Participação do óxido nítrico e monóxido de carbono na termorregulação: anapirexia e febre

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2002
Autor(a) principal: Almeida, Maria Camila
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17134/tde-04022025-150846/
Resumo: A anapirexia é uma queda regulada da temperatura corporal interna (Tc). Vários estímulos são capazes de induzir anapirexia como hipóxia, anemia, 2-DG e insulina. A ocorrência de anapirexia em resposta à insulina já foi descrita há 60 anos. Por outro lado, a febre é um aumento regulado da Tc, e faz parte de uma resposta complexa do hospedeiro à infecção ou inflamação sistêmica. O fator de crescimento derivado de plaquetas (PDGF) é uma proteína que exerce importantes funções no sistema nervoso central (SNC). Recentemente foi demonstrado que o PDGF induz resposta febril quando injetado intracerebroventricularmente e que o mesmo pode agir como um pirogênio endógeno no SNC. Os neuromoduladores gasosos óxido nítrico (NO) e monóxido de carbono (CO) exercem ações termorregulatórias e tem sido demonstrado que os mesmos participam tanto da febre quanto da anapirexia. A produção de NO é catalisada pela enzima NO sintase (NOS) durante a conversão do aminoácido L-arginina para L-citrulina, enquanto que a enzima heme oxigenase (HO) catalisa o metabolismo de heme para biliverdina, ferro livre e CO. O primeiro objetivo do presente estudo foi verificar a hipótese que o NO e o CO participam da anapirexia induzida por insulina e que o CO, ao invés da biliverdina ou ferro, é o subproduto da HO envolvido nesta resposta. A Tc dos ratos foi então medida durante a infusão intravenosa (i.v.) de insulina (0,2 e 2U kg-1h-1), combinada com diferentes tratamentos intracerebroventriculares (i.c.v.). Foi observada queda significativa da Tc após infusão de insulina. O tratamento com NG-nitro-L-arginina metil ester (L-NAME, inibidor não seletivo da NOS, 200µg) combinado com a infusão de salina não causou alterações significativas da Tc. Quando os dois tratamentos foram combinados, a queda na Tc induzida por insulina foi abolida. O tratamento i.c.v. com zinco deuteroporfirina 2,4-bis glicol (ZnDPBG, inibidor da HO, 200nmol) não causou mudanças significativas na Tc quando combinado com a infusão de salina mas aumentou significativamente a anapirexia induzida por insulina. Os tratamentos com o quelante de ferro deferoxamina (250 µg) e biliverdina (152 nmol) não alteraram a anapirexia induzida por insulina, enquanto que o tratamento com salina saturada com CO reduziu a queda na Tc induzida por insulina. Esses resultados indicam que o NO, participa da geração da anapirexia induzida por insulina enquanto que a via da HO/CO possui a função de prevenir quedas excessivas da Tc durante a anapirexia induzida por insulina. Uma vez que os tratamentos com biliverdina e ferro não tiveram efeito, enquanto que o CO reduziu significativamente a queda na Tc induzida por insulina, podemos inferir que o CO é o subproduto da HO envolvido nesta resposta. Por fim, nós investigamos a participação do NO e CO na febre induzida por PDGF. A injeção i.c.v. de PDGF-BB produziu um aumento na Tc dependente da dose. A febre induzida por PDGF-BB (10ng) foi exacerbada pelo tratamento com L-NAME (200µg) e S-metil-L-tiocitrulina (SMTC 2,5µmol - inibidor seletivo da nNOS), mas não pela aminoguanidina (AG 200µg - inibidor seletivo da iNOS). O tratamento com ZnDPBG (200nmol) não afetou a febre induzida por PDGF. Esses dados indicam que o NO participa da febre induzida por PDGF e que a nNOS é a isoforma da NOS responsável pela síntese de NO nesta resposta. Além disso nossos dados sugerem que a via da HO/CO não está envolvida na febre induzida por PDGF.
