Purificação de miosina de cérebro de coelho: estudos de interação com actina de músculo esquelético e de cérebro e comparação estrutural e enzimática com miosina de aorta

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 1983
Autor(a) principal: Ferro, Jesus Aparecido
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertacoes da USP
Universidade de São Paulo
Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17131/tde-28042026-143723/
Resumo: Desenvolveu-se uma metodologia para a purificação de miosina a partir de cérebro de coelho. Este procedimento envolve extração de actomiosina em solução de baixa força iônica e separação da actina e da miosina por cromatografia de filtração em gel, em alta força iônica, na presença de ATP e pirofosfato. A miosina de cérebro, em coluna de Bio-Gel A-15 m (200 - 400 mesh), foi eluída como um único pico de atividade K<sup>+</sup> -EDTA ATPásica, com o mesmo volume de eluição da miosina de aorta de coelho. Semelhante ao observado para as miosinas de músculo esquelético e liso e para outras miosinas citoplamáticas, em 0,6 M KCl a miosina de cérebro foi maximamente ativada por EDTA, parcialmente estimulada por Ca<sup>2+</sup> e inibida por Mg<sup>2+</sup>. Em gel de poliacrilamida com SDS, a miosina purificada de cérebro apresentou: a) um componente principal com migração semelhante à das cadeias pesadas das miosinas de músculo esquelético e aorta, as quais apresentam P.M. de 200.000 daltons; b) três polipeptídeos menores, com pesos moleculares aparentes de 20.000, 19.000 e 17.000 daltons. Os polipeptídeos de peso molecular 20.000 e 17.000 daltons apresentaram a mesma mobilidade eletroforética relativa das duas cadeias leves da miosina de aorta (LC<sub>20</sub> e LC<sub>17</sub>). Estes três polipeptídeos possivelmente representam as cadeias leves da miosina de cérebro. A miosina purificada de cérebro, semelhante à miosina de músculo esquelético, foi capaz de interagir fisicamente com as actinas de cérebro e de músculo esquelético resultando em uma inibição de sua atividade K<sup>+</sup>-EDTA ATPásica por estas duas actinas; entretanto, a quantidade de actina necessária para inibir em 50% a atividade foi sempre menor para a miosina de cérebro. Por outro lado, a atividade Mg<sup>2+</sup> -ATPásica da miosina purificada de cérebro não foi estimulada pela actina de cérebro e nem pela actina de músculo esquelético, embora a actina de cérebro fosse capaz de ativar a atividade Mg<sup>2+</sup> -ATPásica da miosina de músculo esquelético com a mesma eficiência da actina muscular. Nenhuma diferença foi observada entre as miosinas de cérebro e de aorta na inibição da atividade K<sup>+</sup> -EDTA ATPásica. Ainda que as miosinas de cérebro e de aorta não sejam distinguíveis pela interação com actina de músculo esquelético; Km para ATP da atividade K<sup>+</sup> -EDTA ATPásica e energia de ativação das atividades Ca<sup>2+</sup> e K<sup>+</sup> -EDTA ATPásicas, estas duas miosinas podem ser diferenciadas em termos de: a) composição polipeptídica; b) valores de atividade específica; c) efeito da força iônica (KCl) sobre a atividade Ca<sup>2+</sup> -ATPásica; d) concentração de Ca<sup>2+</sup> requerida para atividade máxima e, e) sensibilidade das atividades Ca<sup>2+</sup> - e K<sup>+</sup> -EDTA ATPásicas ao reagente p-hidroximercuribenzoato (PHMB). Os resultados apresentados neste trabalho indicam que a miosina purificada de cérebro é própria do tecido nervoso, semelhante, porém, distinta da miosina de vaso. A partir desta caracterização estrutural e enzimática, progressos poderão ser feitos no sentido de esclarecer, em termos moleculares, a participação da actina e da miosina em funções neuronais.
