação talâmica posterior, parte retrolenticular da cápsula interna, cápsulaexterna, cerebelo e fascículo longitudinal superior. As desconexões detratosnohemisfério direito, para VPr-imab e VPr-o, estavam associadas à CápsulaExtrema(EMCr), Trato Parietopontino (PPTr), Trato Frontotopontino (FPTr), TratoOcciptopontino (OPTr), Trato Corticoespinhal (CSTr), Via Corticoestriatal (CSr), eViaCorticotalâmica (CTr), e nenhum trato desconectado para a VPr-idp. Apesardepreliminar, todas as regiões encontradas são coerentes comas funções neuraisdaVPr e apresentam evidência anteriores que corroboram comessa associação. Aoutilizar metodologia inovadora, esse estudo pôde ampliar os horizontesdeinvestigação na área e fortalecer a replicação futura comnúmero amostral maisrepresentativo. |
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