id USP_d92a1842ffdfdf5d912106c6cbbc1274
oai_identifier_str oai:teses.usp.br:tde-04022025-150846
network_acronym_str USP
network_name_str Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
repository_id_str
spelling Participação do óxido nítrico e monóxido de carbono na termorregulação: anapirexia e febreNão informado.Não informado.Não informado.A anapirexia é uma queda regulada da temperatura corporal interna (Tc). Vários estímulos são capazes de induzir anapirexia como hipóxia, anemia, 2-DG e insulina. A ocorrência de anapirexia em resposta à insulina já foi descrita há 60 anos. Por outro lado, a febre é um aumento regulado da Tc, e faz parte de uma resposta complexa do hospedeiro à infecção ou inflamação sistêmica. O fator de crescimento derivado de plaquetas (PDGF) é uma proteína que exerce importantes funções no sistema nervoso central (SNC). Recentemente foi demonstrado que o PDGF induz resposta febril quando injetado intracerebroventricularmente e que o mesmo pode agir como um pirogênio endógeno no SNC. Os neuromoduladores gasosos óxido nítrico (NO) e monóxido de carbono (CO) exercem ações termorregulatórias e tem sido demonstrado que os mesmos participam tanto da febre quanto da anapirexia. A produção de NO é catalisada pela enzima NO sintase (NOS) durante a conversão do aminoácido L-arginina para L-citrulina, enquanto que a enzima heme oxigenase (HO) catalisa o metabolismo de heme para biliverdina, ferro livre e CO. O primeiro objetivo do presente estudo foi verificar a hipótese que o NO e o CO participam da anapirexia induzida por insulina e que o CO, ao invés da biliverdina ou ferro, é o subproduto da HO envolvido nesta resposta. A Tc dos ratos foi então medida durante a infusão intravenosa (i.v.) de insulina (0,2 e 2U kg-1h-1), combinada com diferentes tratamentos intracerebroventriculares (i.c.v.). Foi observada queda significativa da Tc após infusão de insulina. O tratamento com NG-nitro-L-arginina metil ester (L-NAME, inibidor não seletivo da NOS, 200µg) combinado com a infusão de salina não causou alterações significativas da Tc. Quando os dois tratamentos foram combinados, a queda na Tc induzida por insulina foi abolida. O tratamento i.c.v. com zinco deuteroporfirina 2,4-bis glicol (ZnDPBG, inibidor da HO, 200nmol) não causou mudanças significativas na Tc quando combinado com a infusão de salina mas aumentou significativamente a anapirexia induzida por insulina. Os tratamentos com o quelante de ferro deferoxamina (250 µg) e biliverdina (152 nmol) não alteraram a anapirexia induzida por insulina, enquanto que o tratamento com salina saturada com CO reduziu a queda na Tc induzida por insulina. Esses resultados indicam que o NO, participa da geração da anapirexia induzida por insulina enquanto que a via da HO/CO possui a função de prevenir quedas excessivas da Tc durante a anapirexia induzida por insulina. Uma vez que os tratamentos com biliverdina e ferro não tiveram efeito, enquanto que o CO reduziu significativamente a queda na Tc induzida por insulina, podemos inferir que o CO é o subproduto da HO envolvido nesta resposta. Por fim, nós investigamos a participação do NO e CO na febre induzida por PDGF. A injeção i.c.v. de PDGF-BB produziu um aumento na Tc dependente da dose. A febre induzida por PDGF-BB (10ng) foi exacerbada pelo tratamento com L-NAME (200µg) e S-metil-L-tiocitrulina (SMTC 2,5µmol - inibidor seletivo da nNOS), mas não pela aminoguanidina (AG 200µg - inibidor seletivo da iNOS). O tratamento com ZnDPBG (200nmol) não afetou a febre induzida por PDGF. Esses dados indicam que o NO participa da febre induzida por PDGF e que a nNOS é a isoforma da NOS responsável pela síntese de NO nesta resposta. Além disso nossos dados sugerem que a via da HO/CO não está envolvida na febre induzida por PDGF.Anapyrexia is a regulated decrease in body core temperature (Tc). A number of different stimuli can induce anapyrexia such as hypoxia, anaemia, 2-DG and insulin. The occurrence of anapyrexia during insulin shock therapy was recognized more than 50 years ago. On the other hand, fever is a regulated increase in Tc, which is a part of the acute phase response to infection or systemic inflammation and occurs in response to a number of pathogenic stimuli. Platelet-derived growth factor (PDGF) is a multifunctional protein which exerts