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spelling Purificação de miosina de cérebro de coelho: estudos de interação com actina de músculo esquelético e de cérebro e comparação estrutural e enzimática com miosina de aortaNão informado.Não informado.Não informado.Desenvolveu-se uma metodologia para a purificação de miosina a partir de cérebro de coelho. Este procedimento envolve extração de actomiosina em solução de baixa força iônica e separação da actina e da miosina por cromatografia de filtração em gel, em alta força iônica, na presença de ATP e pirofosfato. A miosina de cérebro, em coluna de Bio-Gel A-15 m (200 - 400 mesh), foi eluída como um único pico de atividade K<sup>+</sup> -EDTA ATPásica, com o mesmo volume de eluição da miosina de aorta de coelho. Semelhante ao observado para as miosinas de músculo esquelético e liso e para outras miosinas citoplamáticas, em 0,6 M KCl a miosina de cérebro foi maximamente ativada por EDTA, parcialmente estimulada por Ca<sup>2+</sup> e inibida por Mg<sup>2+</sup>. Em gel de poliacrilamida com SDS, a miosina purificada de cérebro apresentou: a) um componente principal com migração semelhante à das cadeias pesadas das miosinas de músculo esquelético e aorta, as quais apresentam P.M. de 200.000 daltons; b) três polipeptídeos menores, com pesos moleculares aparentes de 20.000, 19.000 e 17.000 daltons. Os polipeptídeos de peso molecular 20.000 e 17.000 daltons apresentaram a mesma mobilidade eletroforética relativa das duas cadeias leves da miosina de aorta (LC<sub>20</sub> e LC<sub>17</sub>). Estes três polipeptídeos possivelmente representam as cadeias leves da miosina de cérebro. A miosina purificada de cérebro, semelhante à miosina de músculo esquelético, foi capaz de interagir fisicamente com as actinas de cérebro e de músculo esquelético resultando em uma inibição de sua atividade K<sup>+</sup>-EDTA ATPásica por estas duas actinas; entretanto, a quantidade de actina necessária para inibir em 50% a atividade foi sempre menor para a miosina de cérebro. Por outro lado, a atividade Mg<sup>2+</sup> -ATPásica da miosina purificada de cérebro não foi estimulada pela actina de cérebro e nem pela actina de músculo esquelético, embora a actina de cérebro fosse capaz de ativar a atividade Mg<sup>2+</sup> -ATPásica da miosina de músculo esquelético com a mesma eficiência da actina muscular. Nenhuma diferença foi observada entre as miosinas de cérebro e de aorta na inibição da atividade K<sup>+</sup> -EDTA ATPásica. Ainda que as miosinas de cérebro e de aorta não sejam distinguíveis pela interação com actina de músculo esquelético; Km para ATP da atividade K<sup>+</sup> -EDTA ATPásica e energia de ativação das atividades Ca<sup>2+</sup> e K<sup>+</sup> -EDTA ATPásicas, estas duas miosinas podem ser diferenciadas em termos de: a) composição polipeptídica; b) valores de atividade específica; c) efeito da força iônica (KCl) sobre a atividade Ca<sup>2+</sup> -ATPásica; d) concentração de Ca<sup>2+</sup> requerida para atividade máxima e, e) sensibilidade das atividades Ca<sup>2+</sup> - e K<sup>+</sup> -EDTA ATPásicas ao reagente p-hidroximercuribenzoato (PHMB). Os resultados apresentados neste trabalho indicam que a miosina purificada de cérebro é própria do tecido nervoso, semelhante, porém, distinta da miosina de vaso. A partir desta caracterização estrutural e enzimática, progressos poderão ser feitos no sentido de esclarecer, em termos moleculares, a participação da actina e da miosina em funções neuronais.ln this work a procedure was developed for the purification of myosin from whole rabbit brains, wich involves extraction of actomyosin in a low salt buffer solution and separation of actin and myosin by molecular sieve chromatography in a high ionic strenght buffer containing ATP and pyrophosphate. Brain myosin was eluted from a Bio-Gel A-15 m column as a single peak of K<sup>+</sup> -EDTA ATPase activity with the same volume elution as aorta rabbit myosin. As observed in muscle and other cytoplasmic myosins, in 0,6 M KCl brain myosin was maximally activated by EDTA, partially stimulated by Ca<sup>2+</sup>, and inhibited by Mg<sup>2+</sup>. In SDS-PAGE, the purified brain myosin showed (a) a major component which co-electrophoresed with the 200,000 Dalton heavy chain subunit of both rabbit skeletal muscle and aorta myosins; (b) three smaller peptides with apparent molecular weights of 20,000, 19,000 and 17,000. The 20,000 and 17,000 molecular weight peptides comigrated with the two light chains of aorta myosin (LC<sub>20</sub> and LC<sub>17</sub>). These three smaller polypeptides could be the light chains of brain myosin. Similar to skeletal muscle myosin, the purified brain myosin was interact with brain and skeletal muscle actins and its K<sup>+</sup> -EDTA ATPase activity was inhibited by both actins. However, the concentration of actin needed to reach 50% inhibition was smaller for brain myosin. Although the Mg<sup>2+</sup> -ATPase activity of skeletal muscle myosin was similarly activated by skeletal and brain actins the Mg<sup>2+</sup> ATPase activity of brain myosin was not activated by either actins. The inhibition of K<sup>+</sup> -EDTA ATPase activity of brain and aorta by muscle actin was the same. Although brain and aorta myosins can not be distinguished by (a) interaction studies with muscle actin; (b) Km for ATP in their K<sup>+</sup> -EDTA ATPase activity and (c) activation energy for Ca<sup>2+</sup> and K<sup>+</sup> -EDTA ATPase activities, they can be differenciated in (a) polypeptide composition; (b) specific activities; (c) effect o f ionic strenght (KCl) on Ca<sup>2+</sup> -ATPase activity; (d) calcium concentration required for maximum activity and (e) sensitivity of K<sup>+</sup> -EDTA and Ca<sup>+</sup> -ATPase activity to p-hydroxymercuribenzoate (PHMB). The results showed in this work support the nervous tissue origin for the myosin purified from brain, which is similar but not identical to arterial myosin. We believe that our results can colaborate in the progress and comprehesion of the molecular action of actin and myosin in neuronal functions.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertacoes da USPUniversidade de São PauloFaculdade de Medicina de Ribeirão PretoCoutinho Netto, JoaquimFerro, Jesus Aparecido1983-09-142026-05-05info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17131/tde-28042026-143723/doi:10.11606/T.17.1983.tde-28042026-143723Liberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USP2026-05-05T20:45:04Zoai:teses.usp.br:tde-28042026-143723Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-05-05T20:45:04Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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