Fatores associados à escolha de métodos contraceptivos de longa duração após gestação em adolescentes e mulheres jovens

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Quintão, Lais Abdo
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5139/tde-29052025-112445/
Resumo: Introdução: Gravidez na adolescência e sua recorrência é um problema relevante na área de Saúde Pública, por suas repercussões físicas, socioeconômicas e psicológicas. A anticoncepção segura eficaz na adolescência é uma das estratégias de prevenção de gravidez não planejada e de sua repetição. Embora se conheça a predileção das adolescentes por métodos contraceptivos reversíveis de longa duração (LARCs), após aconselhamento, ainda não se sabe quais são os fatores que determinam a escolha dentre os LARCs. Objetivo: Analisar os fatores associados à escolha do método contraceptivo de longa duração (LARC) entre adolescentes e mulheres jovens que já tiveram pelo menos uma gestação. Método: Estudo de corte transversal, aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CAPPESQ-HC), sob o número do parecer 32814713.4.0000.0065 realizado no Ambulatório do Setor de Planejamento Familiar da Divisão de Ginecologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP) e no Centro de Saúde Escola Geraldo de Paula Souza, no período de 2015 a 2022. A amostra de conveniência foi composta por 162 mulheres de 10 a 24 anos de idade, com pelo menos uma gestação anterior e demanda atual de anticoncepção. Foi realizada a aplicação de um questionário semiestruturado com características sociodemográficas, clínicas e de saúde sexual e reprodutiva. Os dados foram descritos e foram realizados análise estatística com teste paramétricos e não paramétricos quando apropriado e testes de regressões logísticas uni e multivariadas pelo Stata 16 SE. Resultados: As participantes tinham de 17,7 ± 2,0 anos de idade e renda familiar média de 1,5 ± 1,2 salários-mínimos. A média de gestações por participante foi de 1,2 ± 0,6, com média de 1,2 ± 0,4 filhos. Suas mães tiveram o primeiro filho aos 19,8 ± 5,1 anos de idade. Dentre as participantes, 61,7% (n=100) eram solteiras e não possuíam parcerias fixas. Após engravidar, 61,1% (n=99) desistiram dos estudos, sendo que 64,2% (n=104) relataram que o motivo da desistência foi a gravidez. Dentre as entrevistadas, 22,2% (n=36) haviam experimentado algum tipo de droga; 63,0% (n=102) haviam feito uso de anticoncepção de emergência e 68,5% (n=111) usavam método de barreira. A taxa de adolescentes que usavam contracepção foi de 81,5 (n=132) antes da gestação, de 69,1% (n=112) após a gestação, atingindo 91,4% (n=148) após aconselhamento reprodutivo estruturado realizado pela equipe do estudo. A taxa de uso de LARCs foi de 4,9% (n=8) antes da gestação e de 7,4% (n=12) após a gestação, subindo para 88,3% (n=143) após o aconselhamento reprodutivo. Neste momento, o fato de morar em abrigo (RR = 8,6; IC95% 1,8-41,2) foi preditor da escolha de LARCs, sendo este um maior motivo para escolher o implante subdérmico de etonogestrel (RR = 5,54; IC95% 1,12-27,42, p=0.036). Ter parceiro atual esteve associado à maior utilização do dispositivo intrauterino (DIU) liberador de levonorgestrel 52 mg (RR = 2,7; IC95% 1,1-6,8). As principais características das adolescentes associadas com o aumento da chance de gestação não planejada foram a deserção escolar por gravidez ou filho (RR=5,97; IC95% 2,11 16,83; p=0,001) e a utilização de pílula do dia seguinte (RR= 4,53; IC95% 1,49 13,77; p=0,008). Conclusão: Os fatores sociodemográficos, clínicos e de saúde sexual e reprodutiva que levam a maior predileção por LARCs incluem morar em abrigo, que também está associado a maior escolha de implante subdérmico de etonogestrel e morar com o companheiro foi um dos preditores de preferência pelo DIU hormonal liberador de levonorgestrel com 52mg
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Objetivo: Analisar os fatores associados à escolha do método contraceptivo de longa duração (LARC) entre adolescentes e mulheres jovens que já tiveram pelo menos uma gestação. Método: Estudo de corte transversal, aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CAPPESQ-HC), sob o número do parecer 32814713.4.0000.0065 realizado no Ambulatório do Setor de Planejamento Familiar da Divisão de Ginecologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP) e no Centro de Saúde Escola Geraldo de Paula Souza, no período de 2015 a 2022. A amostra de conveniência foi composta por 162 mulheres de 10 a 24 anos de idade, com pelo menos uma gestação anterior e demanda atual de anticoncepção. Foi realizada a aplicação de um questionário semiestruturado com características sociodemográficas, clínicas e de saúde sexual e reprodutiva. Os dados foram descritos e foram realizados análise estatística com teste paramétricos e não paramétricos quando apropriado e testes de regressões logísticas uni e multivariadas pelo Stata 16 SE. Resultados: As participantes tinham de 17,7 ± 2,0 anos de idade e renda familiar média de 1,5 ± 1,2 salários-mínimos. A média de gestações por participante foi de 1,2 ± 0,6, com média de 1,2 ± 0,4 filhos. Suas mães tiveram o primeiro filho aos 19,8 ± 5,1 anos de idade. Dentre as participantes, 61,7% (n=100) eram solteiras e não possuíam parcerias fixas. Após engravidar, 61,1% (n=99) desistiram dos estudos, sendo que 64,2% (n=104) relataram que o motivo da desistência foi a gravidez. Dentre as entrevistadas, 