important actions in the central nervous system (SNC). Recently it has been shown that PDGF induces a febrile response when injected intracerebroventricularly and may be an endogenous pyrogen in the SNC. The gaseous neurotransmitters nitric oxide (NO) and carbon monoxide (CO) are known to exert thermoregulatory effects and play a role both in fever and anapyrexia. NO production is catalyzed by the enzyme NO-synthase (NOS) during the conversion of L-arginine to L-citrulline while heme oxygenase (HO) catalyzes the metabolism of heme to biliverdin, free iron and CO. The first aim of the present study was to test the hypothesis that NO and CO play a role in insulin-induced anapyrexia and that CO, rather than free iron or biliverdin is the HO product involved in this response. Te of rats was measured by biotelemetry before and after systemic infusion of insulin (0.2 and 2U kg-1h-1), combined with intracerebroventrieular (i.e.v.) treatments. We observed a significant reduction in Tc after insulin infusion. NG-nitro-L-arginine methyl ester (L-NAME, a nonselective NO synthase inhibitor, 200µg) combined with saline infusion caused no significant change in Tc. When the two treatments were combined, insulin-induced anapyrexia was abolished. I.c.v. treatment with zinc deuteroporphyrin 2,4-bis glyeol (ZnDPBG, a HO inhibitor, 200nmol) caused no change in Tc when combined with saline infusion but significantly increased insulin-induced anapyrexia. Neither the i.e.v treatment with the iron chelator deferoxamine (250 µg) nor biliverdin (152 nmol) altered anapyrexia induced by insulin, whereas CO-saturated saline significantly reduced insulin-induced anapyrexia. These data indicate that NO, plays a key role in insulin-induced anapyrexia and that the HO pathway prevents excessive drops in Tc in insulin-induced anapyrexia. Because biliverdin and iron had no effcet and CO significantly reduced the drop in Tc elicited by insulin infusion, these data imply that CO is the HO product involved in the thermoregulatory effect of insulin-induced anapyrexia. Finally, we investigate a role for NO and CO in the febrile response to PDGF. I.e.v. injection of PDGF-BB produced a dose-dependent increase in Tc. The increase in Tc induced by PDGF-BB (10ng) was exacerbated by L-NAME (200µg) and S-methyl-L-tiocitrulline (SMTC, 2.5µmol - a nNOS selective inhibitor) treatment, but not by aminoguanidine (AG, 200µg - an iNOS selective inhibitor) treatment. ZnDPBG (200nmol) treatment did not affect PDGF-BB fever. Our data indicate that NO participates in PDGF-BB fever and that nNOS is the NOS isoform responsible for NO synthesis in this response and suggest that the HO/CO pathway is not involved in PDGF-BB fever.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPBranco, Luiz Guilherme de SiqueiraAlmeida, Maria Camila2002-09-20info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17134/tde-04022025-150846/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-02-04T17:36:02Zoai:teses.usp.br:tde-04022025-150846Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-02-04T17:36:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
dc.title.none.fl_str_mv Participação do óxido nítrico e monóxido de carbono na termorregulação: anapirexia e febre
Não informado.
title Participação do óxido nítrico e monóxido de carbono na termorregulação: anapirexia e febre
spellingShingle Participação do óxido nítrico e monóxido de carbono na termorregulação: anapirexia e febre
Almeida, Maria Camila
Não informado.
Não informado.
title_short Participação do óxido nítrico e monóxido de carbono na termorregulação: anapirexia e febre
title_full Participação do óxido nítrico e monóxido de carbono na termorregulação: anapirexia e febre
title_fullStr Participação do óxido nítrico e monóxido de carbono na termorregulação: anapirexia e febre
title_full_unstemmed Participação do óxido nítrico e monóxido de carbono na termorregulação: anapirexia e febre
title_sort Participação do óxido nítrico e monóxido de carbono na termorregulação: anapirexia e febre
author Almeida, Maria Camila
author_facet Almeida, Maria Camila
author_role author
dc.contributor.none.fl_str_mv Branco, Luiz Guilherme de Siqueira
dc.contributor.author.fl_str_mv Almeida, Maria Camila
dc.subject.por.fl_str_mv Não informado.
Não informado.
topic Não informado.
Não informado.
description A anapirexia é uma queda regulada da temperatura corporal interna (Tc). Vários estímulos são capazes de induzir anapirexia como hipóxia, anemia, 2-DG e insulina. A ocorrência de anapirexia em resposta à insulina já foi descrita há 60 anos. Por outro lado, a febre é um aumento regulado da Tc, e faz parte de uma resposta complexa do hospedeiro à infecção ou inflamação sistêmica. O fator de crescimento derivado de plaquetas (PDGF) é uma proteína que exerce importantes funções no sistema nervoso central (SNC). Recentemente foi demonstrado que o PDGF induz resposta febril quando injetado intracerebroventricularmente e que o mesmo pode agir como um pirogênio endógeno no SNC. Os neuromoduladores gasosos óxido nítrico (NO) e monóxido de carbono (CO) exercem ações termorregulatórias e tem sido demonstrado que os mesmos participam tanto da febre quanto da anapirexia. A produção de NO é catalisada pela enzima NO sintase (NOS) durante a conversão do aminoácido L-arginina para L-citrulina, enquanto que a enzima heme oxigenase (HO) catalisa o metabolismo de heme para biliverdina, ferro livre e CO. O primeiro objetivo do presente estudo foi verificar a hipótese que o NO e o CO participam da anapirexia induzida por insulina e que o CO, ao invés da biliverdina ou ferro, é o subproduto da HO envolvido nesta resposta. A Tc dos ratos foi então medida durante a infusão intravenosa (i.v.) de insulina (0,2 e 2U kg-1h-1), combinada com diferentes tratamentos intracerebroventriculares (i.c.v.). Foi observada queda significativa da Tc após infusão de insulina. O tratamento com NG-nitro-L-arginina metil ester (L-NAME, inibidor não seletivo da NOS, 200µg) combinado com a infusão de salina não causou alterações significativas da Tc. Quando os dois tratamentos foram combinados, a queda na Tc induzida por insulina foi abolida. O tratamento i.c.v. com zinco deuteroporfirina 2,4-bis glicol (ZnDPBG, inibidor da HO, 200nmol) não causou mudanças significativas na Tc quando combinado com a infusão de salina mas aumentou significativamente a anapirexia induzida por insulina. Os tratamentos com o quelante de ferro deferoxamina (250 µg) e biliverdina (152 nmol) não alteraram a anapirexia induzida por insulina, enquanto que o tratamento com salina saturada com CO reduziu a queda na Tc induzida por insulina. Esses resultados indicam que o NO, participa da geração da anapirexia induzida por insulina enquanto que a via da HO/CO possui a função de prevenir quedas excessivas da Tc durante a anapirexia induzida por insulina. Uma vez que os tratamentos com biliverdina e ferro não tiveram efeito, enquanto que o CO reduziu significativamente a queda na Tc induzida por insulina, podemos inferir que o CO é o subproduto da HO envolvido nesta resposta. Por fim, nós investigamos a participação do NO e CO na febre induzida por PDGF. A injeção i.c.v. de PDGF-BB produziu um aumento na Tc dependente da dose. A febre induzida por PDGF-BB (10ng) foi exacerbada pelo tratamento com L-NAME (200µg) e S-metil-L-tiocitrulina (SMTC 2,5µmol - inibidor seletivo da nNOS), mas não pela aminoguanidina (AG 200µg - inibidor seletivo da iNOS). O tratamento com ZnDPBG (200nmol) não afetou a febre induzida por PDGF. Esses dados indicam que o NO participa da febre induzida por PDGF e que a nNOS é a isoforma da NOS responsável pela síntese de NO nesta resposta. Além disso nossos dados sugerem que a via da HO/CO não está envolvida na febre induzida por PDGF.
publishDate 2002
dc.date.none.fl_str_mv 2002-09-20
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17134/tde-04022025-150846/
url https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17134/tde-04022025-150846/
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.relation.none.fl_str_mv
dc.rights.driver.fl_str_mv Liberar o conteúdo para acesso público.
info:eu-repo/semantics/openAccess
rights_invalid_str_mv Liberar o conteúdo para acesso público.
eu_rights_str_mv openAccess
dc.format.none.fl_str_mv application/pdf
dc.coverage.none.fl_str_mv
dc.publisher.none.fl_str_mv Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
publisher.none.fl_str_mv Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
dc.source.none.fl_str_mv
reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
instname:Universidade de São Paulo (USP)
instacron:USP
instname_str Universidade de São Paulo (USP)
instacron_str USP
institution USP
reponame_str Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
collection Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
repository.name.fl_str_mv Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)
repository.mail.fl_str_mv virginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.br
_version_ 1865492220019212288