22,2% (n=36) haviam experimentado algum tipo de droga; 63,0% (n=102) haviam feito uso de anticoncepção de emergência e 68,5% (n=111) usavam método de barreira. A taxa de adolescentes que usavam contracepção foi de 81,5 (n=132) antes da gestação, de 69,1% (n=112) após a gestação, atingindo 91,4% (n=148) após aconselhamento reprodutivo estruturado realizado pela equipe do estudo. A taxa de uso de LARCs foi de 4,9% (n=8) antes da gestação e de 7,4% (n=12) após a gestação, subindo para 88,3% (n=143) após o aconselhamento reprodutivo. Neste momento, o fato de morar em abrigo (RR = 8,6; IC95% 1,8-41,2) foi preditor da escolha de LARCs, sendo este um maior motivo para escolher o implante subdérmico de etonogestrel (RR = 5,54; IC95% 1,12-27,42, p=0.036). Ter parceiro atual esteve associado à maior utilização do dispositivo intrauterino (DIU) liberador de levonorgestrel 52 mg (RR = 2,7; IC95% 1,1-6,8). As principais características das adolescentes associadas com o aumento da chance de gestação não planejada foram a deserção escolar por gravidez ou filho (RR=5,97; IC95% 2,11 16,83; p=0,001) e a utilização de pílula do dia seguinte (RR= 4,53; IC95% 1,49 13,77; p=0,008). Conclusão: Os fatores sociodemográficos, clínicos e de saúde sexual e reprodutiva que levam a maior predileção por LARCs incluem morar em abrigo, que também está associado a maior escolha de implante subdérmico de etonogestrel e morar com o companheiro foi um dos preditores de preferência pelo DIU hormonal liberador de levonorgestrel com 52mgIntroduction: Introduction: Teenage pregnancy and its recurrence is a relevant problem in the Public Health area, due to its physical, socioeconomic and psychological repercussions. Effective safe contraception in adolescence is one of the strategies for preventing unplanned pregnancy and its recurrence. Although the predilection of adolescents for long-acting reversible contraceptive methods (LARCs) is known, after counseling, it is still not known what are the factors that determine the choice among LARCs. Objective: To analyze the factors associated with choosing the long-term contraceptive method (LARC) among adolescents and young women who have had at least one pregnancy. Method: Cross-sectional study, approved by the Research Ethics Committee (CAPPESQ-HC), under opinion number 32814713.4.0000.0065, carried out at the Outpatient Clinic of the Family Planning Unit, Division of Gynecology, Hospital das Clínicas, Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo (HC-FMUSP) and at the Centro de Saúde Escola Geraldo de Paula Souza, from 2020 to 2022. The convenience sample consisted of 162 women aged 10 to 24 years, with at least one previous pregnancy and current demand for contraception. A semi-structured questionnaire was applied with sociodemographic, clinical, and sexual and reproductive health characteristics. Data are presented as mean ± standard deviation or absolute and relative (%)frequency. Results: The participants were 17.7 ± 2.0 years old and had an average family income of 1.5 ± 1.2 minimum wages. The average number of pregnancies per participant was 1.2 ± 0.6, with an average of 1.2 ± 0.4 children. Their mothers had their first child at 19.8 ± 5.1 years of age. Among the participants, 61.7% (n=100) were single and did not have steady partnerships. After becoming pregnant, 61.1% (n=99) dropped out of studies, and 64.2% (n=104) reported that the reason for dropping out was pregnancy. Among the interviewees, 22.2% (n=36) had tried some type of drug; 63.0% (n=102) had used emergency contraception and 68.5% (n=111) used a barrier method. The rate of adolescents using contraception was 81.5% (n=132) before pregnancy, 69.1% (n=112) after pregnancy, reaching 91.4% (n=148) after structured reproductive counseling performed by the research team. The rate of LARC use was 4.9% (n=8) before pregnancy and 7.4 (n=12) after pregnancy, rising to 88.3% (n=143) after reproductive counseling. At this moment, the fact of living in a shelter (RR = 8.6; 95% CI 1.8-41.2) was a predictor of the choice of LARCs, which was a major reason for choosing the etonogestrel subdermal implant (RR = 5. 54; 95%CI 1.12-27.42, p=0.036). Having a current partner was associated with greater use of the intrauterine device (IUD) releasing levonorgestrel 52 mg (RR = 2.7; 95%CI 1.1-6.8). The main characteristics of adolescents associated with an increased chance of unplanned pregnancy were dropping out of school due to pregnancy or child (RR=5.97; 95%CI 2.11 16.83; p=0.001) and the use of birth control pills. next day (RR= 4.53; 95%CI 1.49 13.77; p=0.008). Conclusion: The sociodemographic, clinical and sexual and reproductive health factors that lead to a greater predilection for LARCs include living in a shelter, which is also associated with a greater choice of subdermal etonogestrel implant and living with a partner was one of the predictors of preference for the IUD levonorgestrel-releasing hormone with 52mgBiblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPSorpreso, Isabel Cristina EspositoQuintão, Lais Abdo2024-11-21info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5139/tde-29052025-112445/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-06-04T15:35:02Zoai:teses.usp.br:tde-29052025-112445Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-06-04T15:35:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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